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Raríssimos sinais de ética

por John Wolf, em 10.12.17

Gambas-al-ajillo.jpg

 

Não vale a pena entrar em pormenores sobre os contornos do desfalque da Raríssimas - se são gambas ou vestidos de noite que materializam os desvios. Esses aspectos são acessórios. O que é realmente grave diz respeito ao modo como é desferido um forte golpe na credibilidade de tantas associações que prosseguem as suas missões honestamente e em nome do bem colectivo. Este tipo de crime deve ser etiquetado de atentado grave contra a sociedade portuguesa, um acto de traição. O modo como corrói a confiança depositada em organizações com enfoque na acção social, obriga a que se auditem TODAS: fundações, associações, grémios e clubes (doa a quem doer) que, em nome da solidariedade e demais princípios e valores incontornáveis, operam no plano nacional. O facto do Ministro do Trabalho alegadamente já ter conhecimento das irregularidades das Raríssimas, coloca-o particularmente numa situação difícil. Para todos os efeitos práticos, o ministro passa a ser um associado dos delitos, independentemente da cor ideológica ou do partido de onde provém. Sejam quais forem as ramificações e os envolvidos - do governo ou não, da oposição ou não, da casa socialista, comunista ou centrista -, devem ser extraídas consequências materiais e penais. Raríssimo? Veremos. Talvez vulgaríssimo.

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publicado às 20:04


3 comentários

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De Vlad, o Emborcador a 11.12.2017 às 07:49

Será imoral ou ilegal? Como estão definidos os vencimentos desta IPSS?
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De Anónimo a 11.12.2017 às 09:49

      estado
at   estado
cont estado
det estado
imp estado
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De Anónimo a 12.12.2017 às 09:10

Infelizmente não é caso único, apenas uma minoria destas" habilidades", escudada nos poderes públicos ou não, aparece denunciada e salta para o conhecimento público. O Estado não controla instituições que são financiadas por ele e para onde vai o dinheiro dos contribuintes? Depois queixam-se que há deficit. É um fartar vilanagem!

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