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O lápis azul do Orçamento de Estado

por John Wolf, em 25.10.16

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Desde quando é que o Partido Socialista decide o que é útil e o que é fútil? Os alegados pais da democracia libertária de Abril não querem mostrar as cartas do seu jogo. Recusam mostrar as estimativas de execução orçamental por entenderem que estas podem denunciar de morte as suas opções administrativas. Não era este o governo-maravilha que tinha um plano quinquenal ao quadrado, uma visão para a década? O checks and balances na sua plenitude também implica a total transparência dos números do Estado. O modesto cidadão comum não tem o direito de saber de que modo o seu dinheiro é gerido? Será que Portugal está a inverter a sua abertura de espírito e a tender para regimes políticos questionáveis? Mas esta história leva água no bico. Se a geringonça pretende esconder um mais que provável descalabro, não tem nada a temer. A Grécia acaba de ver aprovado mais um pacote adocicado de ajuda. Mas Ilusão e decepção parece ser o modo operativo. Querem convencer-me que não fizeram o due diligence  adequado (expressão cara, esta) em relação ao adjunto de António Costa. A saga dos engenheiros da tanga parece não ter fim para os lados do Rato. Mas não nos afastemos do essencial. O Orçamento de Estado, na versão lápis azul da geringonça, pretende escamotear a verdade. E a verdade é a seguinte: os impostos sobem em toda a linha. Mas não convém que se saiba.

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publicado às 09:33


1 comentário

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De isa a 25.10.2016 às 19:46

A propósito de lápis "azul", espero que o Nuno Castelo-Branco não tenha nenhum e seja, só, por falta de tempo porque, realmente, um blogue não é algo prioritário mas, já não sei há quantos dias, deixei 2 comentários (por não conseguir dizer tudo num) no poste - Taxismo de sempre - e... niente... assolutamente nulla (aqui, não se esqueçam do sotaque italiano) , só quero ter a certeza que, por aqui, ninguém usa disso.


Nos postes do John não tenho razão de queixa mas, em blogues, com vários autores, já percebi que, às vezes, há variantes na cor dos "lápis" ;) 
Por vezes, tenho problemas com os meus comentários que nunca são feitos para "encaixar" em Partidos políticos porque, daqueles que me dão a escolher, não sou apoiante de nenhum, sendo todos eles colectivistas, são todos maus mas, uns, conseguem ser piores, porque, quanto mais colectivistas, mais gostam de sugar impostos e, pior do que isso, são os mais convencidos de que somos todos uns irresponsáveis, incapazes de gerir as nossas próprias vidas e, só eles sabem Tudo, sobre o que é bom ou mau para nós, ou seja, a praga de ter uns paizinhos autoritários que nunca esquecem os conselhos de se andar a pé, castigar nas mesadas se bebermos bebidas com muito açúcar, transformar-nos em carneiros ou eternas crianças dependentes, até darmos o último suspiro e, estes, ainda os detesto mais ;) porque consigo imaginar um Mundo que não é moldado à Força e por imposição de Leis mas, através do Exemplo e da entreajuda voluntária porque, tudo o que o Ser Humano faz por obrigação ou imposição, nunca deu nem dará bom resultado.


Quanto aos impostos, a mente colectivista não tem limites, tão obcecados em moldar a sociedade segundo as suas utopias, nem sabem ver quando entram na irracionalidade (castigar por ter mais sol?), até devem pensar que conseguem legislar contra o nanismo, nem que seja preciso, serrar umas canelas para sermos todos da mesma altura ou, qualquer dia, cobrar mais IRS aos mais altos ou aos que tenham narinas maiores, por consumirem mais oxigénio  


Quanto a este Governo cobrar ainda mais impostos mas, à socapa, apenas sabem manipular, em seu proveito, a ignorância e a ingenuidade do povo, algo que pode ser medido, em percentagem, nas próximas eleições mas, vamos ver se não ganhará, como nos Açores, uma abstenção com 59,16%. 
Por vezes penso qual a percentagem necessária de abstenção para eles pararem de falar em vitórias, deste ou daquele e, finalmente, se romper "o véu", porque isto de ir votar, quando as ordens vêm de fora e os eurodeputados não servirem para nada porque não podem propor ou vetar leis, verdadeiramente, ir votar interessa a quem?
Aos que querem as mordomias dos cargos políticos, clientelas, trabalhadores e dependentes do Estado que entregam o voto a quem lhes prometer mais, hoje, já e agora porque, na sociedade actual, não lhes interessa o amanhã nem o Futuro das próximas gerações, reina o egoísmo e a ganância.


Isto de, uns poucos, quererem mandar nos outros todos, só pode ser doença mental, basta olhar para o 1% deste Mundo em que, não lhes basta controlar todo o dinheiro, através de Bancos Centrais Privados como o FED ou o BCE, alguns deles com fortunas de 500 triliões, ainda querem o Poder Global Total e Absoluto e, para isso, basta adjudicar todos os serviços, aos colectivistas deste Mundo, porque, com estes, acabam com as Nações e vão conseguir ter todos os cidadãos controlados e dependentes do Estado, só assim, será o franchising perfeito para, finalmente, controlarem o Mundo e, como essa elite tem a mania que o mundo está superpovoado, nada como ter peritos em distribuição, castigo ou corte das rações... sol, açúcar, sal, carne... Ar... e, muitos daqueles que, presentemente, nada têm a ganhar, até ao último minuto da nossa total escravização, vão continuar a pensar,  tudo estar a ser feito com boas intenções e para o nosso bem... santa ingenuidade...

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