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Eterna caloira

por Cristina Ribeiro, em 27.08.17

na língua portuguesa, é sempre com prazer que leio - e releio! - autores como Camilo, Tomaz de Figueiredo ou João de Araújo Correia. Desta feita são os " Pontos Finais " que me chamam de novo. Alguns capítulos já os lera, tempos atrás, mas a urgência doutro livro, não lembro já qual, obrigou-me a adiar a leitura a que hoje volto. E logo castiço vocábulo me empurra para aquele conselho do nosso grande esgrimidor do vernáculo. ( que, por sua vez, o recebera do poeta Donas Boto )

Sim; neste tempo de facilitismos digitais, os velhos dicionários, Morais ou outro, ainda nos movem, com vantagem!

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publicado às 18:50

Pronúncia e ortografia

por Cristina Ribeiro, em 21.05.15

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" Rádio e Televisão deveriam ser escolas de pronúncia da língua portuguesa. Pois não são... Em vez de escolas, são latíbulos que geram monstros. Nós, os espectadores, somos " espequetadores ". Nós, os ouvintes, somos os " óvintes ", os... timados óvintes. " Busquei este excerto da Enfermaria por me ter dado conta da grande confusão que vai lá no facebook: acham não poucos que o C de espectador se deve pronunciar. Disseram-me na escola primária que neste caso, como noutros - por exemplo o de actor - tal consoante é muda. Tem um valor diacrítico: substitui o acento gráfico ( espÉtador ); sucede, porém, que ao escrevermos espectador, estamos a respeitar a história do vocábulo, pois que provém ele da forma latina speCtare ( olhar ).

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publicado às 14:42

Ainda o abastardamento da língua portuguesa

por Samuel de Paiva Pires, em 18.05.15

Isabel Soares:

 

"A língua não é um produto de um acto de vontade do ser humano. A língua é uma propriedade emergente de comunidades humanas que surge independentemente de qualquer actividade consciente dessas comunidades. Neste sentido, a língua é um fenómeno da natureza. A língua está ligada à mente humana, emerge dessa mente e molda-a de formas que provavelmente nunca conseguirão ser inteiramente compreendidas pelo ser humano.

(...)

A língua não é um produto utilitário e não pode ser tratada como tal. Embora possa parecer um lugar comum dizer isto, não consigo deixar de ver no acordo ortográfico uma consequência da preponderância na sociedade de formas de pensar tecnicistas e cientistas. Há que perceber que manipular um fenómeno natural complexo tem, em regra, consequências que ultrapassam em muito as pretendidas. É característico do pensamento cientista tentar reduzir todos os fenómenos complexos a questões simples, e tratá-los como tal."

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publicado às 10:34

Na hora incerta...

por Cristina Ribeiro, em 13.05.15

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" Certos escrevedores e alguns escritores alegam que não são caturras nem puristas, que a língua de hoje não é a de Fernão Lopes... Estes lugares comuns revelam quási sempre uma espécie de esperteza saloia, que mais não é que o desprezo do português. Ora o respeito ao idioma não é caturrice nem purismo. É apenas dignidade. É que tudo o que se fizer a bem da Língua será a bem da Nação. ( ... ) Há por aí quem tenha a mania de alegar que sendo a língua um instrumento vivo há-de por força modificar-se, fingindo não perceber que alterar é uma coisa, e destruir é outra. " Vasco Botelho de Amaral in - A Bem da Língua Portuguesa ( na imagem, aos microfones da BBC, no ' Programa Português ' )

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publicado às 23:46

Como o Eusébio Macário...

por Cristina Ribeiro, em 12.03.15

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Só há muito pouco tempo a vi - não sei se alguma vez ostentou outro letreiro, correcto, quero dizer. Lembro que era domingo quando por lá passei, e de ter pensado que, se estivesse aberta, a minha vontade era a de entrar e perguntar ao " boticário/a " se tinha caído o B da tabuleta onde se lia Otica. Mas na montra do estaminé expunham-se óculos!!! " Óptica"?, perguntar-lhe-ia.

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publicado às 17:45

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e porque as consoantes mudas têm uma função, sim. " Afirma Renan algures que, de hoje a algumas centenas ou milhares de anos, terão completamente desaparecido da memória dos homens todos os livros que actualmente conhecemos, com excepção da Bíblia e talvez das obras de Homero. É possível que a profecia mofina do mais ático escritor francês do século passado, saída da sua pena prestigiosa n'um dia de melancólico desalento, venha a realizar-se, sendo precipitado no fundo sorvedoiro dos tempos todo o vasto repositório do saber humano, desde que o pensamento se materializou na palavra, e a palavra escrita se juntou a outras para formar - o Livro. E, assim como a acção destruidora dos flagelos tem devorado o recheio das mais famosas bibliotecas da antiguidade, tais como a que Osymandias estabeleceu no seu maravilhoso palácio de Tebas, e sobre cuja porta fez gravar a conhecida inscrição " Remédios para a alma ", e a célebre de Alexandria, que Ptolomeu Soter dotou com setecentos mil volumes, pela mesma forma é para recear que, no cumprimento da profecia do mestre, desapareça tudo quanto enche as modernas livrarias... " Conde de Sabugosa

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publicado às 22:14

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É que não tem pés nem cabeça

Reproduzidas por pasquim acordista, as acusações do Professor são óbvias. Carradas de razão, a meu ver muitas mais carradas das que, escrevia Silva Bastos em 1933, tinha o Dr. Ricardo Jorge " e com ele os seus pares na depuração da Língua pátria ", quando escrevia o médico que se se continuasse a " mascavação do nosso idioma cairíamos no ' Bundismo ' - tudo o que se quisesse, menos português de boa cepa. " Bastava percorrer páginas de livros, colunas de periódicos... ". Hoje esse percurso, mais do que nunca, causa arrepios.

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publicado às 05:54

Por-tugal: um imenso hífen

por John Wolf, em 05.06.14

O mais grave da campanha da Olá é que foram muitos os responsáveis pela calinada. Existirá uma designação para aqueles que vêem hífens onde estes não existem? Não se esqueçam que foi um quadro superior que em última instância aprovou a campanha da Olá. Mas houve mais gente envolvida. Pelo menos um account, um copywriter, o director de uma agência de publicidade, um director de marketing, um director financeiro e um designer-gráfico. O trabalhinho passou por tanta gente e ninguém viu nada. Isto não abona a favor de ninguém. Assim vai Portugal - não vê, não viu, ou simplesmente não quer saber. Não sabe.

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publicado às 15:43

 

o autor da « Enfermaria do Idioma », com a autoridade de quem mostrou, no muito que escreveu, cuidados tamanhos com a Língua da Pátria Grande, vem nesse seu escrito zurzir, em acto premonitório, já se disse, o que houveram por bem designar acordo ortográfico, em dia de falha inspiração; aborto, veio depois a correcção.

Certeiro, quando escreve: " Letras aparentemente ociosas campeiam em qualquer Língua aparentada com o Português. Alguém convencerá o Espanhol a suprimir o d de soledad? Alguém convencerá o Francês a suprimir o de gilet? Dirá o espanhol que o d lhe abre o a. E o Francês que o t lhe abre o e.

Antes o " gilet " fique sem botões do que sem e aberto - diria o Francês com aborrecida graça, a quem lhe propusesse a supressão do " t ".

            Nós, se nos quiserem tirar o c de espectador, somos capazes de concordar. Não diremos que o abre o que tem às costas, não diremos que é preciso distinguir espectador de espetador, não diremos nada. Nem sequer diremos que o , em muitos casos, deve subsistir para nos não divorciarmos de civilizações latinas, próximas da nossa civilização. Haja em vista o de actor e outros. "

 

Como estava longe, João de Araújo Correia, dos Malaca Casteleiros. Mas previu que eles nos pudessem surgir pela frente. E disse-nos para resistirmos.

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publicado às 13:35

Um dicionário único.

por Cristina Ribeiro, em 25.02.14

« Licante »?; « Lapador »?; « regateiras-de-Abril »?; « arroz de goldras »?; « comer focinho de porco »?.........................


Livro póstumo, este, publicado em Dezembro de 1970, mas sobre o qual João Araujo Correia havia já escrito dois anos antes, n'O Comércio do Porto, porque, necessariamente, acompanhara a sua génese, a sua elaboração, fruto do " enamoramento pelo vocabulário regional ainda vivo nos Arcos de Valdevez [ " terra de coração " do escritor bracarense ] e, aqui no Douro, em Aldeia de Cima, donde é oriundo, por qualquer costela, e aonde vem, de tempos a tempos, visitar Fausto José ".


São termos e expressões que colhe junto do povo, e que, por mais que procure a sua origem e sentido, esbarra com o silêncio dos dicionaristas, os quais " por vezes,sabem ainda menos que um - apre, que analfabetos! - e outras, frequentes, dão raia. ..."; é ainda junto desse povo chão que ele busca, e encontra, as tão apetecidas significâncias.

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publicado às 18:15



Ontem estive um bom bocado de tempo a procurar, via Google, quais as editoras que editam os livros em português. Recuso-me a enlamear a biblioteca que o meu Pai nos deixou com escritos " acordês ".

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publicado às 13:48

De lá, da sua « Pátria pequena »,

por Cristina Ribeiro, em 13.02.14
 o escritor não se cansa de zurzir os que à língua pátria dão tratos de polé, a quem, muito justamente, chama ingratos, e não foge João de Araújo Correia de dizer que " uma das causas da degeneração da nossa língua é o descaso que toda a gente faz dos escritores portugueses "; ainda se tal ingratidão " recaísse apenas em escritores maus "...
Mais diz: " O culto dos nossos livros, dignamente escritos, desapareceu. A prosa dum Herculano, dum Garrett, dum Camilo, dum Eça ou dum Ramalho jaz arrumada em prateleiras como corpos mortos em gavetões de jazigo. "

É mesmo de Ingratidão que se trata, esse aleijão que veio para ensombrar a vida em Portugal, e não apenas no que à língua se refere.

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publicado às 20:55

Resistir.

por Cristina Ribeiro, em 27.08.13

Como agora, face a essa imposição acordista que tem em mira a criminosa desfiguração da nossa Língua, também aos portugueses d'antanho se pôs como única alternativa a resistência, em maré de " uniformização foneticista ".

O caso paradigmático, porque de quase todos conhecido, é o de Fernando Pessoa, que se recusou a deixar o ph de " pharmacia "; mas muitos foram os intelectuais que se juntaram aos muitísimos anónimos nesse propósito de não cessão. É esse o caminho seguido pelo poeta bracarense João Penha.




"   A TRISTE COUSA "

Elle era trovador, e não obstante

Julgava o amor ethéreo uma mentira

Assumpto apenas necessario á lyra;

E só ao natural amou constante.



Cançado, como um velho caminhante,

Mortiço o fogo da amorosa pyra,

Eis o que respondeu á doce Elvira,

Que insistente o queria por amante:



« Debalde o amor n'esse teu peito arde: 

  Vales mais do que as minas do Perú,

  Mas eu não posso amar-te: agora é tarde.



« Eu vou no occáso; estás na aurora tu; 

Illudir-te seria de covarde;

Eu proprio não me atreveria a olhar-me nu! »

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publicado às 23:51

Se eles não pararem...

por Cristina Ribeiro, em 06.08.13
" A historia da origem da lingua portugueza é como a historia de todas ou de quase todas as linguas: amalgama de muitos idiomas, rude em sua infancia, polida e culta e mais e mais engrandecida pelos escriptores, pela philosophia e pela necessidade "..
Assim escrevia, em 1870, António Francisco Barata no seu « Advertencias Curiosas sobre a Lingua Portugueza »
                         E se é certo ter ela origem nessa amálgama, viu-se já que a sua fonte primeira é o chamado latim vulgar. É com esse passado matricial que os " desertores " querem acabar. 
Como referiu um comentarista sobre postal versando o mesmo tema, " Com este governo não se pode contar, pois nada da cultura lhe interessa.
Temos de ser nós, os anónimos Portugueses, a escorraçar o aborto ortográfico ! "; mesmo! apenas nos resta resistir, e nessa resistência encontramos, felizmente, nomes de peso nos meios culturais, que nos dizem que a luta não terminou ainda, seja qual for a deliberação dos políticos.

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publicado às 16:40

Parem com isso!

por Cristina Ribeiro, em 05.08.13

Cumprindo um desejo de meu Pai - que mantivéssemos e, se possível, acrescentássemos a biblioteca que nos legou -, no sábado um irmão adquiriu mais um livro, a que bastava o título para o tornar apetecível. Versa, nem mais nem menos, o excelso labor do padre inglês da congregação religiosa fundada por S. Caetano de Thiene, Rafael Bluteau, que no século XVIII coligiu a lexicografia portuguesa no monumental « Vocabulario Portuguez e Latino ».

Com efeito, na obra de João Paulo Silvestre, ora editada pela Biblioteca Nacional de Portugal, lê-se a dado passo: " Compôs o mais extenso repositório da memória da língua até ser progressivamente substituído pela obra moderna de Morais Silva ".

   Tem tudo para ser um livro daqueles que prendem a atenção de todos quantos se interessem minimamente pela Língua Portuguesa. 

Mas eis que, logo nas primeiras páginas, deparo com um senão que tenho, e felizmente nisso sei que estou muitíssimo bem acompanhada, por intransponível: aderiu ao chamado acordo ortográfico, sendo frequentes os " mamarrachos " como « expetativa ».

                       

                               Meu Deus, até a Biblioteca Nacional!...


Apenas posso desejar que a sensatez resolva visitar aquele palácio para as bandas de S. Bento, que essa monstruosidade seja reduzida a cinzas, e, consequentemente, tal Biblioteca volte a editar este livro, agora em termos decentes...

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publicado às 19:13

" Preciso de ir beber à fonte dos nossos Cancioneiros a água fresca da Língua donzela, a que canta como zagala, nas bailias ágil, matinal nas albas, marinha nas barcarolas. Verbo que ensaia as asas e chalreia, linguagem a fresco, ela me limpa de crostas sobrepostas de adjectivos, da lazeira dos lugares-comuns.
Ei-la, a mezinha adorável - a nossa língua românica, de linho grosso, a doce e rude. E quantas vezes, lendo autores sábios, me lembro dela como o poeta da namorada: " Que soydade de mha señor hei..."

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publicado às 14:50

Frases com Sentido.

por Cristina Ribeiro, em 08.06.13
" A História da civilização de um povo não é mais do que a historia do seu progresso intelectual; e nesta é a história da linguagem uma parte integrante, ou para melhor dizer, essencial. "

Francisco José Freire, Prefação das « Reflexões sobre a Língua Portuguesa »

Tenho para mim que a minha pátria é muito mais do que a língua portuguesa, mas também sinto que ela é um elemento fulcral da História de Portugal, desde que emerge do latim vulgar até ter atingido a actual " roupagem ", e é enquanto fulcro da História pátria que a acarinho.

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publicado às 00:26

Uma História a respeitar:

por Cristina Ribeiro, em 27.03.13

a da Língua Portuguesa.

" Um povo que despreza a sua Língua é um agregado social que se abastarda " - Prof. Mendes dos Remédios



Essa História de que iluminados, como Lídia Jorge, e outros com responsabilidades acrescidas, porque professores universitários no âmbito linguístico, querem fazer tábua rasa.   


Em artigo enviado de Leipzig, onde leccionava filologia romana, para a Revista da Faculdade de Letras de Coimbra, escreve o professor Harri Meier:

     " O português deriva, como as línguas românicas suas irmãs, essencialmente da linguagem falada nos últimos séculos do Império Romano, do chamado latim vulgar: isto é um resultado irrefutável das investigações filológicas do século XIX. ( ... ) Se o português e o espanhol se diferenciam hoje nitidamente um do outro, apesar da base comum do latim vulgar, isto reside em que em tempos post-romanos ambos se afastaram dela com maior ou menor profundidade. ( ... ) Em tudo o português, nesta evolução posterior se caracteriza como o mais conservador: para o latim portus e mel tem o português porto e mel, sem ditongar as vogais, como o espanhol puerto e miel; conserva as formas leito e oito, por ex., com it, e não o transforma no ch tipicamente castelhano como em lecho e ocho.

Os citados particularismos só se podem explicar pelo carácter nacional diferente " 


Uma História enriquecida por palavras com génese no Grego. Como a História de um Povo, devemos acarinhá-la.

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publicado às 19:14

Tudo está interligado.

por Cristina Ribeiro, em 22.01.13
Uma dessas coincidências que nos fazem sorrir: falava-se ontem da beleza do falar do povo, da linguagem de Camilo, e, vindo a talho de foice, questiona-se/nos um comentarista sobre o provável significado de uma fala do escritor, « Cruzes e santo breve da marca! », apresentando como possível interpretação: "  Julgo que faz referência a determinado sítio da cidade do Porto, onde haveria uma ermida ou oratório de algum santo, e que teria a ver - a Marca -  com referenciais para a navegação que demandava a traiçoeira barra da Foz."
Ora, eu , desconhecedora da topografia do Porto, não me atrevi a tecer qualquer comentário. Já era um pouco tarde, pelo que desliguei o computador e comecei a ler o romance que acabara de tirar da estante: « Miss Esfinge », de Campos Monteiro; quase logo no início diz o escritor que o protagonista, morgado da minhota Pedralva, tinha residência citadina junto da Torre da Marca.

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publicado às 15:56

« A Beleza e Riqueza da Linguagem do Povo »

por Cristina Ribeiro, em 21.01.13
" Nas aldeias do norte d'esta nossa terra pittoresca de linguagem, algumas vezes perguntava eu quantos anos tinha tal velhinho, e não entendia esta resposta: « já passa de dous carros ». Vim depois a saber que lá se contam os anos a quarenta por cada carro, por analogia com o carro de pão de quarenta alqueires. " 
Camilo Castello Branco, « Novellas do Minho »

Ainda hoje é assim; pude comprová-lo há tempos, quando à minha pergunta o António respondeu: faço um carro. Teve de me explicar por miúdos o que era isso de " fazer um carro ".

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publicado às 17:48






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