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Morrer à espera do SNS

por John Wolf, em 23.06.16

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Os socialistas, bloquistas e comunistas não pouparam o governo anterior, acusando o mesmo de estar a matar os portugueses. Mas a geringonça parece querer ir mais longe. Promete conceder uma morte lenta aos utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS). António Costa bem pode carregar em ombros o pai do SNS, mas será a própria ideologia de Estado-monopolista a arma escolhida para desferir o golpe misericordioso nos doentes de Portugal. Na mesma linha de pensamento tosco sobre a exclusividade da escola pública, deparamo-nos com uma situação mais dramática, um enredo de vida ou morte. Por alguma razão, ao longo das últimas décadas, o sector privado de saúde serviu para colmatar as lacunas e insuficiências do SNS. O que mudou do dia para a noite? De repente, a toque de caixa, o SNS vai ter capacidade para atender às imensas filas de espera de pacientes? Tudo isto soa a teimosia ideológica. Mas há semelhanças com o que se passa no sector do ensino - o professor de Faro colocado à última hora em Bragança (?). Assim sucederá como o doente oncológico de Cuba (Alentejo) que terá de fazer malas para ser operado nos Açores. Dizem eles, com os três dedos em cada mão, que o SNS tem capacidade para servir os utentes. Eu sei o que querem fazer. Querem amputar as despesas com saúde, mas dando a volta ao texto, para que pareça o elogio da causa pública, do interesse nacional. Treta. Um governo incapaz de gerar dinâmica na economia apenas pode fazer uma coisa - cortar a torto e a direito. Os senhores-funcionários-públicos-médicos-cirurgiões que se preparem. Vão ter sessões contínuas. Mas podem dormir nos corredores dos hospitais se encontrarem uma maca.

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publicado às 09:07

Prof. Cavaco Silva

por João Almeida Amaral, em 08.03.16

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É extraordinário, que o primeiro Presidente da República pós 25/4 , que não tem raízes nem ramificações com as elites políticas, financeiras ou maçónicas, seja crucificado e ridicularizado pelos que se afirmam representantes das classes trabalhadoras, socialistas, comunistas e extrema esquerda. 

Filho de um humilde empregado de uma bomba de gasolina , (mais tarde pequeno empresário) não fugiu ao cumprimento do serviço militar obrigatório,nem fugiu para Argel como outros,  tirou uma especialização no Reino Unido e chega a Portugal depois do 25/4.Foi fazer a rodagem ao Citroen e ganhou.

Socialmente nada tinha a ver com Sá Carneiro ou Pinto Balsemão, para eles seria sempre um pé descalço.

O pai não era padre, nem a mãe Inglesa. 

Este filho do povo Algarvio é eleito primeiro ministro,com duas maiorias absolutas e Presidente duas vezes a primeira volta.

Mas afinal o que quer esta gente ?

Haja paciência.  

Os cães ladram a caravana passa. 

Cumprimentos Senhor Professor e obrigado. 

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publicado às 20:39

É para ontem - António Costa

por John Wolf, em 07.11.15

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É para ontem. Depois logo se vê. Já está. Falta pouco. Estamos lá. Temos entendimento. Está feito. Falta o acordo político - têm sido as frases políticas de António Costa que ficarão para a história de Portugal. A romântica Fernanda Câncio tem outra visão: o que se está a passar é apenas o desfecho do filme iniciado com o 25 de Abril - finalmente Portugal terá um regime de Esquerda. Não sei se a consorte de Sócrates pode casar o seu misticismo com o oportunismo de António Costa, mas a ironia do destino é haver uma certa coincidência entre as promessas de um governo socialista e aquilo que Mario Draghi tem feito nos últimos tempos no Banco Central Europeu. Ambos acreditam no poder discricionário da liquidez, na ficção monetária e que a política económica pode ser substituída pela injecção de dinheiro em Estados para omitir as suas falências. No entanto, um certo grau de paradoxo reside no seguinte; para financiar medidas populistas, os governos de Esquerda fazem uso de instrumentos financeiros complexos que foram inventados pelos neo-liberais mais ferrenhos do mercado. António Costa tem mesmo sede de poder para além do Largo do Rato, onde tenta tornar um partido de alegada diversidade num aparelho monolítico, dependente da sua persona. Mas faz mal. A soma de acordos com o Bloco de Esquerda (BE), o Partido Comunista Português (PCP) e os Verdes não perfaz um mandato de estabilidade. Consubstancia porém uma das artes portuguesas: o desenrascanço. E já sabemos que essa falsa estratégia nunca funciona. António Costa vai tapando buracos, mas outros nascerão à medida que outros temas de governação forem lançados. Não entendo, para além de todos estes arranjinhos feitos às escondidas dos portugueses (como se fossem obrigados a segredo de justiça), que um governo de iniciativa do Partido Socialista não ofereça poleiro aos partidos da mais recente cooperativa política. Se é a democracia representativa que deve ser defendida, então alguns ministérios devem ser distribuídos ao BE e ao PCP. A Catarina Martins seria uma excelente Ministra da Administração Interna - teria mão nas polícias. E Jerónimo de Sousa seria um excelente Ministro da Defesa - corria logo com esses bandidos da NATO. Agora o que não podemos admitir é que Mário Soares puxe uns cordelinhos para arranjar emprego para o incompetente do seu filho. Portugal não merece tanto - lá fora já chamam a este país de comunista. A factura chegará mais tarde.

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publicado às 07:54

Muralismo político da JCP

por John Wolf, em 23.06.13

Sobre a pintura do mural numa escola do Porto e a detenção dos artistas há muitas questões que devem ser inscritas na parede. Em primeiro lugar, a arte produzida era assim tão má? O muro em questão é propriedade pública ou pertence a uma galeria de arte? Os pintores foram contratados, trabalhavam a recibos verdes ou realizavam um biscate? Os contornos ideológicos têm importância, mas não necessariamente por opôr a juventude comunista ao governo. Os murais produzidos pelo partido comunista português ao longo das últimas décadas, foram quase sempre dos mais criativos (ok, repetiam muitas vezes imagens do foice e do martelo), mas não é isso que está em causa. Se de facto o referido muro pertence a todos os portugueses, e se aceitarmos a violação desse espaço em nome da liberdade de expressão, então teríamos de aceitar graffiti em todos os domínios públicos. Mas há zonas cinzentas que não podem ser ignoradas. Uma mensagem de protesto inscrita na areia da praia com um pauzinho de um gelado Supermaxi constitui transgressão do domínio público?Uma avioneta que rasga os céus atrelando uma mensagem de propaganda não estará a fazer uso do espaço aéreo para fins específicos que não interessam ao menino Jesus? Ou seja, em princípio, a expressão geográfica do país é passível de ser entendida como uma gigante ardósia para mandar recados. Se o tal muro pertence à escola então deve obedecer ao princípio consagrado na constituição, à separação da escola da política, do dogma ou da religião. Se a escola autorizou a inscrição de arte comunista, deveria atribuir a outras minorias uma parte desse direito, um talhão dessa parede. Aos ciganos, aos deficientes, aos muçulmanos, aos hindus, aos lojistas chineses e aos clubes de futebol. É esse o princípio que está em causa e nunca o facto de ser uma mensagem de contestação política que por acaso opõe os comunistas ao governo. O espaço público, embora geneticamente seja uma amálgama de posições politicamente contrastantes, na minha opinião, não pode ser apropriado por uma qualquer hierarquia. Se a escola autorizou o uso do muro para fins ideológicos ou políticos, serão os membros do conselho directivo que devem ser interrogados pelas autoridades. Se alguém trespassasse a sua propriedade privada e escrevesse insultos no muro que divide o seu quintal do jardim do vizinho, aposto que ficaria chateado e que chamaria a polícia? E se apanhasse em flagrante os autores ainda mais contente ficava. Embora não tenha escutado o Mário Nogueira a esse propósito ou outro dirigente sindical,  cuja matéria-prima com que lidam são escolas, parece que houve conluio da parte do estabelecimento de ensino. A escola alegadamente terá autorizado a primeira demão. Ou será que foi um trabalho nocturno, feito às escuras? O facto de terem sido muralistas da juventude comunista a serem apanhados é uma questão secundária. Sem dúvida que o filme é perfeito para fazer má figura do governo. Mas sejamos sinceros, o governo já estalou o verniz há muito tempo. Não precisava de algemar estes alunos de belas artes para estragar ainda mais a sua maquilhagem.

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publicado às 08:13

«(...) O que estamos acostumados a ler nos boletins de convocação do Dia da Mulher é a história de uma greve, que aconteceu em Nova Iorque, em 1857, na qual 129 operárias morreram depois de os patrões terem incendiado a fábrica ocupada.

A primeira menção a essa greve, sem nenhum dos detalhes que serão acrescentados posteriormente, aparece no jornal do Partido Comunista Francês, na véspera do 8 de Março de 1955. Mas onde se dá a fixação da data do 8 de março, devido a esta greve, é numa publicação, que apareceu em Berlim, na então República Democrática Alemã, da Federação Internacional Democrática das Mulheres. O boletim é de 1966.

O artigo fala rapidamente, em três linhas, do incêndio que teria ocorrido em 8 de março de 1857 e depois diz que em 1910, durante a 2ª Conferência da Mulher Socialista, a dirigente do Partido Socialdemocrata Alemão, Clara Zetkin, em lembrança à data da greve das tecelãs americanas, 53 anos antes, teria proposto o 8 de Março como data do Dia Internacional da Mulher.

A confusão feita pelo jornal L ´Humanité não fala das 129 mulheres queimadas. Aonde se começa a falar desta mulheres queimadas é na publicação da Federação das Mulheres Alemã, alguns anos depois. Esta historinha fictícia teve origem, provavelmente, em duas outras greves ocorridas na mesma cidade de Nova Iorque, mas em outra época. A primeira foi uma longa greve real, de costureiras, que durou de 22 de novembro de 1909 a 15 de fevereiro de 1910.

A segunda foi uma outra greve, uma das tantas lutas da classe operária, no começo do século XX, nos EUA. Esta aconteceu na mesma cidade em 1911. Nessa greve, em 29 de março [corrigindo: 25 de Março], foi registrada a morte, durante um incêndio, causado pela falta de segurança nas péssimas instalações de uma fábrica têxtil, de 146 pessoas, na maioria mulheres imigrantes judias e italianas.

dia da mulher foto falsa

(Foto do incêndio na fábrica Triangle Shirtwaist, Nova Iorque, em 1911. Fotos deste acontecimento têm circulado como sendo da suposta greve de 1857. Fonte: Wikipedia)

 

Esse incêndio foi, evidentemente, descrito pelos jornais socialistas, numerosos nos EUA naqueles anos, como um crime cometido pelos patrões, pelo capitalismo.

Essa fábrica pegando fogo, com dezenas de operárias se jogando do oitavo andar, em chamas, nos dá a pista do nascimento do mito daquela greve de 1857, na qual teriam morrido 129 operárias num incêndio provocado propositadamente pelos patrões.

E como se chegou a criar toda a história de 1857? Por que aquele ano? Por que nos EUA? A explicação, provavelmente, é a combinação de casualidades, sem plano diabólico pré-estabelecido. Assim como nascem todos os mitos.

A canadense Renée Côté pesquisou, durante dez anos, em todos os arquivos da Europa, EUA e Canadá e não encontrou nenhuma traça da greve de 1857. Nem nos jornais da grande imprensa da época, nem em qualquer outra fonte de memórias das lutas operárias.

Ela afirma e reafirma que essa greve nunca existiu. É um mito criado por causa da confusão com as greves de 1910; de 1911, nos EUA; e 1917, na Rússia.

dia da mulher russo

Essa confusão se deu por motivos históricos políticos, ideológicos e psicológicos que ficarão claros no fim do artigo.

Pouco a pouco, o mito dessa greve das 129 operárias queimadas vivas se firmou e apagou da memória histórica das mulheres e dos homens outras datas reais de greves e congressos socialistas que determinaram o Dia das Mulheres, sua data de comemoração e seu caráter político.

Já em 1970, o mito das mulheres queimadas vivas estava firmado. Rapidamente foi feita a síntese de uma greve que nunca existiu, a de 1857, com as outras duas, de costureiras, que ocorreram em 1910 e 1911, em Nova Iorque.

Nesse ano de 1970, com centenas de milhares de mulheres americanas participando de enormes manifestações contra a guerra do Vietnã e com um forte movimento feminista, em Baltimore, EUA, é publicado o boletim Mulheres-Jornal da Libertação. Neste já se reafirmava e se consolidava a versão do mito de 1857.

Mas, na França, essa confusão não foi aceita tranqüilamente por todas e todos. O jornal nº 0, de 8 de março de 1977, História d´Elas, publicado em Paris, alerta para esta mistura de datas e diz que, em longas pesquisas, nada se encontrou sobre a famosa greve de Nova Iorque, em 1857. Mas o alerta não teve eco.

Dolores Farias, no seu artigo no Brasil de Fato, nº 2, nos lembra que, em 1975, a ONU declarou a década de 75 a 85 como a década da mulher e reconheceu o 8 de março como o seu dia. Logo após, em 1977, a Unesco reconhece oficialmente este dia como o Dia da Mulher, em homenagem às 129 operárias queimadas vivas.

No ano de 1978, o prefeito de Nova Iorque, na resolução nº 14, de 24/1, reafirma o 8 de março como Dia Internacional da Mulher, a ser comemorado oficialmente na cidade de Nova Iorque.

Na resolução, cita expressamente a greve das operárias de 1857, por aumento de salário e por 12 horas de trabalho diário, e mistura esta greve fictícia com uma greve real que começou em 20 de novembro de 1909. O mito estava fixado, firmado e consolidado. Agora era só repeti-lo.

 

Por que a cor lilás?

A partir de 1980, o mundo todo contará esta história acreditando ser verdadeira. Aparecerá até um pano de cor lilás, que as mulheres estariam tecendo antes da greve. Daquela greve que não existiu. A mitologia nasce assim. Cada contador acrescenta um pouquinho. “Quem conta um conto aumenta um ponto”, diz nosso ditado.

Por que não vermelho? Porque vermelhas eram as bandeiras das mulheres da Internacional. Vermelhas eram as bandeiras de Clara Zetkin, Rosa Luxemburgo e Alexandra Kollontai, delegadas dos seus partidos, à 1ª Conferência das Mulheres Socialistas, em 1907; e da 2ª, na Dinamarca, em 1910. Nesta última foi decidido que as delegadas, nos seus países, deveriam comemorar o Dia da Mulher Socialista.(...)»

 

Artigo completo: «O Dia da Mulher nasceu das mulheres socialistas», por Vito Gianotti, no Núcleo Piratininga de Comunicação (que não é propriamente de extrema-direita...).

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publicado às 01:45

A presidenta tem telhados de vidro

por João Quaresma, em 03.07.12

Manhã de Domingo em Brasília. Na Praça dos Três Poderes decorria a cerimónia mensal de troca de bandeira quando acontece isto:

 

Os dois caças supersónicos Mirage 2000 da Força Aérea Brasileira passaram sobre o Palácio do Planalto (sede da Presidência) e sobre o edifício do Supremo Tribunal Federal, que ficou com a fachada neste estado:

 

 

Escusado será dizer que ninguém faz um vôo de exibição a esta velocidade. É claro que os pilotos sabiam perfeitamente que passando a alta velocidade (próxima da barreira do som) o resultado não poderia ser outro. Não foi descuido, foi intencional, tanto que a segunda passagem foi efectuada a uma velocidade mais reduzida. Passar com caças a baixa altitude e a alta velocidade sobre formações inimigas é uma manobra clássica de intimidação pelas forças aéreas.

Dilma Rousseff e os seus andam a mexer num assunto espinhoso: as violações dos Direitos Humanos no tempo da Ditadura Militar. No Brasil e noutros países que passaram pelo mesmo processo de transição, se existe Democracia é porque os militares aceitaram deixar o poder na condição deste assunto ser enterrado e não sofrerem vinganças. Até porque os actuais governantes também beneficiaram de uma amnistia.

Esta foi uma clara advertência das Forças Armadas brasileiras à antiga guerrilheira comunista: há coisas em que é melhor não mexer. 

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publicado às 03:30

Hoje de manhã, ao entrar na estação de metro da Baixa, deparei-me com um indivíduo de jornal na mão e aos gritos: "Hoje é dia do Avante!" Minha reacção: "Vade retro, Satanás!" Acho que o senhor não achou piada. Não percebo porquê.

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publicado às 22:34

Quando numa só semana a pressão gerada em grande parte na blogosfera e redes sociais se traduz em decisões políticas (esta e esta), só se pode concluir que estes instrumentos são cada vez mais úteis para aproximar os políticos dos eleitores, servindo para os decisores auscultarem o que a sociedade civil pensa e sente, especialmente em matérias onde uma certa moralidade é muito necessária e salutar para a coesão social. A democracia é, também, isto, e não apenas meia dúzia de alegados indignados a reviver assembleias do tempo do PREC, embora também seja isso. Há espaço para todos, conquanto permaneçamos uma democracia representativa e nos esforcemos por a aperfeiçoar antes de voltarmos a invocar que o que "faz falta é um Salazar", como ainda na sexta-feira ouvi de várias pessoas no comboio onde viajava, em reacção a um senhor que se declarava comunista e se indignava com membros do partido socialista que ali também viajavam. De facto, há deliciosos paradoxos muito portugueses.

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publicado às 23:00

Revelações Divinas do Natal de 2009

por Samuel de Paiva Pires, em 18.12.09

Paulo Cardoso e Samuel de Paiva Pires são bafejados pelo Divino, em uma fantástica Revelação, num Campo Pequeno perto de si. Não recomendável a pessoas susceptíveis. Não digam que não avisámos. 

 

 

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publicado às 23:45






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