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Helena Roseta, intelectualmente coxa

por John Wolf, em 06.06.15

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Portugal não consegue casar a política com a inteligência. Existe um défice cognitivo que aflige o sector partidário. Devemos ficar muito preocupados com o lastro que é colocado sobre os ombros dos portugueses - a invalidez intelectual daqueles que prometem salvar o país. Em minuto e meio apenas de tempo de antena, Helena Roseta não diz rigorosamente nada. Não é capaz de estruturar um axioma que sirva o que quer que seja. Usa frases-feitas que se bengalam em actos de fé, na religião cega - os socialistas são melhores por causa da sua genética superior, da sua grandeza ética, blá, blá, blá. Em escassas palavras, escorridas de um palanque de inutilidades, a independente do Partido Socialista confirma os nossos piores receios. Nada mudará. Se a cidadã Roseta tivesse o calibre e a credibilidade da madrileña Manuela Carmena, a Helena poderia até aspirar a ser uma "Carmona". Mas não é o caso. Preenche apenas os mesmos requisítos que definem António Capucho - é uma jobless. Precisa de se colocar a jeito a ver se cai uma pasta, um part-time ou coisa que o valha. Uma vitória socialista nas legislativas é como ganhar o (tótó)loto. Há sempre dinheiro a rodos para distribuir sob o camuflado de justiça social, equidade. O que vale é que a senhora é independente. Imaginem se não fosse, se devesse favores.

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publicado às 17:47

Este país está mesmo a ficar perigoso

por Samuel de Paiva Pires, em 18.10.13

Nunca, na história da III República, esteve um governo tão limitado no seu espaço de manobra e na sua escolha de políticas como o actual governo. Não só em virtude de as regras emanadas por Bruxelas, relativamente ao controlo orçamental, serem cada vez mais apertadas, e do memorando de entendimento com a troika - que, relembre-se, já que muitos parecem ignorá-lo propositadamente, resultou em larga medida do desastre, esse sim criminoso, que foi a governação de Sócrates -, como também por não termos instrumentos monetários e cambiais próprios, e ainda pelas limitações impostas pelo Tribunal Constitucional, bem como, permitam-me ainda salientar, o constante e brutal escrutínio a que está sujeito pela opinião pública, provavelmente como nunca nenhum outro governo nesta III República. Ainda assim, Mário Soares, sobre quem Rui Mateus já nos elucidou quanto baste no que diz respeito a actividades criminosas, pretende que o actual governo seja julgado criminalmente, e ainda é secundado por idiotas inúteis como Helena Roseta ou Fernando Dacosta. Não me recordo de ouvir esta barricada político-ideológica a respeito das actividades criminosas de Sócrates e companhia, cujas facturas estamos todos a pagar.  Afinal, no nosso país, pode-se ser um governante criminoso, mas se se é de esquerda, não há problema. Já um governante de direita, mesmo que seja honesto e sério, será sempre criminoso, só por ser de direita. O sectarismo parece mesmo toldar em demasia a cabeça de certas alminhas que, por pudor, deveriam escusar-se de protagonizar figuras tristes em que procuram acicatar ódios e incitar a revoluções e julgamentos (quiçá à moda dos jacobinos). Mas continuem assim, que pode ser que um dia o feitiço se vire contra o feiticeiro. 

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publicado às 11:05

Como se já não chegasse a crise económica

por Samuel de Paiva Pires, em 17.10.13

Helena Roseta, na SIC N, solidariza-se com a verborreia que Mário Soares tem debitado nos últimos dias e afirma que Passos Coelho deveria ser alvo de uma acção judicial por atentado à Constituição. Este país está a ficar perigoso.

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publicado às 21:36

Lisboa Arruinada: mais um "encarte" municipal

por Nuno Castelo-Branco, em 19.06.13

 

Vamos ter uma muda camarária a candidatar-se à presidência da Assembleia Municipal. Habitual comentadeira na tasquinha de carrascão e carvões da nossa política mais chã, tem estado queda e silenciosa quanto a tudo aquilo a que Lisboa inteira tem assistido. Do alto das suas duas pernas, a dona Roseta tem sido uma espécie de MDP/CDE da depredatória dupla António Costa/Manuel Salgado e suas alianças com a agiotagem bancária dos "fundos imobiliários".

 

Aqui está mais uma arquitecta de quem jamais vislumbrámos sequer um projecto de palhota. Atempadamente garante o seu precioso "espaço político", não passando de mais um desastre falante que ainda ousa ir a votos às cavalitas de outrem. É o país que temos.

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publicado às 09:04

Hotel Helena Roseta

por John Wolf, em 27.05.13

Tenho algumas reservas em relação a este Hotel Social. Para que me faça entender, não tenho uma reserva de quarto no Hotel que pretendem inaugurar na Av. Infante Santo, mas tenho dúvidas em relação ao conceito de alojamento que pretende retirar os sem-abrigo das noites passadas ao relento. Vejo este conceito, de alegada simpatia económica e social, como um método questionável. Um hotel tem, pela sua natureza, um cariz temporário. Faço o check-in para permanecer algumas noites e depois volto à minha vidinha, se tiver essa sorte. De acordo com a vereadora; "Seria uma instalação hoteleira com preços sociais e gerida de formas sociais, mas em regime de instalação hoteleira, e não de albergue. Regime mais de proximidade e privacidade, que os albergues não têm". O que raio quer dizer uma instalação hoteleira com preços sociais e gerida de formas sociais? Não quer dizer nada. E não ajuda a resolver um grave problema estrutural, de pobreza residente que não se alivia em regime de meia-pensão com pequeno almoço incluído. Estou a tentar imaginar o sem-abrigo que ora uma noite passa no hotel, ora outra noite passa no vão de escadas. Será que esse alívio temporário contribui para a genuína integração? E há mais. Um hotel social tem quantas rosetas, perdão, estrelas? Lá por se dar um nome sexy à pensão, o problema não desaparece. Não quero escolher as palavras erradas, mas, numa interpretação mais ampla, será que o tal hotel serve para concentrar os sem-abrigo num gueto com cobertura e limpar as ruas? É isso? Não era suposto a sociedade repartir a responsabilidade pelos mais fracos, e não empurrá-los para um aterro? Acham por um instante, que um sem-abrigo, deseja se identificar com os seus pares caídos em desgraça? Ao realizar este upgrade para a suite do hotel Califórnia, a meu ver, os sem-abrigo eternizam essa condição que não autoriza cancelamentos. Serão para sempre sem-abrigo com uns dias de férias pelo meio. Em vez de lhes vender gato por lebre, "privacidade isto", "comer sentados à mesa aquilo", deveriam procurar a reabilitação definitiva. Com tantos quartos vagos que são propriedade da Câmara Municipal de Lisboa, e que estão espalhados pela cidade, seria preferível pensar a solução integrada. Ou seja, um emprego com cama e roupa lavada. Uma das coisas que vejo, quando visito os jardins desta bela cidade, são as instalações de apoio utilizadas pelos jardineiros e empregadas de limpeza durante o dia, mas que durante a noite estão completamente vazias. Estes políticos da grande teoria social e eleições-autárquicas-ao-virar-da-esquina, têm de começar a pensar à escala humana, de um modo exequível e não de acordo com slogans de glamour que podem servir para vernissages de exposições. A Helena Roseta parece não ter grande experiência em dar milho aos pombos e faz as contas de somar nas costas da mão; 2000 sem-abrigo na rua? Deve estar a brincar...às casinhas.

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publicado às 15:28






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