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Da violência política

por Samuel de Paiva Pires, em 23.08.17

Niall Ferguson, "There's more than one side to the story":

I do not remember Biden, much less his boss, tweeting “There is only one side” after any Islamist atrocity. On the contrary, president Obama often used his considerable eloquence to make just the opposite point. In his speech following the 2012 Benghazi attacks, he even went so far as to say: “The future must not belong to those who slander the prophet of Islam,” as if there were some moral equivalence between jihadists and those with the courage to speak critically about the relationship between Islam and violence.

Last week one of the chief executives who repudiated Trump, Apple’s Tim Cook, announced a $1 million donation to the Southern Poverty Law Center. Yet that organization earlier this year branded Ayaan Hirsi Ali (full disclosure: my wife) and our friend Maajid Nawaz “anti-Muslim extremist.” That word “extremist” should be applied only to those who preach or practice political violence, and to all who do: rightists, leftists, and Islamists.

Trump blew it last week, no question. But as the worm turns against him, let us watch very carefully whom it turns to — or what it turns turn into. If Silicon Valley translates “There is only one side” into “Censor anything that the left brands ‘hate speech,’” then the worm will become a snake.

 

(também publicado aqui.)

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publicado às 12:22


1 comentário

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De Anónimo a 23.08.2017 às 22:50

Bater no "Trump" diz tudo sobre quem bate.
As diferentes linhas do partido democrata, e arredores, que tinham a certeza que continuariam no poder via Executivo, Legislativo e até no Supremo.
Os republicanos que andaram 8 anos a tentar ganhar votos com uma conversa e  agora não querem implementar o apreguado, porque isso dará força a Trump.
Os chefes executivos cujas empresas lucram com a mão de obra externa, barata.
Os chefes executivos das empresas de comunicação social à espera de ver como páram as modas e apanhar o combóio.
Uma geração de jóvens incultos, manejáveis arruaceiros, os clássicos idiotas úteis...

Resta a Trump, o também clássico, abraço dos militares.
(Para os czares das polícias foram precisos 6 meses. Um ápice.)
Mas mesmo aí, com os militares,"with a twist". Quem assistiu no 26 de Abril ao "nem mais um soldado para África", viu (alguns) militares portuguêses a entregarem as armas aos "turras" ...  sabe muito bem que anunciar já uma saída imediata do Afeganistão seria -como no Vietnam- um caos indesejado.
Mas que vai sair, lá isso vai.
E provavelmente da "Europa".
Publicamente Trump exibe o seu ódio aos urso e cala os que ainda têm vergonha na cara. Publicamente. Privadamente a arte do negociar infurece a dona da União Europeia. Não está habituada a estar com gente crescida na sala. Cresça.
Os Srs. da guerra lá do Paquistão e Afeganistão,  já perceberam. A luta pelos poleiros vai ser só entre eles.

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