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O Usurpador

por João Almeida Amaral, em 26.11.15

Independentemente da legalidade da situação o Dr. António Costa ganhou hoje o seu lugar na historia e será sempre reconhecido como o usurpador, aquele que não olhando a meios para atingir o seu objectivo , tendo perdido as eleições consegue ser empossado como primeiro ministro., usando e enganando a extrema esquerda.
Os jornalistas mais emblemáticos cá do burgo já foram ao beija mão.
Em termos de dignidade tudo isto é um nojo.

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publicado às 20:10

Zeca Diabo e as caneleiras Kodak

por John Wolf, em 04.03.14

Geopolítica à parte, Putin é um mau exemplo. Em Portugal já existe quem queira imitar o judoca russo. A Crimeia pode ficar nos confins do mundo, a milhares de quilómetros da Lusitânia, mas Zeca Mendonça foi lesto a aplicar um golpe à canela do foto-jornalista, como se fosse um Putin de cinturão amarelo, à cobarde. Sim, existe uma relação entre uma coisa e outra. A agressão, estudada à exaustão por Konrad Lorenz, emerge onde menos se espera e de modos deveras excêntricos. O golpe baixo aplicado no tripé do repórter de imagem é difícil de definir. Não sei se existe uma designação para aquele movimento raso, ou se faz parte da disciplina de full-contact. Numa primeira análise, realizada a quente, Zeca quer desferir um ataque invisível. Reparem bem na isenção da parte superior do corpo. Quase que não mexe. Como se as pernas não estivessem ligadas ao tronco do assessor, à cabeça. E é esse o perigo. Quando membros inferiores se autonomizam do corpo ético, do magistério da razão. E sem darmos conta, passamos à animalidade efectiva. Uma coisa é certa, o diminutivo Zeca ou Zequinha assenta que nem uma luva de boxe ao evento registado pelas câmaras de televisão. Mas já apareceram uns quantos a bradar aos céus e a afirmar que o Mendonça é bom rapaz. São todos bons rapazes até levantarem a voz e depois os pés. Serão esses advogados os mesmos que defendem o outro que emergiu no Brasil? Não sei. Mas existe uma relação também do lado dos não-agressores. Uma espécie de perdão conveniente. Uma reserva para a prevaricação dos próprios. Aos fotógrafos recomendo uma grande angular e um certo nível de protecção. Mais ou menos pela altura das canelas.

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publicado às 18:06

Estórias da história (1): Raquel Varela

por Nuno Castelo-Branco, em 18.02.13

 

A agora mediaticamente colunável Sra. Dª Raquel Varela, decidiu-se por sherlockolmizar as suas actividades, dedicando-se ao reccauchutar de uma bem conhecida praxis muito própria dos seguidores dos diversos totalitarismos que pontilharam o século passado. Recriar o passado à medida das conveniências de grupo, poderá parecer um singelo exercício de história paralela, mas neste caso, quando tal azáfama pretende transmutar a realidade, apenas consegue publicar estória.

 

O Clube de Jornalistas publicou um interessante alerta na sua página, sucintamente descrevendo os principais pontos da argumentação da investigadora Raquel Varela. Trata-se de um outro PREC para a imensa maioria e totalmente estranho às realidades então vividas e que são plenamente comprovadas por um espantoso manancial de informação, seja aquela proveniente dos meios de comunicação social do Portugal de 1974-76, ou, para supino incómodo dos branqueadores de incómodas nódoas, do filão propiciado pelo próprio PC e organizações subalternas. Durante mais de dois anos, o PC exaustivamente fez publicar as suas intenções, cristalizou programas, definiu rumos sem retornos possíveis ou imaginários. Mais ainda, conseguiu indicar as etapas, embora consentisse no princípio leninista dos vários estádios para a ditadura do proletariado, termo aliás arredado do léxico por óbvios transtornos junto de um eleitorado esmagadoramente hostil a esse tipo de bem-aventuranças.

 

Não lemos a tese da investigadora e sublinhamos tratar-se este post de um mero comentário àquilo que o Clube de Jornalistas publicou.

 

Uma das mais extraordinárias afirmações varelistas, consiste no estranho afiançar de que Álvaro Cunhal “nunca quis fazer uma revolução socialista em Portugal”.


Como poderão hoje chegar ao ponto de negarem aquilo que para todos era então evidente? O que poderá então a autora dizer dos discursos entorpecedoramente orados pela cúpula do PC e adjacentes durante dois anos, as páginas e páginas publicadas e que de revolução socialista falavam sem qualquer tipo de peias? A "apropriação colectiva", as nacionalizações extensivas, a hegemonia que claramente pretendeu exercer sobre as Forças Armadas - chegando ao ponto de adulterar os normais rituais de iniciação castrense - , o violento ataque à propriedade privada - com a respectiva coacção moral e física de pequenos, médios e grandes empresários -, os saneamentos, a mordaça à imprensa que não lhe era afecta - o caso República e os saneamentos às ordens do então praticamente desconhecido Saramago são notas dignas de registo - , os constantes apelos ao estabelecimento do "poder popular", as ocupações de casas, empresas e terras e a hegemonia da então todo-poderosa Intersindical nas decisões do mundo laboral - greves claramente políticas, então denominadas de selvagens -, não foram nada mais, senão os passos iniciais para tentar a total conquista  do poder. Tudo isto está em clara contradição com o alegações de Raquel Varela, ao garantir que "o projecto do PCP incluía um capitalismo regulado, a manutenção de Portugal na NATO e da propriedade privada."


Pelo que se lê, o PC já ensaia a experiência chinesa pós-Mao.


Prosseguindo na mesma linha, a informação divulgada pelo Clube de Jornalistas menciona os contactos de Soares com os diplomatas ocidentais - ainda estão bem presentes algumas grandiloquentes bravatas, como aquela em que o então secretário-geral do PS garantia não querer ser o Kerensky português -, tentando muito justamente convencê-los acerca da necessidade de incluir o PC no governo provisório. É totalmente acertada a suposição dessa necessidade, pois a presença de Cunhal era essencial para o objectivo central da acção soviética no nosso país, ainda hoje não se sabendo se Soares seriamente considerou essa realidade. Como poderia evoluir a situação no Ultramar num sentido agradável a Moscovo, se ausente do executivo - e logo das cúpulas dirigentes das F.A. -, o PC não pudesse influir poderosamente nas decisões tomadas? Como foi então possível a tão rápida adulteração do programa do MFA e dos seus angélicos propósitos a respeito do pluri-continentalismo português, o fulminante liquidar de Palma Carlos e a escalada que permitiu o 28 de Setembro e a imposição da estranha personagem Vasco Gonçalves? Este consiste no aspecto essencial do papel reservado ao Partido Comunista e uma cuidadosa e necessária consulta aos arquivos soviéticos, talvez num futuro ainda distante poderá fazer alguma luz sobre todos os episódios então ocorridos. A pressão nas ruas para a rápida desmobilização e abandono do cenário africano, fez titubear Mário Soares que num daqueles normais acessos próprios dos acossados, transformou-se em campeão da "descolonização", facto que o próprio Cunhal abertamente lhe atiraria à face num debate na RTP. Freire Antunes poderia agora explicar a R.V. as movimentações americanas em Portugal e quais as verdadeiras razões para a política então prosseguida pelo PS e pelo seu mais notório dirigente. 

 

Em abono do Partido Socialista, há que considerar a atempada procura do auxílio nos seus parceiros da IS e sobretudo junto dos norte-americanos, quiçá os únicos capazes de reagir assertivamente àquilo que então Soares abertamente chamava de tentativa de reedição do "golpe de Praga". Era verdade, o caos reinava no governo, no Ultramar, nas ruas, na economia, nas forças armadas e providencialmente o PC fazia crer ser a única força política perfeitamente organizada para o país conseguir alguma ordem. Além do sempre patusco anti-emigrantes Georges Marchais, em Portugal desembarcava um J.P. Sartre que se fez fotografar empunhando uma G-3 - ele, o mais apático e incógnito francês dos tempos da ocupação alemã! - aconselhando os seus novíssimos admiradores a seguirem o natural curso dos acontecimentos. Alguns outros, talvez menos conhecidos mas nem menos fervorosos pela descoberta de um novo campo de acção, garantiam já um efeito dominó sobre o conjunto europeu ocidental. Como bem conhecido compagnon de route, Sartre ia dizendo logo após conhecer os "decepcionantes" resultados das eleições para a Constituinte, que ..."o que é essencial é o poder popular que está a formar-se. Esta assembleia não me inspira confiança: os partidos não colam a um movimento popular que pediria qualquer coisa. Os partidos em Portugal representam uma espécie de ligação estranha que não corresponde a nada. As fábricas em autogestão, por exemplo, são uma manifestação de massas muito mais entendida pelas Forças Armadas do que pelos partidos que se opuseram a elas." (in Libération 26-IV-1975). No essencial, parecem afirmações exactamente decalcadas de uma desbragada entrevista - de tal forma emotiva que logo tentaram negar a sua autenticidade - que Álvaro Cunhal concedeu a Oriana Fallaci, durante a qual o severo líder do PC  orgulhosamente afirmava: “nós, os comunistas, não aceitamos o jogo das eleições (...) Se pensa que o Partido Socialista com os seus 40 por cento de votos, o PPD, com os seus 27 por cento, constituem a maioria, comete um erro. Eles não têm a maioria. Estou a dizer que as eleições não têm nada, ou muito pouco, a ver com a dinâmica revolucionária (...) Se pensa que a Assembleia Constituinte vai transformar-se num Parlamento comete um erro ridículo. Não! A Constituinte não será, de certeza, um órgão legislativo. Isso prometo eu. Será uma Assembleia Constituinte, e já basta (...). Asseguro-lhe que em Portugal não haverá Parlamento (...). A solução dos problemas depende da dinâmica revolucionária; ao contrário, o processo democrático burguês quer confinar a revolução aos velhos conceitos do eleitoralismo (...) Democracia para mim significa liquidar o capitalismo, os monopólios. E acrescento: não existe hoje em Portugal a menor possibilidade de uma democracia como as da Europa Ocidental (...). É um facto indiscutível que Portugal actualmente se dirige para o comunismo. A única coisa que não posso dizer é que forma assumirá esse socialismo. Talvez devesse poder dizê--lo, dado que sou o responsável por um partido que que não foi derrotado, muito pelo contrário. Nós, os comunistas, querê-lo-íamos integralmente mas devemos ter em conta uma realidade muito complicada e muito contraditória. O nosso programa de um Portugal comunista está certamente sujeito a rectificações (...). Nunca vi uma revolução que se desenvolva sem o apoio dos militares ou de uma força militar. Veja Cuba. Como Castro não dispunha de um exército teve que fazê-lo. E nós, que dispomos de um exército já estruturado, devemos ignorá-lo? Acredite-me, sem armas não se consegue nada (...) O MFA não é comunista nem socialista. Trata-se de revolucionários diferentes dos tradicionais. Na realidade, ideologicamente, têm correntes distintas. Mas, é inevitável que nós os comunistas estejamos de acordo com eles, porque os seus objectivos são os nossos. E um desses objectivos é o poder político constituído por um elemento popular e por um elemento militar. Quem, senão os operários comunistas, as massas comunistas, esteve ao lado dos militares desde o 25 de Abril? As forças democráticas, os socialistas, juntaram-se a eles no último momento. Apenas desfraldaram as suas bandeiras depois da vitória deles". Tudo isto foi copiosamente corroborado na imprensa afecta, adoptando-se outros recursos como a constituição de grupúsculos de pressão - alguém ainda se lembra, entre muitos outros, dos SUV? - ou a sobrevalorização do papel institucional e dirigente do MFA, em claro detrimento e subalternização dos partidos políticos maioritários.

 

Mito será alguém sequer imaginar uma remota hipótese de algum dia o PC não ter pretendido o exercício do poder em Portugal. Teve-o, tomando conta de organismos estatais, fossem eles gabinetes nos ministérios, instituições culturais, uma boa parte da opinião publicada, poder local, etc. Tudo o que se passou durante um ano e meio de conturbados conflitos, ameaças e coacção sobre o todo nacional, indicam precisamente o oposto daquilo que o processo de branqueamento pretende fazer crer.

Há ainda que atender ao dogmatismo sovietista, bastante avesso a ímpetos daqueles a quem desdenhosamente chamava de "esquerdistas" e que em certo momento pareceram dominar as ruas pelo ruído e inconsequente radicalismo que chegou ao ponto de contaminar umas forças armadas, na sua maioria doutrinariamente nada dotadas para a oposição de qualquer resistência séria. O PC não podia admitir ver arrebatar a "liderança da revolução" por grupos considerados marginais. O PC tinha o primeiro-ministro Gonçalves, contava com um medroso presidente Costa Gomes - após o PREC e a sua saída de Belém, transformar-se-ia num típico funcionário de uma conhecida correia de transmissão soviética, o CP para a Paz e Cooperação -, contava com coniventes no Conselho da Revolução e sobretudo, tinha o país controlado pela bem real ameaça física que as suas "vanguardas" significavam. 

 

Raquel Varela poderá um dia involuntariamente acabar por reconhecer que a impossibilidade do "fazer a revolução socialista" não terá partido de Cunhal, mas sim do forçoso reconhecimento das realidades impostas pela geopolítica do momento e sobretudo, pela decisiva tutela que Moscovo exercia sobre o PC. A URSS sabia até onde podia pressionar  e já tinha, graças à acção do PC no governo e na tropa, obtido a totalidade do até então importante Ultramar português. A delimitação das esferas de influência - a Conferência de Helsínquia coincidiu com o PREC - mantinha na Europa o tácito status quo estabelecido com a potência americana. Num jogo infinitamente mais complexo, o PC pouco ou nada significava, para mais sabendo-se do escasso apoio popular com que podia contar. Se numa primeira fase da "revolução" foram visíveis os ataques ao direito de reunião da gente do PS, PPD, CDS e outros - chegando-se ao ponto de serem extintos por decreto alguns partidos políticos, proibindo-se outros de concorrerem às Constituintes -, o verão de 1975 mostraria quão frágeis eram as certezas de controlo do PC sobre uma população já então pouco atemorizada e que lhe deu generosa réplica. Decididamente, os portugueses lobrigaram nas urnas eleitorais, a lápide com a qual rapidamente puseram um ponto final à efémera, arrivista e irrepetível aventura.

 

Num derradeiro espasmo de sonhadas heroicidades de antanho, Varela sugere ter sido Cunhal o agente benfazejo que impediu a guerra civil. Se alguma vez entre camaradas cogitou essa bastante improvável hipótese, Cunhal terá então salvo in extremis o seu grupo, pois o desastroso resultado do conflito estaria de antemão garantido. Apenas quem não viveu no Portugal de 1975 poderá hoje minimizar a efervescência dos estados de espírito em todo o país e a repulsa que os não-comunistas  - mais de 85% do eleitorado - votavam ao partido soviético. A narradora contabiliza espingardas, amalgama "fuzileiros e operários" da Intersindical - sempre a vertigem pelo fiel cumprimento da cartilha de todos os mitos -, afirma "superioridades" militarmente bastante contestáveis e desanimadamente termina com a voluntária não-resistência do PC. Não houve resistência, mas tão só uma desistência e o salvar das aparências, aliás garantidas por Melo Antunes.

 

A Raquel Varela apenas faltou focar o factor chave e inoportuno: a esmagadoramente contrária vontade popular.  

 


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publicado às 01:02

Sois um bando de estúpidos!

por Pedro Quartin Graça, em 04.12.12

O ministro das Finanças garante que os jornalistas interpretaram mal as palavras do Primeiro-ministro e do presidente do Eurogrupo. No fundo, quer os jornalistas, quer os Portugueses, nenhum deles tem capacidade para perceber o que Gaspar diz. O problema é que também o próprio Vítor Gaspar disse, sem margem para dúvidas, que Portugal iria beneficiar das mesmas medidas da Grécia. Afinal era MENTIRA!

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publicado às 23:05

O Bispo das Forças Armadas, D. Januário Torgal Ferreira, diz uns disparates contra o governo. No dia seguinte, o Correio da Manhã divulga que o Bispo aufere 4400 euros por mês, mostrando o conluio em que os jornalistas andam com o poder, servindo-se de informações pessoais para ataques ad hominem. Sou só eu a achar que isto é nojento?

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publicado às 13:49

O corte de rating da Moody's e o jornalismo indígena

por Samuel de Paiva Pires, em 11.07.11

Aquando do recente corte de rating da Moody's ao estado português, aqui alertei que o melhor, em vez de se entrar em histeria, era ler o comunicado da Moody's para perceber que estávamos a ser um mero peão no jogo entre o que se passa em Bruxelas e Atenas. Não é muito difícil de entender, está lá no comunicado, bem explicitado. Mas o jornalismo indígena precisa que o Professor Marcelo o leia e verbalize na sua missa dominical na TVI para dar notícia disso nas parangonas dos jornais de referência - já depois da excelente entrevista de Vítor Bento na SIC Notícias onde alertou para o mesmo. Está certo. É mais fácil dar ouvidos a certos oráculos sacrossantos que apenas constatam o óbvio ou andar por aí a lançar petições patéticas do que fazer jornalismo a sério.   

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publicado às 13:10

Estórias jornaleiras: "a China e o Japão!"

por Nuno Castelo-Branco, em 05.05.11

"A diferença é que no curso de História encontrei algumas excepções, enquanto entre os futuros jornalistas cheguei a conhecer um tipo que afirmava orgulhoso que não sabia distinguir o Japão da China. Hoje deve ser correspondente no Extremo Oriente"...

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publicado às 18:47

A Wikileaks e o profundo pensamento jornalístico

por Samuel de Paiva Pires, em 03.12.10

Hoje (ontem), numa aula de Mestrado, durante uma discussão a respeito da Wikileaks e dos documentos recentemente divulgados, em que eu defendia a necessidade do segredo de Estado, condenando a publicação destes documentos - que causa danos incalculáveis nas relações internacionais -, sendo a minha interlocutora uma jornalista, entendeu esta apelar ao princípio da utilidade. Perguntei-lhe qual a utilidade deste acto, já que os efeitos mais visíveis serão seriamente prejudiciais às relações diplomáticas dos EUA.

 

Perguntou-me ainda se eu "achava bem que os diplomatas tratassem Chefes de Estado naqueles termos". Respondi que um diplomata não pode estar sujeito a pensar que os telegramas que devem ser lidos apenas pelos seus pares e superiores hierárquicos na respectiva capital poderão ser publicados, pelo que tem o direito de se expressar como bem entenda.

 

A mesma replicou: "Então acha bem que se me apetecer eu vá ali para fora dizer que você é um anormal?". Limitei-me a sorrir e a dizer "esteja à vontade, já estou habituado, é algo que se faz muito aí por esses corredores".

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publicado às 01:13






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