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Os jogos da fome (III)

por Fernando Melro dos Santos, em 31.05.14

 

Como se fosse preciso mais um sinal claro da prepotência distópica que os anima, e como se as recentes eleições para o PE nunca tivessem acontecido, a Comissão Europeia anulou uma petição contra o aborto, apesar desta seguir com 446% do número de assinaturas requeridas em Portugal - e até acima, noutros países. Leia-se bem o esclarecimento prestado por Barroso, é state-of-the-art totalitário que apurou ao longo de décadas. 

 

Neste momento, na RTP 1, o órgão-sorvedouro-anestesista oficial do Regime, há três horas que se mostra os preliminares cavernícolas de um jogo de bola a feijões, as reacções dos "heróis do mundial" (estou a citar o locutor) a um jogo da bola a feijões, e o eco das pesporrências politiqueiras que espelham bem um país a feijões. 

 

De resto não tenho mais nada a dizer, e se calhar não vale mesmo a pena. Leitura complementar.

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publicado às 21:28

Save The Children - Não se deixem enganar

por Felipe de Araujo Ribeiro, em 06.03.14

Este vídeo divulgado pela Save The Children irá tornar-se viral dentro de 3… 2… 1…

 


Mas antes que o comecem a partilhar, poderão estar interessados em saber que:
- Uma das principais preocupações desta ONG é o planeamento familiar e o controlo populacional.
- Actua em parceria com instituições como a Planned Parenthood para a promoção do aborto em todo o mundo.
- …e com as grandes farmacêuticas, nomeadamente a GlaxoSmithKline, um dos grandes grupos que está obcecado com a propagação de programas de vacinas altamente suspeitos.
- Abundam as controvérsias à volta da Save The Children (como se pode verificar através de uma simples pesquisa online), e estas incluem salários milionários para os seus dirigentes, activismo político ilegal, silenciamento das vozes discordantes, manipulação de estudos científicos e da opinião pública através da divulgação de vídeos emotivos e propagandísticos, et caetera
- Qualquer semelhança com a campanha KONY2012 não é mera coincidência.

Dentro de 3… 2… 1…

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publicado às 08:29

Por cá é mais saias, riso, e sorteios

por Fernando Melro dos Santos, em 22.01.14

"The problem with abortion at a philosophical level, aside from the "killing" aspect, is that it indicates a degree of societal depravity that puts little or no value on the weak and vulnerable. It's a society of contradictions too, in that it says we should care for the mentally incapacitated with special needs, yet kill others who are equally weak and vulnerable. It is also a slippery slope, if it is morally justifiable to kill a fetus, why not a newborn? If a newborn, why not an infant? If an infant, why not an autistic child? If an autistic child, why not an adult with severe retardation? If them, why not the old with dementia in a permanently vegetative state? It is not only the art of deception, mostly self-deception, but the art of justification. Soon, like the eugenicists of the early 20th century, we will justify all sorts of depravity on anyone not cut of the same "perfect" cloth as ourselves. After all, it is justifiable to remove the undesirables, the unproductive deadweight in society is it not? The philosophical error stems from in the first place devaluing human life."

 

- Chris Callais

 

 

No aniversário da tramitação do caso Roe vs Wade, Obama e a Casa Branca, via Twitter, não se abstiveram de promover a agenda abortista em nome "do acesso da mulher à saúde".

 

Deste lado, está quase a assinalar-se o sétimo ano desde que passou a ser permitido, bem como subsidiado, o assassinato de inocentes sem voz.

 

Cantando e rindo, preocupados com saias, subsídios, ronaldos e outros dildos que colmatem a ausência de coluna vertebral.

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publicado às 18:15

Bom augúrio natalício

por João Pinto Bastos, em 24.12.13

Escrever sobre uma questão tão espinhosa como é, reconhecidamente, o tema do aborto, numa época tão espectacularmente devotada ao consumismo pouco atilado, não é, hão-de convir, uma tarefa escorreita, contudo, os ventos que correm de terras de "nuestros hermanos" obrigam-me a fazer uma pequena repesca sobre este tema, qualificado por alguns varejadores de platitudes como uma questão "fracturante". Como sabem, há poucos dias atrás, o executivo liderado por Mariano Rajoy aprovou, em cumprimento de uma promessa eleitoral feita aquando das últimas eleições legislativas, a revisão da legislação aprovada por Zapatero no concernente à interrupção voluntária da gravidez. A revisão desta legislação tem um interesse particular devido ao facto de reequilibrar os direitos da mulher com os direitos do nascituro. A diferença face ao que estava preceituado anteriormente não é, note-se, de somenos. Em primeiro lugar, a legislação proposta por Rajoy tem em linha de conta a longa e batalhada jurisprudência do Tribunal Constitucional espanhol, que, muito resumidamente, propugna que o poder estatal proteja, indeclinavelmente, o bem jurídico constituído pela vida do nascituro. Esta obrigação desdobra-se, muito simplesmente, no dever inalienável de denegar o direito ao aborto por banda da mulher, em quase todas as circunstâncias passíveis de tal acto, excepto as previstas na lei. Em segundo lugar, o aborto, tal como sucedia antes do devaneio pseudo-progressista de Zapatero, só será permitido em situações muito circunscritas, nas quais se inserem o perigo para a vida da mulher e a malformação do feto. Como é bom de ver, não é, minimamente, verosímil afiançar que os direitos da mulher foram chamuscados com esta mudança legislativa. O que Rajoy e os seus sequazes fizeram, e muito bem, foi reafirmar a evidência de que o aborto é um acto a que só se deve recorrer em última instância. Mal por mal, que fique aquele que menos atenta contra a sacralidade da vida. Em suma, Rajoy, não obstante a inabilidade política que tem revelado na gestão da crise do seu país, soube, ao menos, corresponder aos anseios do seu eleitorado, devolvendo um módico de normalidade a um debate que, desde há muito, encontrava-se expropriado pelos demónios do progressismo retardado. Cá em Portugal, com um Governo de coligação entre os dois partidos do centro-direita, o Estado continua, inacreditavelmente, a subsidiar o aborto assistido. Mais: Portugal é, em boa verdade, um caso único, pois não há, decerto, à escala planetária país algum que exija taxas moderadoras a respeito de tudo e mais alguma coisa, e que, no tocante ao aborto, permita a sua execução sem qualquer custo para a mulher. Em dois anos de governação, PPD/PSD e CDS/PP foram, absolutamente, incapazes de regulamentar num sentido mais humano e consonante com a vida a lei do aborto. E aqui condeno, sobretudo, o CDS/PP, que, em razão da sua filiação política na democracia cristã, deveria, em face disso, pressionar, em todas as instâncias da governação, a alteração consistente do rumo adoptado há alguns anos atrás, começando, claro está, pela insistência na modificação da regulamentação relativa à lei em questão. A direita dos valores vê-se, fundamentalmente, nisto: na apologia irrestrita dos étimos que verdadeiramente definem o conservadorismo: a vida, a liberdade, a tradição e a comunidade. Rajoy, talvez a contragosto, fê-lo, defendendo, de um modo intransigente, a tradição mais enraizada da direita dos valores, pelo que, em face deste bom exemplo, a direita portuguesa deve, clara e inequivocamente, arrepiar caminho, seguindo, desta feita, os ventos espanhóis, porque, ao contrário do que inculca a legenda, às vezes, de Espanha vêm bons ventos e bons casamentos.

 

Publicado aqui.

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publicado às 01:46

Falta de vergonha

por João Pinto Bastos, em 08.02.13

Se o conteúdo desta notícia é verdadeiro, e faço fé de que não seja, não haverá a menor dúvida quanto ao facto de estarmos a ser pastoreados por um bando de canalhas. Saber que o dinheiro dos nossos impostos é distribuído para instituições que se dedicam a ordenar abortos é, vá, e estou a ser eufemístico, um embaraço que qualquer pessoa versada na ciência da administração tentaria por todos os meios evitar. Reparem, nem sequer estou a discutir a legalização do aborto - medida pseudo-progressista contra a qual sempre me posicionei, mas que, por respeito da mecânica democrática, aceito. O que está aqui em causa é somente as putativas pressões que a Segurança Social faz a determinadas mulheres, de molde a que as mesmas abortem. Se for verdade, no mínimo, os responsáveis por esses actos deveriam demitir-se imediatamente. Repito, no mínimo. Espero que esta questão seja esclarecida o mais rapidamente possível para bem da sanidade mental do país.

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publicado às 08:34

Get over it....

por José Maria Barcia, em 07.02.13

1. Portugal afunda-se hoje numa profunda crise económica e social, a que não é alheia a teia legislativa dos últimos seis anos de governação, destruidora dos pilares estruturantes da Sociedade. 

2. A reforma da Sociedade não deve ser realizada apenas na área económica e fiscal. Carece de uma intervenção mais profunda, designadamente no que diz respeito à Dignidade da Pessoa, em todas as etapas da sua vida, desde a concepção até à morte natural, à cultura da Responsabilidade, do compromisso no Casamento e na Família; por outras palavras, é necessária uma verdadeira cultura da Liberdade. 

3. As leis que têm vindo a corroer o tecido social do País foram sempre objecto da voz crítica do Presidente da República que, quer através do veto, quer através de mensagens ao Parlamento ou ainda por declarações ao País, indicou alguns dos erros em que incorriam. Urge pois atender de novo às suas razões.



Petição Defender o Futuro


O casamento homossexual foi aprovado no Parlamento a 8 de Janeiro de 2010. Três anos antes, foi legalizado o aborto.

 

Segundo os signatários desta petição, há uma relação - ao que parece - muito forte entre ''a crise económica'' com a ''dignidade da pessoa'', o ''compromisso no casamento e na família'', concluindo com a necessidade de uma ''cultura de liberdade''.

 

Ora, estes dois aspectos não vieram em lado algum prejudicar o clima económico ou social de Portugal. Aliás, só de má-fé intelectual se pode argumentar a relação entre crise económica, liberdade, valores familiares e dignidade.

 

Esta petição, no mínimo, fará com que se volte a abrir a discussão sobre estes dois temas. Não há nada de novo. A sociedade não ficou destruída com o aborto legal ou porque indivíduos homossexuais se podem casar civilmente. Um não-assunto que apenas mostra que alguns sectores da sociedade lidam mal com a liberdade alheia. 

 

Como dizia Stuart Mill, ''os conservadores não são necessariamente estúpidos, mas a maioria das pessoas estúpidas são conservadoras''.

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publicado às 17:50

Procura-se Grávida Confusa e Vulnerável (1)

por Felipe de Araujo Ribeiro, em 05.09.11

 

Chamo a atenção para um artigo do Daily Mail, escrito por uma jornalista que assumiu o papel de uma grávida de 26 anos, “confusa e vulnerável”, em busca de aconselhamento médico e psicológico, e que apresenta conclusões no mínimo aterradoras.

 

A primeira observação indica que o aconselhamento às grávidas nas duas principais clínicas abortadeiras de Londres é, pasme-se!, providenciado por quem é efectivamente pago por cada aborto feito nessas mesmas clínicas. Belíssimo sentido de isenção!

 

Fica depois a saber-se que o estado não considera sequer necessário, e por isso não o impõe, que quem esteja responsável pelo aconselhamento tenha tido qualquer tipo de formação para o efeito. Ora isto não lembra aplicar-se nem a uma clínica dentária... num país onde até as cabeleireiras precisam de certificação…!

 

O aconselhamento, que deveria em teoria abster-se de promover a tomada de decisão, num ou noutro sentido, acaba por fazer na maioria dos casos exactamente o contrário: não só incita ao aborto, mas fá-lo por vezes de forma absolutamente ridícula e infantil. O que dizer dos valiosíssimos conselhos da ‘funcionária’ que tem a dizer à grávida que “abortar vai contra a nossa natureza, mas todos os dias fazemos coisas que vão contra a nossa natureza…”? Ou um deveras encorajador “tu queres o que tu queres… mas será que vale a pena teres uma criança só por não quereres lidar com um bocadinho de culpa?”…?!

 

E quando a maior preocupação é que a mulher grávida não tenha falado da gravidez ao namorado, já que isso poderá representar um enorme perigo para a relação: “se abortares sem lho dizer… poderás ficar resentida com ele por algo sobre o qual ele nada saberá”. Explica-nos a jornalista que foi esta a questão emocional maior que lhe foi insistentemente apresentada como consequência da sua ‘inconveniente situação’.

 

Que se lixe! Já que é e graça, deixo então, também eu, um conselho genuíno a todas as grávidas, inglesas, confusas e vulneráveis que nos lêem: aconselhamento destes oferece-se à dúzia, de segunda a sexta, num Strawberries with Sugar, numa TVI perto de si!

 

Bravo.

 

Bravo.

 

Bravo.

 

Bravo.

 

Bravo.

 

Mundo.

 

Novo.

 

(Imagem convenientemente usurpada do blog Teenage point of view)

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publicado às 20:23

A "União Ibérica"

por P.F., em 07.03.10
Milhares contra lei do aborto em Espanha Espanhóis protestam nas ruas madrilenas. Em causa está a recente aprovação de uma lei que permite às mulheres abortarem até às 14 semanas de gestação. !Vida sim, aborto não!, !Aborto é assassínio!" ou !Zapatero: demissão! foram frases de protesto que se ouviram repetidamente esta tarde na capital espanhola. Cerca de 600 mil manifestantes saíram à rua para mostrar o seu descontentamento em relação à nova lei do aborto, aprovada a 24 de Fevereiro. ... Para além de permitir a interrupção da gravidez até às 14 semanas, a nova lei prolonga até às 22 semanas o prazo limite para aborto em caso de a gravidez pôr em risco a vida ou a saúde da mulher. Foi ainda decidido que menores a partir dos 16 anos poderão decidir sozinhas se querem ou não interromper a gravidez, tendo apenas que informar um dos pais ou o tutor.
 
Há coisas nas quais a "União Ibérica" está estabelecida: na luta contra vida, nas políticas despesistas e irresponsáveis e no estatismo controleiro e manipulador da economia e das mentalidades. As consequências demográficas, morais e sociais fazem-se sentir num ápice.
Não parece, assim, nada à toa, e os 'especialistas' corroboram-no, que em Espanha - que é dizer na Península...- está situado, actualmente, o núcleo principal da crise económica mundial. Aquilo que é da economia afecta tudo o resto e o inverso não é menos verdade. Os efeitos estão à vista de todos e as causas apenas ocultas na cegueira do socialismo e nos seus pressupostos (i)morais e (in)éticos.

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publicado às 19:09

As imagens e os factos falam por si.

 

Número de abortos cresceu em Portugal

O número de abortos em Portugal aumentou desde a despenalização da interrupção voluntária da gravidez. Na maternidade Alfredo da Costa, por exemplo, em 2009 realizaram-se mais 116 abortos do que no ano anterior.

 

 

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publicado às 04:22

Ainda falam de D. José Policarpo...

por João de Brecht, em 07.03.09

 Excomungados por fazer aborto a menina de 9 anos

 

 

 

 

O acerbispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, excomungou, esta quarta-feira, a mãe, os médicos e outros envolvidos no aborto realizado por uma menina de 9 anos, grávida de gémeos. Segundo a polícia brasileira, a criança foi violada pelo padrasto, que terá confessado os abusos.

A menina foi para uma maternidade pública no Recife. Assim que foi internada, na terça-feira, começou a ser medicada de forma a interromper a gravidez. No final da manhã desta quarta-feira, abortou. "Se a gravidez continuasse, os danos seriam piores. A menina corria o risco de morte ou de ficar com sequelas definitivas e não poder voltar a engravidar”, argumentou o médico Olímpio Moraes.

A reacção do arcebispo foi imediata. Assim que soube que o aborto tinha sido consumado, Dom José Cardoso Sobrinho disse que “a Igreja Católica considera que houve um crime e um acto inaceitável para a doutrina". Assim, decidiu que "todas as pessoas que participaram do aborto, com exceção da criança, estão excomungadas da Igreja", afirmou.

“Para incorrer nessa penalidade eclesiástica, é preciso maioridade. A Igreja é muito benévola com os menores. Agora os adultos, quem aprovou, quem realizou esse aborto, incorreu na excomunhão”, afirmou Dom José Cardoso Sobrinho, que faz parte da ala mais conservadora da Igreja.

De acordo com o arcebispo “aos olhos da Igreja, o aborto foi um crime, pois a lei do Homem não está acima das leis de Deus”. A lei dos homens, nomeadamente a brasileira, tem duas indicações legais para o aborto ser legal: em caso de violação e de risco de vida. A menina estava incluída nos dois casos.

As entidades de defesa da mulher, criança e adolescente discordam da decisão do arcebispo. “Há organizações que não levam em consideração a vida desta menina num momento como este e fazem uma grande polémica em torno do caso que é aprovado por lei”, afirma a educadora do SOS Corpo, Carla Batista.

O teólogo e ex-professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), João Batistiole, acha que  a excomungação “é uma posição dura, difícil de entender", uma posição institucional. "Acho que a igreja perde um pouco da credibilidade perante os fieis”, acrescentou.

 

Fonte: Jornal de Notícias - 6 de Março de 2009

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publicado às 20:37






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