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Repugnante

por Samuel de Paiva Pires, em 12.11.17

Paddy Cosgrave não necessitava de pedir desculpa pelo jantar no Panteão Nacional. Existe enquadramento legal para este tipo de eventos e o jantar não poderia ter acontecido sem autorização da tutela, que também autorizou a NAV a organizar um jantar de gala no Panteão. Ademais, em eventos da magnitude da Web Summit, tudo é planeado ao pormenor com meses de antecedência, pelo que é óbvio que o Governo tinha conhecimento do jantar e autorizou-o. De todas as atitudes pouco edificantes com que o Primeiro-Ministro já nos presenteou, armar-se em virgem ofendida e tentar culpar o despacho proferido pelo governo anterior pelo sucedido, como se o Ministério da Cultura (em particular, a Direcção-Geral do Património Cultural) não tivesse de autorizar o jantar, é certamente das mais repugnantes.

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publicado às 02:00

Fase de rescaldo

por Samuel de Paiva Pires, em 18.10.17

A agora ex-ministra da Administração Interna já não tinha condições para continuar no cargo há, pelo menos, 4 meses. Era inevitável que saísse do Governo, embora não seja despiciendo referir que foi necessário o Presidente da República intervir para António Costa se submeter ao que já era mais do que evidente. Mas agora, independentemente da dança das cadeiras no Governo, o que importa é saber se o Primeiro-Ministro vai tornar a reforma do dispositivo de prevenção e combate aos fogos uma prioridade nacional, alocando os recursos que forem necessários para evitar que se volte a repetir algo que possa assemelhar-se ao que aconteceu no passado fim-de-semana e em Junho. Agora que veio a chuva, esperemos que não se limite a mudar pouca coisa para que, na essência, fique tudo como está e para o ano haja mais do mesmo, como vem acontecendo há já cerca de 40 anos. Quanto mais não seja, e como Marcelo Rebelo de Sousa deixou patente no seu discurso, para assegurar a sobrevivência do seu Governo - algo que parece motivar o Primeiro-Ministro muito mais do que considerações éticas, sobre o interesse nacional ou a respeito das funções primordiais do Estado.

 

(também publicado aqui.)

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publicado às 22:31

Vergonhoso

por Samuel de Paiva Pires, em 16.10.17

O discurso proferido há pouco por António Costa é absolutamente vergonhoso. A total falta de empatia, a incapacidade para a assunção de responsabilidades, a ausência de um pedido de desculpas aos portugueses por, em larga medida, terem sido deixados à sua sorte nestes últimos dias e pelos disparates ontem proferidos por membros do seu governo e por ele próprio, a repetitiva remissão para o relatório da comissão técnica independente sobre a tragédia de Junho deste ano, tudo isto é absolutamente deplorável. António Costa mostrou não ter qualquer sentido de Estado e que a reputação de politiqueiro lhe assenta como uma luva. Se dúvidas houvesse a este respeito, bastaria atentar no resumo de Gabriel Silva dos erros e responsabilidades directas que o Primeiro-Ministro teima em não assumir. Tudo isto vindo de um Primeiro-Ministro que afirma agora que "Depois deste ano nada ficará como dantes", quando a sua proposta de Orçamento do Estado para 2018 não deixa adivinhar qualquer mudança estrutural no dispositivo de prevenção e combate aos incêndios. Como acontece há já cerca de 40 anos e como o próprio António Costa afiançava ontem, para o ano há mais, infelizmente. 

 

(também publicado aqui.)

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publicado às 22:02

Medalhas socráticas

por John Wolf, em 28.10.14

ssm62-2

 

Sei que faz parte da matriz cultural portuguesa a progressão na carreira ao fim de certos anos de serviço e a passagem administrativa de mero funcionário a quadro da entidade em causa, e, que para todos os efeitos, o desempenho pode ser um mero factor secundário - o que conta é que se apresentou no emprego e não teve muitos dias de baixa médica. Ou seja, nem é preciso ser bom naquilo que se faz. É preciso é aparecer e ocupar o gabinete. Já devem ter percebido do que falo. Onde está escrito que o Presidente da República é obrigado a condecorar um Primeiro-Ministro? Mesmo que pareça uma tradição ou seja um costume, o direito discricionário deve prevalecer - a medalha não deve ser atribuída de um modo burocrático. Se vamos pelo caminho do choradinho - "aquele menino recebeu um chupa-chupa e eu também quero" - estaremos de facto a nivelar tudo e todos de acordo com a mesma bitola baixa. Se assim fosse, atribuir-se-ia a distinção logo na tomada de posse, no momento inaugural, no dia da vitória eleitoral, no primeiro visionamento da ecografia política. Quem sabe ao certo qual o tempo de gestação das decorações? Se a medalha for como o vinho do Porto, então talvez valha a pena esperar uns bons 50 anos para brindar. Talvez seja boa ideia pensar uns segundos sobre a matéria.

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publicado às 10:23

Piadas à parte

por Samuel de Paiva Pires, em 18.02.14

Isto é mais ou menos como o "a minha reforma de 10 mil euros não chega para as despesas" de Cavaco Silva. Num país com um custo de vida cada vez mais proibitivo, com impostos demasiado elevados e, especialmente, com tanta gente a auferir salários e reformas baixas,  a quem os efeitos das exportações e bons indicadores macroeconómicos ou chegam de forma ténue, ou não chegam de todo - por mais propaganda que o pensamento camilo-lourencista faça -, um Primeiro-Ministro não pode colocar-se ao mesmo nível daqueles que mais sofrem, mesmo que até sofresse como estes. Primeiro porque em Passos Coelho, que cultiva uma pose distanciada, soa a falso e a eleitoralismo. Segundo, e mais importante, porque é insultuoso para quem de facto é "pouco abonado".

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publicado às 18:58

O país pergunta (2)

por Samuel de Paiva Pires, em 10.10.13

Alexandre Guerra, "Um programa que é como é e nada mais do que isso":

 

«E aqui, diga-se justamente, apenas Ricardo Costa conseguiu olhar para o programa como ele foi: uma simples conversa entre convidado e público. Não se tratava de uma entrevista clássica nem pretendia ser um espaço tradicional jornalístico ou debate televisivo. E isto foi assumido com uma certa naturalidade e até humildade pelo director do Expresso, reconhecendo inclusive que, entre algumas perguntas menos conseguidas, havia outras colocadas por pessoas "normais" que ele jamais se lembraria.

 

Quanto aos outros comentadores que por aquela hora estavam repartidos pela SIC N, TVI24 e RTPI, foi um triste espectáculo ver o seu pensamento toldado e a sua arrogância sem limites, impossibilitando-os de fazer uma análise objectiva e crítica de um formato que nada tem de inovador nem de nefasto, mas que só agora chegou a Portugal. Trata-se, efectivamente, de um modelo experimentado em várias partes do mundo, nomeadamente nos Estados Unidos, e que cumpre com a função para o qual foi idealizado. Apenas isto e só isto.»

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publicado às 12:36

O país pergunta

por Samuel de Paiva Pires, em 09.10.13

Só liguei há pouco a RTP e, portanto, não me vou manifestar a respeito do conteúdo. No que ao formato concerne, parece-me que isto é provavelmente a melhor acção de comunicação deste governo. Pode-se gostar ou não, mas o formato é inovador para a realidade portuguesa e, do meu ponto de vista, muito bem-vindo.

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publicado às 22:45

As coisas são o que são

por Samuel de Paiva Pires, em 02.09.13

Mr. Brown, A casta sagrada:

 

«Segundo alguns, o PR tem qualidade duvidosa. A Presidente da AR tem qualidade duvidosa. O PM nem tem qualidade duvidosa, pura e simplesmente não tem qualidade. O Seguro tem qualidade duvidosa. Os deputados, grosso modo, são de qualidade duvidosa. A maior parte dos que exercem cargos de nomeação política são de qualidade duvidosa. No entanto, os juízes do Tribunal Constitucional, escolhidos pelos deputados de qualidade duvidosa, são de uma qualidade suprema que os deixa imunes à crítica e que nos deve deixar plenamente tranquilos quanto à qualidade das decisões que tomam.»

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publicado às 23:27

Keep calm (3)

por Samuel de Paiva Pires, em 07.04.13

Portanto, se bem entendi, quase 2 anos depois, o governo vai começar a fazer aquilo que prometeu em campanha eleitoral e que está prescrito no memorando de entendimento com a troika. Agora aguardemos para ver se os cortes de despesa serão racionais e justos.

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publicado às 18:59

Keep calm (2)

por Samuel de Paiva Pires, em 07.04.13

As notícias sobre a morte deste governo foram manifestamente exageradas. Mas o histerismo à esquerda e à direita divertiu-me imenso.

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publicado às 18:54

A moda da cantoria da "Grândola, Vila Morena"

por Samuel de Paiva Pires, em 19.02.13

Interromper um discurso do Primeiro-ministro na Assembleia da República com a cantoria da "Grândola, Vila Morena" tem qualquer coisa de simbólico e que fica gravado, pela apreciação ou não, nas mentes dos portugueses, especialmente na conjuntura que vivemos. Repetir a cantoria interrompendo um Ministro, nos moldes patéticos que este vídeo revela, vulgariza o primeiro acto, retirando-lhe grande parte da carga simbólica, especialmente quando o Ministro se junta à cantoria. É pena. E eu que nem gosto da música. Só espero que isto se perceba, não vá outro grupo de "cantores" surpreender-nos um destes dias quando, por exemplo, Vítor Gaspar estiver a discursar. Poupem-me, a mim e a todos os portugueses, por favor, a ter de ouvir o Ministro das Finanças a cantar. Como dizia alguém, quando quem manda perde a vergonha, quem obedece perde o respeito. E Relvas ainda gozou, fazendo coro com os "cantores". Há algo de terrivelmente errado com Portugal, para termos deixado de produzir estadistas e estarmos entregues a isto.

 

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publicado às 00:17

"Fenomenologia do Ser"

por Samuel de Paiva Pires, em 28.12.12

TSF:

 

«Nós não somos duas pessoas, eu sou primeiro-ministro e também sou cidadão. E apesar de não utilizar o mesmo registo quando falo com a minha família ou com os meus amigos ou quando falo com os cidadãos, na minha qualidade de cidadão também, que muitas vezes uso quando falo como primeiro-ministro, isso não significa que diga coisas diferentes», afirmou Passos Coelho.



Leitura complementar: Da falta de sentido de estado

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publicado às 23:56

Da falta de sentido de estado

por Samuel de Paiva Pires, em 26.12.12

E pronto, lá volta este jotinha às intimidades no Facebook, a chamar-nos amigos e a mandar-nos abraços. Mas alguém pode fazer compreender ao fulano que ele é Primeiro-Ministro e não o líder de uma distrital qualquer da JSD? Como dizia alguém, quando quem manda perde a vergonha, quem obedece perde o respeito.

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publicado às 19:30

Evidentemente, acompanho as críticas feitas aos deputados do CDS, que provêm em larga medida de muitos militantes. Porém, se por um lado o João Távora tem razão quando afirma que "o que ressalta para mim de mais grave nisto tudo é o irremediável descrédito alcançado por uma promissora geração de jovens políticos", e também o Carlos Guimarães Pinto ao fazer notar as consequências que isto tem na jovem e frágil corrente liberal na política portuguesa, não deixa, contudo, pelo que vou lendo de militantes do CDS, de ser saudável que no seio do próprio partido se discuta abertamente esta situação. 

 

Permitam-me, no entanto, salientar o óbvio. Sabendo-se que o CDS não tem a força que o PSD tem no Governo, é perverso apontar apenas espingardas ao primeiro e deixar o segundo incólume. O Primeiro-Ministro é Pedro Passos Coelho e o Ministro das Finanças é, obviamente, seu. São os dois principais responsáveis por este péssimo Orçamento. E o PSD foi eleito prometendo, tal como o CDS, totalmente o oposto daquilo que está a fazer. O CDS está a ser queimado em lume brando enquanto o PSD tenta passar entre os pingos da chuva - o que não deve deixar de agradar aos politiqueiros da São Caetano e deveria preocupar Paulo Portas -, quando é a este último que se deve em larga medida este Orçamento.  Aquilo a que assistimos nos últimos meses foi a um jogo de forças em que o CDS é o elo mais fraco à mercê de um PSD que sabe que o CDS não provocaria uma crise política num momento tão delicado da vida nacional. Convinha que os eleitores não o esquecessem e retirassem as devidas ilações.

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publicado às 12:56

Felizmente, prevaleceu o bom senso no ISCSP

por Samuel de Paiva Pires, em 02.10.12

Do site do ISCSP:


«O Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) concluiu hoje o processo de inquérito ao aluno Pedro Filipe Afonso, na sequência dos factos ocorridos no passado dia 26 de Setembro, por ocasião da conferência de homenagem ao Professor Adriano Moreira e aquando da entrada do Primeiro-Ministro nas instalações do ISCSP.

 

Em face das conclusões do instrutor do processo, o Presidente do ISCSP determinou o seu arquivamento, com uma advertência sem consequências disciplinares, considerando a conduta anterior do estudante e as suas declarações em processo, que reconheceu ter usado expressões inapropriadas.»

Leitura complementar: Revoltantes crónicas da decadência anunciadaÀ atenção dos ISCSPianosUm país de hipócritas e cobardes.

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publicado às 17:31

Tantas vezes desvalorizado, outras tantas esquecido, aqui fica um meme cortesia do ISCSPleaks:

 

 

 Leitura complementar: Revoltantes crónicas da decadência anunciadaÀ atenção dos ISCSPianosUm país de hipócritas e cobardes.

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publicado às 12:17

Um país de hipócritas e cobardes

por Samuel de Paiva Pires, em 02.10.12

Num país onde o vernáculo é utilizado amiúde por qualquer pessoa, de qualquer estrato social, onde toda a gente se insulta a toda a hora, onde a má educação é não raras vezes, e infelizmente, a regra no espaço público, andam por aí umas carpideiras escandalizadas armadas em defensoras da boa educação, que querem à força escalpelizar um miúdo de 20 anos por ter insultado o Primeiro-Ministro, num equilíbrio de forças manifestamente desproporcional. Permitam-me sugerir que, para agradar às virgens ofendidas, se crie um gigantesco reformatório a la Orwell para reeducar toda a população portuguesa, e que estas muy moralistas guardiãs da boa educação, dos valores e não sei de quê mais, sejam as suas directoras. Se a hipocrisia e a cobardia pagassem imposto, a dívida pública portuguesa já seria apenas uma recordação.

 

Entretanto, aguarda-se pacientemente que as muy bem educadas virgens ofendidas processem ou enviem para o tal campo de reeducação Eduardo Catroga por ter dito "pintelhos" na televisão, Sócrates por ter dito que mansa era a tia de Louçã e José Eduardo Martins por ter mandado outro deputado para o "c*ralho".

 

Leitura complementar: Revoltantes crónicas da decadência anunciadaÀ atenção dos ISCSPianos.

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publicado às 11:50

Da série "Coisas que se aprendem no Facebook"

por Samuel de Paiva Pires, em 28.09.12

Sobre isto: um agente do corpo de segurança do PM não pode ser filmado, pelo que terá legitimidade para agredir um jornalista que o filma enquanto de forma despropositada tenta calar um estudante que gritou qualquer coisa contra o PM. Pelo meio, graças a Deus que temos a polícia a zelar pela definição de ofensa.


Dado que o PM é constantemente filmado, importa salientar o óbvio: o corpo de segurança também é. E uma sociedade e um governo que não sabem lidar com críticas, mesmo que ofensivas, são meio caminho andado para um regime autoritário. Mas qualquer semelhança com um regime do género é pura coincidência. Só gostava de ver os intervenientes e comentadores em termos de cores partidárias trocados, para testar a verticalidade de certas colunas.

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publicado às 01:01

Revoltantes crónicas da decadência anunciada

por Samuel de Paiva Pires, em 27.09.12

Neste vídeo, vê-se um Primeiro-Ministro a ser recebido numa faculdade pelo Secretário vitalício desta, para pouco depois um aluno ser tratado por um segurança do PM de uma forma que me escuso a classificar. Mas este vídeo é ainda mais nojento e revoltante, pela actuação da polícia. Eu recusava identificar-me e virava costas à polícia. Gostava que isto tivesse acontecido há uns anos, comigo e mais uns quantos amigos ISCSPianos. É que nos meus tempos, várias dezenas de amigos e conhecidos rapidamente surgiam em defesa de um ISCSPiano em situações deste género. O que não se vê neste caso, e é pena. Espero que não se tenha perdido de todo o espírito de escola que outrora existiu, quando nos defendíamos uns aos outros contra quem de fora intentava contra nós e quem de dentro agia injustamente. 

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publicado às 18:22

"Gaspar, tudo se arranja, vê lá se a gorda quer uma canja"

por Samuel de Paiva Pires, em 17.09.12

Sem dúvida, uma das melhores Mixórdias de Temáticas de Ricardo Araújo Pereira:

 

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publicado às 18:10






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