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Lendo o clarividente texto de Miguel Castelo-Branco

por Cristina Ribeiro, em 16.07.09

o que se me oferece dizer é que pertenço a uma geração que se sente, na sua grande generalidade, traída: não temos já dúvidas de que as coisas, seguindo o caminho encetado nesses promissores anos sessenta nos levariam, como agora temos provas estatisticamente confirmadas, sustentadamente, até caminhos mais luminosos, onde a democracia nos esperaria, inevitavelmente, e só num cenário de pesadelo assistiríamos a coisas que agora são o pão nosso de cada dia, como o estado em que se encontra o ensino, a falta de civismo gritante, a insegurança, etc., etc. ...

E que dizer da geração mais nova, a que se detém um bocado para pensar, de que há vários exemplos aqui na blogosfera, que têm pela frente o fantasma do desemprego, pessoas de valor indesmentível, cultas...

             Como é que dizia a canção? " o sol nascerá para todos nós " ; se o caso não fosse trágico era para rir; assim...

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publicado às 01:16


11 comentários

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De Miguel Castelo-Branco a 16.07.2009 às 05:10

OBRIGADO, OBRIGADO, OBRIGADO
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De Cristina Ribeiro a 16.07.2009 às 17:56

Miguel, quem o leu é que está grato, por ter acesso a um texto tão perspicaz e desmistificador.
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De Daniel João Santos a 16.07.2009 às 09:44

Está cada vez mais dificil conseguir um raio de sol.
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De Cristina Ribeiro a 16.07.2009 às 17:58

Se está, Daniel; pelo contrário, as nuvens cobrem o nosso horizonte...
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De António de Almeida a 16.07.2009 às 12:19

Também li o texto do Miguel, com o qual concordo quase até final, apenas não creio ser ainda chegada a hora de alterar coisa alguma, porque ainda "acreditamos" em milagres, estamos conformados com a crise internacional, que sabemos tocou a muitos, à espera de colher umas migalhas de sobras, na retoma. Doloroso será depois, quando todos estiverem a crescer, e nós confinados aos problemas estruturais do país, mas terão passado certamente mais uns anos, até que as gerações futuras, a presente já provou que não serve, é incapaz, façam aquilo que não fizemos. Irá doer, e não será um espectáculo bonito, e quanto mais tempo demorar até que se comece, pior!
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De Cristina Ribeiro a 16.07.2009 às 18:04

É verdade, António: por mais pessimistas que estejamos, lá no fundo esperamos sempre um milagre; mas é bom que se comece já a fazer por isso, porque estes " milagres " não caem do céu...
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De Carlos Barbosa de Oliveira a 16.07.2009 às 13:36

Concordo com o que a Cristina escreve e também partilho da mesma sensação de pertencer a uma geração que se traiu e traiu os seus descendentes. Já várias vezes tenho reflectido sobre isso e fico sempre com um nozinho na garganta.
Agora, regressado de férias, com a sensação que nada se passou neste país durante 24 dias, sinto uma nostalgia quase ridícula, a que se alia uma vontade enrme de lutar contra este imobilsmo da sociedade portuguesa. Mas tenho que pensar nas coisas devagarinho, caso contrário, não tarda nada, tenho que ir outra vez de férias.
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De Cristina Ribeiro a 16.07.2009 às 18:11

Tantas ilusões, Carlos!...
Mas não desesperemos, porque os " milagres " de que fala o António acontecem por vezes...
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De JuliaML a 16.07.2009 às 16:03


gerações sem futuro, Cristina...
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De mike a 16.07.2009 às 17:35

Isso é pessimismo a mais, Júlia.
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De Cristina Ribeiro a 16.07.2009 às 18:05

Pelo menos até onde a nossa vista alcança, Júlia...

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