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" Se até Arafat o recebeu... "

por Cristina Ribeiro, em 11.10.09

 

     ( título e fotografia roubados ao Levy )

 

 

deixou de ter a credibilidade inicial ( de quando em vez os membros do comité lá se vão enganando, mas... ) ; por ser bem intencionado???  Não seria melhor esperar, para ver se o homem fazia coisas em prol da paz?  Minha mãe do céu, se o critério é esse, quanta gente por esse mundo fora ( Haja Deus! ) não será " nobelizável?

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publicado às 11:57


9 comentários

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De Alvaro Gomes a 11.10.2009 às 17:17

Se o Kissinger (que compactuou com Augusto Pinochet, teve conhecinto de 3000 execuções no Chile e nada fez) já ganhou o Nobel da Paz, qualquer um pode ganhar... Até acho que pode mudar a foto do Arafat pela do Kissinger porque no que diz respeito a precedentes de homens que cometeram/ordenaram atrocidades ganharem o Nobel da Paz, Kissinger foi o primeiro (1973)
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De Cristina Ribeiro a 11.10.2009 às 17:23

Estamos, então, de acordo: o prémio foi banalizado ( as excepções, como sempre, confirmam a regra - mas mudar a fotografia desse aí? " Jamé " !)
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De António de Almeida a 11.10.2009 às 18:01

Julgo que deveriam atribuir a título póstumo o Nobel da paz a Adolf Hitler, Josef Stalin e Mao Tzé-Tung...
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De Cristina Ribeiro a 11.10.2009 às 19:04

Mas que belo ramalhete!...
Aposto que muito foguetório se iria fazer: e era ver os extremistas de um lado e do outro a brindar juntos.
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De Daniel João Santos a 11.10.2009 às 19:44

Não considero assim tão grave esta atribuição do Nobel.
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De Cristina Ribeiro a 11.10.2009 às 20:29

Claro que grave não é, Daniel; mas é mais uma prova de que os critérios das nomeações ( e não é só neste, o da Literatura também tem sido muito controverso ) têm sofrido um desvio inegável; é desvirtuar o pensamento do criador do prémio.
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De Fábio Rocha a 11.10.2009 às 20:08

Creio que não é difícil entender a eleição do Obama como novo prémio Nobel da Paz... é difícil de aceitar mas nada de estranhar.
Em primeiro lugar a hipotética eleição do Sr. Comandante do Mundo já havia sido aflorada nos meios de comunicação à umas semanas atrás. (Como cenário descabido que é, menos sentido fazia que alguém se lembra-se dele como hipótese.)
Em segundo lugar o facto de o prazo para as nomeações para o prémio Nobel ter findado duas semanas após a sua tomada de poder, serve apenas para comprovar que não foram as suas acções pacificadoras (fechar Guantanamo, sair do Iraque, etc) que tiveram qualquer peso nesta sua glorificação.
Temos pois de admitir um cenário: o comité norueguês mudou os seus critérios de nomeação.
Já não é necessário uma personalidade viver uma vida dedicada à paz e à caridade, ou lutar inexaurívelmente em prol dos direitos humanos, basta dizer que o vai fazer...
Aquilo que no dia 9 se premiou com o Nobel não foi o Sr. Obama foi a ideia que o mundo tem... e tem de ter do Sr. Obama... foi a ideia daquilo que se espera que ele faça.
Na verdade esta nomeação acaba por ter um fundo politico, confere ao presidente americano o estatuto de "uma admiração globalizada", ao mesmo tempo que lhe despe o fato e a gravata e lhe veste uma daquelas fatiotas elásticas que só as personagens da Marvel usam. Criou-se o mito contemporâneo do Super-Herói... ou melhor do Super-Obama, o Marvel(lous) Obama que conduzira o mundo a algo melhor.
Ainda há quem acredite em promessas politicas.
Yes he can.
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De Cristina Ribeiro a 11.10.2009 às 20:32

Sim, à luz deste " politicamente correcto " a invadir tudo e todos, não é nada de estranhar.
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De Luis a 12.10.2009 às 00:05

Parece-me que a ideia e amarrar o Sr. Obama a uma certa visao da politica internacional. Nao sei se lhe hei-de chamar pagamento antecipado, pressao ou chantagem.

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