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What exactly is an entrepreneur?:

In a new paper Magnus Henrekson and Tino Sanandaji argue that the number of self-made billionaires a country produces provides a much better measure of its entrepreneurial vigour than the number of small businesses. The authors studied Forbes’s annual list of billionaires over the past 20 years and produced a list of 996 self-made billionaires (ie, people who had made their own money by founding innovative companies as opposed to people who inherited money or who had extracted it from the state). They demonstrated that “entrepreneur density” correlates with many things that we intuitively associate with economic dynamism, such as the number of patents per head or the flow of venture capital.

 

They also demonstrated it correlating negatively with rates of small-business owners, self-employment and startups—in other words that many traditional measures are about as misleading as you can get.

 

Countries with a lot of small companies are often stagnant. People start their own businesses because there are no other opportunities. Those businesses stay small because they are doing exactly what other small businesses do. The same is true of industries. In America industries that produce more entrepreneur billionaires tend to have a lower share of employees working in firms with less than 20 employees.

 

This makes sense: successful entrepreneurs inevitably destroy their smaller rivals as they take their companies to scale. Walmart became the world’s largest retailer by replacing thousands of Mom-and-Pop shops. Amazon became a bookselling giant by driving thousands of booksellers out of business. By sponsoring new ways of doing things entrepreneurs create new organisations that employ thousands of people including people who might otherwise have been self-employed. In other words, they simultaneously boost the economy’s overall productivity and reduce its level of self-employment.

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publicado às 15:53

Como matar Portugal

por John Wolf, em 15.09.16

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Esta amostra de governo de Portugal quer destruir o país. Se achavam que 28% de imposto sobre mais-valias de títulos financeiros já era a doer, preparem-se para a estocada final. A iniciativa da geringonça, inspirada nos cânticos do Partido Comunista Português e do Bloco de Esquerda, visa agravar ainda mais a tributação de bens mobiliários. Estes aprendizes de mercadores não entendem como funciona uma economia, nem para que servem acções transaccionadas em bolsa. Quando compramos títulos financeiros, estamos a conceder um empréstimo a uma ou mais empresas, estamos a tornar-nos co-proprietários de uma operação, estamos a contribuir para a geração de emprego e, naturalmente, em consequência desse estado de arte, os lucros aparecem e são repartidos por aqueles que depositaram meios financeiros, correram riscos, mas também alimentaram expectativas positivas em relação ao desempenho das empresas em causa. Ou seja, esta dinâmica permite suster a economia de um país, tornando-o menos dependente das subvenções do Estado. Ao castrar os agentes económicos activos e passivos, o governo contribui a longo prazo para a insustentabilidade do sector privado. O fundamentalismo económico dos partidos do governo irá tornar Portugal um país cada vez menos atractivo na óptica de investimento. Os aforristas nacionais ou os grupos de investimentos internacionais passarão cada vez mais a percepcionar Portugal como um destino pouco simpático para investir. Por outro lado a evasão financeira será estimulada. Os potenciais investidores de nacionalidade portuguesa procurarão encontrar ambientes tributários mais amenos. A geringonça está a emitir a sua própria modalidade de Austeridade. A marca branca que estão a desenvolver assenta na premissa primária de que a riqueza é um alvo a abater, mas também corta as pernas às aspirações financeiras e económicas dos pequenos cidadãos que sonham com poupanças, um modesto investimento e um pé-de-meia de retorno que uma reforma está longe de poder oferecer. A Catarina Martins e as irmãs Mortágua, co-adjuvadas pelo dependente António Costa e o parceiro Jerónimo de Sousa, afirmam que visam poupar a classe média e atacar a alta. Qualquer dia por este andar não existirá nada para atacar. Nada.

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publicado às 18:14

Orçamento número 44

por John Wolf, em 23.02.16

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Alguém pode ajudar? Estou a tentar falar com o ministro Vieira da Silva. Já liguei para o Parlamento uma série de vezes e informam-me que o senhor está a discursar e que está muito ocupado. Está a falar insistentemente sobre evasão fiscal e do delapidar de contas públicas. E também sobre solidariedade. Mas esqueceu-se de um pequeno pormenor que não deve fazer parte dos capítulos do Orçamento de Estado de 2016. Gostava de saber que medidas de controlo e sanção serão implementadas por forma a que alguém do aparelho de poder não deite a mão a dinheiro alheio? Sim, estou a pensar em José Sócrates. O herói do Simplex. O homem do Magalhães. E alegadamente o homem dos offshores e malas de euros. Gostava de saber qual o impacto orçamental dos devaneios do número 44 nos anos passados e vindouros? Ao bom estilo socialista, a memória é selectiva. Não lhes convém lembrar essa pedra no sapato. Vieira da Silva, campeão da solidariedade, não passa de um dispensador de frases-feitas, de um mero gestor de máximas socialistas completamente desfasadas da realidade. O governo em funções declama a poesia de justiça económica e social, mas não explica como vai financiar a fantasia. As contas não irão bater certo por mais que insistam na superioridade moral. Onde está o corte nas gorduras do Estado que escorreram em tantos cartazes de campanha do Partido Socialista? Como irão gerar emprego? Não explicam. Mas garantem que o crescimento económico é uma dimensão sem ligação ao emprego. Ora para isso acontecer, as contribuições fiscais têm de aumentar. E aqui reside grande parte da mentira económica e financeira que não passará em claro junto dos credores internacionais e dos eleitores. O Orçamento de Estado (OE) respeita a Constituição (?), repetem eles como se fosse uma mantra, mas esqueçem que esse "diploma" não é uma ferramenta de governação. Quanto muito será um modelo de orientação. E aqui reside mais um problema. A sua ortodoxia ideológica, fruto de calores revolucionários, tem sido o entrave, uma parte do conjunto de obstáculos à modernização de Portugal, mas também do Estado e da administração pública. O debate de apresentação e aprovação do OE não sai daquela sala. Não passa do Parlamento. Não migra para a verdadeira dimensão da realidade portuguesa. O governo, defendendo-se sem ser atacado, demonstra a sua vulnerabilidade. Nem sequer consegue liderar da retaguarda. E espelha irremediavelmente algo complexo e pertença da realidade política nacional. A ideologia, seja qual for, domina para bem e para mal. E os socialistas são particularmente dotados na expressão dessa cegueira. Chamem Sócrates que ele deve saber responder a questões de superioridade moral e ética.

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publicado às 15:15

Este país não é para velhos... nem novos...

por Manuel Sousa Dias, em 18.05.15

Como tantos outros estou, à conta da crise, a iniciar outra actividade profissional radicalmente diferente da que até agora - e com bastantes dificuldades - vinha desempenhando enquanto empresário em nome individual. No nosso país nem sempre é fácil mudar de profissão (ou re-inventar-se como agora pretensiosamente se diz) depois de passados os 40 anos, ou 47, no meu caso. Eu, depois de uma sequência de azares, tive sorte. Se por acaso nesta idade se procura trabalho na mesma área de actividade corremos o risco de ser, além de velhos, sobre-qualificados, o que leva muitas empresas a preferir "sangue novo" por tuta e meia em detrimento dos serviços de alguém com experiência cheio de vontade de trabalhar. A desculpa da sobrequalificação é um disparate. Porque não optam as empresas por um profissional de topo que, por força das circunstâncias está a preço de saldo? Recordo-me agora de um internamento hospitalar que tive em Londres há 4 anos e da conversa que tive com um enfermeiro inglês especialmente atencioso e muito simpático. Contou-me ele que até aos 42 tinha sido contabilista mas que estava farto da profissão, pelo que resolveu mudar de vida: estudar enfermagem, profissão a qual, aos 40 e poucos, sentia que era a sua verdadeira vocação. Então fez um ano de universidade, o ano de estágio no hospital, que foi o momento em que o conheci, e iria terminar os seus estudos com mais um ano na universidade. A história dele não é diferente da de tanta gente, em Inglaterra ou por essa Europa fora, na qual a mudança da actividade profissional é uma experiência valorizada profissional e humanamente, para não dizer académicamente. E sem estigmas. As novas oportunidades não são programas de intenções para inglês ver... Em Inglaterra muitos trabalhadores experimentam o "friday night stress", que não é mais do que um despedimento à sexta-feira, seguido de um stress de fim-de-semana, a procura de emprego na segunda-feira, a entrevista à terça e novo emprego na quarta-feira. Okay, talvez esteja a ser um pouco optimista nas virtudes da cultura "hired and fired" anglo-saxónica mas não estarei assim tão longe da realidade. Muito do desemprego que existe é friccional, de trabalhadores entre empregos e de curta duração (não há também tanta dificuldade em mudar de cidade porque, regra geral, não se compra casa, aluga-se). Em Portugal a coisa fia de maneira diferente. Vivemos num país envelhecido e cheio de contrasensos. Por vezes ouvimos dizer que alguém que morreu aos 75 anos morreu novo. Paralelamente ouvimos também que aos 40 estamos muito velhos para iniciar nova carreira porque de facto há poucas oportunidades. Que raio de país este.

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publicado às 19:23

Filho de cherne sabe nadar

por John Wolf, em 12.08.14

O filho de Durão Barroso é tão competente tão competente, mas tão competente, que seria um insulto submetê-lo a um normal processo de candidatura a um emprego. O facto de ser filho de Durão Barroso não tem relevância alguma. O que interessa a alavanca política de que dispõe o futuro ex-presidente da Comissão Europeia? O que interessa se Portugal inteiro entende este "convite" como suspeito? O que interessa se dezenas de outros possíveis candidatos são igualmente qualificados, mas não dispõem de números de telefone de gente importante? O que interessa se o país inteiro necessita urgentemente de exemplos de ética nas relações profissionais, mas lhes sai algo distinto na rifa? O que interessa que o excelso filho de Durão Barroso tenha passado por escritórios de advogados com processos em mãos que dizem ou já disseram respeito ao interesse nacional? O que interessa se o ex-primeiro-ministro não é o primeiro a aconselhar o filho a declinar o convite que tanto lhe custou a organizar? O que interessa se o Banco de Portugal passou a ser uma agência de emprego para os filhos dos amigos? O que interessam as relações pessoais num país caracterizado pela sua isenção e imparcialidade nas relações profissionais? O que interessam os filhos dos outros? O que realmente interessa neste país?

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publicado às 20:06

Portugal, um destino de eleição

por Fernando Melro dos Santos, em 15.05.14

 

 

Brincadeiras à parte, o que temos em cima da mesa é isto:

 

- Portugal desbaratou o dinheiro todo do primeiro resgate, nas parvoíces (bodo aos primos e obra redundante para inglês ver) do costume, tendo mantido a proeza da coesão social a troco das migalhas, como é prática desde 1986

 

- a Grécia vai cair, e desta vez cai mesmo

 

- a queda em desgraça da Holanda, onde o desemprego e o sentimento empresarial estão a níveis que fariam corar qualquer ex-membro do defunto Pacto de Varsóvia, deverá empurrá-los na direcção de um euro-clube mais selectivo, senão mesmo à saída. Nota bene: ali não se repetem referendos.

 

- o bater de porta da Finlândia está por um fio

 

- a França de Hollande alcançou o sonho socialista, a simetria suprema: nem cresce nem decresce, é o zero absoluto, egalité etc.

 

- com todo o dinheiro estúpido que tem vindo a entrar na compra de dívida periférica, o estoiro subsequente fará com que o falecimento do Lehman Brothers se assemelhe ao piar de um colibri no dia em que o Krakatoa acordou.

 

Recordemos o sindicalista Rui Riso: nao podemos pensar só nos lucros.

 

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publicado às 14:28

Stress tests de desempregados

por John Wolf, em 23.10.13

Enquanto o Banco Central Europeu (BCE) realiza stress tests a quatro instituições financeiras nacionais, pergunto se alguém fará um teste ao stress dos milhões de cidadãos deste país. Ocupados que estamos com Sócrates e as suas distracções de retórica; Angola e a novela de Machete; manifestações de inter-sindicais com ponte ou sem ponta que se pegue, os temas da centralidade nacional parece que seguiram por uma estrada secundária. A principal mascote da crise - o desempregado -, parece ter sido secundarizada. É impressão minha, ou será que os tempos de antena dos últimos dois meses estão dedicados a outras causas? Não tenho assistido a muitas peças sobre esse flagelo. Há escassas semanas, bastava ligar o televisor e seguíamos para bingo - reportagens e mais reportagens sobre novas inscrições nos centros de emprego espalhados ao comprido em Portugal; peças sobre encerramentos de unidades industriais no Norte e, claro está, umas estórias de emigração à mistura. Mas, concordemos, houve aqui um certo abrandamento no tratamento da questão. Enquanto decorrem uns eventos no estrangeiro que até têm a sua utilidade em termos de captação de investimento directo estrangeiro, o governo de Portugal parece assumir internamente uma alteração fundamental dos factores estruturais da economia. Pela conversa académica que acontece um pouco por todo o mundo, o emprego jamais tornará a ser o que era. O conceito académico de pleno emprego levou uma marrada forte e está em estado crítico, em coma. Embora não o digam abertamente para não gerar ainda mais ondas de choque, a verdade é que o desemprego veio para ficar ou, dito de outro modo, o emprego, quando voltar, não será o mesmo. Se o desemprego conseguir baixar para os 10% será uma sorte. Aqueles que perderam os seus empregos e que se encontram numa espécie de purgatório laboral, não têm muito por onde escolher. Mesmo que consigam arranjar trabalho, a carga contributiva arrasa com a vontade produtiva e, nessa medida, mais vale ficar quieto e não procurar o que quer que seja. As empresas - que efectivamente realizáram uma reforma do seu estado corporativo - ao despedir milhares de trabalhadores (alegadamente em nome da sua sobrevivência), irão ter alguma relutância em adicionar camadas laborais gordurosas. Em nome da tal união bancária e respectiva supervisão, o BCE quer saber se os bancos europeus cumprem os requisítos de solidez financeira, mas uma outra competição está a decorrer. A Europa quer saber se está em condições de disputar lideranças financeiras, de pôr em causa os intentos de gigantes bancários americanos ou asiáticos. Há muita matéria que está em causa no novo ordenamento económico e financeiro do mundo, mas o pequeno trabalhador parece ser um mal menor na nova ordem que agora se configura. A formiga que vive com um stress desgraçado nem sequer consegue uma consulta médica para que lhe façam uns exames ao corpo e à alma.

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publicado às 10:21

Emprego socialista

por John Wolf, em 09.06.13

O ministro da informação do partido socialista - João Ribeiro, veio a público dizer que Passos Coelho apanhou a carreira partidária e que se deslocou para parte incerta e que se encontra longe da realidade. A candidatura do chefe do executivo a um segundo mandato está fora de questão - de acordo com o porta-voz rosa. "Os portugueses querem é emprego", reclama o PS. Muito bem. Vamos lá por partes. O Passos Coelho tem nacionalidade portuguesa? O Pedro é português? É, sim senhor. E quer emprego? Exactamente. Será que o PS não entendeu o sentido das palavras que profere; o primeiro-ministro está a escutá-los com toda a atenção e quer ser o primeiro a ter emprego. Os socialistas têm de ter cuidado com aquilo que dizem. Há quem ande por aí a aproveitar o que andam a dizer, a desviar para uso pessoal outros significados. Há gente em casa a apropriar-se de chavões para abrir a sua porta de casa e fazer a sua caminha."Os portugueses querem emprego? Ou os portugueses querem "é" emprego? Pois. Há aqui algumas considerações a ter em conta. Os portugueses querem "em" prego? Não me parece. Os portugueses já penhoraram as suas posses. Já puseram tudo no prego. Os portugueses querem "é" emprego? O que significa isto? Que querem trabalho que seja mesmo um emprego? Por outras palavras, os biscates e part-time não servem? O emprego tem mesmo de ser algo inequívoco para o caso de alguém perguntar; o que é isso que trazes "aí" na mão? Isto? Sim. Ah, isto? Isto "é" emprego. E o que quer João Ribeiro? Que pasta dar-lhe-ão em troca e que "é" um emprego? O trabalho de porta-voz deve ser considerado um emprego? Recebe salário mensal? Ou será que a dedicação pro bono lhe trará um emprego? Uma secretaria de Estado? Quiça um ministério inteiro? O que querem os portugueses sabemos nós. Mas regressemos aos mandatos. Por mais que Seguro e companhia venham a lume dizer que são os génios do emprego e crescimento, a verdade é que os mandatos deixaram de ter relevância. Se os socialistas chegarem ao emprego nunca será a tempo e horas de inverter a marcha. Os dados foram lançados para bem e para mal. Mais para mal do que para bem, e os socialistas cumprirão o mandato de Passos Coelho sem tirar nem pôr um "é". Podem chamar-lhe outra coisa, mas não deixará de ser a mesma nota de encomenda. Será também um mandato de austeridade e contracção económica. Será um mandato de execução orçamental com uma emergência a braços, com um país em descalabro. O João Ribeiro pode declamar o que quiser do púlpito do Rato, mas todos sabemos que são falsas promessas. E já agora; qual é a profissão de João Ribeiro? É que temos pouquíssimos dados curriculares a seu respeito e não sei se merece que lhe dêem emprego, mesmo que já tenha iniciado o estágio com tanto entusiasmo. É curioso como uns querem o emprego que os outros não querem largar. Parece mesmo uma coisa de inveja de vizinhos. O meu "é" maior que o teu.

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publicado às 07:54

485 aerius e "é um pau"!

por Pedro Quartin Graça, em 22.02.13

“Funções de Intérprete em negócios com outros países (nomeadamente o Irão) e Relações Públicas".

 

Disponibilidade para longas viagens internacionais (periódicas) em representação da empresa.

Trabalho de secretariado (gestão de encomendas).

Trabalho de desalfandegamento de bens importados.

Tradução de documentos para outras línguas.

Actualização de informação diretamente em base de dados e paginas web.

Tarefas contabilísticas.

Facilidade de trabalho em ambientes linux, redes de comunicação, base de dados e web.

Outras funções e tarefas:

- nativo persa/farsi.

Fluente em inglês, português.

Conhecimentos avançados de alemão, espanhol, italiano e mandarim;

- fácil acesso ao Irão.

Com habitação em Teerão;

– disponibilidade para viajar internacionalmente periodicamente;- contatos comprovados com empresas de peles, especiarias, material electrónico e informático;

- conhecimentos de programação de aplicações (java, c, c#, vb), conhecimentos de base de dados (oracle, mysql, h2, monetdb, mongo), conhecimentos de design web (html, css3, ajax, jquery, php, photoshop, ai, fw), conhecimentos de redes de comunicação (tcp/ip, udp, voip, ipv4, ipv6);

- conhecimentos de normas iso9000, iso9001 e sua implementação dentro da organização;

- conhecimentos de linux (bash);

- conhecimentos avançados de contabilidade a nível internacional.”

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publicado às 14:28

Era uma espécie de «fezada»...

por Pedro Quartin Graça, em 16.02.13

29 de Setembro de 2011


mas...falhou...

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publicado às 10:01

Socialismo de sucesso na Europa

por John Wolf, em 07.01.13

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publicado às 18:05

2013, annus horribilis

por João Pinto Bastos, em 01.01.13

Sente-se no ar o princípio do fim de qualquer coisa. Tudo encareceu, desde as amizades até ao amor. A ruína e a desgraça tomam conta de muitas famílias. Muitos lares passarão, neste ano que hoje começa, dificuldades ingentes, sofrimentos múltiplos e desesperos vários. O medo está bem presente nas nossas vidas. O medo de que tudo se perca, o emprego, a família, o bem-estar duramente almejado durante anos de porfia. Entrementes, o Leviatã continua gordo, poderoso e activo, afogando tudo e todos com a impostocracia do Estado todo-poderoso. Nada muda, nem mesmo os rostos da ruína. Não sei o que este ano reservará a muitos de nós, não sei sequer se chegaremos todos vivos ao final do presente ano para contar a estória das nossas vidas, o que sei, e já é muito, é que o país está gasto. Cansado e exausto. Prestes a rebentar de ódio e revolta. 2013 será um ano perigoso, um ano em que o regime, a partidocracia, a oligarquia da finança e os prebostes da mesmice serão colocados permanentemente em causa. Nada será como dantes. As imposturas serão desnudadas e as mentiras verberadas. Espero que o torniquete fiscal seja combatido com fé e zelo por todos aqueles que não se revêem no esbulho do nosso futuro. Espero mesmo que algo mude para que tudo não fique na mesma. 

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publicado às 16:52

Linda de Suza e a Europa dos Fins

por John Wolf, em 13.12.12

A União Europeia (UE) assemelha-se a um couraçado que não consegue largar o estaleiro. De reparação em reparação, a UE vai tentando tapar os furos com medidas que acabam por proteger mais a capitania do que os marinheiros fustigados pela tempestade. A Europa começa quase sempre pelo fim. A Europa é uma súmula de consequências. Um logo se vê transformado em disciplina burocrática. Faz hoje o que deveria fazer mais tarde e esquece-se do que deveria ter feito ontem. Isto a propósito da União Bancária Europeia. De acordo com o enunciado pelos ministros das finanças da Zona Euro, o Banco Central Europeu será a entidade responsável pela supervisão de perto de 200 instituições financeiras a partir de 2014. O sentido de timing dos Europeus não se assemelha nada ao sentido de urgência imposto pelo Fiscal Cliff em Washington. O cidadão-comum-europeu-e-desempregado sentir-se-ia mais grato, se a UE tivesse inventado uma União de Emprego, uma extensão desse brilhante neologismo - livre circulação de trabalhadores no espaço Europeu. Uma vez que o flagelo do desemprego é a patologia-mor, talvez fosse  boa ideia congeminar um sistema de transacções laborais, através do qual a emigração de "mala de cartão" passaria a obedecer a uma outra forma de ordenamento e equilíbrio. Se para o sistema bancário facilmente criam um fundo de garantia com avultados milhares de milhões, para o sistema de emprego deveriam equacionar uma bolsa de competências que permitisse facilmente dirimir as dificuldades do mercado de trabalho, e acabar com o conceito de imigração/emigração. É deste modo que eu vejo as coisas. A falta de ideias e soluções que tenham um impacto imediato na vida das pessoas e que gerem crescimento e procura, sustentabilidade. Porque raio começam pelo fim? Não era suposto as pessoas estarem em primeiro lugar? E não é "a Europa das Nações e dos Cidadãos" o lema instigador do projecto. Já não tenho dúvidas sobre onde isto vai parar. 

 

 

 

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publicado às 14:09

O spinning faz mal à mente

por Samuel de Paiva Pires, em 17.09.12

E o João Miranda está cada vez mais hilariante. Tenta rebater o único estudo sério sobre a TSU em meia dúzia de linhas, das quais o ponto 3 não tem qualquer relação com os resultados do estudo, e termina assim: "No entanto só fiz uma leitura muito na diagonal e pode-me ter escapado alguma coisa."

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publicado às 22:39

Só para ver se eu entendo

por Samuel de Paiva Pires, em 20.12.11

No tempo do salazarismo, em particular nas décadas de 60 e 70, com o país internacionalmente isolado e com fronteiras fechadas, emigrar era uma coisa boa para fugir à guerra e à repressão política, embora esses fluxos migratórios acontecessem numa altura em que a economia portuguesa crescia a um ritmo que oscilava entre os 5 a 8% ao ano, tendo chegado aos 11,2% (1973) e 12,6% (1970). Neste tempo de abundância em que vivemos, com um crescimento pujante da economia e uma taxa de desemprego perto de 0 (ou pelo menos é o que transparece das declarações de muitos alheados da realidade) emigrar é uma coisa má? Isto é esquizofrénico e ofensivo para os portugueses que emigram ou é só impressão minha?

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publicado às 13:01

Da incomodidade à indignação

por Eduardo F., em 15.09.11

No dia em que Dr. Ivar Giaever, Nobel da Física em 1973, apresenta a sua demissão da Sociedade Americana de Física (APS), por não reconhecer a existência de aquecimento “global” significativo nos últimos 150 anos e, como tal, não aceitando como estabelecido que haja que tomar medidas extremas agora para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, histórias como estas, decorrentes de um activismo político promotor, a qualquer custo, de “empregos verdes”, tornam-se terrivelmente incomodativas. A incomodidade passa a indignação quando, apesar de uma retórica tonitruante de “estímulos ao emprego” tudo se faça para impedir o surgimento de empregos reais, e não subsidiados.

 

Esta não é apenas uma história americana. É também europeia e, em particular, portuguesa, como todos iremos descobrir, brutalmente, nos próximos 2/3 anos.

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publicado às 00:54

Um dos sítios mais tristes do mundo

por Silvia Vermelho, em 01.02.11

Quem diz que é um cemitério, é óbvio que nunca teve de passar por um Centro de Emprego-IEFP.

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publicado às 17:40

O meu problema com as licenciaturas

por João Gomes de Almeida, em 16.12.10

 

O que de mais foleiro há em Portugal é a forma como olhamos para os cursos superiores. Vestimos uma gravata, conseguimos comer de boca fechada, temos assunto para além do futebol e lemos o jornal, logo temos que ser doutores. O ser doutor é como que um preconceito que nos foi incutido e que nos faz acreditar, muitas vezes inconscientemente, que ninguém é válido para fazer uma coisa se não o for. Muito pouco tempo deve faltar até que nos recusemos todos a ser servidos num restaurante por um não doutor, ou a aceitarmos ouvir um humorista na televisão que não seja licenciado em Novas Tecnologias da Comédia pela Universidade da Beira Interior - penso até que corremos o sério de risco de que se crie a licenciatura de Jogador de Futebol, onde as cadeiras vão da estética do brinco de brilhante até ao drible de mãos atrás das costas. Imaginem lá o Jorge Mendes a mostrar o catálogo dos seus jogadores ao Luís Filipe Vieira e a dizer: «olha que este é bom, veio da Universidade do Minho e tem uma pós-graduação em correr pelas alas. Muito melhor do que o outro que compraste ao Paulo Barbosa e que só tem o curso em cabeceamento pela Internacional». Genial, não vos parece?

Estou farto daquele discurso do «tens que ir fazer a licenciatura que é para seres alguém», ou o ainda melhor «tens que ir tirar um curso com saída, se não vais para a caixa do super-mercado». Ou seja, esquece lá isso de ser trabalhador, culto, inovador, empreendedor, responsável e sério. Alguém te vai dar um diploma por causa disso? Provavelmente não. No nosso pobre país o que interessa é a embalagem, o efectivamente importante é o título, é o diploma que temos na parede. O autarca da terrinha que recebe uma visita de José Sócrates trata-o por «senhor engenheiro», não interessa nada que ele seja Primeiro-ministro, o que importa é que é engenheiro, por isso é assim que o trata.

Entristece-me ver famílias pobres a matricularem os seus filhos em faculdades, em cursos supostamente com saída, sabendo praticamente de antemão que o destino deles será mesmo a caixa do super-mercado. Filhos estes que mais tarde se indignam e reclamam por um emprego, porque estiveram a estudar para isso. Ou seja, não estudaram porque queriam aprendar algo mais numa área que gostavam, estudaram porque a sociedade lhes prometeu duas coisas: um título e um emprego.

Meus amigos, sempre tive medo de uma coisa: morrer burro. Sempre tive medo de deixar boa música por ouvir, bons livros por ler e bons livros por escrever. Até já tive medo de deixar noites de copos e discussões por passar, amores por sentir e desilusões por sofrer. Sempre tive medo de muita coisa, menos de morrer sem um nobre «doutor» a embelezar o epitáfio da minha campa. Continuarei a estudar e a querer aprender, apenas aquilo porque me interesso e nas áreas em que sinto ficar menos burro, mas nunca julgarei ninguém por não ter um título académico, tal como Pessoa não tinha, tal como muitos outros que não estão no desemprego não têm.

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publicado às 04:10

Possivelmente um dos posts do ano

por Samuel de Paiva Pires, em 15.09.09

"A geração que foi tramada", por Henrique Raposo:

 

Portugal tem as leis laborais mais rígidas da Europa. Portugal deve ser o único país da Europa onde é (quase) impossível arrendar uma casa. Eis as duas razões que fazem de Portugal um inferno para um jovem.
 
A irracionalidade (sindicalista) do código laboral e a esclerose (salazarista) da lei das rendas estão a dinamitar o futuro da minha geração. Não por acaso, já existe um novo tipo de emigração: jovens licenciados estão a sair de Portugal. A narrativa dos “direitos adquiridos”, que só protege os mais velhos, tramou a malta que nasceu nos anos 70 e 80.
O código laboral português – mesmo depois da ténue maquilhagem de Vieira da Silva – é o mais rígido da Europa. Todos os países europeus (repito: todos) têm leis laborais mais flexíveis do que as nossas. Todos os países europeus procuraram adaptar os seus regimes laborais à globalização e ao mercado comum europeu. Nada disso aconteceu em Portugal. Portugal é a Antárctica sindicalista da política europeia: ficámos congelados em 1976. Ao longo das últimas décadas, criou-se uma gelada inércia que impossibilita a adaptação do país à quente realidade de 2009. A causa desta inércia é a narrativa dos “direitos adquiridos”. Na prática, essa narrativa representa o quê? Bom, representa a “ilegalização” do despedimento individual. Os funcionários do “quadro” tornaram-se intocáveis. Em consequência, esta rigidez laboral tem dificultado a contratação de gente nova. Para o lugar dos barões dos “direitos adquiridos”, os empresários (ou os directores de organismos públicos) poderiam contratar jovens. Poderiam. Poderiam, se as leis laborais fossem justas. Mas sucede que o código laboral é um factor de injustiça social entre gerações. Na terra dos sagrados “direitos adquiridos”, os mais jovens ficam com as migalhas dos recibos verdes. A condição de “falso recibo verde” é o preço que um jovem da minha geração tem de pagar para cobrir os “direitos adquiridos” dos mais velhos. Quando é que alguém tem coragem para relacionar o facto de Portugal possuir as leis laborais mais rígidas da Europa com o facto de Portugal estar a caminhar para a condição de país mais pobre da Europa?
Para proteger os milhares de privilegiados que pagam rendas pornograficamente baixas, os governos da democracia foram incapazes de descongelar as rendas que Salazar congelou. Este congelamento salazarista destruiu, por completo, o mercado de arrendamento em Portugal. Para a minha geração, isto teve uma consequência dramática: “sair de casa dos pais” tornou-se sinónimo exclusivo de “comprar casa através de empréstimo bancário”. Ao serem incapazes de mexer nas rendas pornográficas das brigadas do reumático, os governos enforcaram a minha geração na Euribor. Obrigado, meus senhores.

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publicado às 00:40

Era bom, era

por João Pedro, em 09.07.09

A propósito do post do Samuel, vi um pequeno artigo curioso mas de veracidade duvidosa.

Parece que "Direito dá trabalho": segundo um inquérito da Católica , via Expresso, há "100% de empregabilidade" entre os seus antigos alunos de direito. Regozijar-me-ia se isso fosse verdade, mas infelizmente não é. Pode haver uma altíssima taxa de empregabilidade, mas nem todos os juristas que cursaram na UCP preenchem esses números, como é prova actual o autor destas linhas, e não só. A não ser que se trate apenas do caso da Escola de Direito da UCP em Lisboa, cujo director presta tais declarações ao jornal, o artigo peca por excessivo optimismo e sensacionalismo dissimulado. Sempre gostava de saber qual é a margem de erro desse inquérito. Ou então, conclui-se que os tempos não andam definitivamente bons para as sondagens.

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publicado às 13:44






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