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Honra e Glória ao Dr. Jin Guo Ping, Cavaleiro da Ordem do Infante D. Henrique

 

Nem passaram vinte e quatro horas desde a condecoração do Dr. Jin Guo Ping e já se erguem as mesmas vozes dos "jornais de referência", fazendo um favor à diplomacia de Pequim. O mundo das negociatas e o franzir de sobrolhos dos mandarins que trocaram os maoístas pijamas verdes pelos globalizantes fatos cinzentos "Arremani" ou "Vézatche", podem, porque pagam.

 

Que vergonha, esta humilhação pública de quem tem sido ao longo de décadas, um estrénuo defensor da portugalidade, fazendo ruir as fantasiosas construções anglo-saxónicas que os ventos de loucura midesca de Pequim bafejam benevolentemente! A gente que o dr. Ping ajudou a fugir ao inferno pós-Tianamen, é comparável aos que ousaram saltar o Muro de Berlim. A Ordem do Infante D. Henrique, é exactamente a mesma que outrora foi conferida ao grande historiador Charles Boxer, pela sua obra O Império Marítimo Português.  Jin Guo Ping merece o reconhecimento e o Palácio de Belém agiu com acerto.

 

Como patriota e monárquico, creio que seria uma grande iniciativa da mais elementar justiça, a nomeação do Doutor Jin, como Cavaleiro da Ordem de N. S. de Vila Viçosa. Aqui deixo o apelo ao Senhor D. Duarte de Bragança!

 

A nossa imprensa do copy-paste, gosta de viajar, de convites e de cocktails. Pouco se lhe dá se os métodos persuasivos de Pequim, obedeçam à velha e conhecida cartilha do dr. Goebbels e que tão pressurosamente foi copiada pelos sátrapas do Kremlin. Quem fez o servicinho ao PCC, decerto terá um envelope à espera. Com um bilhete de avião, reserva marcada em hotel de luxo e vacaria* à disposição. Entre uma visita à Grande Muralha e outra ao Palácio de Verão, umas comprinhas no centro comercial.

 

Que sacanas!

 

* Substituí o termo, após alguns reparos amigos. Desculpem-me, mas estas coisas fazem-me perder a cabeça.

 

 
 
Jin Guo Ping, ao contrário de alguns académicos portugueses indignos do nome, nunca trabalhou para a secreta chinesa, nunca escreveu por encomenda para a fabulosa e falsa pseudo-historiografia chinesa, nunca atacou Portugal. Sabemos de fonte segura que alguns "sinólogos" portugueses receberam durante anos subvenções do governo de Pequim e, para o conseguirem, submeteram-se às mais vis indignidades. Uma destas académicas mediocridades chegou a extremos de traição, indo repetidamente a sessões pagas pelo Estado chinês para atacar, difamar e ridicularizar Portugal.


Portugal é, notoriamente, um país mal frequentado. A velha tradição do esbirro, do informador, do boateiro e do difamador continua a fazer escola numa terra que foi um dia da Inquisição, para logo de imediato se transformar num jardim pinamaniqueiro.

 

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publicado às 17:23


1 comentário

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De José C. Ramalho a 27.11.2009 às 02:32

Caro Nuno Castelo-Branco
Obrigado por comentar no meu blog o artigo que inseri, mas como verificou saíu na Sábado e não inventei ou difamei o dito Historiador. Apenas como referência a mais uma das muitas condecorações que os politicos atribuem a personalidades, por vezes, muito duvidosas. No que concerne à liberdade de expressão e pensamento, é um direito consagrado na Constituição da República Portuguesa desde 1976.
Cumprimentos... volte sempre...
JC Ramalho

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