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Leio um excerto de um texto de Gil Vicente

por Cristina Ribeiro, em 22.11.09

 

no Obliviário, e vem-me à memória uma conversa recente tida com um sobrinho adolescente.

Quando lhe comecei a falar na Farsa de Inês Pereira e no Auto da Barca do Inferno, olhou para mim como se eu tivesse acabado de chegar de outro planeta: que nunca neles ouvira falar.

Para mim, uma coisa quase inimaginável - o fundador do teatro português, autor de escritos com tamanha repercussão na cultura popular.

E assim se vai destruindo a marca dos nossos maiores.

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publicado às 12:05


2 comentários

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De Anónimo a 22.11.2009 às 15:11

Mas sabe Cristina ...a culpa nem é tanto dos que não sabem! A culpa é sim daqueles que têm a obrigação de ensinar e não o fazem. O ensino português, esse é qualquer coisa de inimaginável ... e não me refiro só ao público. Gil Vicente? Camões vai sobrevivendo porque lhe foi atribuído um dia de feriado e ...lá se perdeu a independência no dia em que morreu.
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De Cristina Ribeiro a 22.11.2009 às 16:06

Claro que a culpa é daqueles a quem compete preservar o nosso património cultural. Quando chegou a minha vez de estudar a língua portuguesa, ainda se fez alguma referência aos grandes cultores da mesma, apesar de já estarmos em curva descendente no ensino, como revelou um estudo aprofundado, e de que aqui fiz eco http://estadosentido.blogs.sapo.pt/794107.html, mas a curiosidade e o interesse faria o resto; agora já nem essa curiosidade lhes é despertada- os alunos nem sabem da sua existência. Vou perguntar a esse sobrinho, que entrou este ano para a Universidade, se acaso lhe terão falado de Camilo...

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