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Bananas em pijamas

por João Quaresma, em 03.04.15

Interessante, o comentário de Paul Krugman ao desaparecimento de José Silva Lopes, no seu blogue.

Dias depois de Armando Sevinate Pinto, Portugal perde mais um dos poucos que sobram das gerações que ainda sabiam o que era governar um país. E o que assusta é que, entre as novas gerações, formadas e educadas com o dinheiro dos pijamas, com acesso a lugares de decisão governativa, não se vêem muitos que os substituam. Agora, sim: bananas.

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publicado às 01:25

Sarko revient, Hollande est là, au secours!

por Nuno Castelo-Branco, em 19.09.14

Há umas semanas acusado de corrupção e tráfico de influências, agora regressa à ribalta polítca, enfrentando um Sr. Hollande que é aquilo que todos  sabemos ser. Em Portugal a coisa nem sequer é muito diferente, conhecendo-se o cardápio desde há décadas oferecido por consecutivos locatários de Belém.  Somos mais discretos e desculpabilizadores e por isso mesmo, supra parvos.

 

É mesmo um alívio ser-se monárquico. Os franceses que pensem no assunto e questionem-se acerca da razão pela qual os britânicos são tão teimosos.  Ou precisam de mais referendos tira-teimas?

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publicado às 18:01

Cerimónia "à doca fechada"

por Nuno Castelo-Branco, em 27.11.13

 

Foi assim, às escondidas, a entrega do Figueira da Foz à Armada. O regime morre de susto sempre que se trata de substituir qualquer tipo de equipamento militar, mesmo que este represente mais emprego, a garantia da defesa do potencial económico da zona marítima sob nossa soberania, a modernização de vários sectores da nossa indústria e claro está, perspectivas de dinamização das nossas exportações. O projecto mirrou por falta de vontade política, contingências orçamentais - descurando-se a praticamente garantida exportação para países da CPLP e outros- e sobretudo, pelo medo da chantagem que acicata corridinhos escadarias acima. A falta de visão desta gente, roça a abjecção. 

 

Temos uma casta mandante sumamente estúpida e cobarde, encolhendo-se diante da perspectiva de um qualquer artigozinho estampado num jornal "de referência" dos da mesma laia.

 

O problema seria resolúvel, se as Forças Armadas deixassem de se sujeitar a este tipo de humilhações. Em Espanha, o lançamento ao mar de qualquer navio da Armada Real, é dia de festa com membros da casa reinante presentes e todo o cerimonial próprio destas ocasiões. 

 

Portugal é uma república. Infelizmente é o que temos e sofremos, também devido à escandalosa abstenção das Forças Armadas.

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publicado às 09:18

Em suma...

por Nuno Castelo-Branco, em 14.06.13

 

Nem os selos escaparam à reivindicação da autoria do 1º de Fevereiro de 1908

 

...aquilo que é válido para Miguel Sousa Tavares, também deverá sê-lo para Carlos Costal. Nada de "sumarices"!

 

O Ministério Público justamente segue uma salomónica linha quanto à atribuição de julgamentos e punições. "Palhaço", "chulo" ou "ladrão", a parada vai subindo. Também surgem as solidariedades que vão desde os incentivos com "muito bem!", até ao amealhar de pecúlios para as custas.

 

Felizmente ainda não tivemos de suportar romagens a campas de caídos por obra e graça do mediatismo, mas pelo andar da carruagem e vontades que seguirão as palavras dos Soares e Lellos da nossa praça, lá chegaremos. 

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publicado às 14:58

Futebóis constitucionais

por Nuno Castelo-Branco, em 05.04.13

Como se a alguém a coisa passasse despercebida. Não é Mourinho que chega à hora do telejornal, nem sequer o CRonaldo que desembarca para assinar qualquer contrato publicitário. É o Tribunal Constitucional que numa versão bastante moderna, marca conferências para a hora do início do telejornal. Atreve-se anunciar a "atempada decisão" exactamente para as oito da noite. Só visto!

 

Decididamente, esta gente não está no seu perfeito juízo*. É isto, a dignidade institucional.

 

* Por incrível que a muitos possa parecer, Cavaco Silva foi quem ao longo de todo o dia soube manter as aparências. Antes assim...

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publicado às 19:39

João Franco reabilitado

por Nuno Castelo-Branco, em 19.09.12

 

Conhecido amigo de plutocratas de sempre - e de alguns que por isso mesmo passaram para o outro mundo sob o acolhedor sol da Tunísia -, o doutor Mário Soares tem-se excedido no verbo. Desta vez, quiçá acicatado pela conversa escutada numa corrida de táxi entre o Campo Grande e o Pap'Açorda, atreve-se mesmo a pronunciar palavras tabu para os ouvidos de todo e qualquer dirigente político nacional ou estrangeiro: "gatunos", disse ele.

 

"Querem maior crise do que o país a gritar vão-se embora e a chamar gatunos aos membros do Governo?"


Mário Soares aderiu ao princípio da democracia, desde que esta seja refém de um solitário grupo. O tempo passou e ano após ano, década após década, alegados dilúvios de subsídios, influências, negócios, viagens, almoçaradas e opíparos banquetes, eis o total olvidar daquilo que há uma geração se escutava nos táxis e nas ruas de Lisboa, quando o povoléu tricotava esmeradas malhas de naperons macaenses, afiançava a existência de bem sopesados quilates de lanças em África e outras espertezas saloias bem cá da casa. Há uma semana, o pérfido executivo resolveu fechar os cordões à bolsa, conservando nos cofres do Estado, "do povo", mais de duzentos milhões de Euros até agora copiosa e anualmente vomitados sobre fundações privadas que sobrevivem com dinheiro público. Houve quem não tivesse aprovado o dislate, pois os donos da pátria são credores do eterno reconhecimento.


Apesar de tudo, sobrou algo de positivo em toda esta conversa com hálito a tresandar a flûte de  Shipwrecked 1907 Heidsieck e a arroto de tostinha com Beluga. Mário Soares acaba de prestar um inestimável serviço à Causa Real. Politicamente reabilitou João Franco, essa bête noire do republicanismo serôdio e boçal que teima em cavalgar às costas de um país prostrado. Um ano decorrido o escrutínio, o  "pai da democracia" quer este governo arrastado aos pontapés até ao meio da rua, obliterando umas eleições, que contas de retrosaria bem feitas, afiançam a conversa do Álvaro Cunhal de 1975, decretando um sonoro "não interessam para nada". Apela às nulidades belenenses, como se contasse favas no prato do bolo rei. Alia-se ao esquema rotundamente plutocrático que Bruxelas vai fartamente semeando pela cada vez mais falida e fracassada União Europeia, esgravatando o despovoado aviário à procura de um Monti qualquer, essa supimpa e radical solução de loja, capaz de esmagar as rematadas loucuras eleitorais da ralé. É a plutocracia elevada à máxima potência e despótica discrição.


João Franco governou por decreto, mas com eleições marcadas para 5 de Abril de 1908. João Franco quis reabilitar o sistema liberal-constitucional, aproximando o eleitorado daqueles que tinham como função representá-lo. Não conseguiu. A imprensa dos tempos da "ditadura", bem livre de peias, agitou a turbamulta. A prepotência facciosa, dois cobardes crimes de encomenda PRP, a subversão bombista e uns tantos nababos que como hoje dizem ser necessário "um governo sem eleições", condenaram Portugal a tudo aquilo que cinco gerações têm sofrido.


A nossa desgraça? Nem através de um telescópio atómico conseguiremos descobrir no firmamento político português, alguém que remotamente se compare ao brilhante Presidente do Conselho de ministros de D. Carlos I. 


Em suma, João Franco defendeu um projecto nacional e tinha a razão do seu lado. Mário Soares acaba de o reconhecer. Já não era sem tempo.

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publicado às 15:33

Kriegserklärung!

por Nuno Castelo-Branco, em 30.01.12

Sabe-se que o Prof Marcelo adora uma dominical vichysoise, mesmo que virtual. O eterno não candidato à espera de ser candidato ao que se sabe, desferiu ontem um talvez encomendado estalo no Chefe do Estado e desta vez, há que compreender algum do seu estupor. Todos os dias surgem novos desastres à espera de comentário. A guerra está aberta, cruenta e sem quartel, apertando-se o cerco à envolvente do Pátio dos Bichos. 

 

A. Cavaco Silva decidiu uma vez mais pensar em si e retaliou àquilo que decerto pensa serem movimentações contra a sua institucionalizada pessoa. Não contente por enfrentar os seráficos eleitoralmente depostos revanchistas, errantemente orgulhosos de duvidosos pergaminhos culturais e óbvios incompetentes administrativos, aliena agora o seu próprio Partido, açulando as presidenciais hostes contra o governo! Pior não podia ser e o ímpeto suicidário terá as suas consequências a breve trecho, pois o desplante não ficará sem resposta, pese a contenção ordenada por Passos Coelho. 

 

Utilizando o termo agora tão do agrado dos painelistas de serviço às TV's, está a concentrar-se a "tempestade perfeita", soprando também outros ventos oriundos da agora gélida Europa Central. Em suma, os mandantes da UE reassumem novos projectos de Boémias-Morávias, Eslováquias do Monsenhor Tiso e similares pares. Por cá já temos um candidato, pois o Sr. Rangel quer "mais federalismo" para fazer frente a uma Françalemanha que pretende exactamente o mesmo federalismo.

 

Estamos perante uma autêntica declaração de guerra e Portugal deve aceitar um repto que soa a libertação. Há é que saber geri-lo e encontrar as necessárias alternativas que todos suspeitam existir.

 

Esta República é decididamente, um manicómio em auto-gestão. Imaginem o que seria uma "IVª"!

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publicado às 11:33

É, por acaso ouvimos muito bem, Sr. Presidente!

por Nuno Castelo-Branco, em 20.01.12

Com uma despesa presidencial a rondar mais do dobro daquilo que os espanhóis pagam à Casa Real, o Prof. Cavaco Silva devia ter alguém que pudesse falar por ele e no fim deste curto post, aqui deixaremos uma sincera sugestão de competência.

O dito senhor tem sofrido as comichões causadas pelos nefandos jornalistas, aqueles terríveis penetras esmiuçantes que pretendem saber algo mais acerca de pecúlios colunáveis. Ora, neste caso, o alvo é o colunável máximo do esquema vigente, sendo assim bastante curial a necessidade duma resposta pronta que não devia nem pode ser esta: .."não sei se ouviu bem: 1300 euros por mês."

 

Decidimos passar duas vezes o rato pelo botão que inicia a reportagem do Expresso, querendo ter a certeza de termos ouvido bem aquilo que foi dito. Achámos piada ao malabarismo linguareiro, mas a coisa não fica por aqui, até porque se o Expresso fez o corta-encarta necessário ao colega-chefe de Partido, o Diário de Notícias  não esteve para fretes e disse o resto que mais interessa. O senhor Presidente da 3ª República prescindiu do seu salário de Chefe de Estado - os míseros 6.523,93€ -, optando por empochar os 10.042,00€ mensais provenientes das suas reformas. Mas que terra é esta onde o Venerando Magistrado Supremo da nação ousa tão eticamente entrar em trocas destas? Assim sendo, compreende-se bem o choro devido aos 1.300,00 Euritos que invoca no filme da reportagem, uma cortina de fumo à maneira daquela que ficou famosa na Batalha da Jutlândia. Quem o ouça dizer ..."tudo somado, o que irei receber do Fundo de Pensões do Banco de Portugal e da Caixa Geral de Aposentações, quase de certeza, não vai chegar para pagar as minhas despesas, porque como sabe eu também não recebo vencimento como Presidente da República", pensará que o pobre homem está condenado à sopa dos pobres na Almirante Reis, voltando aos tempos do Sidónio. Estes notáveis andam meio desnorteados, não andam?

 

Sabe o cavalheiro quanto ganha a média dos trabalhadores portugueses, infelizmente inacapacitados de proceder à "gestão de dívidas" como alguém sugeriu?

 

Assim, de repente, percebemos o porquê deste governo decidir-se a liquidar o 1º de Dezembro, teimando em manter o 5 de Outubro da manjedoura. 

 

Aaaah... que falta faz o João Gonçalves na assessoria do Sr. Cavaco Silva, andando por estes dias a perder o seu tempo "aparando relva". Sem ofensa, claro, até porque após uma reportagem SIC/Expresso deste calibre, o João deve estar bem corado.  

 

* Não se ralem, em compensação, Vasco Graça Moura foi nomeado Presidente do Conselho de Administração do CCB. Presidente, ena-ena!, é mesmo o título que todos almejam. Porque será?

 

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publicado às 17:30

Perseguição política...

por Nuno Castelo-Branco, em 08.11.11

Armando Vara, família Penedos, Oliveira e Costa - e os tais implícitos e bem conhecidos amigos -, Isaltino Morais, Duarte Lima, etc, etc, são ..."mais atacados por razões políticas do que pelos factos que lhes são imputados". É esta a opinião do Bastonário Marinho Pinto.

 

Vivemos no país das Faces Ocultas, Apitos Dourados, Centros Culturais de Belém três vezes mais caros que aquilo que era previsto, Freeports, aeroportos  "já-mé" aqui e ali, ministros reciclados em betoneiros ou gasolineiros profissionais, três auto-estradas para o Porto, Lisconts, fundos imobiliários que acicatam o demolicionismo, TGV, Covas da Beira, acções para amigos e abaixo do preço de mercado, "casos de sobreiros", BPN despidos de SLN, BPP, robalos em vez de pão ou rosas, forrobodós despesistas nas empresas públicas, estádios à dúzia, a "república é só para os nossos".

 

Realmente, tudo isto é por "mero acaso", uma torpe conspiração com intuitos políticos.

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publicado às 18:19

A república do vale tudo

por Nuno Castelo-Branco, em 07.10.11

O fulano que chupa cem milhões de Euros aos republicanos - e aos monárquicos também - franceses, arranjou o expediente do costume, há uns anos inaugurado pelo risonho Tony Blair e pela sinistra Cherie, essa imitação rasca da Cruella dos 101 Dálmatas.

 

Se toda a França - e arredores - já viu as pernas, o rabo e as mamas da Bruni, agora apenas faltava um nascimento presidencial. O que eles fazem por mais uns votos... A anafada Le Pen meterá assim tanto medo? Onde andarão as paladinas da luta contra a "coisificação"?

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publicado às 01:07

Areando tachos! (1)

por Nuno Castelo-Branco, em 05.06.11

Numa típica jactância, tinha dito não se candidatar a coisa alguma. Pois agora, a televisão acaba de dizer que Sócrates vai candidatar-se a Presidente da megera nas próximas eleições. Tem razão, é "isto" a República Portuguesa. A seguir ao tacho menos de 1/4 cheio pelo Sr. Cavaco, aqui está mais um comensal. Um dia destes, precisaremos de um mini-bus para transportá-los.

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publicado às 22:28

EnCavaco Silva

por Nuno Castelo-Branco, em 04.11.10

Três cores que tudo dizem: Etiópia, Bolívia, Congo, Camarões, Guiné-Conacri, Guiana, Gana, Burkina Faso, Togo, Benim, Senegal, Mali, "República Portuguesa" e... CAVACO SILVA

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publicado às 12:03

Os insondáveis domínios da República Partidocrática Portuguesa e de suas instituições-chave, no caso o Tribunal Constitucional,  brindam-nos com soluções de grande originalidade: adiar e ignorar. Emitir despachos? Sim, mas devagarinho, pois os senhores têm muito trabalho e não sabem para quando o despacho favorável ou desfavorável à legalização do projecto político em causa. Feliz de quem trabalha sem prazos!

 

Partidos desesperam por legalização no Tribunal Constitucional e exigem rapidez. Demora pode chegar a mais de um ano e lei não obriga a prazos. A norte há três novas forças a despontar
 
O Partido da Liberdade não é livre de nascer. Susana Barbosa, a líder do novo movimento que nasce em Aveiro, aguarda há um ano que o Tribunal Constitucional faça uma assinatura e ponha um carimbo. "Dizem-nos que têm muito trabalho, que não sabem quando nos vão legalizar. O que sinto é que este partido não interessa aos partidos que estão no poder. Talvez seja por isso que tanto demora", diz a O Diabo Susana Barbosa, líder do movimento e que há menos de um mês voltou a protestar junto do Constitucional.
 
Ainda sobre o caso:
http://arestalia.blogspot.com/2010/06/impasse.html

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publicado às 22:59

... hoje é um feriado mais para as... comodidades.

 

Onde resta aconselhar, à semelhança de uma outrora monarquia liberal:

 

- Foge cão que te dão condecoração!

- Para onde se nem eles sabem por onde vão!

 

São guiados pela mera cleptocracia, neste arraial

em que se tornou a República centenária,

no cantinho onde reduziram Portugal.

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publicado às 03:08

Eis para que serve a República Democrática do cantão-antro que se tornou Portugal: um Parlamento abundante de parasitas com projectos-lei que são autênticas abominações e inutilidades para depois um "Presidente" – seja qual for seu nome e origem política é sempre fraco e servil face ao regime que o alimenta – promulgar, com "reservas" ou sem elas.

Uma palhaçada autêntica me parece promulgar o que quer que seja "com reservas". Ou se promulga ou se veta. Cavaco Silva conhece bem demais o sistema parlamentar, as regras rasteiras pelas quais este se rege, e as teias urdidas pela esquerdalha para levar avante suas pretensões. A "crise" não pode justificar promulgações de retrocessos civilizacionais como este, que não servem para ninguém nem para os próprios homossexuais - excepto para os "sindicalizados" em Ilgas, Opus e demais escumalha pseudocívica. Porque havia outras soluções para as uniões entre pessoas do mesmo sexo, desde cedo afastadas pela canalha do costume, porém é inútil apenas na hora de promulgar alertar para a falta de "responsabilidade e de esforço" já muito bem conhecidas.

Mais do mesmo, com "reservas", num país há muito tempo com prognóstico reservado.

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publicado às 00:41

Cenas do bananal

por João Pedro, em 16.04.10

“Manso é a tua tia, pá!”

 

 

Depois dos chifres de Manuel Pinho e das ameaças daquele deputado laranja de Viana, temos agora o edificante episódio da tia de Louçã, que segundo o Primeiro-Ministro, é "mansa". Não sei quais as relações familiares de Sócrates com a família do "coordenador" bloquista; só sei que cada vez mais tenho saudades dos tempos em que se usava o termo "choldra". Mal por mal, antes Pinheiro de Azevedo.

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publicado às 19:53

Coisas que me ocorrem

por Samuel de Paiva Pires, em 15.02.10

 

Quando vejo que as alternativas para a liderança do PSD são Aguiar-Branco, Passos Coelho e Paulo Rangel, apetece-me perguntar o evidente: mas qual dos senhores é que acha que tem realmente condições para ser primeiro-ministro?

 

Não é por nada, mas a vocação de poder do PSD, numa altura de crise política como a actual, obriga a pensar para lá do efémero cargo de presidente do partido. Qual dos senhores é que se acha na melhor condição para chegar a primeiro-ministro, e mais, em que é que julga que pode contribuir para minorar a terrível crise social, política e económica - para não falar da crise de valores, que não me parece venha a ser resolvida tão cedo com este regime e sistema político-partidário-  que grassa desde há muito no país?

 

Porque se a ideia é apenas chegar à liderança do partido para depois continuarem em guerrinhas internas entre facções e sacos de gatos que se mordem uns aos outros sem qualquer sentido de estado e de serviço à causa pública - afinal, os catch all parties são mais centros de emprego do que outra coisa, e já se sabe que nas hostes laranjas, bem como nas rosas, a preocupação essencial para a maior parte dos militantes e apoiantes é garantir o tacho à conta dos contribuintes, já que não sabem fazer nada de jeito e produtivo da vida -, mais vale estarem quietos e irem pregar para outra freguesia.

 

Uma ideia para o futuro do país. É só isso que se pede. Um conceito estratégico nacional, como costuma lembrar o Professor Adriano Moreira, se tiverem competência para tal. É que o mais do mesmo na república das bananas já cansa e só dá vontade de dizer uma coisa: Fo...ram-se!!!

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publicado às 21:04






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