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Basil Bazaroff

por Nuno Castelo-Branco, em 15.06.17

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 Era uma personagem de Tintim, surgindo na aventura O Ídolo Roubado. Baseou-se em Basil Azaroff, um escroque internacional negociante de armas que pertenceu à Vickers-Armstrong, tornando-se conhecido por ter acicatado guerras para conseguir bons contratos com ambos os contendores.

Assim parece estar agora a acontecer com a administração Trump, ainda há pouco conseguindo um multimilionário contrato com os repugnantes sauditas, para agora fazer exactamente o mesmo com o felizmente não menos repugnante mas segregado Qatar. Temos guerra garantida? Remotamente talvez, se os fornecimentos se limitarem a material pesado - artilharia, tanques relativamente ultrapassados como o Abrams, aviões F-15, etc - e não passível de uso, conhecendo-se a timidez que grassa naquelas fileiras sempre à cata de bandidos úteis por encomenda. Esta parafernália limitar-se-á a martelar as avenidas destinadas às paradas e logo seguirem para os habituais depósitos para o necessário processo de enferrujamento. Bom para ambos os lados, especialmente para a indústria de armamentos americana e respectivos operários a quem o presidente muito prometeu para ser eleito. Foi eleito e agora cumpre o prometido. Nada que os precedentes não tenham feito, sabemos bem, mas agora está sob o foco das redes sociais e media.

Outro caso seria virmos a saber que as encomendas também incluirão material mais ligeiro como jeeps, transmissões, granadas, explosivos, mísseis anti-carro e anti-aéreos portáteis, metralhadoras, instrumentos de visão nocturna, etc. Vão parar directamente às mãos dos amigos de McCain.

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publicado às 19:29

Nojentos e sem disfarce

por Nuno Castelo-Branco, em 08.06.17

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 Há actos que tudo dizem sem o proferir de uma só palavra.

Hoje, na Austrália, foi pedido um minuto de silêncio em memória das vítimas da acção terrorista há pouco ocorrida em Londres. Enquanto o público e a selecção australiana de futebol cumpriam o solicitado, os sauditas olimpicamente desprezaram a sugestão e da forma  mais ostensiva passearam pelo relvado, como se não tivessem entendido. Afinal entenderam e explicaram-se com um desinteressado ..."isso não faz parte da nossa cultura". Sabemos que não e também temos a certeza de ser a nossa civilização algo muito confortavelmente incómoda e por isso mesmo não podemos nem queremos ceder. Nem nisto, nem num oceano de outras coisas.

Note-se que para nossa vergonha e humilhação, a Arábia Saudita é por interpostas alianças, nosso comparsa internacional.

É mesmo a assunção do orgulho pelo crime, um escarro lançado à nossa cara. Se algum dos politicamente correctos que por aí pululam em delíquios de aprazado colaboracionismo ainda duvidam do mal, aí está ele.

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publicado às 21:26

No centenário...

por Nuno Castelo-Branco, em 13.11.13

...da abominável criatura, eis uma notícia tão insólita como as louvaminhosas homenagens por cá prestadas ao defunto. 

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publicado às 15:50

Meanwhile in Saudi

por Felipe de Araujo Ribeiro, em 06.12.11

Há dias chegou-nos a notícia de que a Arábia Saudita se preparava para decretar que as mulheres que tenham os olhos demasiado atraentes sejam obrigadas a cobri-los em público. O objectivo desta medida é evitar provocar a tentação nos homens.

 

Hoje esta mesma Arábia Saudita esteve em Genebra a distribuir lições de democracia pelos países vizinhos.

 

O que virá a seguir?

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publicado às 15:17






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