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Começo pelo fim. Qual a instituição financeira que vai conceder um empréstimo ao Partido Socialista (PS), que pelos vistos não tem um centavo para mandar cantar um ceguinho eleitoral? Em plena época de comissões de inquérito ao GES e BES, não seria mal pensado nomear um corpo para averiguar os trâmites legais do financiamento deste (e outros) partido (s) antes de haver ilícitos e malas com notas a circular por aí. O povo de Portugal merece saber como os seus digníssimos representantes políticos metem dinheiro em caixa. Qual o banco que empresta? Qual a taxa de juro aplicada? Qual o spread ideológico? E quem do PS faz parte do conselho de administração da instituição financeira em causa? São simples perguntas que devem ser colocadas e respondidas em nome do socialismo democrático. Estas são algumas das implicações decorrentes do corte de água e de electricidade no Largo do Rato. Não se esqueçam. Esta é a força política que diz ser capaz de resolver todos os dilemas de Portugal. Mas há outras considerações existenciais para além da confirmação de que este partido viveu acima das suas possibilidades e que foi incompetente nas suas lides domésticas. O facto do PS não conseguir angariar financiadores no seu clube de camaradas revela que existe um défice de confiança no Largo do Rato. Se fizessem uma demonstração inequívoca de capital intelectual, teriam certamente o financiamento pelo qual agora choram. Eles vão andar por aí de mão estendida, ao que muitos irão responder: "eu já dei para este peditório e o resultado foi o que se viu". Abril notas mil.

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publicado às 20:48

A corda na garganta grega

por John Wolf, em 18.02.15

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Se a Grécia aceitar uma extensão de seis meses do empréstimo haverá bronca em Atenas. Alexis Tsipras foi eleito no auge da euforia de promessas que simplesmente não pode cumprir. Os 85% de popularidade que o amparam facilmente podem descambar para um golpe de Estado e a instauração de outro regime, também esse extremo - de Direita, fascista. O povo grego dificilmente aceitará uma traição de Tsipras. A Austeridade era para acabar, segundo o mesmo, mas se um acordo for assinado com a ex-Troika (?), os termos da mesma agravar-se-ão. Por esta ordem de ideias a solução sonhada pela Grécia dificilmente se tornará realidade. De acordo com fontes oficiais, Varoufakis apresentou-se na reunião desprovido de gravata e de um documento sequer. O homem  apareceu equipado com paleio intransigente - a ideia de despejo dos termos do resgate, pura e simplesmente. 

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publicado às 09:30

As boutades dos alienados

por João Pinto Bastos, em 29.11.12

Das duas, uma. Ou João Proença vive num mundo à parte, ou, o que é bem pior, é intelectualmente desonesto. Creio que a segunda opção é a mais acertada. Afirmar, com toda a fleuma deste mundo, que a UGT desaprova a utilização do fundo de estabilização financeira da Segurança Social como garantia para empréstimos do Estado é decididamente o último grito do anedotário político. Resta perguntar, assim como que à maneira de Baptista Bastos, onde estava João Proença quando o Governo do exilado parisiense dissipou os recursos desse mesmo fundo na garantia de empréstimos do Estado?

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publicado às 20:21

Filhos e enteados

por Pedro Quartin Graça, em 11.06.12

Já sabíamos que Passos Coelho era um cego e fiel apoiante da Sra Merkel e do antigo Mercosy. Agora, já na era da não muito diferente Mercolândia, Passos continua a dar nota de que não tem vontade própria nem é capaz de esboçar uma leve contestação que seja aos desígnios a que votaram Portugal. Tal manifesta-se de forma evidente na total passividade com que reage por ocasião da divulgação da exigência irlandesa de renegociar taxas mais favoráveis. É que ser um homem de boa vontade  e dizer, timidamente, que não afasta a hipótese de renegociar, é muito pouco quando se sabe que nuestros hermanos vão ter juros pagos "ao preço da chuva", quer dizer a 3% e 4%, mesmo abaixo dos níveis a que o Estado espanhol está a pagar o seu financiamento. Sabendo-se que, para todos os efeitos, são os contribuintes lusos que pagam os juros mais altos que incidem sobre a banca portuguesa, é natural que um bom governante tudo faça para que estes tenham os valores mais baixos possíveis. E surge inevitavelmente a pergunta: Dr. Passos Coelho, continuamos na senda do politicamente correcto ou assumimos, uma vez que seja, uma atitude firme? O fustigado "Zé" agradece.

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publicado às 12:35






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