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In memoriam - João Mattos e Silva

por Samuel de Paiva Pires, em 18.09.17

(fotografia daqui)

 

No Sábado passado recebemos a triste notícia da partida de um homem bom, um patriota, incansável lutador pela causa monárquica, João Mattos e Silva. Aqui fica o texto da Real Associação de Lisboa neste momento difícil para a sua família e amigos, a quem endereçamos as nossas condolências:

É com o mais profundo pesar que comunicamos o falecimento do nosso associado JOÃO MATTOS E SILVA, exemplo de dedicação ao Ideal Monárquico, sendo de destacar o frutuoso trabalho como presidente da Juventude da CAUSA MONÁRQUICA, mais tarde como primeiro presidente eleito da CAUSA REAL, e em tempo mais recente presidente da REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA.
Dirigiu a Real de Lisboa no momento mais crítico da vida da instituição, e conseguiu reunir e liderar um grupo de associados quereergueram e renovaram a associação, num esforço continuado pelos elencos directivos que se seguiram.
Nunca o João Mattos e Silva, mesmo quando passou formalmente o testemunho, deixou de prestar o seu apoio, dar a sua opinião, partilhar a sua imensa experiência, num labor associativo difícil de igualar.
Apresentamos à família enlutada as nossas sentidas condolências, informando os associados e simpatizantes que as exéquias terão lugar na Igreja de São João de Deus, à Praça de Londres, Lisboa :
- Velório amanhã, Domingo, a partir das 17h;
- Missa de Corpo Presente na Segunda-feira, às 10h30, seguindo depois o cortejo fúnebre para o cemitério do Alto de São João.

A DIRECÇÃO

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publicado às 17:28

Programa para o próximo Sábado

por Samuel de Paiva Pires, em 19.11.15

ral debate chefia de estado.jpeg

 

Texto daqui:

 

"Quarenta anos passados sobre a consagração do semipresidencialismo pela Assembleia Constituinte de 1975, e a escassos meses de mais uma eleição presidencial, importa discutir as vantagens e inconvenientes do presente modelo de Chefia de Estado.
É o que se propõe a Real Associação de Lisboa fazer no próximo sábado dia 21 de Novembro a partir das 15:00, no Auditório da Biblioteca Nacional, ao Campo Grande, ouvindo a Doutora Marina Costa Lobo e os Profs. Doutores José Adelino Maltez e Lourenço Vilhena de Freitas.
A entrada é livre."

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publicado às 14:24

Programa da Causa Real para amanhã à noite

por Samuel de Paiva Pires, em 03.10.14

Daqui:

 

"O 5 de Outubro é um dia importante. Uns festejam o golpe militar de 1910 que pôs portugueses contra portugueses. A Causa Real, porém, prefere celebrar a fundação da nossa nacionalidade, evocando a assinatura do tratado de Zamora, em 1143. Apelando à união de todos os portugueses e à exaltação dos mais nobres valores patrióticos, exortamos todos os nossos associados e amigos a que compareçam na concentração do próximo Sábado, dia 4 de Outubro, às 22h, junto à nossa sede na Praça Luís de Camões, em Lisboa (que incluirá uma surpresa de forte impacto visual).

 

Não tenhamos dúvidas: a presença de cada um de nós, com as nossas bandeiras e o nosso entusiasmo, é fundamental para que esta iniciativa tenha o sucesso pretendido, no coração da nossa cidade."

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publicado às 11:34

Uma manhã bem passada

por Samuel de Paiva Pires, em 23.02.13

 

(fotografia da Real Associação de Lisboa)

 

Há poucas coisas que me arranquem da cama num Sábado de manhã, e menos ainda as que me levem a fazê-lo com prazer. Mas uma delas é, sem dúvida, ter o privilégio de ser um dos primeiros oradores do Curso de Formação Monárquica para jovens que hoje se iniciou, a convite do Nuno Pombo, Presidente da Real Associação de Lisboa, e poder aprender com o Nuno e também com os jovens formandos que se revelaram uma audiência interessada e interessante. Gabando o estoicismo destes para me ouvirem falar, ao longo de cerca de uma hora, sobre alguns conceitos teóricos, ideias e autores, devo confessar que a discussão elevada e intelectualmente muito estimulante que se gerou me alegrou de sobremaneira o espírito. Não é todos os dias que nos deparamos com uma audiência de jovens de grande qualidade - o facto de ali estarem num Sábado de manhã era desde logo um bom indício. É um óptimo sinal, de que se manterá viva e de boa saúde a tradição monárquica portuguesa, reserva política, moral e cultural da nação.

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publicado às 16:23

O fetiche da eliminação dos feriados

por Samuel de Paiva Pires, em 14.12.12

Aqui fica o meu artigo de hoje para o Diário Digital, publicado também no blog da Real Associação de Lisboa.

 

 

(1 de Dezembro de 2012, fotografia cordialmente cedida pela Real Associação de Lisboa)

 

No meio da catástrofe que se abateu sobre Portugal e os portugueses, uma tendência fetichista com a eliminação dos feriados emerge entre os que nos vão sujeitando a uma penosa navegação à vista. Ilustrativa quanto baste da perigosidade do Leviatã e dos que o manobram praticando o velhinho princípio cesarista de divide et impera, esta tendência torna-se ainda mais preocupante quando colocada em perspectiva nos contextos da intervenção internacional a que o consulado socrático infelizmente nos trouxe e da crise da União Europeia que muitos parecem querer ultrapassar com uma fuga para a frente em direcção a um federalismo muito pouco federalista e democrático, o que me traz à memória uma célebre gaffe de João Pinto, antigo jogador do Futebol Clube do Porto: “Estávamos à beira do abismo e fizemos o que tínhamos a fazer: demos o passo em frente.”

 

Não constando do memorando de entendimento com a troika ou do programa do actual governo quaisquer referências à redução do número de feriados, não deixa de ser intrigante assistir a esta tendência apresentada como forma de penitência, visando a redenção perante os parceiros internacionais e ajudando a reforçar ideias perigosas como a de que em Portugal trabalha-se poucas horas, quando na verdade trabalhamos mais horas que a média europeia, ou a de que a culpa da crise que vivemos é da nossa total responsabilidade, quando se é certo que os governantes erraram em muita coisa nas últimas décadas, também não deixa de ser porque o sistema financeiro europeu e as políticas da União Europeia contribuíram em larga medida para os desvarios que nos trouxeram ao estado a que chegámos.

 

Primeiro foram os quatro feriados que o governo achou por bem negociar em sede de concertação social, como se esta tivesse qualquer mandato para tal – o que é revelador não só da falta de conexão entre as confederações que ali têm assento e a nação, mas também dos tiques autoritários que perpassam este governo. Há dias, foi notícia a intenção do governo de tornar o 25 de Abril um feriado de celebração opcional nas embaixadas, missões bilaterais e serviços consulares portugueses. Sendo o feriado fundacional do regime, não deixa de ser estranho que a sua celebração deixe de ser obrigatória nas representações externas do estado português, o que em conjunto com a eliminação do feriado do 1.º de Dezembro só vem agravar ainda mais a preocupante propensão para não nos darmos ao respeito na arena internacional.

 

Mas mais grave que isto é este fetiche parecer-me estar enquadrado no processo de apagamento da identidade portuguesa em curso, sobre o qual escrevi no início deste ano. Como se não bastasse o absurdo Acordo Ortográfico que vai desfigurando a língua portuguesa, o governo ainda se considera no direito de dispor a seu bel-prazer de celebrações de mitos que dão corpo à nossa identidade nacional, à nossa pátria, não hesitando inclusive em enveredar pelo já referido dividir para reinar, no qual caíram monárquicos e republicanos a respeito do 1.º de Dezembro e 5 de Outubro. Este processo não é fruto do mero acaso. Trata-se de um ataque despudorado ao Estado-nação, que visa abrir brechas para permitir, em primeiro lugar, o enfraquecimento e manipulação da identidade nacional, e em segundo, o reforço da lealdade e identificação com a União Europeia, o que poderá vir a reflectir-se na tentativa de implantação de uma suposta identidade supranacional que muito facilitaria o trabalho aos eurocratas que, não satisfeitos com a fragmentação a que a maioria das nações e sociedades europeias foram e estão a ser sujeitas, parecem apostados em dar o passo em frente em direcção ao abismo. Não estou com isto a dizer que a União Europeia não deve avançar no sentido de uma federação. Mas conhecendo-se o historial do método comunitário, apenas suspeito fortemente que o processo que levará a uma federação europeia aprofundará o défice democrático e terá muito pouco respeito pelas identidades nacionais.

 

Desenganem-se os que julgam, como salienta Pierre Manent, que uma nação “é um traje ligeiro que se possa pôr e tirar à vontade, ficando-se na mesma.” Escreve o autor francês que “Ela é esse todo no qual todos os elementos da nossa vida se reúnem e ganham sentido.” Como assinala Roger Scruton, é a cultura que nos une e a pátria é o lugar onde regressamos, nem que seja apenas em pensamento, no fim das nossas deambulações. Por mim, continuo a subscrever Pessoa quando afirma que “O Estado está acima do cidadão, mas o Homem está acima do Estado” e apenas acrescento que a pátria está acima do estado, não podendo ser aprisionada por este nem por nenhum de nós e sendo, na realidade, o mito que fundamenta o burkeano contrato entre os mortos, os vivos e os ainda por nascer. Porque recordando ainda Miguel Torga, a pátria é “o espaço telúrico e moral, cultural e afectivo, onde cada natural se cumpre humana e civicamente. Só nele a sua respiração é plena, o seu instinto sossega, a sua inteligência fulgura, o seu passado tem sentido e o seu presente tem futuro.”

 

Que actualmente sejamos liderados por um governo que tem revelado esforços muito tímidos quanto a fazer aquilo para que foi eleito e que ambos os partidos da coligação prometeram em campanha eleitoral – reformar o estado –, preferindo a velha e estafada receita do aumento de impostos, parece-me ser uma vicissitude de um regime democrático, que não deixa de reforçar o descrédito dos agentes políticos e, consequentemente, do regime. Mas que numa das mais graves horas que enfrentamos colectivamente, ainda sejamos sujeitos a uma ofensiva anti-patriótica, é somente trágico.

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publicado às 18:49

Com António de Sampayo e Mello, autor de "Monarquia? Em Busca de um Caminho Para Portugal". Mais informações aqui.

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publicado às 11:26

Por ocasião da apresentação da Lista "Lisboa Realista"

por Samuel de Paiva Pires, em 12.02.12

Miguel Castelo-Branco, Pelo bom caminho:

 

«Quando se perde a relação dos homens com a vida política, quando tudo o que é fundamento institucional, material, espiritual e intelectual se dissipa e em seu lugar se erigem ficções de legalidade e ordem que não chegam aos corações; quando os cidadãos já não reclamam, por medo ou por impossibilidade, aquele direito elementar à participação naquilo que é deles, vive-se em tirania. Não é, certo, a tirania que enche prisões, persegue, executa; trata-se, talvez de uma forma de tirania que se desconhece a si mesma, mas não deixa de ser tirania, por mais benigna que seja. As tiranias contemporâneas privatizam o espaço público, promovem artificialmente elites, condicionam e manipulam a informação e a educação, dão ao dinheiro mais dinheiro e substituem a espontaneidade pelos apaniguados, pelas seitas e pelos grupos informais.»

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publicado às 13:10

Lisboa Realista

por Samuel de Paiva Pires, em 08.02.12

A página do Facebook e o blog da Lisboa Realista, lista candidata às eleições da Real Associação de Lisboa, que se realizarão no dia 25 de Fevereiro, já estão online. Entretanto, deixo o convite para ficarem a conhecer os membros da lista e o nosso projecto.

 

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publicado às 13:56

5 de Outubro em Coimbra

por Samuel de Paiva Pires, em 25.09.11


A Causa Real e a Real Associação de Coimbra organizam no próximo dia 5 de Outubro nessa cidade um programa de comemorações da fundação da nacionalidade, decorrente da assinatura do Tratado de Zamora, um diploma resultante da conferência de paz entre D. Afonso Henriques e seu primo, Afonso VII de Leão e Castela a 5 de Outubro de 1143. 

 

Do programa da efeméride consta uma Missa Solene seguida de homenagem ao Rei Fundador, pelas 11h00 na Igreja de Sta. Cruz, seguindo-se pelas 15.00hs na sala do capítulo uma alocução de S.A.R. o Senhor Dom Duarte de Bragança aos presentes, após a qual será recebido na Câmara Municipal de Coimbra.


A Real Associação de Lisboa disponibiliza transporte ida e volta.

 

Mais informações aqui.

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publicado às 16:31

 

A Real Associação de Lisboa promove no próximo dia 2 de Março pelas 20,00hs o 1º Jantar debate “Conversas Reais” subordinado ao tema “Semi-presidencialismo à Portuguesa: funciona ou não?” que contará com a presença dos convidados especiais Pedro Lomba, docente universitário e colunista do ”Público” e Miguel Morgado, professor de Ciência Política na Universidade Católica de Lisboa.

 

O Jantar decorrerá em Lisboa no Restaurante Maritaca na Av. 24 de Julho, 68F (ao lado da discoteca Kapital).Para mais informações contacte a Real Associação de Lisboa para o telefone 213 428 115 ou reserve desde já o seu lugar comodamente na loja on-line. Aberto a não sócios.

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publicado às 21:09

1º de Fevereiro de 2011

por Nuno Castelo-Branco, em 27.01.11

<<Punha-se de início a questão: será um crime anarquista? Um complot republicano? Agora já não há dúvida possível. E, apesar da reprovação dos chefes republicanos refugiados em Paris, foi de facto o seu partido que preparou e executou o assassínio. Os mártires e heróis de 1 de Fevereiro", como são designados em Lisboa o mestre-escola Silva Buíça e o empregado de comércio Luís da Costa, são seus filiados.>>

 

Journal de Genève, 13 de Fevereiro de 1908

 

"Apesar das tentativas de atribuir o assassínio do rei e do príncipe herdeiro a planos anarquistas, é evidente que entre os autores do atentado há só portugueses. A forma do atentado não faz pensar numa origem anarquista. De facto, já devem ter encontrado provas de uma conspiração militar republicana."

 

Die Volksbote, semanário socialista de Viena, 7 de Fevereiro de 1908

 

Missa de sufrágio por D. Carlos I e D. Luís Filipe na Igreja da Encarnação (Chiado, Lisboa), no próximo 1º de Fevereiro de 2011, pelas 19.00 H. Estarão presentes os Duques de Bragança. A Real Associação de Lisboa exorta a população da capital a comparecer a este acto de reparação.

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publicado às 21:00

Alerta! Alerta! É amanhã!

por Nuno Castelo-Branco, em 03.10.09

 

 

A Armada não conseguiu disponibilizar-nos o cruzador Rainha D. Amélia para a festa de desagravo da golpada subversiva do 5 de Outubro de 1910. Assim sendo, embarcaremos TODOS amanhã no S. Jorge pelas 22.00h e navegaremos Tejo acima, para à meia noite irmos ao Terreiro do Paço. Estão previstas algumas surpresas de que o país inteiro tomará conhecimento.

Não faltes nesta hora tão importante para a nossa Causa. Passa a palavra, mobiliza os amigos e irmãos!


Amanhã à noite, todos de azul e branco, por Portugal!

 

Local de embarque: Cais de Belém


Entrada: 20 coroas, com direito a 2 bebidas e cocktail de boas vindas!


Festa pela noite fora. 

Tel. 91 6869146  /  21 3428115

 

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publicado às 18:05

O novo site da R.A.L.

por Nuno Castelo-Branco, em 27.07.09

 

 

Moderno, atraente e informativo, o novo site da Real Associação de Lisboa que urge visitar com regularidade em http://www.reallisboa.pt/ral/

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publicado às 23:53

Está decidido: nada de votar "AD" em Lisboa!

por Nuno Castelo-Branco, em 01.07.09

Venho por este meio informar os nossos leitores,  que o presidente da Real Associação de Lisboa enviou à direcção do CDS a sua formal desfiliação do partido, tal se devendo à absurda coligação do PSD e do CDS com o sr. NC Pereira.  Como nota interessante, a RAL possui mais de 3.000 filiados neste distrito, o que dá uma ideia da sua capacidade de atracção nas mais diversas áreas políticas. De qualquer forma, a tal "AD" recauchutada não merecia sequer qualquer tipo de ponderação para o meu voto: é apenas mais do mesmo ciclo infernal de betão, demolições, terciarização, especulação imobiliária. O mesmo vinho da mesma pipa por onde bebe o sr. Costa. Desejo aos dois rotativos, um desastre eleitoral sem precedentes. Consultem o nosso arquivo do Estado Sentido, em "Lisboa Arruinada", assim como o blogue http://lisboasos.blogspot.com/ e perceberão porquê. Já é tempo de ser quebrado o enguiço.

 

 

O comentário de Mattos e Silva:

 

 

"Sobre a decisão que tomei - e tomei-a em consciência - nada tenho a acrescentar. Para quem tudo na política se resume a uma guerra entre esquerda e direita, sendo que a esquerda é sempre má e faz sempre mal e a direita faz sempre bem, basta olhar para Lisboa a degradar-se a cada dia que passa, com governos de esquerda e de dierita que já passaram pelo Município. Para mim a política tem valores e princípios que estão para além dessa guerra. E é por causa desses princípios e valores que assumi a posição que foi publicitada. 

Nada tenho contra Santana Lopes, que nem foi mau presidente da Câmara, excepto, neste caso, apesar de saber que os monárquicos não queriam este PPM na coligação, ter persistido porque acalenta o sonho de uma AD irrepetível e a sua ambição de poder não olha a "minudências" como esta. 
Mas o problema, com esta coligação, não é só Lisboa. É que um pouco por todo o País ela se está a repetir. O PSD e o CDS que sabem, há largos meses, da posição dos monárquicos que não são os do PPM e são muitos milhares, estão-se nas tintas para eles, que na sua maioria integram esses partidos como militantes e apoiantes. São eles que estão a credibilizar este PPM, apesar dos valores irrelevantes das suas votaçôes.Em nome de quê? Esses dois partidos escolheram um lado. Eu escolhi o outro. É indiferente ?
Será, certamente. Mas o que para mim não é indiferente é ferir a minha consciência, passando sobre princípios que considero acima da luta político-partidária. Isso, para muitos, como constato, é de somenos importância".


 

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publicado às 13:29

Comunicado de Imprensa da Real Associação de Lisboa

por Samuel de Paiva Pires, em 20.05.09

COMUNICADO DE IMPRENSA

Real Associação de Lisboa
19 de Maio de 2009

A direcção da Real Associação de Lisboa recentemente eleita e reunida deliberou por unanimidade manifestar o seu desagrado pela inclusão do P.P.M. na coligação que pretende fazer eleger o Dr. Pedro Santana Lopes presidente da autarquia lisboeta.
Considera-se que os promotores dessa candidatura incorreram num grave equívoco ao atribuir a essa formação política representatividade no que diz respeito ao ideário monárquico.

Neste lamentável erro, justificado pela designação do partido, não cairão os verdadeiros monárquicos de Lisboa, conhecedores que são das motivações dos seus dirigentes e da sua actuação pública, claramente atentatórias dos valores e princípios que inspiram os monárquicos.

As consequências políticas que deste equívoco resultarem só poderão ser imputadas a quem, precipitadamente, patrocinou a entrada do P.P.M. na dita coligação.

A Direcção

A Real Associação de Lisboa foi constituída formalmente em Fevereiro de 1989 como estrutura distrital integrante da Causa Real o órgão monárquico de âmbito nacional. Esta é uma associação que visa a divulgação, promoção e defesa da monarquia e da Instituição Real corporizada na Coroa Portuguesa, cujos direitos dinásticos estão na pessoa do Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e em quem legitimamente lhe vier a suceder. Cabe a esta associação a prossecução de iniciativas e de projectos de interesse cultural, social, assistencial e de solidariedade que visem a dignificação, a valorização e o desenvolvimento dos seus associados e da comunidade em que se insere.

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publicado às 00:21

Nova Direcção da Real Associação de Lisboa

por Nuno Castelo-Branco, em 21.04.09

 

 

Foi eleita a nova direcção da Real associação de Lisboa e o seu presidente, João Mattos e Silva concedeu uma interessante entrevista ao jornal Projecto Democracia Real. Referindo-se ao contributo dos monárquicos no âmbito da blogosfera, eis a posição de JMS:

 

Que análise faz ao trabalho dos Voluntários da Causa, nomeadamente no que toca à expansão do Ideal Monárquico na Blogosfera, em Sítios da Internet e Fóruns? Penso que a blogosfera é um espaço de informação e de diálogo muito importante que, não podendo ser desprezado, pelo contrário, tem de ser valorizado. São cada vez mais as pessoas que navegam na Net e frequentam sítios e Blogues em procura de informação, de esclarecimento ou de pura diversão e que podem ser sensibilizados pelos conteúdos. Por isso o trabalho que os monárquicos, a título individual ou em grupos mais restritos, têm vindo a fazer é importantíssimo e altamente louvável. Há que apoiá-los e criar sinergias, não só entre eles – o que já sucede – como com as estruturas do movimento monárquico.

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publicado às 00:23






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