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Costa - o grande ditador de Esquerda

por John Wolf, em 23.11.16

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Costa está todo lançado. Está inspirado. Trump deu-lhe a volta à cabeça. A Europa está a ressacar de 50 anos de promessas furadas de estado social, liberdades e garantias, de pão e paz para todos, casa, carro e férias sem restrições, e agora, que a coisa deu para o torto, os conservadores fazem a festa. Ainda não perceberam que a cenoura à frente do burro já foi charro que deu urros? É o passe infantil da Carris para o menino e para a menina, é o falseamento das prestações devidas ao FMI, e de lenga-lenga a peta maior ou menor, a Esquerda continua a basear o seu guião no mesmíssimo filme que nos conduziu a este estado de arte. A promessa ou ameaça de António Costa permanecer para uma década de governação enferma de diversos vícios democráticos. Assume  a imaculada estância de verdade das suas propostas e concentra na sua figura o sucesso de um país inteiro. Apenas um crápula arrogante pode declarar deste modo despudorado ao que vem - poder fascina-o, o país logo se vê. A época do politicamente correcto acabou em definitivo. A sua confissão de peito aberto lembra regimes autoritários, ditadores que à época não dispunham do beneplácito dos media para ombrear intenções - eram a voz. Portugal prima pela excepcionalidade. Mas não será desta natureza. A Europa está a dar uma guinada forte e António Costa quer ser o cubano do continente. O último a descolonizar-se das balelas que já nos foram cantadas vezes sem conta.

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publicado às 10:19

Portugal não chora a Venezuela

por John Wolf, em 23.03.14

Que eu saiba não existe uma comunidade portuguesa na Crimeia, mas existe uma de dimensão assinalável na Venezuela. Não sei com o que anda entretido Machete nos dias que correm. O chefe dos negócios estrangeiros não assinou o manifesto dos 70 e ultimamente não tem andado a pedir perdão aos sete ventos. Pois bem, não é preciso ser um especialista em relações internacionais para observar que a situação em Caracas está muito perto de se tornar explosiva e irreversível. Deixemos por enquanto a ideologia fora do debate, a eterna discussão dos sucessos da revolução boliviana, as sociedades útopicas de pão, paz e liberdade para todos, e concentremo-nos na mera logística que implica Portugal de um modo substantivo. Segundo um amigo e correspondente de nacionalidade venezuelana: "Hoy queda en envidencia que: Venezuela se encuentra totalmente aislada en la región. Lo que pasó hoy en la OEA es una demostración de que el pasado no existe, el presente es lo que importa y en el futuro ya veremos. Además, queda en evidencia que la verdad aturde y es incómoda... no habrá un árbitro que intervenga en esa pesadilla de realidad y antes de ser árbitro, prefiere hacer el papel de los tres monos sabios. Por último, que el Gobierno que está técnicamente caído no tiene más asidero que la fuerza, la represion y las armas, solo asi se mantiene el gobierno, solo así saldrá. La población civil está derrotada, pisoteada y subyugada, el castrochavismo, el fascismo de América Letrina se impondran al estado de derecho, al progreso y a la integración, apenas porque un puñado de locos en Venezuela y en Cuba quieren que asi sea." E continua numa outra tirada em inglês não técnico: "(...) Regarding the situation in Venezuela, Chavez and Maduro make Salazar and Caetano look puny. However, because of the empathy with the situation, I expected Portugal to be in the frontline against the tyrant dictatorship. Even my colleagues in media and professionals in journalism, observe the situation in silence, oblivion and amnesia! I cannot blame them because they have not yet taken the side of the Government, but the few friends I have in Portugal, have been concerned and active about the situation in Venezuela. In Portugal, only when the selfish interest of the portuguese is at stake, the events are shown on the news in a very particular way (texto não-editado). De acordo com a mesma fonte, neste momento são governos, políticos chulos e parasitas que apoiam a ditadura na Venezuela. Refere ainda a tristemente célebre intervencão do Brasil na OEA (www.venezuelaaldia.com) e a dívida colossal que irá em última instância determinar o descalabro da sociedade venezuelana na totalidade do seu espectro. O "meu homem em Caracas" refere ainda as movimentações russas no sentido de esta instalar bases militares na Nicaragua, Cuba e Venezuela. Como nota final do meu correspondente, Portugal deveria seriamente preparar um plano para acolher uma boa parte dos 500.000 portugueses que vivem estes tempos tumultuosos na Venezuela. A serem obrigados a "se evadir" do regime, certamente que Portugal será entendido como porto de abrigo natural. Mas todos sabemos que não tem sido apanágio da política externa portuguesa preparar a eventualidade de certos acontecimentos de um modo racional e antecipado. Enquanto houver negócios a concretizar, o Palácio das Necessidades virará a cara às efectivas prioridades políticas, em nome de Magalhães e companhia.

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publicado às 17:35

28 de Maio de 1926

por João Pinto Bastos, em 29.05.13

Há datas cuja menção atemoriza o mais cauto dos ouvintes. O 28 de Maio de 1926 é uma dessas efemérides malignas. Portugal vivia então sob o signo da incompentência estridente da I República. Parte das elites do país - sim, elites e Portugal são duas coisas que não casam - decidiram, então, pôr termo ao aventureirismo retintamente ignorante da pequena burguesia republicana. Esse golpe de teatro, encimado pelos militares, redundou "a posteriori" no autoritarismo salazarista. A II República não nasceu no vácuo. As elites da altura, mundanas e ignaras, fartaram-se do ramerrão republicano, e a arraia-miúda, esfomeada e prenhe de novas ilusões, cedeu aos novos cantos de sereia dos que prometiam ordem e trabalho. O arranjo funcionou durante quatro longas décadas. Hoje, ao fim de 39 anos de democracia, o país está novamente exangue. A economia não existe, o trabalho desorganizou-se, as elites baixaram os braços, e o povo desespera. O cenário não é nada auspicioso. Sem embargo, à semelhança do que diz aqui o João Gonçalves, não creio que existam condições para uma reedição do 28 de Maio, pelo menos nos moldes em que se verificou o sobredito golpe militar. O país faliu em praticamente tudo. O pensamento escasseia e o futuro enevoou-se. Ademais, os impasses de que o país actualmente padece não se conformam com respostas datadas. Contudo, convém sublinhar o seguinte: não há, para glosar o comentadeiro Sócrates, narrativas políticas eternas. A democracia serve às massas enquanto houver pão. Se não houver, ou se deixar de haver, o caldo entorna. A história assim o demonstra. Portanto, desenganem-se os profetas da tranquilidade se pensam que o demoliberalismo resistirá eternamente a estes choques austeristas. As sementes do mal andam por aí. Sempre andaram.

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publicado às 14:47

Vergonha, porquê!?

por João Pinto Bastos, em 02.05.13

Porque é que o convite endereçado pela organização das Conferências do Estoril a Viktor Órban é uma vergonha? A Shyznogud tem uma concepção muito peculiar do que é a liberdade de expressão, mas andiamo. Viktor Órban é, como qualquer político com responsabilidades governativas, susceptível de ser criticado. Mais: a presente situação política na Hungria é, em muitos aspectos, nebulosa e, admito, censurável. O que já não é de todo tolerável é a imposição de uma espécie de lei da rolha só porque o senhor em questão provém da direita. Sim, caríssimos leitores, como o senhor Órban é um perigoso direitista, há que silenciá-lo. Já, de preferência. É esta a concepção de liberdade provinda da esquerda jugularenta. Para estes figurões a liberdade só funciona se servir os seus propósitos, caso contrário, a solução é o cadafalso. Os descendentes do "Candeia de Arras" são assim por natureza. Não há volta a dar.

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publicado às 00:10

O dia número um da democracia portuguesa

por João Pinto Bastos, em 25.11.12

Hoje comemora-se uma data fundamental na história desta III República. Uma data que selou o melhor e o pior deste regime: o acantonamento definitivo do delírio totalitário esquerdista e a emergência de um consenso socializante imobilista que desde então, com nuances, continua intocado. A III República é o 25 de Novembro, goste-se ou não se goste.

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publicado às 22:38

O sonho de Jerónimo de Sousa

por Nuno Castelo-Branco, em 24.09.12

Aqui está mais um exemplo a somar à sempre querida Cuba e ao delírio democrático coreano tão abertamente reabilitado por Bernardino Soares. Em paragens bem próximas e fronteiriças da União Europeia, existe uma espécie de Bordúria - de seu verdadeiro nome Rússia Branca - que é um modelo a seguir para a "nova democracia" que alguns dos nossos manifestantes tanto almejam. Com uma diferença: na Bielorrússia, quando as garrafas de cerveja se escaqueiram no chão, têm um significado bem diverso. O PC que o diga, é perito na matéria.

 

Minsk proporciona hoje, uma boa ocasião para uma champanhada na Soeiro Pereira Gomes. Nem um candidato da oposição foi eleito. O defunto sr. Honnecker sempre sabia disfarçar, organizando uma Câmara "do Povo" com umas excentricidades vermelhas, mas ostentando curiosas siglas como CDU, NPDP, etc. Bravo, Lukashenko não está para rodeios!

 

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publicado às 18:46

A presidenta tem telhados de vidro

por João Quaresma, em 03.07.12

Manhã de Domingo em Brasília. Na Praça dos Três Poderes decorria a cerimónia mensal de troca de bandeira quando acontece isto:

 

Os dois caças supersónicos Mirage 2000 da Força Aérea Brasileira passaram sobre o Palácio do Planalto (sede da Presidência) e sobre o edifício do Supremo Tribunal Federal, que ficou com a fachada neste estado:

 

 

Escusado será dizer que ninguém faz um vôo de exibição a esta velocidade. É claro que os pilotos sabiam perfeitamente que passando a alta velocidade (próxima da barreira do som) o resultado não poderia ser outro. Não foi descuido, foi intencional, tanto que a segunda passagem foi efectuada a uma velocidade mais reduzida. Passar com caças a baixa altitude e a alta velocidade sobre formações inimigas é uma manobra clássica de intimidação pelas forças aéreas.

Dilma Rousseff e os seus andam a mexer num assunto espinhoso: as violações dos Direitos Humanos no tempo da Ditadura Militar. No Brasil e noutros países que passaram pelo mesmo processo de transição, se existe Democracia é porque os militares aceitaram deixar o poder na condição deste assunto ser enterrado e não sofrerem vinganças. Até porque os actuais governantes também beneficiaram de uma amnistia.

Esta foi uma clara advertência das Forças Armadas brasileiras à antiga guerrilheira comunista: há coisas em que é melhor não mexer. 

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publicado às 03:30

Democracia e Ditadura

por Samuel de Paiva Pires, em 18.11.08

 

(imagem tirada daqui)

 

Há um grande problema na sociedade portuguesa contemporânea, perpassada por um suposto regime democrático de pequenas quintinhas de interesses instalados, em conjunto com uma massificação da informação destinada a analfabetizar e enformar mais do que informar, um sistema educacional em degenerescência acentuada e, por último, mas mais importante que tudo o resto, sociedade essa onde pululam os arautos defensores da democracia legitimados e propagandeados como anti-fascistas, muitos dos quais, se pudessem, até preferiam governar em autocracia. Se tivermos ainda em conta a matriz católica e mediterrânea/latina por oposição ao verdadeiro liberalismo político e responsabilizador do indíviduo de que os países nórdicos e prostestantes são exemplo, temos os ingredientes necessários para um grande problema: o politicamente correcto a raiar o moralismo sem moral e prejudicial ao interesse nacional apodera-se das mesquinhas e provincianas mentes portuguesas levando a um gravoso estado de falta de coesão nacional em torno de um objectivo de verdadeiro desenvolvimento da nação e do país, aquele tipo de faceta que caracteriza nações como a alemã, a japonesa ou a americana, de acordo com a tal psicologia dos povos ou nações, matéria arriscada mas comprovada pelos exemplos históricos de renascimento das cinzas de tais nações.

 

Este falso moralismo torna-se ainda mais evidente ao nível dos que estão comprometidos com os interesses e o sistema vigente, os que se dedicam a tratar essencialmente daquilo que parecemos adorar,  isto é, tudo aquilo que se nos apresenta como acessório ou secundário. Nesta conjuntura é também de assinalar o autismo político da maioria das personagens envolvidas no aparelho governamental e estatal, e a claustrofobia democrática. Aliás, não sei até que ponto a expressão claustrofobia democrática é acertada, parece-me bem mais acertado algo como claustrofobia da liberdade e pensamento político, mas como não é um chavão ou soundbyte a comunicação social não adere tão bem.

 

Há ainda outro factor que me parece de lamentar, a falta de sentido de humor e de capacidade de aceitação de outras opiniões e discussão digna desse nome, que leva muitas vezes a que virgens ofendidas se manifestem contra quem se atreve a colocar em causa os seus interesses ou se apresente com ideias contrárias ao tal politicamente correcto, o que, no caso português, indica um grau de pouca cultura de liberdade política em toda a sociedade.

 

Se por um lado é criticável o que Manuela Ferreira Leite afirmou, por outro, é uma chatice quando se é politicamente incorrecto. Caso ainda não se tenham apercebido, este país está a entrar numa espiral de decadência social e política. Uma democracia saudável não seria atravessada por tudo o que acima estatuí. Nesse caso, uma ditadura à romana, a tal ditadura de 6 meses com vista a reestabelecer a normalidade estrutural e minorar as problemáticas mais prementes e causadoras de agitação e constestação social, poderia eventualmente ser uma hipótese a equacionar. Mas como os senhores do estadão protegem muito bem os seus interesses, devendo ter ficado com os olhos em bico, lá vêm mil e uma virgens ofendidas, como as que estavam há pouco na SIC Notícias, armar-se em bastiões defensores de primeira linha da democracia e da liberdade, quando na sua maioria são os mesmos que conformam o que o Professor Maltez classifica de micro-autoritarismos sub-estatatais.

 

Isto como se a democracia fosse esse regime político perfeito e não pudesse ser colocado em causa. Aliás, é um mal de que me parece padecer a academia norte-americana e anglo-saxónica, essa apologia descarada à democracia no campo de estudos da Política Comparada, utilizada ainda como forma de fundamentação de políticas externas de cariz essencialmente ideológico destinadas a exportar a democracia e implantá-la artificalmente em países cujas sociedades e modelos antropológicos não se coadunam com os princípios da democracia liberal (por oposição à meramente eleitoral).

 

Adiante, entre os tais argutos moralistas e exemplos de falta de sentido de estado encontram-se certas personagens que me causam um profundo asco quando infelizmente me aparecem no televisor, essa incoerência ambulante que é o senhor Bernardino Soares, e uma autêntica nulidade, o senhor Alberto Martins.

 

O primeiro diz que as afirmações de MFL foram infelizes e despropositadas, o que me parece até bastante acertado, até porque não estou aqui a defender MFL mas simplesmente a tentar analisar determinadas acepções e incoerências. No entanto, refere ainda que o PSD pode dizer que é ironia, mas há ironias que não se podem fazer e esta é uma delas. Mais uma vez, se se tratasse de uma ironia, revela-se a tal falta de sentido de humor. Mesmo assim, não o sendo, então mas afinal há ou não verdadeiramente liberdade de expressão? O tempo do lápis azul já passou ou não? Liberdade de expressão implica que cada qual pode dizer o que bem lhe aprouver, embora, claro, sendo susceptível de sofrer acções judiciais por difamação ou afins acções, ou, pelo menos, estando sujeito à crítica alheia, mas que não deveria nunca destinar-se a calar a liberdade de expressão de outrém, o que Bernardino Soares parece tentar. Mas também não é nada de surpreendente vindo de quem acha que a Coreia do Norte é uma democracia. Aliás, no campo das incoerências, o comunismo só tem reflexo prático em regimes autoritários, tendencialmente ou verdadeiramente totalitaristas, portanto, não é praticável em democracia. Mas esta gente também não sabe os fundamentos histórico-políticos do que alegadamente defende, e se sabe então são uns hipócritas, mas como o povo português também não prima pelo conhecimento, ficamos todos contentes com estas alarvidades.

 

O segundo refere que "A democracia não pode ter intervalos de seis meses. O contrário da democracia é a ditadura - e só quem não sabe o que foi a ditadura pode admitir intervalos lúcidos para a democracia". Isto revela, em primeiro lugar, a tal mania de clamar pela luta anti-fascista, que a par com a integração nas comunidades europeias se apresenta como forma de legitimação do regime e dos medíocres que desse se servem. Este problema que o Professor Maltez classifica como os complexos da esquerda e os fantasmas de direita, só poderá ser resolvido com o tempo, quando daqui a 30, 40 ou 50 anos a maioria destas personagens já tiver desaparecido e já se tiver obtido o distanciamento histórico suficiente para criar um regime com o propósito de servir o país, e não com o propósito de servir uns quantos que acham que a nação lhes deve tudo por terem alegadamente lutado contra o fascismo. E revela ainda, em segundo lugar, a falta de conhecimento de teoria política do sr. Alberto Martins. Segundo Aristóteles, o contrário da democracia não é a ditadura, o contrário da democracia, isto é, a sua forma degenerada, é a demagogia. Não há por aí alguma alma caridosa que ofereça ao líder da bancada socialista um manual de ciência política?

 

Por último, parece-me ainda de salientar as considerações de Luís Marques Guedes de que "Manuela Ferreira Leite estava a fazer uma crítica à forma autoritária, errada, de governar do engenheiro Sócrates e deste Governo e ao fazer essa crítica ilustrou-a com aquilo que ela acha que não se deve fazer", que as declarações foram "Com certeza uma crítica forte à forma de governar autoritária deste Governo, ironicamente chamou a atenção que isso porventura seria próprio num regime não democrático, mas que em democracia não é forma de se trabalhar, de se governar", e ainda "a reacção da sala é uma reacção irónica, de sorrisos, quando Manuela faz essa crítica velada à forma de governar errática, autoritária, deste Governo".

 

Começando pela última, significa que ainda há pessoas que parecem ter algum sentido de humor. Mas como a entoação de MFL não me pareceu ser sequer irónica, não sei até que ponto era de facto uma nota humorística. Como tal, se foi uma crítica à forma de governação de José Sócrates, resta-me concluir este já longo post notando evidentemente que maiorias absolutas no regime parlamentar português propiciam governações de cariz tendencialmente autoritário, e fechando ainda com uma pergunta que já me vem a assolar desde o 1.º ano da faculdade: Será que vivemos mesmo em democracia em Portugal?

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publicado às 21:48






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