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O Centenário que não faz falta a ninguém

por Nuno Castelo-Branco, em 01.09.09

 

 

Para todos quantos navegam pela Wikipédia em busca de dados, informamos que a partir de hoje todos os factos referentes à história portuguesa anterior a 1910 ostentam a bandeira azul e branca . O seu a seu dono ! Há qualquer coisa no ar que ainda não consegui perceber.

 

As provas:

 

http://en.wikipedia.org/wiki/Dutch%E2%80%93Portuguese_War

 

http://en.wikipedia.org/wiki/Global_Empire (ver bandeiras no rodapé)

 

in Combustões

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publicado às 12:40

A falsa Aliança democrática: a posição do Combustões.

por Nuno Castelo-Branco, em 02.07.09

 

 

 

O Presidente da Real Associação de Lisboa, João Matos e Silva, fundador do CDS, acaba de enviar a Paulo Portas carta anunciado desfiliação do partido por considerar a inclusão do vão PPM de Câmara Pereira na coligação AD à CML um insulto aos monárquicos, dadas as posições que o fadista tem assumido em relação à figura do Chefe da Casa Real Portuguesa, Senhor Dom Duarte de Bragança; logo, uma gratuita agressão à esmagadora maioria dos monárquicos portugueses que ao Senhor Dom Duarte tributam o respeito devido aos sucessores legítimos dos reis de Portugal

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publicado às 19:19

Do meu pai para o Miguel: hoje, às 4 da manhã

por Nuno Castelo-Branco, em 25.04.09

 "Miguel

Acabo de ler o teu blog e gostei muito.
Tocas nas feridas e fazes o processo histórico da nossa situação que se degrada desde o triunfo liberal. Não quer dizer que o absolutismo fosse uma benção. O mal cabe, em grande parte, a dois factores que se estenderam, e ainda se estendem, como tentáculos de polvos em alargamento pelo globo onde chegou sempre, nem sei se bem, se mal, a ideia liberal: o triunfo de uma burguesia cega, gananciosa e iletrada (i.e., não preparada para dirigir e cuja prática alargou e continua a alargar a criação de lugares para criar suportes de apoio) e que sepultou uma estratificação de classes terrífica, ainda (!), porque assente num dictat em que o ouro e a pedraria comandavam o fluxo económico, em que não havia regras de humanidade, nem esperanças de mudança - ainda que se detectassem continuadamente, alterações no modus vivendi e na prática política - e que era servida por outro tipo de cegos, iletrados e gananciosos, em especial de títulos e honrarias.
Nunca houve, nem haverá, igualdade porque essa é uma miragem da filosofia política; nunca houve nem haverá um equilíbrio político e económico na Sociedade porque esses esbarram com a mais reles e diminuta ambição de qualquer um dos humanos; nunca houve nem haverá progresso físico e mental porque o humano necessita conhecer-se melhor intimamente (física e mentalmente) como Ser para ter a ousadia de crescer liquidando a animalidade com que nasce.
Ora, o Homem ainda não conhece os mecanismos do cérebro e do corpo, os principais no comando do seu quotidiano. Vão sendo descobertos pouco a pouco e não tem o realce que os Media lhes deveriam reservar, até na sua explicação aos leitores. Não queres pensar para escrever sobre isto? Fá-lo-ias muito bem, estou certo.
Como se sabe, nunca os Homens do Poder nem os chamados Homens de Deus, nem os Homens da Economia - mais culpados que todos os outros porque arrogam um Conhecimento que não têm -, nem os do Saber Filosófico, nem os da Ciência, são capazes de conduzir a Humanidade em Paz, no Bom Senso, na Harmonia e em todas as outras designações que a fertilidade do Pensamento é capaz de criar mas não de efectivar.
Desculpa estas derivantes, próprias de quem se levantou às 04H e tem que trabalhar."


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publicado às 14:05

Na selva dos corações nas trevas

por Nuno Castelo-Branco, em 02.03.09

  

Pergunto: não teria sido melhor para esse pobre e simpático povo dorido e sacrificado ter mantido a relação com Portugal, que mesmo após a "independência" lhe continuou a tratar de tudo, dos hospitais aos correios, das telecomunicações à banca, da logística administrativa à formação de quadros ? Sim, claro, mas uns quantos senhores em Lisboa - os verdadeiros colonialistas - queriam fazer negócios da Guiné com conservas fora de prazo, botas em segunda mão para o "exército", vinho a martelo e demais quinquilharia que só os "irmãos lusófonos" podiam consumir. É triste, quase confrangedor, comparar as fotografias de Bissau em 1973 e 2009. É a "Guiné-Bissau", um país que não existe e é um imenso libelo condenatório dos outrora cantados ventos da história.

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publicado às 18:34






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