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Sócrates no vermelho

por John Wolf, em 04.12.14

redsquare

 

Ainda não foi traçado o perfil psicológico do caso patológico que dá pelo nome de José Sócrates. À medida que a síndrome de prisioneiro se instalar no espírito do recluso, iremos ser contemplados com mais manifestações maníacas. A tinta vermelha da caneta BIC, que o ex- primeiro ministro usou para redigir uma nova reclamação, carrega outras angústias. Os especialistas, quando procuram estabilizar um certo padrão de comportamento de um alegado criminoso, servem-se de todos os indicadores para traçar o seu perfil. O vermelho (ou encarnado) reflecte, de um modo genérico, a tendência violenta, a predisposição para a agressão, e em consequência do desferimento do golpe, a fatalidade do sangue. José Sócrates ainda não desenhou todos os contornos do dilema do prisioneiro, mas para lá caminha. A teoria do jogo pode vir a tornar-se útil para tentarmos perceber o que nos espera. Sugiro também a leitura da obra de Konrad Lorenz - Sobre a Agressão -, embora esta última tenha a ver com comportamentos gregários. Ou seja, poderemos induzir que à medida que o recluso se sentir cada vez mais encurralado, irá, de um modo etológico, arrastar mais jogadores para o tabuleiro do desespero. Este caso está a tornar-se cada vez mais interessante. Nos meses que se seguem seremos fornecidos com muito material de estudo, bastante útil para redigir uma tése de doutoramento sobre ex-políticos com fétiches diversos - encarnados, encarcerados. Pouco importa. A cor dos factos não sofre grandes alterações.

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publicado às 08:48

A mentira tem a perna curta

por Pedro Quartin Graça, em 06.06.13

Afirma que não agrediu fosse quem fosse mas, desta vez, a razão está do lado da autoridade policial. A mentira tinha mesmo a perna curta.

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publicado às 16:52






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