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Padaria Portuguesa pode meter o creme no...

por John Wolf, em 28.10.17

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A Padaria Portuguesa diz que "o espírito de equipa vale muito mais do que salário base". O que dirão os colaboradores? A continuar assim, o CEO da empresa ainda vai ganhar o "prémio europeu de carcaça do ano". Nuno Carvalho insulta o trabalhador ao sugerir que as regalias são mais que muitas e que compensam a falta de nível do salário. Passo a citar: "cada vez que nasce um bebé, oferecemos um creme e um babygrow e escrevo um postal de aniversário personalizado a cada um dos trabalhadores." - maravilhoso, lindo, comovente. Como pensa ele que funciona o capitalismo-social? Não é assim. Os colaboradores da Google ou Amazon participam nos lucros. Seja na forma de stock-options, seja através de dividendos, seja através da distrubuição de bónus financeiros em função do bottom-line, do desempenho das operações. A Padaria Portuguesa está tão orgulhosa do seu milagre da multiplicação do número de lojas e da contratação de mais 500 colaboradores, que atira aos seus detractores, subentendido claro está, que "deve" ser o "principal" responsável pela queda da taxa de desemprego em Portugal. Nas empresas a sério, com ambição global, não andam a distribuir cremes para o rabinho.

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publicado às 17:15


3 comentários

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De Anónimo a 28.10.2017 às 18:14

Coimbra 1952 falava-se da existência da padaria
'A. Bramão & H. Raqui'
hoje estaria na moda
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De Anónimo a 31.10.2017 às 17:42


Não parece que seja tudo o que foi dito.
Acontece também que padaria concorre com padaria não com a Google ou o Facebook.
Demagogia contra demagogia, na melhor das hipóteses.
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De John Wolf a 31.10.2017 às 19:25

Se tiverem um modelo de negócio são, até podem mudar de ramo. Não interessa se são padeiros ou informáticos. Aqui tem exemplos de ousadia...

https://www.therichest.com/business/companies-business/six-companies-that-changed-direction-and-found-success/

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