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« Da Democracia na América »

por Cristina Ribeiro, em 04.11.09

Tratar de modo diferente coisas diferentes na sua essência; é disso que se trata. Institutos diversos para realidades diversas.

União legalizada para pessoas do mesmo sexo, com atribuição de direitos vários, de que ressalta o direito sucessório, é evidente: muito justo que duas pessoas adultas tenham a vida que bem entendam, sem que a ninguém assista o direito de o pôr em causa, mas " casamento "?

, o assunto é discutido por todos; aqui, não.

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publicado às 12:16


10 comentários

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De Luísa a 04.11.2009 às 12:49

Cristina, Sócrates está a tentar, em maioria relativa, governar exactamente como governou em maioria absoluta, sem qualquer cedência. E vai ver que, com a comunicação social toda do seu lado, a manipular a opinião pùblica, vai consegui-lo.
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De Cristina Ribeiro a 04.11.2009 às 22:23

Realmente, Luísa, este é um lugar onde começou já a perder-se o sentido do que está por detrás de uma palavra - e o Primeiro Ministro é o primeiro a fazê-lo, ao subverter o significado de " maioria relativa ".
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De António de Almeida a 04.11.2009 às 13:38

Gostaria que PSD e CDS/PP se comprometessem a levar a questão a referendo mal exista uma diferente maioria parlamentar.
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De Cristina Ribeiro a 04.11.2009 às 22:30

A democracia representativa tem destes engulhos; ou " o povo é soberano " só quando interessa?
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De Daniel João Santos a 04.11.2009 às 21:44

e porque não?

é um nome.
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De Cristina Ribeiro a 04.11.2009 às 22:34

Não é só um nome, Daniel. É uma figura jurídica pensada pelo legislador para determinada realidade; não estará na hora de ele pensar noutra para uma realidade diferente?
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De Samuel de Paiva Pires a 04.11.2009 às 22:38

Cristina o que eu acho mais engraçado é a descricionariedade com que se decide sobre que matérias a AR é competente para legislar, ou não, de acordo com os interesses do momento. Tão depressa se deve ouvir o povo como não. Tão depressa uma matéria deve ser referendada como não. Incoerências próprias da nossa democracia, que nada tem a ver com aquela observada por Tocqueville. Já agora, este fim de semana que passou folheei algumas breves páginas dessa obra-prima. Não haja dúvida, ainda temos mesmo muito para aprender em matéria de democracia, ao contrário do que certos senhores do PS que não recebem lições de democracia de ninguém julgam.
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De Cristina Ribeiro a 04.11.2009 às 22:47

É isso, Samuel: " o povo é soberano " consoante as conveniências. Se se acha que pode estragar a festa das " causas fracturantes ", cale-se lá o povo.
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De Samuel de Paiva Pires a 04.11.2009 às 22:50

Touché Cristina!
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De mike a 05.11.2009 às 20:39

Hum... Cristina, se passarmos por outro referendo, como entendo que o assunto é merecedor, seremos confrontados com a vontade popular equivalente ao sim. Mais: Sócrates sabe e está a jogar com isso, não sejamos ingénuos. Ele sabe (e ecreio que deseja) que se o assunto for referendado resultará no sim. Será outro assunto sério que parte da sociedade terá que engolir. Digo eu...

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