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Em entrevista hoje ao "outrora Espesso" o candidato à presidência do PSD Rui Rio comete um segundo erro fatal na campanha já em curso, isto para além de proferir deselegâncias várias em relação ao seu adversário.
 
O primeiro, recorde-se, tinha sido negar-se aos debates com Pedro Santana Lopes junto dos militantes do PSD, apelidando estes de "espectáculo ambulante pelo país fora".
 
Hoje diz algo que reputo de particularmente grave e que, aliás, põe em causa a sua tão apregoada competência como gestor e como bom decisor político. Ora vejamos:
 
Rui Rio - (...) "Respondo com uma medida concreta que tomei. Eu tinha consciência que a instituição a que presidia (Câmara do Porto) tinha gente a mais e estabeleci a regra 2/1, saem dois e só entra um. Mas depois de baixar umas centenas de colaboradores, eu já não sabia bem o que estava a fazer, portanto foi feito o estudo"(...).
 
Ou seja, primeiro foi uma fezada de Rio "de que era assim", depois despediu centenas de pessoas e, só no final, é que foi estudar o assunto...
 
Se é assim que Rui Rio pensa, primeiro conquistar o PSD e, depois, conquistar o país, desengane-se porque "assim não vai lá".
 
Numa escala de 0 a 20 valores a entrevista de Rio de hoje leva 5. Negativa profunda. 
 
"Temos pena" Dr. Rio. Não creio que vá ter terceira oportunidade para causar boa impressão.
 
 
* Frase de autoria de François La Rochefoucauld

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publicado às 10:25

Declaração de independência do PSD

por John Wolf, em 10.10.17

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A crise de liderança do Partido Social Democrata (PSD) tem provocado mais alergias e urticárias no seio de outros partidos do que na própria casa da Rua de São Caetano à Lapa. Parece quase certo que o Derby social-democrata será disputado entre Santana Lopes e Rui Rio. Convém sublinhar o seguinte fenómeno separatista; Os mais contundentes sucessos de governação dos candidatos aconteceram na região norte - nas cidades da Figueira da Foz e do Porto. Numa lógica de bastiões e reservas estratégicas do PSD, faz algum sentido que assim seja, e tendo em conta o track-record de cada um dos adversários, se puxarem dos galões autárquicos para promoverem as suas causas, farão a vontade dos socialistas. Ainda recentemente, embora embriagado pelo oportunismo das eleições autárquicas, António Costa reforçou a sua dose ideológica de regionalismo e  "autonomia" política dos concelhos desde que estes sejam do Partido Socialista (PS). Numa interpretação mais ampla, e à luz dos acontecimentos que decorrem na Catalunha, a bandeira do poder local pode ser um argumento subtil a ter em conta na gestão de um país. Quer Santana Lopes quer Rui Rio devem saber integrar as movimentações ideológicas excêntricas. Dirão muitos que o que acontece na Catalunha não interessa ao menino Jesus, mas não é bem assim. Quaisquer derrames não previstos, decorrentes da garraiada que opõe Madrid a Barcelona, terão impacto nos discursos políticos pan-europeus e nas contas europeias. A geringonça ficará indelevelmente colada ao ciclo económico favorável do turismo e ao dinheiro fácil do Banco Central Europeu. Numa lógica de modelos económicos que se esgotam e de alternância de vocalistas, o mais provável é o PSD agarrar o poder em Portugal quando este estiver na mó de baixo, a andar às voltas da nora de uma nova crise de excessos e devaneios orçamentais. Seja qual for o chefe da casa política do PSD, este deve alinhar ideias de um modo realista, mas desapaixonado. O PSD, não sendo governo, deve ter um papel de auditor interno, de agência de rating. Por outras palavras, deve fazer uso do capital de que dispõe. E o legado de que dispõe diz respeito à experiência na gestão de crises. Os outros, para serem coerentes com o seu currículo, continuarão a pintar um cenário cor-de-rosa, perfeito. O PSD deve levar em conta que as marés psicológicas são de duração limitada e que as escorregadelas financeiras dos governos marcam o início do seu fim. O PSD apenas deve ser paciente. A realidade falará por si. A ideologia acaba sempre por se trair e deixar ficar mal os crentes mais ferverosos. O PSD deve declarar a sua independência política das querelas típicas que polvilham o quadro governativo de Portugal. Se quiser sair por cima.

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publicado às 14:26

Rui Rio

por Nuno Castelo-Branco, em 12.12.13

* As mãos são parecidas com as minhas, mas... juro que não sou eu

 

Rui Rio no Deutsche Bank. 

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publicado às 19:27

Messianismos propagados com fel

por João Pinto Bastos, em 30.09.13

Parece que, em alguns meios da opinião publicada, Rui Rio foi erigido, repentinamente, como o novo messias da política portuguesa. Lamento desapontar-vos, mas Rui Rio, por enquanto, terá, forçosamente, de ficar recluído à espera de que piores dias venham. Sim, é certo que o PSD perdeu espaço político, ao deixar escapar de forma clamorosa algumas das principais edilidades do país, sem esquecer a verdadeira débâcle eleitoral sofrida na região do soba Jardim. Sim, é certo, também, que a partidocracia nacional sofreu um forte abalo, que não se limitou, note-se, ao PSD de Passos. Contudo, fazer destes resultados uma espécie de clamor subterrâneo pela ascensão política de Rui Rio ao leme da nação, cheira demasiado a bafio, a um bafio que eu julgava já extinto. A culpa não é, certamente, de Rui Rio, aliás, o ainda presidente da Câmara Municipal do Porto tem estado, diga-se a abono da verdade, bastante silente, porém, há certos papagaios regimentais que não aguentam, por mais que a realidade lhes dite o contrário, a legitimidade das urnas. Que Deus lhes perdoe as manigâncias. Entretanto, eppur si muove,  o CDS, brilhantemente guiado por Paulo Portas, obteve um excelente score eleitoral, tendo em conta que, antes destas eleições, o partido era o parente pobre do poder local. Os centristas conquistaram 5 câmaras, ganhando, com isso, um alargamento da sua influência política nos municípios portugueses. O PS de Seguro, que Manuel Alegre, num acesso de "a mim ninguém me cala", qualificou como o grande vencedor da noite, foi, na verdade, um vencedor muito frouxo, aliás, frouxíssimo, o que, em bom rigor, é plenamente explicado pela perda de fôlego verificada nos últimos tramos da corrida às principais praças eleitorais. Quanto ao Bloco, comprovou-se, se dúvidas existissem, que, hoje em dia, o partido do caviar e do ipad para menininhos rebeldes, é uma inexistência política, que só sobrevive graças aos merdiocratas frequentadores das noitadas do Bairro Alto. Já o Partido Comunista, cujos resultados foram, infelizmente, demasiado risonhos, pode agradecer ao seu tão odiado Deus tamanha dádiva, pois, aqueles 7 a 8% de portugueses desguarnecidos de inteligência voltaram a dar, sabe-se lá como, ao partido da foice, do martelo, e do genocídio apoiado fora de portas, o comando de alguns centros urbanos de relativa importância. Os resultados eleitorais, analisados à primeira vista, oferecem, vistas bem as coisas, uma catadupa de leituras, mas o que importa relevar é que os portugueses, com algumas reticências pelo meio, manifestaram um profundo desagrado face à partidocracia reinante. Para bom entendedor meia palavra basta. O que sairá daqui só o futuro o dirá. 

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publicado às 02:40

Rui Rio e "Miss Swaps"

por Pedro Quartin Graça, em 08.08.13

À Revista Visão o ainda Presidente da C.M. Porto disse de sua justiça:


"Já disse que Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças, não tem perfil para o cargo. Porquê?

       A primeira vez que a vi foi na televisão. 

Julgo que falava sobre a equidade nas reduções de salários e não me pareceu que estivesse a dizer a verdade. Fiquei um bocadinho chocado.

      Conheci-a depois enquanto secretária de Estado do Tesouro no âmbito de dossiês relacionados com o Porto e a experiência foi péssima. 

A senhora comportou-se com alguma arrogância, por vezes até de forma pouco adulta.

      No caso da Sociedade Reabilitação Urbana foi dramático. Não perceber o efeito multiplicador do investimento nessa área é um erro básico para quem ocupa o cargo que ocupa.

Como vê o envolvimento da ministra no caso dos swaps?

Com alguma maldade, a ministra decidiu travar um combate político contra os swaps. Afastou dois secretários de Estado porque aprovaram swaps. Promoveu a secretário de Estado quem os quis fazer, com a pior das intenções do ponto de vista do interesse público. 

Ela, que os fez na REFER, não saiu do Governo nem ficou secretária de Estado: foi promovida. Qual a coerência disto tudo?

      A Junta Metropolitana, que tem 40% da Metro do Porto pediu-lhe o estudo do IGCP sobre os swaps da empresa e a senhora ministra nem respondeu. A gestão desta polémica é desastrosa. Saiu-lhe o tiro pela culatra. 

A ministra mentiu?

Pelo menos, não disse a verdade toda."

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publicado às 17:25

Temos homem!

por Pedro Quartin Graça, em 24.05.13

Rui Rio continua a "mexer". E promoveu agora uma "Carta Aberta ao Governo de Portugal", na qual 50 personalidades do Norte de Portugal vêm a público "em defesa do crescimento económico e do respeito pelo Porto" e querem que o Estado pague os 2,4 milhões de euros que deve à sociedade "Porto Vivo", destinada à reabilitação urbana da baixa portuense.

Nomes como os de Pires Veloso, Alberto Amaral, Mota Cardoso, Emidio Gomes, Novais Barbosa, Marques dos Santos, Belmiro de Azevedo, Américo Amorim, Fernando Guedes, Hélio Loureiro, Sobrinho Simões, Artur Santos Silva, D. Manuel Clemente, Silva Peneda, Arlindo Cunha, Miguel Cadilhe, Miguel Veiga e Valente de Oliveira fazem parte dos signatários da "Carta" na qual Rui Rio acusa o Governo de não pagar, desde 2009, o montante das contribuições devidas à Porto Vivo, de "há mais de um ano" arrastar a recomposição do conselho de administração e de votar contra todas as decisões da assembleia geral anual, incluido as contas de 2012.

"Com estas atitudes de tão fraco sentido de responsabilidade, o Governo diz ostensivamente aos portugueses em geral, e aos portuenses em especial, que, no Porto, a reabilitação urbana não faz parte do seu programa de acção, por muito que, no discurso político, reafirme à exaustão o seu empenho nesta causa", pode ler-se na carta aberta.

O primeiro acto público formal de Rui Rio como candidato a sucessor de Pedro Passos Coelho no PSD. Temos homem!

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publicado às 06:37

O futuro de Portugal

por Pedro Quartin Graça, em 21.01.13

Deixo aqui claramente exposta a minha opinião sobre a "solução" para a situação económico-financeira de Portugal. É altura de renegociar de forma muito dura a dívida e sairmos do EURO. E de fazermos aquilo que devíamos ter feito e não fizemos no passado: referendar a nossa permanência na União Europeia. Virão, dirão uns, ainda maiores dificuldades? É possível. Mas prefiro passar por elas agora, de uma vez, e recuperar Portugal para o futuro dos nossos filhos e netos, num misto de Europa (onde nunca deixámos de estar) coma a Lusofonia, que é a nossa Pátria comum. Sem esquecer o o Mar Português, o nosso maior território. Essa é, e sempre foi, a história de Portugal.

Para tarefa de renegociação da dívida com a Troika - incapaz de ser desempenhada por Pedro Passos Coelho - e sem recurso a eleições, que os Portugueses não desejam - , a alternativa imediata, e que seguramente recolherá grande apoio parlamentar no CDS, é confiar a Rui Rio (bem visto em Belém)  a chefia do Governo. O PSD profundo agradece, vendo nessa substituição uma "tábua de salvação" e a esperança de melhores resultados nas autárquicas. No fundo Passos Coelho já não é Primeiro - Ministro mas ainda não se deu conta disso.

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publicado às 12:37

Quando em início de Setembro por duas vezes aqui lançámos o nome de Rui Rio como sucessor de Pedro Passos Coelho e antecipámos os cenários possíveis, estávamos isolados nessa análise. Mas quase que parecia que tínhamos sido ouvidos, quer em Belém, quer no Largo do Rato. Para além do PSD "profundo", como é evidente. Da Presidência, naturalmente, não chegam notícias. Da parte do PS, porém, eis que ontem ouvimos o ex-ministro dos Assuntos Parlamentares de José Sócrates, Augusto Santos Silva, um homem do Porto, fazer precisamente a mesma análise que aqui deixámos. Parece que, afinal, o Plano B existe mesmo. Mas, ao contrário do que a maioria pensa, não inclui Passos nem Gaspar. Há um Rio que se avista no horizonte...

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publicado às 07:39

Por esse Rio acima

por Pedro Quartin Graça, em 28.09.12

Mais do que a remodelação no Governo ser inevitável, o que é imperioso é a remodelação do desgastado e desanimado Governo de Pedro Passos Coelho, ou seja, a sua substituição por outro, não necessariamente de diferentes cores partidárias, mas, pelo menos, com outro líder e sem que haja recurso a eleições, que quase ninguém deseja. Passos dá mostras diárias de público desnorte e incompreensão do País. Os portugueses não percebem Passos e Passos não percebe os Portugueses.

Ponto final. Parágrafo.

E quando aqui se chega mais vale partir para outra. O PSD profundo já o percebeu. O CDS sabe-o de há muito. Agora falta que as "forças vivas" afastem o líder, ou este se auto-afaste, e mudar. Vários candidatos da área do PSD poderiam ser apontados para uma tarefa ciclópica mas que não deixará de ter o Parlamento como necessário suporte à espinhosa missão de governação pós-Passos. Luís Marques Mendes - o homem com maior capacidade de análise e previsão política em Portugal - tem a desvantagem de ter chegado cedo de mais à presidência do PSD e, dificilmente, "a água corre duas vezes debaixo da mesma ponte". José Eduardo Martins, de uma geração mais nova, mas com a experiência que Passos não tem, teria certamente dificuldade imediata em trocar a advocacia por uma tarefa gigantesca de liderança, sem prejuízo de, eventualmente se poder perfilar para participar numa nova e eficaz solução de governação. A hora é pois, e claramente, de RUI RIO. E Rio está na linha da frente para a protagonizar, como o escrevemos há semanas aqui nestas páginas, aliás de forma isolada até ao momento em toda a blogosfera portuguesa. Bem aceite em Belém, Rio mantém uma auréola de grande rigor de actuação junto da opinião pública, não se vergando a quaisquer pressões, nem mesmo as do poderoso FC Porto. Com formação germânica, que admiramos por, a exemplo dele, a compartilharmos (enorme vantagem para Portugal porque sabe como os teutónicos pensam e a forma mais eficaz de os convencer), Rio junta o rigor de gestão alemão ao conhecimento que tem da realidade nacional. Mas, ao mesmo tempo, o necessário distanciamento das estruturas partidárias laranjas, que sempre fez questão de cultivar. Rio tem dado nas últimas semanas discretas, mas relevantes, notas públicas da sua disponibilidade. Em primeiro lugar porque pôs o dedo na ferida e apontou, e bem, as falhas da actual governação e do sistema partidocrático existente, defendendo, ao contrário de quase todos, o "aumento do prestígio dos políticos", contra os "poderes fácticos fortes". Por outro porque deu mostra pública de saber fazer a ponte com o PS, ao condenar, e bem, "linchamentos na praça pública. Ademais aponta caminhos acertados e diferentes, coisa que mais ninguém faz nos últimos tempos, pelo menos dentro do PSD. Tem, por último, que não em último lugar, uma grande vantagem: é bem aceite pelo parceiro de coligação CDS, que lhe reconhece competência técnica e política, coisa que nunca aconteceu com o impreparado Passos, um produto exclusivo, mas falhado, de uma, até então, aparentemente bem urdida campanha de marketing do seu mentor, Miguel Relvas.

 

Post scriptum - Uma última nota, em antecipação e exclusiva para os potenciais detractores deste meu post, falível como não pode deixar de ser, quando se abordam matérias políticas com um elevado grau de futurologia: não conheço Rui Rio e, ao invés de muitos, não aceito "encomendas". Ademais sou monárquico, logo aposto, e luto, mas de forma democrática, pela queda do Regime. O que não significa que, entretanto, não possa contribuir, através da análise e de apresentação de propostas políticas para que este, enquanto existir, não possa trazer mais felicidade aos Portugueses. Afinal, não é para isso que serve a Democracia? 

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publicado às 13:54

O Senhor que se segue

por Pedro Quartin Graça, em 17.09.12

Com um Passos ferido de morte, e condenado, mais cedo ou mais tarde, a ser apeado, por sua exclusiva responsabilidade, o PSD já "encontrou" o seu sucessor: RUI RIO. Resta ver ser se o eficaz e rigoroso Rio ainda vai ter de fazer a travessia do dito e aguardar até às autárquicas do próximo ano, ou se, afinal, vai ser chamado mais cedo do que se pensa a encabeçar um "governo de salvação nacional", de iniciativa presidencial, no qual Passos não entrará, evidentemente. Estes são alguns dos dados que já se jogam nos bastidores, nomeadamente em Belém, onde Passos Coelho caíu definitivamente em desgraça. Só mesmo um recuo na TSU e uma rápida remodelação governamental lhe darão mais alguns meses à frente dos destinos do País.

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publicado às 11:57

Ainda há alguma dúvida?

por Pedro Quartin Graça, em 12.04.11

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publicado às 19:37






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