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disse-lhe um aluno. Coisas muito, muito estranhas, se passam num país, onde a Educação já foi tantas vezes apontada como uma paixão, uma coisa prioritária, mas que, e não tapemos o sol com a peneira, foi preterida por outras " urgências ".

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publicado às 12:17


6 comentários

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De Miguel Neto a 20.10.2009 às 13:46

Coisas dessas é que deveriam ser consideradas um insulto aos portugueses. A demagogia desses "amores" hipócritas, ditos por quem quer é "enganar os tolos" e com o objectivo exclusivo da caça ao voto são o maior atentado ao futuro do português comum e, por isso, do país.

Até quando os portugueses vão tolerar essa "cantiga do bandido"? Até quando vão tolerar campanhas eleitorais vazias de conteúdos sérios e de discussão dos problemas importantes mas cheias de folclore, luzes, ruído e maledicência? Até quando vão permitir que a preguiça e a mediocridade disfarçadas por uma retórica eloquente e uma aparência "adequada" sejam premiadas em prezuíjo do trabalho, do rigor, do valor e da capacidade? É que até lá o estado de coisas não se vai alterar.

O endividamento galopante e sem travão, o estado da Justiça e da Educação, são o que verdadeiramente me deixa deprimido e pessimista em relação ao futuro. O resto são coisas menores.
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De john a 20.10.2009 às 14:36

Essa é engraçada, de facto. E triste.

Infelizmente, é o estado da nossa Educação. Ou falta dela. Tente a Cristina fazer perguntas a alunos universitários sobre o período do PREC. Nem se trata de ignorância - trata-se de puro desconhecimento. É algo de que não se fala nos currículos de História, nem no ensino secundário. Faz-se a revolução de Abril e, com sorte, salta-se para a Construção Europeia. PREC, 25 de Novembro, Fonte Luminosa, atentados, Assembleia Constituinte, é tudo varrido. Fica nos alunos a ideia de que Sá Carneiro foi o tipo que morreu na queda de um avião, que o Soares foi o Presidente da República desde finais da década de 70 e pouco mais. E já nem é mau.

Se for para o Português, é pior ainda. No tempo em que acabei o secundário - há sete anos - o programa ainda era razoável, e cabia ainda às escolas escolher entre o Memorial do Convento, de Saramago, e a Aparição, de Vergílio Ferreira. Hoje já ninguém lê a Aparição, um dos melhores livros que já li. E dizem-me que os programas são uma confusão.

Para não falar, claro, nos idiomas estrangeiros. O mais natural é um aluno acabar o Secundário sem falar minimamente um idioma estrangeiro - nem sequer o Inglês, para lá do básico.

Enfim, é o que temos. Olha-se à nossa volta e não se vêem perspectivas de mudança.
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De António de Almeida a 20.10.2009 às 17:28

Isto já vai para além dos problemas na educação, é também uma questão de valores da própria sociedade, o que não surpreende, basta consultar o share das televisões para perceber o país em que vivemos...
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De Nuno Castelo-Branco a 20.10.2009 às 20:30

O Spínola? O obervador do exército português junto da Wehrmacht em Estalinegrado? Libertou escravos? Olha... não sabia!
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De João Pedro a 21.10.2009 às 13:23

Estalinegrado? Não era Leninegrado, com a Divisão Azul? Se calhar estou a fazer confusão, como as criaturas que deram o antigo nome áquelas cidades. diz-se que do contacto com os prussianos é que lhe veio o monóculo e o pingalim
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De mike a 20.10.2009 às 22:12

Pois foi, Cristina. Lamentavelmente! Já para não falar do facto de achar que se trata do exercício de uma profissão à qual não deve ser alheia a vocação. Mas isso dava pano para mangas, num país que anda de tanga(s).

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