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Bananas em pijamas

por João Quaresma, em 03.04.15

Interessante, o comentário de Paul Krugman ao desaparecimento de José Silva Lopes, no seu blogue.

Dias depois de Armando Sevinate Pinto, Portugal perde mais um dos poucos que sobram das gerações que ainda sabiam o que era governar um país. E o que assusta é que, entre as novas gerações, formadas e educadas com o dinheiro dos pijamas, com acesso a lugares de decisão governativa, não se vêem muitos que os substituam. Agora, sim: bananas.

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publicado às 01:25

Krugman, cállate!

por João Pinto Bastos, em 29.05.13

O espaço público tem vindo a ser desajeitadamente ocupado por nulidades andantes, sobretudo quando está em jogo a emissão de prognósticos sobre a ciência mais oculta da contemporaneidade, comummente conhecida por economia. A indústria do falatório comentadeiro abrange um pouco de tudo: desde economistas nobelizados até políticos falastrões. Hoje, vou falar-vos de um economista nobelizado. Não é português, como, certamente, calculam, porém, a proveniência americana do dito cujo não obstou a que o mesmo, pago principescamente, exerça os seus dotes de cartomante, num estilo que pede meças aos Professores Karamba da Brandoa. Falo, pois, de Paul Krugman, o mago americano. Ontem, num exercício de puro masoquismo, li um dos últimos libelos deste comentadeiro nato. O que disse, então, Krugman? Estão preparados? Pois bem, aqui vai: Krugman, o especialista-mor em boutades rançosas, afirmou que a solução para a crise portuguesa está numa política monetária e orçamental expansionista. Ou seja, depois de nos termos endividado até ao tutano, a única solução que temos à disposição é a continuação deste boníssimo programa de endividamento maciço. Fantástico, não é? A ideologia de Krugman baseia-se num princípio que, em bom rigor, não destoa em nada da visão mirífica do papá da República, Mário Soares. Não há dinheiro? Imprima-se! O país não cresce? Invista-se maciçamente. Os juros sobem? O BCE   imprime dinheiro! O desemprego aumenta? Criem-se mais postos de trabalho na função pública! As empresas fecham? Proíba-se a circulação de capitais. Estão a perceber a lógica da coisa? Esta gente vive numa redoma, bem fechadinha, completamente imune à realidade. Portugal bateu com a cabeça na parede, mas a única coisa que Krugman tem para dizer, logo ele que tem a obrigação de saber um pouco mais da poda, é que a solução para os problemas existentes é a repetição inverosímil do caminho que nos guindou a este caos financeiro e económico. A realidade é, de facto, um instrumento facilmente modificável ao sabor dos nossos desejos abstractos. O que importa é que os nossos sonhos juvenis de crescimento económico eterno, regadinho a crédito, permaneçam indemnes. Nem que para isso os contribuintes sejam fiscalmente sodomizados. Bela solução, caríssimo Paul. É por estas e por outras que o prémio Nobel se encontra nas ruas da amargura. 

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publicado às 00:11

Krugman is overrated

por Samuel de Paiva Pires, em 13.08.12

 

(imagem daqui)

 

John Phelan, na Standpoint:

 

«When Friedrich von Hayek became a Nobel Laureate in economics in 1974 he said: "The Nobel Prize confers on an individual an authority which in economics no man ought to possess." The truth of this is demonstrated daily by the case of Paul Krugman.

 

Krugman and his supporters whip out his Nobel Memorial Prize in Economic Sciences like a Top Trump of Diego Maradona. It is awarded annually — so why the special fuss about a prize Krugman won four years ago? His Nobel is being used to intimidate opponents. Any opposition to Krugman with his Nobel Prize is opposition to science itself.

 

Why Krugman generates so much opposition isn't hard to fathom. From his perch in the New York Times he says one ridiculous thing after another. (...)

 

As for that Nobel Prize, Paul Krugman won it for his work on international trade patterns, not his crackpot Keynesianism. Sir Paul McCartney won an Ivor Novello award for writing "Yesterday". That doesn't mean sentimental schlock like "Mull of Kintyre" is worth listening to.»

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publicado às 15:00

And now for something completely different

por Samuel de Paiva Pires, em 16.08.11

Paul Krugman, o arauto moderno do keynesianismo, no seu melhor (via O Insurgente):

 

El Premio Nobel apeló a una invasión alienígena en EEUU para solucionar la crisis y reactivar la economía. El discípulo de Keynes sorprendió en el ejemplo expuesto, pero no en sus teorías según las cuales si no hay suficiente consumo la economía se ralentiza y se reduce el crecimiento, que para Krugman es lo que está sucediendo, por lo que hay que aumentar el consumo como sea.

 

(...)

 

Para Krugman una invasión extraterrestre provocarían un gran aumento del gasto público en defensa, es decir, toda la sociedad se afanaría en producir bienes que protegieran a la población de este ataque, con lo que la economía se reactivaría.

 

(...)

 

Además justificó su teoría de que un ataque alienígena generaría activación económica explicando que "si descubriéramos que los extraterrestres estaban planeando atacar y necesitáramos una inversión masiva para contrarrestar la amenaza, la inflación y el déficit presupuestario serían un problema secundario y esta recesión podría terminar en 18 meses".

La idea de los extraterrestres, inspirada según Krugman en un episodio de la serie Más allá de la realidad, es obtener un "estímulo fiscal" como los acometidos por la mayoría de los gobiernos occidentales pero en mayor escala. El que luego la amenaza extraterrestre no fuera real sino "un error" daría lo mismo, porque estaríamos de todos modos mejor.

 

Só me ocorre isto:

 


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publicado às 13:03

No The Conscience of a Liberal, esse mesmo, Paul Krugman:

 

I’m with Calculated Risk here: it says something about the sheer desperation of the European situation that Portugal’s ability to sell 10-year bonds at an interest rate of “only” 6.7 percent is considered a success. If you think about the debt dynamics here — the burden of growing interest payments on an economy that is likely to face years of grinding debt deflation — an interest rate that high is little short of ruinous. But it is, indeed, not as bad as people were expecting last week; hence, success.

A few more successes and the European periphery will be destroyed.

 

Leitura complementar: A culpa é nossa, de Carlos Abreu Amorim (Blasfémias)

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publicado às 00:26






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