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Um cenário possível.

por Cristina Ribeiro, em 14.10.09

"...é José Sócrates quem distribui o jogo, pode negociar à esquerda, à direita ou nem sequer negociar, avançando com propostas que constam do seu programa eleitoral, responsabilizando a oposição pelo eventual chumbo, procurando um braço de ferro que leve ao derrube do governo numa estratégia de vitimização. "

  Um aditamento que António de Almeida faz, na caixa de comentários a este seu post.

 

Não seria inédito, este recurso à chantagem sobre o eleitorado, com o intuito de provocar novas eleições, que lhe devolvam a malfadada maioria absoluta. Nesse cenário, possível, resta-nos a esperança de que, tal como aqui, o feitiço se vire contra o feiticeiro; que, entretanto, o povo português resolva deixar de ser o eterno " boneco "  manipulável. Um jogo arriscado.

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publicado às 20:44


4 comentários

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De Daniel João Santos a 14.10.2009 às 21:44

Concordo, se falharem vão dizer que os outros é que são culpados.

E olhe que o povo é capaz de ir na historia do mártir.
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De Cristina Ribeiro a 14.10.2009 às 23:25

Não ponho as minhas mãos no fogo, Daniel...
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De cbo a 14.10.2009 às 23:32

Compete à oposição não lhe dar em bandeja de prata aquilo que ele mais anseia.
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De Miguel Neto a 15.10.2009 às 15:00

Também não tenho a mínima dúvida de que o Interesse Nacional não irá ser o centro das preocupações.

Quanto à oposição (toda a oposição), terá que respeitar a vontade da maioria (relativa) dos portugueses e, sem abdicar de princípios fundamentais, contribuir para a estabilidade governativa. Os portugueses votaram como entenderam votar para um governo de 4 anos.

Acho que cabe ao governo e ao partido que o suporta encontrarem soluções tão consensuais quanto possível porque é a eles que compete governar, nunca esquecendo que a maioria dos portugueses rejeitou o seu programa de governo.

Já agora era interessante reflectir nas razões porque é que só em Portugal as maiorias parlamentares são fundamentais para a estabilidade governativa. Outros países têm progredido (e mais do nós), com governos estáveis e sem nenhum partido em maioria nos respectivos parlamentos.

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