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levavam-se merendas e confratenizava-se com outros vizinhos de veraneio", diz, na caixa de comentários,  João Amorim. Era assim a minha praia.

A criançada divertia-se a valer; além do baloiço e do prego, lembrado pela Patti, estou a lembrar-me do esconde-esconde, pelo meio das barracas, e do arranca cebolinha, em que acabávamos sempre caídos na areia, mas sempre, sempre, muito felizes.

 

Se continua a haver baloiços na praia de Póvoa de Varzim, pergunta JAA. Quando para lá ia a banhos, cada sector de barracas tinha dois; agora, que há muito tempo não veraneio por essas bandas, esperei que uma sobrinha, que vai em Julho para a praia, contígua, de A-Ver-O-Mar, cá viesse para lho perguntar: que sim, e que continua a ter muita procura. Não conhece já é o jogo do prego nem o da arranca cebolinha, mas numa época em que os jogos electrónicos dominam, perdura ainda alguma coisa do que vivemos na nossa infância.

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publicado às 20:52


6 comentários

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De António de Almeida a 08.11.2009 às 15:40

Merendas? Tive um vizinho do Porto que certa vez levou as irmãs vindas do Norte à Fonte da Telha. Era costume irem várias famílias juntas e reunirem-se no pinhal pela hora do almoço. As ilustres visitantes traziam um tacho de tripas à moda do Porto. Nós praticamente nem comíamos , porque éramos avisados que se abusássemos pela tardinha não voltaríamos à água, eu queria era praia, mas alguns adultos banqueteavam-se e depois faziam a sesta, enquanto eu e outras crianças brincávamos no pinhal.
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De Cristina Ribeiro a 08.11.2009 às 18:51

:)) As merendas que fazíamos eram depois do banho, já com o apetite aos saltos, e não iam além do lanche entre refeições principais.
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De Tiago Laranjeiro a 08.11.2009 às 20:04

Eu que ainda estou na casa dos vinte lembro-me bem dos Julhos bem perto da Póvoa, em Vila do Conde, nas proximidades do miradouro. A barraca listada, mas sem a cobertura triangular que caracteriza as da Póvoa de Varzim.

Lembro-me bem da minha avô a dar-me pêras-rocha depois do banho, e eu a comer duas ou três de seguida.

Desde que entrei para a universidade que estes Verões acabaram para mim. O que custa "crescer"...
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De Cristina Ribeiro a 08.11.2009 às 20:16

O segredo, Tiago, está no pararmos para comer uma, duas ou três pêras-rocha, lembrando-nos do sabor que elas tinham então. Guardar esses momentos vai ajudar a suportar as dores de crescimento :)
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De Luísa a 09.11.2009 às 14:48

Parece que os pregos foram erradicados porque eram perigosos, Cristina. Ainda se tentou substitui-los por uns de plástico, mas não eram a mesma coisa: faltava-lhes peso para se enterrarem na areia. É pena: o jogo do prego era daqueles de que nunca me cansava. E devia exercitar algumas importantes faculdades visuais e manuais… e até intelectuais, sabemos lá! :-)
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De Anónimo a 21.11.2009 às 01:15

A Cristina é saudosista ... sabe procurar a beleza dos tempos, dos sabores, dos momentos...essa delicadeza hoje quase que inexiste ... sempre que vejo um teenager com as calças ao fundo do ... rabo com os boxers à mostra....um destes dias puxo-lhas abaixo ...porra de irritada com os almocreves das merdalidades ... porra é feio, nao é? Mas sempre é um clássico capaz de combater qualquer bué e assemelhados.

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