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Indignados fora de serviço

por John Wolf, em 16.08.13

As revoluções são excelentes a desmontar o passado, mas enfrentam quase sempre grandes dificuldades na construção do futuro. A esta curta distância histórica, pergunto onde estão os movimentos de rua que tão intensamente se fizeram ouvir? Os indignados de 15 de Março, o outro de Novembro e ainda uma série dispersa de protestos e marchas. Lamento que dessa fornada de gente não tenha nascido uma nova força política, um veículo de soluções provindas da sociedade civil. Há por aí uns movimentos independentes, mas não chega para alterar as regras do jogo. As centenas de milhar de pessoas que marcharam nas ruas de Portugal como nunca antes se viu, não foram capazes de concretizar as suas propostas. Foram boas a reinvindicar, gritáram e esperneáram, mas não sabem aparecer nos outdoors dos cartazes de campanha autárquica. Não querem ou não sabem como se organizar. E esta constatação tem sérias implicações. Significa que, quer o desejem ou não, serão as mesmas plataformas partidárias a disputar o poder nas eleições que se avizinham. Pelo que ouvi falar, as diversas frentes de protesto que ocupáram as ruas e as primeiras páginas dos jornais, não conseguem chegar a acordo, e, por essa via, somos levados a concluir que sofrem dos mesmos males daqueles que de um modo parlamentar disputam o poder. Não se entendem. Todo aquele fumo acabou por não dar em nada. Não se conhece um lider. Não se conhece um novo pensador político que sintetize as aspirações alternativas. As eleições que se seguem teriam sido uma boa ocasião para a sociedade civil se levantar e se apresentar como proposta de futuro. Lamento que assim seja, uma vez que esse estado de calma revela a inacção da sociedade civil, encarneirada pela letargia de um sol de pouca dura. Enfim, os movimentos de indignados fazem-me lembrar os festivais de Verão. Estiveram em palco, foram fixes, mas daqui a uns meses já ninguém se lembra. A pedrada era grande. A pedrada no charco maior ainda.

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publicado às 09:59

Os mosquitos de Machado

por John Wolf, em 08.08.13

A lei de "imitação" de mandatos parece ter sido a norma lá para os lados de Braga. A bem ou a mal, com ou sem carisma, Mesquita Machado reinou, sem idas à casa de banho, durante 37 anos. Foi o povo que quis, foi a população que mais ordenou, e parece que quiseram quebrar recordes de longevidade política detidos por outros ocupantes de cadeiras históricas. Machado, cansado de tanta vitória, provavelmente deseja retirar-se antes que se ponham a inventar soluções respeitantes a reformas e pensões. O autarca quer sair enquanto ainda leva a vantagem. Para o seu lugar o PS escolheu um candidato com nome de humorista - Vitor (de) Sousa -, o número dois da estrutura local (Vitor de Sousa também foi número dois de Herman José). Mas a panóplia de candidatos não se fica por aí. A principal figura autárquica do PS vai ter de disputar as eleições com distintos progressistas cultivados nas estufas locais do PS, para além de eternos camaradas do CDU e bloquistas da Esquerda. Se nos servirmos de Braga como tubo de ensaio ou matéria de análise, poderemos constatar que as eleições autárquicas servirão para fragmentar ainda mais qualquer ideia de consistência no poder. Em virtude dos níveis de desentendimento no seio da coligação do governo nacional e no contexto do falhanço do projecto de salvação nacional, em grande medida da responsabilidade dos senhores do Rato, de norte a sul do país, assitiremos a réplicas do epicentro sísmico da crise política. Na minha opinião, as câmaras serão trucidadas pelo dogma do não entendimento. Seguro lançou o mote do PS: "a solo ou morte" porque acredita no tudo ou nada, precisamente no momento histórico em que esse princípio avariou, e já não se adequa ao renascimento de um novo paradigma de pontes e travessias. As coligações autárquicas que registamos serão as mesmas de sempre, dependentes da mesma árvore ideológica que já deu os frutos que tinha de dar. A saída de uma antiguidade clássica como Mesquita Machado funciona como uma demissão em bloco. De repente os munícipes serão confrontados com a matriz inexistente, a falta de referências de candidatos sem experiência efectiva, sem percurso comparável à sua. A praga de mosquitos políticos que vai girar em torno da carcaça de Machado será intensa e deve-se à possibilidade de aproveitar o vazio deixado pelo homem que ao longo de quatro décadas mandou nos destinos do concelho. Ao fim de tantos anos de residência, seria conveniente, e em nome da eficiência democrática, averiguar se o saldo é positivo. Seria útil proceder ao levantamento dos dossiers tratados durante todo esse tempo. Durante quase quarenta anos muita coisa aconteceu; intervenções do FMI, governos de bloco central, crises nas pescas e na agricultura, a adesão à CEE, a morte de Sá Carneiro, a deslocação de Zita Seabra (por exemplo, há mais) de uma extrema política para outra, a adesão ao Euro, a abertura de fronteiras no espaço Europeu, o braço partido de Bento no mundial do Mexico, a construção das torres das Amoreiras e a realização do filme erótico (estou a ser simpático) de Tomás Taveira, o prémio Nobel atribuído a Saramago e a realização da EXPO 98. Enfim, uma enciclopédia de ocorrências nacionais aconteceu e serviu de enquadramento, de justificação ou desculpa para certas ocorrências. Neste clima de grande agitação sobre a questão da limitação de mandatos, seria muito bom que meia dúzia de cientistas sociais e políticos aproveitasse a descoberta arqueológica para investigar o estilo de vida política de Mesquita Machado. O mais provável é que não o façam e sejamos distraídos com os jovens mosquitos ávidos por picar o ponto final na câmara municipal.

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publicado às 11:59

As falinhas mansas de Seguro

por John Wolf, em 04.08.13

O vice-primeiro de Seguro - Carlos Zorrinho -, embora queira mostrar os dentes e defender o lider do seu partido, está efectivamente a salvar a sua pele. As falinhas mansas que refere são um modo de sacudir a água do capote. Quem é brandinho e inofensivo é Seguro. Quem tem falinhas que nem chegam a ser mansas é Seguro. E o facto de Zorrinho passar grande parte do seu tempo político na companhia do seu compincha de bancada parlamentar pode significar que sofreu efeitos de contágio. O perfil comprometedor de Seguro pode ser do tipo infeccioso que passa de parceiro para parceiro se estes não se protegerem adequadamente nas relações que estabelecem. Zorrinho, sem dar por isso, terá replicado um pouquinho de Seguro. Pode-se ter assegurado um bocadinho sem dar conta, e agora corre o risco de ser entendido pelos eleitores como um membro que se confunde com Seguro - um quase Seguro. Mesmo um chefe acarismático, como o secretário-geral, pode marcar o estilo dos seus seguidores. Sem o desejar ou sem o saber, os fiéis acabam por emular alguns tiques e figuras de estilo. Zorrinho tem consciência disso e porventura quererá demarcar-se da estrela cadente e marcar os limites da sua personalidade política. Se cai Seguro levará consigo a palette toda, os associados da empreitada e os resistentes às palavras inócuas. As frases perfeitas para um abstracto político, um esboço teórico de afirmação populista que dista das medidas concretas que o país necessita mas que estes trovadores desconhecem por não serem capazes (crescimento e emprego? Como?). As autárquicas podem rebentar com as guarnições vazias dos socialistas. Se de repente os camaradas ganham umas câmaras valentes, terão de lidar com a sua própria herança, com o regresso à ruína inacabada - o modo continuum socialista com todas as suas nuances, as fantásticas empresas municipais e os seus directores de águas e gases. Se mantiverem as câmaras que já detêm, serão obrigados a assumir por inteiro a responsabilidade dos descalabros financeiros, as contas desfalcadas de mandatos repetidos sem intromissão. De nada servirá atirar a culpa para os "dois anos de governação do governo de coligação". As catástrofes autárquicas terão apenas uma assinatura-rosa, terão apenas uma parte contratual e a batata quente não poderá ser devolvida a outros remetentes. A morada definitiva será essa e mais nenhuma. Os socialistas, num putativo regresso triunfal ao universo autárquico, retornam ao seu legado, ao seu passado, aos fantasmos e aos mortos-vivos da sua excelsa administração, a um Castelo-Branco-sujo em todo o seu esplendor. Os socialistas, toldados pela vontade de ganhar, levados na corrente da paixão, demonstram que não conseguem pensar uma para a caixa eleitoral. Não são capazes de ser racionais, metódicos e programáticos quanto baste para se organizarem a nível partidário, quanto mais para dirigir os destinos de um país. Os socialistas, que se acham capazes de congeminar um plano de salvação a solo, são politicamente narcisistas e egoístas, e reafirmam esse devaneio por não terem alinhado nas cantigas e acordes de Belém. Com este género de discurso pueril, sabemos que estamos a lidar com crianças queixinhas. A expressão "falinhas mansas" não demonstra maturidade política. É um balbuciar como tantos outros a que nos habituou Seguro. O punho rosa, hirto e firme, parece ser de outros Verões quentes, de outros protagonistas. Eu não disse que Seguro era contagioso?

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publicado às 17:13

Pela ruas da amargura...

por Pedro Quartin Graça, em 27.06.13

 

No PSD a coisa está muito pior do que se supunha. A fazer fé nesta notícia do i. que nos dá conta de uma desistência antes sequer de ir a votos...

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publicado às 14:19

Os púlpitos do senhor reitor Seguro

por John Wolf, em 22.06.13

António José Seguro parece não entender que o mundo encontra-se em processo de transformação profundo. Os púlpitos, mesmo que espalhados por dezenas e dezenas de palcos, não correspondem ao exercício transversal que a democracia parece exigir. São pedestais para vozes da casa, socialistas do norte, desnorte ou sul do país. São caixões de ideias colocados na vertical para tentar levantar os olhos de eleitores semi-mortos pelos sucessivos enganos a que foram sujeitos. Este partido, e os demais, deveriam já ter entendido a importância dos movimentos de rua que deram a voz a defensores de equidade e justiça. Os reservatórios ideológicos dos partidos contêm águas paradas, infectadas com bactérias que promovem um quadro clínico grave. Uma espécie de cepticismo gratuito para quem está de passagem e se mantém indeciso na orientação a dar ao seu voto. A mobília pulpítica pertence a uma outra geração de carpintaria política. A caixa de fruta posta em sentido já não oferece o sumo que as pessoas querem. Um novo conceito não pode nascer num local chamado Coliseu dos Recreios. O recreio, que todos conhecem enquanto o intervalo das aulas, não será o local nem a hora indicada para levar por diante um novo programa eleitoral que integre os civis sem filiação ideológica, os cidadãos com enfoque político mas que dispensam os partidos. António José Seguro ao puxar as senhas do rolo e ao oferecê-las aos "camareiros" para que dêem à manivela da sua voz, quer dar a impressão de homem de grande abertura, mais um simples camarada do partido. Se a cúpula socialista decidiu atribuir mais tempo de antena aos candidatos autárquicos, eu teria algum cuidado. António José Seguro corre o perigo de ser confrontado com alguém da sua rama ideológica com uma ideia para o país. Porque até ao momento, Seguro não foi capaz de convencer o país que existe para além do Rato, que tem a capacidade para gerir o que quer que seja. Embora em Almodóvar o papel de parede diga TUDO, estamos de facto a lidar com NADA - mais uma vez nenhuma ideia de jeito foi escutada. Se ele acha que os últimos dois anos de governo lembram dois séculos. No seu caso, sem ser governo, lembra uma grande seca. Um bombeiro que diz vai apagar o fogo, mas que não tem água no camião-cisterna. E os incêndios do verão ainda nem sequer deflagraram. A madeira dos púlpitos poderia ter outro destino. Cadeiras para esperarmos sentados, zangados.

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publicado às 14:19

Autárquicas 2013: derrocada do PSD

por Pedro Quartin Graça, em 02.06.13

 

 

Lisboa perdida, Vila Nova de Gaia também. Sintra e Porto tremidos. Rui Moreira no Porto surpreende positivamente pelos 25% desde já e promete subir. É a derrocada anunciada do PSD. O JN publica e o seu Estado Sentido divulga tudo aqui. O tal resultado que, supostamente, não incomoda Passos Coelho. 

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publicado às 09:26

Coragem ou falta dela

por João Pinto Bastos, em 15.04.13

A candidatura de Menezes está num limbo: até decisão ulterior, cuja data é desconhecida, Menezes será uma espécie de pária. A questão que se impõe é a seguinte: a direcção nacional do PSD estará disposta a passar pelo vexame de ver uma candidatura destruída pelo prelo sentenciador do poder judicial, ou, em alternativa, decidirá apresentar uma candidatura diferente? Os portuenses agradeceriam, certamente, uma candidatura alternativa, liderada por alguém credível e competente. Todos os portuenses, sem qualquer excepção. 

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publicado às 18:24

A dificuldade de saber sair de cena

por Pedro Quartin Graça, em 15.04.13

Como bem referiu Paulo Rangel no último Conselho Nacional do PSD, era altura de Seara (e agora de Menezes) pensarem seriamente em retirar as suas candidaturas autárquicas, a bem da dignificação das funções que ainda ocupam e da não perpetuação, contra a lei, em cargos políticos.

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publicado às 18:17

Autárquicas moribundas

por João Pinto Bastos, em 15.04.13

É a única conclusão a que alguém minimamente lúcido pode chegar. Com candidaturas paradas no limbo judicial, as vindouras eleições autárquicas prometem ser um verdadeiro pesadelo. Juntem a isto uma situação económica de bradar aos céus, e terão um verdadeiro caldo prestes a virar-se. Quanto a Menezes, pouco ou nada tenho a acrescentar. Já disse tudo o que tinha a dizer sobre a personagem em questão. Lamento que o PSD tenha gerido este dossiê da pior forma possível. Outro candidato e outra postura teriam, certamente, proporcionado respostas políticas de distinto talante.

 

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publicado às 18:14

Campanhas de Seara e Menezes escolhem hino oficial

por Pedro Quartin Graça, em 23.02.13

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publicado às 14:19

Há uns anos, perguntei ao meu avô, de quem neste blog já falei aqui e ali, por que razão nunca se tinha candidatado a Presidente da Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere. A resposta dele, que na altura o meu atrevimento e inexperiência de vida próprios da juventude me levaram a pensar que não fazia muito sentido, ganhou ultimamente contornos que me permitem aferir com uma certa clarividência alguns traços de carácter de muitos politiqueiros que nos desgovernam, bem como ter a noção de que a verticalidade, nos homens portugueses, é um bem cada vez mais escasso. Respondeu-me assim: "Vivo em Ferreira há muitos anos, mas sou de Lisboa. Não faria sentido candidatar-me a Presidente da Câmara Municipal de uma terra de onde não sou natural." 

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publicado às 15:45

Está decidido: nada de votar "AD" em Lisboa!

por Nuno Castelo-Branco, em 01.07.09

Venho por este meio informar os nossos leitores,  que o presidente da Real Associação de Lisboa enviou à direcção do CDS a sua formal desfiliação do partido, tal se devendo à absurda coligação do PSD e do CDS com o sr. NC Pereira.  Como nota interessante, a RAL possui mais de 3.000 filiados neste distrito, o que dá uma ideia da sua capacidade de atracção nas mais diversas áreas políticas. De qualquer forma, a tal "AD" recauchutada não merecia sequer qualquer tipo de ponderação para o meu voto: é apenas mais do mesmo ciclo infernal de betão, demolições, terciarização, especulação imobiliária. O mesmo vinho da mesma pipa por onde bebe o sr. Costa. Desejo aos dois rotativos, um desastre eleitoral sem precedentes. Consultem o nosso arquivo do Estado Sentido, em "Lisboa Arruinada", assim como o blogue http://lisboasos.blogspot.com/ e perceberão porquê. Já é tempo de ser quebrado o enguiço.

 

 

O comentário de Mattos e Silva:

 

 

"Sobre a decisão que tomei - e tomei-a em consciência - nada tenho a acrescentar. Para quem tudo na política se resume a uma guerra entre esquerda e direita, sendo que a esquerda é sempre má e faz sempre mal e a direita faz sempre bem, basta olhar para Lisboa a degradar-se a cada dia que passa, com governos de esquerda e de dierita que já passaram pelo Município. Para mim a política tem valores e princípios que estão para além dessa guerra. E é por causa desses princípios e valores que assumi a posição que foi publicitada. 

Nada tenho contra Santana Lopes, que nem foi mau presidente da Câmara, excepto, neste caso, apesar de saber que os monárquicos não queriam este PPM na coligação, ter persistido porque acalenta o sonho de uma AD irrepetível e a sua ambição de poder não olha a "minudências" como esta. 
Mas o problema, com esta coligação, não é só Lisboa. É que um pouco por todo o País ela se está a repetir. O PSD e o CDS que sabem, há largos meses, da posição dos monárquicos que não são os do PPM e são muitos milhares, estão-se nas tintas para eles, que na sua maioria integram esses partidos como militantes e apoiantes. São eles que estão a credibilizar este PPM, apesar dos valores irrelevantes das suas votaçôes.Em nome de quê? Esses dois partidos escolheram um lado. Eu escolhi o outro. É indiferente ?
Será, certamente. Mas o que para mim não é indiferente é ferir a minha consciência, passando sobre princípios que considero acima da luta político-partidária. Isso, para muitos, como constato, é de somenos importância".


 

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publicado às 13:29

Comunicado de Imprensa da Real Associação de Lisboa

por Samuel de Paiva Pires, em 20.05.09

COMUNICADO DE IMPRENSA

Real Associação de Lisboa
19 de Maio de 2009

A direcção da Real Associação de Lisboa recentemente eleita e reunida deliberou por unanimidade manifestar o seu desagrado pela inclusão do P.P.M. na coligação que pretende fazer eleger o Dr. Pedro Santana Lopes presidente da autarquia lisboeta.
Considera-se que os promotores dessa candidatura incorreram num grave equívoco ao atribuir a essa formação política representatividade no que diz respeito ao ideário monárquico.

Neste lamentável erro, justificado pela designação do partido, não cairão os verdadeiros monárquicos de Lisboa, conhecedores que são das motivações dos seus dirigentes e da sua actuação pública, claramente atentatórias dos valores e princípios que inspiram os monárquicos.

As consequências políticas que deste equívoco resultarem só poderão ser imputadas a quem, precipitadamente, patrocinou a entrada do P.P.M. na dita coligação.

A Direcção

A Real Associação de Lisboa foi constituída formalmente em Fevereiro de 1989 como estrutura distrital integrante da Causa Real o órgão monárquico de âmbito nacional. Esta é uma associação que visa a divulgação, promoção e defesa da monarquia e da Instituição Real corporizada na Coroa Portuguesa, cujos direitos dinásticos estão na pessoa do Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e em quem legitimamente lhe vier a suceder. Cabe a esta associação a prossecução de iniciativas e de projectos de interesse cultural, social, assistencial e de solidariedade que visem a dignificação, a valorização e o desenvolvimento dos seus associados e da comunidade em que se insere.

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publicado às 00:21






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