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A dupla Jerónimo-Martins quer fazer frente à Jerónimo Martins. Sim, Jerónimo (de Sousa) e (Catarina) Martins. É tudo uma questão de mercados, economia e transferência de riqueza. Se o Jerónimo de Sousa e a Catarina Martins chegassem ao poder, não tenho dúvidas que viriam atrás daqueles que ganharam a sua vida de um modo honesto. Não tenho um pingo doce de dúvida que o atalho para fundamentar o seu conceito de geração de riqueza seria tirar a quem muito tem para dar a quem pouco tem. No entanto, esquecem-se que a grande maioria dos que tem, em tempos pouco teve. Confirmamos deste modo uma visão preconceituosa - o sucesso e a acumulação de riqueza são sinónimo de desonestidade. No caso destes senhores é mais fácil tirar do que dar - dar a cana de pesca, por exemplo. Portugal estava a dobrar a esquina económica e financeira, mas estes senhores têm uma visão altamente corrosiva da realidade. Aliás, o que a Esquerda do Partido Socialista, da Coligação Democrática Unitária e do Bloco de Esquerda propõem é a cara chapada de Wall Street. A operação que querem levar por diante é um takeover do governo, mas para o realizar encontram-se na fase de mergers and acquisitions. O regulador da bolsa de valores ideológicos (Cavaco) decerto que suspenderá a fusão, se ficar demonstrado que o cartel pretende avançar com o desmantelamento da sociedade económica e social tal e qual como a conhecemos e elegemos. Para já, lidamos com especuladores, traders como António Costa que negoceiam no mercado de derivados, alguns altamente tóxicos.

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publicado às 10:16


1 comentário

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De Nuno Castelo-Branco a 13.10.2015 às 17:43

Passando sobre a já expectável (e em pleno desenvolvimento) reacção dos negregados mercados, o que estará em causa será o imediato retorno às parvoíces que este país já viveu em 1974-77. Ataques à propriedade, o "quanto pior, melhor", desconfiança da NATO, chavização de todos os sectores essenciais - segurança interna, defesa (para isso decerto estarão disponíveis o "coronel" Vasco Lourenço e respectivos amigos de aviário), distribuição de bens de consumo à mesa, Bolsa fechada - neste caso até estou de acordo, aquilo mais parece ser uma espécie de casino -, empresas (re)públicas, imprensa escrita e televisionada, etc. Dentro de dias saberemos.

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