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Fábio dos Parquímetros

por John Wolf, em 06.04.17

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Num país civilizado, num estado de direito, Fábio, o presidente da Junta de Freguesia de Carnide já teria sido acusado de vandalismo, de instigar a desordem pública e seria prontamente constituido arguido. Os media, dos quais destaco a SIC e a TVI, acham piada ao evento, à rebelião de bairro. Hoje parquímetros, porque não agradam aos moradores, amanhã taxímetros porque os táxis cheiram mal. A população, que julga sumariamente na praça pública, e que arremessa pedras e destrói propriedade pública, ofende a Democracia que lhe dá pão para a boca da liberdade de expressão. Ao arrancarem a ferros a portagem da calçada, todos os argumentos racionais e credíveis escorrem pelo ralo, pela mesma sarjeta de uma Idade Média contemporânea. Amanhã mais parquímetros serão plantados. Assim não vão lá. Não usam a cabeça. Perderam-na.

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publicado às 20:32

EMEL, sempre a sacar

por Nuno Castelo-Branco, em 17.01.12

Ruas esburacadas, passeios armadilhados e constante aumento dos preços do estacionamento. Afinal quem serve e para que serve a EMEL? É mais um imposto disfarçado que vai parar aos bolsos de "desconhecidos"? Quem são os seus verdadeiros donos? Para onde são vertidos os fundos depositados pelos automobilistas? Seria interessante sabermos algo mais acerca disto. 

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publicado às 09:46

Pagas e não Bufas!

por Nuno Castelo-Branco, em 13.12.08

 Moro na zona da Duque de Loulé, em Lisboa. Nesta avenida, a EMEL instalou lugares marcados para pagamento de estacionamento, medida esta de inconstestável utilidade para quem aqui reside, além de proporcionar uma melhor gestão de tráfego. Quanto à eterna questão de saber para que cofres é despejado o dinheiro recolhido nas máquinas, isso é outra questão que agora não vem ao caso. 

 

As faixas ascendente e descendente da Duque de Loulé, encontram-se separadas por uma placa central, onde existem árvores e claro está, lugares para estacionamento de viaturas.  No entanto, durante bastante tempo - resido aqui há quatro anos - com estes lugares pagos, coexistiu uma faixa longitudinal que ia da esquina da Luciano Cordeiro, até à entrada da Camilo Castelo Branco. Estes lugares eram livres, ninguém pagava e nunca percebemos a razão deste bodo aos pobres.

 

Anteontem, como não encontrei um lugar de normal pagamento - tenho o selo da EMEL -, deixei o carro num lugar livre da dita faixa. Logo uns funcionários "municipalizados" se aproximaram, dizendo que a partir de agora, era interdito deixar as viaturas neste espaço,  ..."porque senão bloqueamos e "amandamos" vir o reboque!" Habituado como estou a espernear face a qualquer laivo de prepotência, até argumentei com o facto ..."mas até os policias da esquadra de Santa Marta deixam aqui os carros e vocês agora inventam mais esta?!"... Resposta pronta :

 

- "Ya...deixavam, porque agora foram transferidos pr' outro local e já não existe aqui nenhum serviço da PSP  nem da Direcção de Trânsito!"

 

-- Aaaaaaaaaaaah!, agora percebo porque é que decidiram interditar o uso destes lugares! Existiam porque neste país a Lei é igual para todos, mas apenas alguns a devem cumprir! Não me diga que vão pintar marcas no chão para parquímetro?!"

 

- "Bem..., ´tá a ver..., essas coisas..., não somos nós quem decide, ´... tá a ver...?"

 

-"Tô- tô, tô até a ver muit'a bem!"

 

 

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publicado às 14:45






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