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diz João Távora. Certíssimo. Respeita-a e vive-a responsavelmente, não deixando que resvale para a libertinagem.

É esta verdade que tenho em mente quando reclamo um partido Liberal Conservador para Portugal. Dirão os " puristas " que é contraditório; não enxergo, mesmo, contradição nos termos.

 

Que o Conservador é avesso à liberdade é um mito bafiento que se foi enraizando na sociedade portuguesa, que urge desconstruir, apelando ao discernamento e razoabilidade despreconceituosa, para encararmos, dentro deste nevoeiro todo, o que melhor nos serve.

 

  Adenda: lembra o João Pedro este post do Miguel- fazer o que os Bourbon franceses não fizeram, pois que  "nada esqueceram e nada aprenderam".

 

 

         * Claro que a ênfase vai para o " nada aprenderam "

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publicado às 11:53


8 comentários

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De João Pedro a 24.11.2009 às 13:15

O problema do conservadorismo em Portugal é que na maior parte das vezes é anacrónico e mesmo retrógrado, apostando mais no instinto do que no verdadeiro combate intelectual. Raras vezes conseguiu identificar-se com a liberdade, ao contrário do que se passa em Inglaterra ou na Alemanha, e quando teve esse oportunidade deixou-a escapar. No Combustóes, Miguel Castelo Branco escreveu um post de rajada que foca precisamente isso.
Daí permanecer aquela intantilidade de se considerar o termo "conservador" sempre com um sentido negativo, e não como uma forma de estar ou de pensar perfeitamente legítima.
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De Cristina Ribeiro a 24.11.2009 às 13:32

É isso mesmo que nos cabe combater; tantos mitos foram surgindo porque nunca houve a vontade de desmistificar.e as coisas vão continuando escondidas na poeira que só serve os inimigos da " verdadeira liberdade ". A inércia de quem deve por ela zelar. Os seus inimigos agradecem.
" esquecer o que é preciso esquecer, aprender o que é preciso aprender", ao contrário dos Bourbon de França. Ou o suicídio.
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De João Távora a 24.11.2009 às 15:42

É simpática a sua referência às minhas palavras, Cristina. De resto forçar mudanças ou doutrinas, isso sim é um atentado à liberdade dos indivíduos.
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De António de Almeida a 24.11.2009 às 18:38

Existem conservadores e conservadores, com Margaret Tatcher identifico-me sem problema algum, mesmo que não totalmente, veremos o que nos reserva David Cameron.
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De Cristina Ribeiro a 24.11.2009 às 20:18

Pois, o problema é que o ideário é prosseguido por pessoas, diferentes entre si, por natureza.
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De Nuno Castelo-Branco a 24.11.2009 às 19:20

Cristina, se tivessem cortado a cabeça à minha mãe e ao meu pai, minha irmã, ao meu irmão, à minha cunhada e a meia dúzia de primos, se calhar eu não teria conseguido aprender coisa alguma e muito menos esquecer fosse o que fosse. Luís XVIII, Carlos X e a duquesa de Angoulême, estavam exactamente nessa posição. Desta vez relativizemos...
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De Cristina Ribeiro a 24.11.2009 às 20:24

Reportei-me à frase de Talleyrand, Nuno, mas- e como já tinha acrescentado numa segunda adenda, agora que estou com tempo para reler o post -mas é claro que o que deveriam ter feito era " aprender ": ponho aí o acento tónico.
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De Daniel João Santos a 24.11.2009 às 21:22

Como já leu lá no meu lado, não gosto de "etiquetas", quase como no horóscopo, todos os que são daquele signo actuam assim e vai-lhes acontecer a mesma mesma coisa.

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