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Este texto, a ler no Combustões: o Brasil

por Nuno Castelo-Branco, em 14.10.09

 O Brasil é, nem mais, o prolongamento de Portugal, pelo que não me repugna a ideia de, um dia, o Portugal europeu venha a integrar a Federação Brasileira. Sempre que olho esse colosso, lhe ouço o hino e olho a bandeira só vejo Portugal, não o Portugal Estado-nação, mas uma ideia de fraternidade universal que saiu da nossa lavra. O Brasil, a vir a ser uma grande potência, não mais será que Portugal.

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publicado às 19:04


3 comentários

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De Miguel Neto a 15.10.2009 às 16:21

Estou de acordo com muito do que é referido pelo Miguel Castelo-Branco no "Combustões".

Sinto-me próximo, sinto-os como "dos meus" quando penso nos brasileiros. Mais próximo do que de qualquer povo europeu. Se lá todos têm um antepassado português, por cá todos os nossos Avós têm um filho que foi e por lá ficou. Se lá há sempre alguém que tem família por cá, por cá há sempre alguém que tem um familiar por lá.

Quanto ao "assunto Maitê Proença", também abordado pelo Miguel, devo dizer que, no que me diz respeito, fiquei um pouco desapontado porque (talvez porque não a conheço bem - só por saber que é actriz e escritora, embora sem conhecer o seu trabalho) tinha dela a ideia de ser uma mulher culta e inteligente. Está visto que não é tanto assim.

Ofendido, devo dizer que não consegui ficar. Vi foi alguns motivos para ela se envergonhar.

Como português ofende-me mais o facto de haver alunos universitários, portugueses de gema, que não sabem ler e escrever correctamente em português (muito pior que qualquer brasileiro); ofende-me mais o facto de haver alunos universitários que não sabem qual o navegador que descobriu, por exemplo, o Brasil ou que tratado foi assinado em 5 de Outubro de 1143; ofende-me mais o facto de elegermos autarcas como o maj. Valentim Loureiro, ou um 1º. ministro com um sentido de Ética que não o impede de recorrer a "artimanhas" para se licenciar ...
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De Nuno Castelo-Branco a 15.10.2009 às 16:44

Falou e disse, Miguel (para usar a expressão brasileira).
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De Ricardo Gomes Silva a 17.10.2009 às 10:49

Caro Nuno,

Lamento discordar , mas há mais portugalidade nos penedos da beira do que em todo o Brasil.
Há algo mais para além do brilho do ouro que nos legou as Descobertas e há maior grandeza na vontade humana do que no tamanho de um território povoado até à raia.Não foi por ele que nos levantamos em únissono nem o tamanho define o quer que seja.
Maior e grandioso é o pobre e áspero Portugal que fez mais com as duas mãos que qualquer nação afogada em ouro.
Nos EUA é bem conhecida a história dos portugueses que "construiam casas sozinhos" no inicio da colonização europeia do Haiti...por cá essa história é o dia a dia e foi-o com muito maior vigor antes de sermos afogados em fundos europeus que apenas tiveram como resultado por os piores de nós a ditar os destinos desta nação

A vontade é a medida do todo e pena é que tomemos por exemplo um país que perdeu a coluna quando expulsou o seu legitimo soberano ,que que apenas subsiste porque está afogada em recursos naturais.
O Brasil não é Portugal nem nunca o foi ...quando muito uma pálida sombra do que nós próprios somos hoje

bem haja

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