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A GRÉCIA E NÓS

por Manuel Sousa Dias, em 10.11.15

Os gregos deram tiros para baixo sem saber que acertavam nos pés. A coligação de esquerda olha para a Grécia e para as eleições em Portugal e conclui que os portugueses votaram e decidiram tirar os calos nos pés com caçadeira.

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publicado às 15:03

Zeinal e a falência do futebol

por John Wolf, em 09.10.14

money-ball

 

Dos céus ao inferno - poderia ser o título da monografia da ascensão e queda dos deuses em Portugal. Aclamado como o maior da Europa no sector das telecomunicações, Zeinal Bava afinal trazia água no bico. Ou dito de outro modo, quanto maior a altura maior a queda. Mas esse corolário transcende os telemóveis, faz parte do diálogo nacional, consta na bolsa de aclamação dos intocáveis. Desde sempre que reitero que não existem atalhos económicos. Estamos todos sujeitos ao biorritmo dos ganhos e proveitos. Quando se procura encurtar a distância que nos separa do enriquecimento, geralmente dá asneira. O Espírito Santo e o seu Ebola Rio Forte ainda vão fazer mais mossa, causar mais danos. É apenas uma questão de tempo até que outros contaminados dêem à costa. Não gosto de meter tudo no mesmo saco, mas eles andam aí. Existe uma série de elefantes brancos (ou encarnados, azuis...) que ainda goza de um estado de graça, de protecção. Há muito tempo que se sabe que os clubes de futebol se encontram em maus lencóis. Passivos de 500 milhões? Estão a gozar? E ainda há quem lhes conceda crédito bancário. Quando estoirar lá se vai o juízo de uma das pontas do tridente - Fado, Futebol e Fátima. Quando o cidadão-adepto-da-bola exigir para o seu clube a mesma protecção emprestada aos bancos, o governo (este ou o que se seguir) irá baixar as calças e honrar o pedido de absolvição financeira, de salvamento. António Costa é particularmente dotado para essa função. Desde sempre que se serviu do pátio da Câmara Municipal de Lisboa para afagar o pêlo de Luis Filipe Vieira e outros da mesma estatura. Não tenhamos ilusões de campeonatos ganhos - os clubes de futebol também têm encontro marcado com o desmoronamento. Não há volta a dar. Basta olhar para a classificação.

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publicado às 09:24

Crónica de um país falido (2)

por João Pinto Bastos, em 26.10.12

Serei eu o único a ver - bem, talvez não, dado que o Pedro Lains concorda com este diagnóstico - que a colusão de interesses entre o Estado e a banca tem tudo para terminar num revés económico de grandes proporções? Não é surpresa para ninguém, pelo menos para os analistas mais cautos, que os bancos tentarão a todo o custo livrar-se dos títulos públicos que têm em carteira. A má notação da dívida pública, consequência óbvia do estiolamento da situação económica, traduzir-se-á em mais uma invocação ao já esmifrado erário público. Resta saber se ainda haverá dinheiro para acorrer a esse mais do que previsível desastre. 

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publicado às 00:13

A crise enquanto desígnio nacional

por Samuel de Paiva Pires, em 10.10.12

O Dragão, Naufrago, logo existo:

 

«No princípio dos anos oitenta, Portugal tinha acabado de fugir cobardemente de África e, após ensaios estonteantes de pardisíacos lestes, preparava a adesão desesperada à Eurapa. Resultado: bancarrota.
Trinta anos depois, amainada a cornucópia de fundos comunitários e várias orgias de crédito coalescente, Portugal está plenamente integrado na Europa... e novamente na bancarrota. 
Dir-se-ia, assim, que enquanto para os outros povos a bancarrota é uma calamidade, para os portugueses, em contrapartida, é uma mania. Pela via socialista, pela via capitalista, por outra via qualquer, inventada ou por inventar, hão-de lá ir sempre dar. Decorre alías, isto, dum facto muito evidente e fundamental: entre nós a crise não constitui precalço. Bem pelo contrário, constitui vício. Ou estamos nela ou a agenciar diligentemente pretextos para nela retouçarmos ou mergulharmos a pique. Tarda, pois, em se reconhecer o óbvio: ele há povos intrinsecamente masoquistas. Ou então é o que nos resta das Descobertas: a volúpia excitante do naufrágio. Como já não temos mais nada para descobrir, resta-nos naufragar a torto e a direito. Por tudo e mais alguma coisa.
Quiçá, aquilo que aos outros abate, a nós alimenta-nos.
PS: Mesmo a nossa já famosa e lambuzadíssima democracia, não se distingue a avantaja ela sobre todas as outras nesse primado  eloquente de ter por universal não o sufrágio, mas o naufrágio?...»

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publicado às 21:43

Os dislates do "segurismo"

por João Pinto Bastos, em 11.09.12
Entretanto, a oposição capitaneada por esse expoente máximo da impreparação política, de seu nome António José Seguro, continua a papaguear o guião da discordância relativamente às políticas seguidas pelo Governo. Depois de nos terem conduzido a esta alegre bancarrota, sem que, contudo, fizessem o devido mea culpa - os militantes do maior partido da oposição são particularmente talentosos na arte do esquecimento -, os preclaros socialistas insistem em atordoar os portugueses com comentários dignos de um episódio dos Monty Python. Há limites para o desgarro político.

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publicado às 00:45






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