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Vivam, os Castro!

por John Wolf, em 26.11.16

Irmãos Castro Atletismo Sporting.jpeg

Dois irmãos Castro que merecem homenagem.

 

 

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publicado às 17:46

Fidelismo

por John Wolf, em 26.11.16

Cigar.jpeg

 

Venerem e prestem tributo a um campeão de direitos humanos, o lider revolucionário que foi aclamado e eleito por sufrágio universal num país multi-partidário, onde a liberdade de expressão é a imagem de marca, onde a pobreza foi erradicada pela fórmula mágica de socialismo radical, onde as viaturas que circulam nas autoestradas são de última geração e amigas do ambiente, onde não se conhece o paradeiro de 17.000 cidadãos que foram de férias num cruzeiro e que ainda não regressaram, onde as classes sociais foram preteridas e o poder político e a riqueza são tão fraternais que passam de irmão para irmão de um modo tão generoso.

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publicado às 13:08

Marcelo Castrol

por John Wolf, em 27.10.16

Montecristo_Media_Coronas_Small_Thick_Cuban_Cigars

 

No meu entender, mesmo num sistema político não presidencial, um chefe de Estado deve (acima de tudo) defender o interesse nacional. Não consigo perceber o que Marcelo Rebelo de Sousa anda a fazer posando para a fotografia com Fidel Castro (?). Nem sei se existe algum valor simbólico que se possa extrair deste investimento mediático. Será que o presidente da república portuguesa tem uma dívida pendente para com Otelo? Marcelo esbanja Castrol num motor avariado. E o aparelho cubano de inspiração fidelista já era uma máquina questionável. Dar um abraço ao enigmático lider não é muito diferente do que dar um encosto fraterno a Mobutu ou Lenine - ambos (incluindo o remanescente Castro) avançaram as causas da miséria humana, da pobreza e da opressão. Não fica bem a Portugal usar recursos para fins altamente duvidosos. Cuba ainda não realizou a transição para a Democracia e o estender da mão de Obama deve ser interpretado no contexto de outras emergências geopolíticas. A única coincidência linguística-ideológica que se pode espremer deste preparado tem a ver com a ideia de embargo. Quem diz embargo diz sanções. Nessa medida, Marcelo alinha-se com aqueles que sofrem os efeitos de sanções, sejam sevícias da União Europeia, sejam admoestações impostas pela administração norte-americana. Marcelo deve ter algum cuidado para não fazer a figura de urso de Marinho gaivota. Soares fartou-se de viajar à pala não se sabe bem de que ideal. E até se fez transportar de tartaruga numa qualquer ilha perdida.

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publicado às 15:39

Porque no te callas, "Lacón"?

por Nuno Castelo-Branco, em 05.02.14

Consiste num velho truque de sabotagem de qualquer reunião. Quando a impotência do usuário é flagrante, ei-lo que escancara a boca como se fosse uma gárgula em dia de diluviana chuva. Fidel Castro perora, perora, perora durante horas e o mundo nem sequer se dá ao trabalho de reter uma única frase. O mesmo fazia Chávez, bolsando disparate atrás de disparate e inconscientemente misturando Béria com o arcanjo Gabriel, ou irmanando a irmã Lúcia com Alexandra Kollontai.

Ontem foi a vez do nada lacónico Lacão. Embora admoestado por quem presidia à charla, insistiu na falta de respeito pelos outros deputados presentes e para cúmulo, resolveu embirrar por não lhe terem permitido o retorno ao abuso. 

 

Se por absurdo pudesse ter presenciado o dislate, razão teria João Carlos I para um sonoro  ...porque no te callas, "Lacón"? 

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publicado às 09:56

Após as solenes exéquias

por Nuno Castelo-Branco, em 09.03.13

A delegação cubana parte de Caracas...

 

...e prepara-se para aterrar, sobrevoando Havana

 

 

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publicado às 18:56

Heil Castro!

por Nuno Castelo-Branco, em 15.10.12

 

Há muito se sabia do fascínio que o Tenente-Coronel Otto Skorzeny exercia sobre o Comandante Fidel Castro, ávido leitor da saga do oficial das SS durante a II Guerra Mundial. A abertura dos arquivos da sempre impropriamente chamada RDA, foi desde sempre temida pelos antigos turibulários do regime caído e agora as revelações atingem como um boomerang que há muito partiu, algumas das mais conhecidas cabeças da extinta Internacional Comunista. No caso português, seria útil uma profunda investigação nos arquivos ex-soviéticos, ciosos depositários da papelada compilada pela bastante curiosa PIDE. O PC "nada terá a temer", dado seu "conhecido antifascismo" militante. Abram-se os arquivos e publiquem-se obras com os nomes, casos, permutas de informações, acordos e desacordos sovieto-secundo republicanos. A verdadeira História agradecerá. 

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publicado às 15:48

A Dam e o imperialismo Made in USA

por Nuno Castelo-Branco, em 30.12.11

A muito aristocrática Dam faleceu precisamente há um ano, vitimada por um fulminante cancro mamário. Sabendo que os americanos odeiam as Monarquias - e cá em casa ela estava no topo da pirâmide -, aqui está uma bastante plausível explicação para o súbito desaparecimento da minha gata.

 

Chávez deve ter razão e o estranho acontecimento caseiro, faz-me pensar acerca das maléficas interferências imperialistas na saúde de pessoas e animais. Tal como a pobre Dam, o Grande Petroleiro Chávez, o Grande Fumador Castro, a Grande Poufiasse Kirchner, a President"a" Dilma, um tal Lugo do Paraguai e o Sr. Lula da Silva, têm sido as vítimas mais notórias de tumores cancerígenos. Eu próprio deveria apresentar-me como queixoso, dada a paulatina perda de massa capilar e pior ainda, o lento e irreversível avanço do seu processo de embranquecimento. Deve andar por aí um veneno qualquer no Corn Flakes, no shampoo e talvez até, no papel higiénico.

 

Há quase noventa anos, Lenine também sucumbia a um notório ataque imperialista, com o seu cérebro transformado numa liquefeita sopinha ranhosa. As ou os agentes da exploração capitalista haviam-lhe transmitido a sífilis, sabendo-se que a Rússia czarista estava pejada de agentes pré-CIA, a postos e de pernas escancaradas para o ataque.

 

Há que dizer que a Dam era sem dúvida, infinitamente mais bonita, bondosa, limpa e inocente do que todos os outros acima mencionados.

 

Uns bandidos, estes americanos.

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publicado às 13:31

Abcessos "Pasionarios"

por Nuno Castelo-Branco, em 26.06.11

Nunca tinha ouvido falar em abcessos pélvicos. Concretamente, em que consistirá a coisa? Num momento de muito tardia circuncisão, terão confundido a aparelhagem chavista com uma modesta protuberância que emula um abcesso? Ou estará a pensar tornar-se numa espécie de reencarnação da Pasionaria, indo a Cuba para uma mudança de género?

 

O golpe de propaganda não deverá passar disso mesmo, tal como nos Indiana Jones em que o herói está quase-quase a deixar este vale de lágrimas e repentinamente, num magnífico ímpeto, arrasa os maléficos opositores. Este furúnculo hugueiro tresanda a "apalpar coração de branco", com nítidos contornos de teste interno. No fim, sempre poderá argumentar com as inebriantes maravilhas da medicina socialista popular-patriótica, capaz de repetir ressurreições bíblicas em termos "materialistas dialécticos". A prova? O regresso de Castro 1. 

 

Em Moscovo, Agostinho Neto e Houari Boumediène não receberam este tipo de anjos benfazejos. Para gáudio de milhões e azar deles.

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publicado às 00:00

Quando o próprio Fidel Castro admite que o modelo económico cubano já nem aos próprios serve. E uma ironia do destino que impede norte-americanos de participarem na experiência de mercado-livre que os cubanos estão a desenvolver, devido à política de embargo dos próprios EUA. Jeffrey Goldberg, da The Atlantic:

 

(imagem tirada daqui)

 

"I initially was mainly interested in watching Fidel eat - it was a combination of digestive problems that conspired to nearly kill him, and so I thought I would do a bit of gastrointestinal Kremlinology and keep a careful eye on what he took in (for the record, he ingested small amounts of fish and salad, and quite a bit of bread dipped in olive oil, as well as a glass of red wine). But during the generally lighthearted conversation (we had just spent three hours talking about Iran and the Middle East), I asked him if he believed the Cuban model was still something worth exporting.


"The Cuban model doesn't even work for us anymore," he said.


This struck me as the mother of all Emily Litella moments. Did the leader of the Revolution just say, in essence, "Never mind"?


I asked Julia to interpret this stunning statement for me. She said, "He wasn't rejecting the ideas of the Revolution. I took it to be an acknowledgment that under 'the Cuban model' the state has much too big a role in the economic life of the country."


Julia pointed out that one effect of such a sentiment might be to create space for his brother, Raul, who is now president, to enact the necessary reforms in the face of what will surely be push-back from orthodox communists within the Party and the bureaucracy.  Raul Castro is already loosening the state's hold on the economy. He recently announced, in fact, that small businesses can now operate and that foreign investors could now buy Cuban real estate. (The joke of this new announcement, of course, is that Americans are not allowed to invest in Cuba, not because of Cuban policy, but because of American policy. In other words, Cuba is beginning to adopt the sort of economic ideas that America has long-demanded it adopt, but Americans are not allowed to participate in this free-market experiment because of our government's hypocritical and stupidly self-defeating embargo policy. We'll regret this, of course, when Cubans partner with Europeans and Brazilians to buy up all the best hotels)."

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publicado às 00:28

Na SIC notícias um programa

por Cristina Ribeiro, em 17.05.09

sobre Guillermo Cabrera Infante.

Escritor cubano que se viria a naturalizar inglês, começou por estar com Fidel Castro, mas com o decorrer do tempo, e consequente decepção com o novo regime, acabaria por dizer, quando El Comandante afirmou que a revolução não devoraria os seus filhos, que talvez não devorasse os filhos, mas certamente desbastaria os seus netos; não demorou a sentir na própria pele que se tinha enganado: foi mais cedo do que pensava.

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publicado às 19:58






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