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Revista Portuguesa de Ciência Política, N. 7

por Samuel de Paiva Pires, em 21.11.17

Já está disponível o número 7 da Revista Portuguesa de Ciência Política, editada pelo Observatório Político, onde podem encontrar um artigo da minha autoria intitulado "A teoria da decisão em Maquiavel."

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publicado às 15:18

"Todo o ser é feliz quando satisfaz o seu destino"

por Samuel de Paiva Pires, em 28.09.17

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Ainda me recordo do primeiro dia em que iniciei o meu percurso escolar, há 25 anos. Desde então, passei por várias escolas e universidades e foi na minha alma mater, o ISCSP, que descobri, logo nos primeiros dias de aulas da licenciatura em Relações Internacionais, o meu desígnio de vida: a dedicação ao conhecimento, à ciência, à academia. É, por isso, com um sentimento muito especial que inicio o meu primeiro ano lectivo do outro lado da secretária do Professor, numa universidade que se tem vindo a afirmar como uma referência não só a nível nacional, mas também internacional, e onde fui maravilhosamente acolhido e integrado, a Universidade da Beira Interior, situada na belíssima cidade da Covilhã. Tenho, assim, a imensa sorte de poder, finalmente, dedicar-me inteiramente a algo que, mais que uma profissão, é uma vocação. Ortega y Gasset, no início de O Que é a Filosofia?, resume bem o meu estado de espírito após as primeiras aulas que leccionei: 

(…) já veremos como no ser vivo toda a necessidade essencial, que brota do próprio ser e não lhe advém de fora acidentalmente, vai acompanhada de voluptuosidade. A voluptuosidade é a cara, a facies da felicidade. E todo o ser é feliz quando satisfaz o seu destino, isto é, quando segue a encosta da sua inclinação, da sua necessidade essencial, quando se realiza, quando está a ser o que é na verdade. Por esta razão Schlegel dizia, invertendo a relação entre voluptuosidade e destino: «Para o que nos agrada temos génio». O génio, isto é, o dom superlativo de um ser para fazer alguma coisa tem sempre simultaneamente uma fisionomia de supremo prazer. Num dia que está próximo e graças a uma transbordante evidência vamo-nos ver surpreendidos e obrigados a descobrir o que agora somente parecerá uma frase: que o destino de cada homem é, ao mesmo tempo, o seu maior prazer.

 

(também publicado aqui.)

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publicado às 17:24

No Delito de Opinião

por Samuel de Paiva Pires, em 31.07.17

Hoje, a convite do Pedro Correia, contribuo para o Delito de Opinião com um post sobre a incapacidade crónica para debater civilizadamente de que sofrem alguns académicos que, por defeito, deveriam ser intelectualmente humildes, honestos e pluralistas e fomentadores da civilidade.

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publicado às 11:05

17 de Janeiro de 2017

por Samuel de Paiva Pires, em 17.01.17

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17 de Janeiro de 2017 ficará indelevelmente gravado na minha memória como o dia em que concluí o doutoramento. Agradeço aos membros do júri das provas públicas que hoje prestei pelos comentários, críticas e pelo estimulante debate. Aproveito ainda para agradecer novamente a todos os que, de alguma forma, me apoiaram nesta caminhada, em especial à Ana Rodrigues Bidarra, sem a qual esta aventura não teria sido possível.

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publicado às 22:06

Provas públicas de doutoramento

por Samuel de Paiva Pires, em 04.01.17

Convido os interessados a estarem presentes nas minhas provas públicas de doutoramento que terão lugar na Aula Magna Professor Doutor Adriano Moreira, no ISCSP-UL, no dia 17 de Janeiro de 2017, pelas 15h00. 

 

O júri será composto pelos Professores Doutores Manuel Meirinho Martins (Presidente do júri), José Adelino Maltez (ISCSP-UL), Cristina Montalvão Sarmento (ISCSP-UL), Miguel Morgado (IEP-UCP), André Azevedo Alves (IEP-UCP), André Freire (ISCTE), Pedro da Fonseca (ISCSP-UL) e Isabel David (ISCSP-UL).

 

A minha tese é subordinada à temática "Tradição, razão e mudança", podem ficar a conhecer alguns breves excertos, que divulgarei ao longo dos próximos dias, no Facebook e aproveito ainda para aqui deixar o abstract:

 

Nesta tese considera-se a relação entre tradição, razão e mudança que marca a modernidade e diversas correntes da teoria política moderna e contemporânea. Esta relação é analisada à luz das ideias de autores liberais, conservadores e comunitaristas, procurando-se contribuir para iluminar divergências e convergências entre estas teorias políticas. Desta forma, as noções de tradição, razão e mudança são abordadas colocando em diálogo as três teorias através de autores que consideramos serem representativos destas e que contribuíram significativamente para a temática em análise, nomeadamente Friedrich Hayek, Karl Popper, Michael Polanyi e Edward Shils, no que ao liberalismo diz respeito; Edmund Burke, Michael Oakeshott e Roger Scruton, por parte do conservadorismo; e Alasdair MacIntyre, no que ao comunitarismo concerne. Procura-se realizar uma interpretação, uma síntese teórica, resultante da sistematização das ideias destes autores e demonstrar que tradição e razão, na concepção do racionalismo crítico ou evolucionista não se opõem e que, na verdade, estão intrinsecamente ligadas, contrariando a tese do racionalismo construtivista de que a razão tem de rejeitar a tradição. No que concerne à componente empírica, procura-se aplicar a abordagem metodológica neo-institucionalista, em particular na sua variante discursiva, combinada com a síntese teórica interpretativa da relação entre tradição, razão e mudança – ou seja, com uma abordagem tradicionalista – à análise da ideia de sociedade civil enquanto tradição, realizando, para o efeito, uma sistematização da evolução deste conceito, evidenciando como foi originado, como foi transmitido e alterado ao longo do tempo, como se cindiu e ramificou em várias tradições distintas, incorporando as tradições políticas liberal e marxista, mostrando que estas duas tradições competiram entre si no século XX e demonstrando ainda de que forma a prevalência da tradição liberal contribui para a crise do Estado soberano.

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publicado às 11:59

No seguimento dos meus anteriores dois posts a este respeito, gostaria de fazer novamente um ponto da situação relativamente aos trabalhos de doutoramento, bem como reforçar o apelo a todos aqueles que desejem apoiar a sua conclusão.

 

Conforme deixei patente no meu último post, estou, durante este mês de Janeiro de 2016, a terminar a tese de doutoramento, de forma a poder entregá-la em Fevereiro.

 

A todos aqueles que têm vindo a contribuir para esta iniciativa de angariação de fundos farei chegar a tese logo que esteja terminada. Existem, todavia, algumas pessoas que têm contribuído financeiramente e optado por permanecer anónimas, pelo que, se assim o desejarem, muito agradeço que me contactem para que possa fazer-vos chegar a tese, bem como os ensaios desenvolvidos no âmbito do doutoramento e os recibos de propinas que comprovam a aplicação dos fundos angariados.

 

Encontrando-me agora na derradeira fase do doutoramento, falta apenas reunir €1200 (€700 para a liquidação de propinas e €500 para a entrega da tese), sendo o valor remanescente dos fundos angariados o montante de €340. Assim, permitam-me aproveitar para renovar a mensagem, apelando a todos aqueles que queiram e possam colaborar nesta iniciativa, relembrando que o NIB para o qual podem ser realizadas as contribuições é o 0035 0150 0006 3680 5786 7, sendo também possível contribuir através do PayPal, para samuelppires@gmail.com.

 

Termino assinalando que o facto de ter chegado aqui se deve, no que ao pagamento das propinas diz respeito, ao esforço e dedicação dos que têm contribuído na medida das suas possibilidades. Assevero-vos que, para mim, todo o apoio é inestimável. Por isso, permitam-me, mais uma vez, expressar o meu sentido agradecimento a todos os que têm contribuído financeiramente para esta iniciativa, bem como aos que têm ajudado a divulgá-la.

 

Um excelente ano de 2016 a todos.

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publicado às 20:23

Bom Ano Novo

por Samuel de Paiva Pires, em 31.12.15

Não sou de fazer balanços do ano que se finda nem de pedir desejos para o ano que se inicia. Direi apenas que continuei e continuo a desenvolver a minha actividade académica, que em 2015 se reflectiu não apenas na redacção de boa parte da minha tese de doutoramento, como também na leitura dos vários autores que me proponho analisar no capítulo central, sobre a temática da tradição, razão e mudança. Costuma dizer-se que não é o destino que importa, mas a viagem, e esta está quase a terminar. Reservei os dias de férias de 2015 para agora, em Janeiro, terminar a tese. E isto é o que posso prometer a mim mesmo e também àqueles que têm contribuído para o crowdfunding destinado a financiar o doutoramento. Vou terminar a minha tese até 31 de Janeiro. É este o meu primeiro e mais importante objectivo em 2016. 

 

De resto, aproveito para desejar um óptimo Ano Novo aos meus colegas de blog e aos nossos leitores. 

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publicado às 13:18

Como é fácil ser de esquerda ou libertário

por Samuel de Paiva Pires, em 30.09.15

Uma das conclusões não oficiais a que cheguei no decurso da investigação no âmbito da minha tese de doutoramento, em que tenho estudado o liberalismo, o conservadorismo e o comunitarismo e as suas interpretações da relação entre razão, tradição e mudança, é a de que, no que concerne aos valores basilares que fundamentam as opções ideológicas, é muito mais fácil ser de esquerda ou libertário do que de direita, isto é, liberal clássico ou conservador. À direita, vemo-nos na contigência de defender os preconceitos, as tradições, as convenções sociais, as mudanças gradualistas e em que o ónus de provar a necessidade de inovação recai sobre o inovador, a evolução social como decorrente da interacção livre de várias mentes numa matriz de crenças e valores, a necessidade de compromissos em política. À esquerda e para o libertarianismo, basta rejeitar tudo isto, acreditar que a realidade humana é uma construção social passível de ser alterada de acordo com desígnios de um qualquer racionalismo - o que Oakeshott chama de "política do livro" - e, no fundo, ter um preconceito contra todos ou quase todos os preconceitos e deixar a evolução social ao critério exclusivo do Estado, para o esquerdista, ou do mercado, para o libertário. Não por acaso, para o esquerdista, o Estado é o principal instrumento a utilizar e o mercado é o principal inimigo a abater, enquanto para o libertário é precisamente o contrário. Um pensador conservador pensa a partir do real, das circunstâncias práticas, sem deixar de criticar a sociedade em que vive, encontrando no Estado e no mercado diferentes esferas da vida humana, ambas necessárias a uma sociedade livre e próspera; um pensador esquerdista ou um libertário pensam a partir de um qualquer ideal e clamam contra tudo o que não se conforma a esse ideal. O racionalismo dogmático ou construtivista do esquerdista ou do libertário que defendem um valor acima de todos os outros em qualquer tempo e lugar, independentemente das circunstâncias práticas, consubstancia a política dos mentalmente preguiçosos.

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publicado às 10:28

Declaração de voto

por Samuel de Paiva Pires, em 04.09.15

Votei CDS nas legislativas de 2011, o que não é particularmente surpreendente para alguém que é militante do partido. Escrevi, aqui, um post a elogiar o actual governo aquando da nomeação dos seus ministros. Desiludi-me rapidamente com este governo quando começou por aumentar impostos, contrariando Passos Coelho o que havia prometido durante a campanha eleitoral. De 2011 a 2014, por várias vezes critiquei o governo aqui e no Facebook. Participei, pela primeira vez na minha vida, numa manifestação a 15 de Setembro de 2012, isto é, na manifestação contra as alterações na TSU propostas por Vítor Gaspar. Partilho muitos dos pontos de vista de alguns dos mais destacados opositores deste governo, em particular Pacheco Pereira, que considero de uma inteligência muito superior à esmagadora maioria dos seus detractores e que sempre soube desconstruir muito bem a narrativa pró-austeridade que emana da Alemanha e das instituições que compõem a troika. Considero que ocorreram erros de casting graves, alguns corrigidos entretanto, como Miguel Relvas, outros que ainda permanecem, como Barreto Xavier, o da estapafúrdia lei da cópia privada, ou Bruno Maçães, de quem frontalmente discordo no alinhamento com a Alemanha e no que diz respeito à política europeia, visto que, como defendo em artigo recentemente publicado, creio que Portugal deveria alinhar-se com os países do sul da Europa e negociar alterações de fundo na arquitectura da Zona Euro com os restantes Estados-membros liderados pela Alemanha. Fiz oposição interna a Paulo Portas no CDS, integrando o grupo liderado por Filipe Anacoreta Correia, um homem bom que a convite do Vice-Primeiro-Ministro integra a actual lista de candidatos a deputados pelo círculo eleitoral de Lisboa, em cuja apresentação estive esta semana.

 

Todavia, creio também que existem pessoas com muito valor neste governo e na maioria parlamentar que o suporta, como Paulo Macedo – talvez o melhor ministro deste governo –, Pedro Lomba, Adolfo Mesquita Nunes, Miguel Morgado, Michael Seufert, João Almeida, Nuno Magalhães entre outros. Estou em crer que muitos dos erros em que o governo incorreu se ficaram a dever a alguma falta de coordenação entre os dois partidos da coligação e à falta de eficácia na comunicação política, especialmente nos primeiros dois anos, o que também é compreensível atendendo à situação de emergência que vivemos colectivamente e ao facto de não ser habitual governar em coligação no nosso país. Ao contrário do que este governo fez, parece-me que deveria ter sido muito mais incisivo na responsabilização do PS pelo estado comatoso a que chegámos em 2011, em resultado da mais que desastrosa e pérfida governação de José Sócrates.

 

Pelo meio, durante estes últimos anos, especialmente em resultado da investigação que estou a levar a cabo com vista à conclusão do meu doutoramento em Ciência Política, tornei-me menos liberal e mais conservador, tendo-me distanciado de muitos dos pontos de vista da esmagadora maioria dos liberais que escreve na blogosfera lusa e no Facebook. Talvez isso ajude a perceber por que razão hoje compreendo que, embora a austeridade excessiva seja um erro imposto a diversos países, não havia, com efeito, alternativa ao aumento de impostos para permitir cumprir as metas impostas pelo memorando de entendimento com a troika que, sublinho novamente, intervencionou o país em resultado da governação socialista de José Sócrates. Hoje vejo, como se pode constatar factualmente, que o país está a dar a volta, com o desemprego a diminuir, o défice a diminuir e as exportações e o investimento externo a aumentarem. A dívida pública, em larga medida contraída pelos governos socráticos, estabilizou e temos agora condições para a começar a pagar, processo que levará muitos anos e que nos continuará a impor constrangimentos financeiros inevitáveis. Pude constatar diversas vezes, ao longo destes anos, como utente do Serviço Nacional de Saúde, que este não foi destruído, como erradamente clama o PS, tendo-se tornado, isso sim, mais eficaz e financeiramente sustentável. Preferia que o IRS fosse menos oneroso, preferia não ter de pagar uma sobretaxa sobre os rendimentos do meu trabalho, e preferia que as taxas moderadoras do SNS não fossem tão elevadas, mas compreendo que são medidas necessárias para garantir a sustentabilidade das instituições públicas que servem a nossa nação e, em última análise, em especial no que diz respeito à educação, saúde e segurança social, para assegurarem condições de vida minimamente dignas a milhões de portugueses. Se é este o preço a pagar para que uma nação com quase nove séculos de História continue a fazer parte do grupo dos países mais desenvolvidos do mundo, então assim seja.

 

Este foi um preço pago essencialmente pela classe média, como não poderia deixar de ser. Sendo Portugal um país desenvolvido é apenas natural que a classe média componha a maioria da população e, por isso, sobre ela recaia o preço da austeridade. Saliente-se que os mais desprotegidos e menos afortunados foram efectivamente poupados aos constrangimentos financeiros que a classe média teve de suportar – e bem.

 

Paulo Portas tem toda a razão em apelar à classe média e aos indecisos. Passos Coelho e o líder do CDS revelaram um estoicismo assinalável durante estes quatro anos, que lhes permitiu não só ultrapassar as crises internas da coligação, como também cumprir o acordado com a troika e relançar o país no sentido do crescimento económico. A classe média tem muito a ganhar em manter a actual maioria no poder, mas também os menos afortunados, os empresários, os que todos os dias trabalham para que o país exporte mais e atraia mais investimento.

 

Para além de tudo isto, o governo actual está prestes a fazer história: pela primeira vez na III República uma coligação irá concluir o mandato que se propôs cumprir. Estamos, portanto, em presença de dois partidos que governaram Portugal durante um dos períodos mais difíceis da nossa História contemporânea e que têm, no fim do seu mandato, resultados francamente positivos para mostrar e que justificam o voto na coligação Portugal à Frente. Já o PS apresenta-se a eleições com propostas aventureiras, em especial as concernentes às alterações na TSU e nas pensões, e não pode deixar de ter sobre si o espectro dos anos da governação socrática.

 

Será talvez um lugar comum relembrar a célebre afirmação de Bismarck de que a política é a arte do possível. Ademais, a democracia obriga-nos, frequentemente, a escolher entre o menor dos males. Não existem soluções perfeitas que agradem a gregos e a troianos. Mas por tudo o que escrevi, a coligação Portugal à Frente justifica e merece vencer as eleições de 4 de Outubro.  O PS e António Costa não estão prontos para governar, como atestam as suas promessas irrealistas, ao passo que PSD e CDS constituem hoje um bloco sólido que dá garantias de poder manter o país no caminho do crescimento económico e do progresso social.

 

Termino citando uma formulação clássica de Michael Oakeshott, aqui numa tradução minha, apelando ao conservadorismo que caracteriza a classe média, bem como aos indecisos: “Ser conservador, então, é preferir o familiar ao desconhecido, preferir o tentado ao não tentado, o facto ao mistério, o real ao possível, o limitado ao ilimitado, o próximo ao distante, o suficiente ao superabundante, o conveniente ao perfeito, o riso actual à felicidade utópica.”

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publicado às 19:32

"A crise do euro e o trilema do futuro da União Europeia"

por Samuel de Paiva Pires, em 04.09.15

No recentemente editado n.º 4 da Revista Portuguesa de Ciência Política podem encontrar um artigo da minha autoria intitulado "A crise do euro e o trilema do futuro da União Europeia". Trata-se de um artigo elaborado primeiramente no início de 2014 no âmbito da disciplina de Temas Aprofundados de Economia Política Internacional do doutoramento em Ciência Política e posteriormente adaptado para publicação. Além de realizar uma análise da crise do euro até ao início de 2014, esboço um trilema quanto ao futuro da União Europeia que pretende perspectivar os diversos caminhos que esta poderá seguir, em particular no que concerne à Zona Euro.

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publicado às 15:24

No seguimento do meu anterior post a este respeito, agora que se findou o segundo ano lectivo do doutoramento, gostaria de aproveitar a oportunidade para fazer um ponto de situação quanto aos meus trabalhos de doutoramento, assim como para reforçar o apelo a todos aqueles que desejem apoiar a sua conclusão.

 

No que concerne à situação académica, cumpre informar que a tese de doutoramento passou a contemplar não apenas os conceitos de tradição e razão mas também de mudança e conta actualmente com cerca de 140 páginas, faltando essencialmente redigir o capítulo central e parte da conclusão, o que acontecerá até Setembro de 2016.

 

A todos aqueles que têm vindo a contribuir para esta iniciativa de angariação de fundos farei chegar a tese no seu estado actual, muito agradecendo comentários e sugestões. Todavia, existem algumas pessoas que têm contribuído financeiramente e optado por permanecer anónimas, pelo que, se assim o desejarem, muito agradeço que me contactem para que possa fazer-vos chegar a tese, bem como os ensaios desenvolvidos no âmbito do doutoramento e os recibos de propinas que comprovam a aplicação dos fundos angariados.

 

Entrando agora no derradeiro ano lectivo do doutoramento, falta apenas reunir €1500 para a liquidação de propinas e €500 aquando da entrega da tese. Assim, permitam-me aproveitar para renovar a mensagem, apelando a todos aqueles que queiram e possam colaborar nesta iniciativa, relembrando que o NIB para o qual podem ser realizadas as contribuições é o 0035 0150 0006 3680 5786 7, sendo também possível contribuir através do PayPal, para samuelppires@gmail.com.

 

Termino assinalando que o facto de ter chegado aqui se deve, no que ao pagamento das propinas diz respeito, ao esforço e dedicação dos que têm contribuído na medida das suas possibilidades. Assevero-vos que, para mim, todo o apoio é inestimável. Por isso, permitam-me, mais uma vez, expressar o meu sentido agradecimento a todos os que têm contribuído financeiramente para esta iniciativa, bem como aos que têm ajudado a divulgá-la.

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publicado às 22:29

Volvidos alguns meses sobre o meu último post a este respeito, e dado que esta campanha de crowdfunding tem continuado a ser promovida, tendo vindo a receber recentemente diversos contributos, gostaria de aproveitar a ocasião para informar sobre a publicação de alguns dos trabalhos desenvolvidos durante a parte curricular do doutoramento, bem como para reforçar o apelo a todos aqueles que desejem apoiar a conclusão dos meus trabalhos de doutoramento.

 

Esta situação justifica, excepcionalmente, a activação temporária da minha conta de Facebook, porquanto este foi um meio privilegiado para a promoção desta iniciativa.

 

Assim, gostaria de informar que foi publicado na Revista Militar N.º 2553, de Outubro de 2014, um artigo da minha autoria intitulado “A Nigéria no Shatterbelt da África Subsariana: uma análise geopolítica e geoestratégica”, e que foi aceite para publicação, na Revista Portuguesa de Ciência Política, editada pelo Observatório Político, o meu artigo “A crise do euro e o trilema do futuro da União Europeia”. Este último, aliás, na sua versão em língua inglesa, foi apresentado na conferência internacional “Plunging Into Turmoil: Social Sciences and the Crisis”, organizada pelo Observatório Político em parceria com o CAPP/ISCSP-UL, que teve lugar no ISCSP, a 17 de Outubro de 2014, onde foi keynote speaker o Professor Andrew Linklater. Para além destes trabalhos, submeti outro artigo que se encontra actualmente a aguardar decisão sobre a sua publicação e encontra-se também em fase de revisão um outro artigo a submeter posteriormente para publicação.

 

Até ao momento, com os contributos que recebi, foi possível realizar o pagamento das propinas do doutoramento, bem como reunir toda a bibliografia necessária. Por isso, agradeço-vos penhoradamente.

 

Estando actualmente numa fase marcada essencialmente por leituras, tenho, todavia, vindo a desenvolver os enquadramentos metodológico e teórico da tese, que deverá ser finalizada até Setembro de 2016.

 

Actualmente, o montante remanescente do crowdfunding totaliza €345,45, sendo que, neste ano de 2015, será necessário reunir €1500 para a liquidação de propinas. Assim, permitam-me aproveitar para renovar a mensagem, apelando a todos aqueles que queiram e possam colaborar nesta iniciativa, relembrando que o NIB para o qual podem ser realizadas as contribuições é o 0035 0150 0006 3680 5786 7, sendo também possível contribuir através do PayPal, para samuelppires@gmail.com.

 

Conforme já deixei patente nos posts anteriores, muito agradeço que me contactem para o e-mail referido, para que eu possa identificar individualmente as pessoas a quem deverei agradecer, a não ser que tenham algo a obstar a tal. Reforço, mais uma vez, que terão total acesso ao extracto bancário e aos recibos que comprovem a correcta aplicação dos fundos.

 

Termino salientando que o facto de ter chegado aqui, a esta fase intermédia, em que mais de metade das propinas do doutoramento se encontram liquidadas, se deve inteiramente ao vosso esforço, isto é, ao esforço dos que contribuíram na medida das suas possibilidades, alguns, por exemplo, com 10 euros, outros com 100. Assevero-vos que, para mim, todo o apoio é inestimável.

 

Aproveito ainda para desejar a todos um óptimo ano de 2015.

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publicado às 20:16

Angariação de fundos para financiamento de doutoramento (9)

por Samuel de Paiva Pires, em 12.07.14

Passados alguns meses desde o meu último post a este respeito, finalizada a parte curricular do doutoramento, liquidadas as propinas relativas a este primeiro ano e adquirida a bibliografia que estava em falta, gostaria de aproveitar a oportunidade para fazer um breve balanço.

 

No que ao aspecto financeiro concerne, registaram-se, até ao momento, 47 contribuições, totalizando €3468, sendo os fundos remanescentes €275,37. Quanto à vertente académica, a parte curricular ficou concluída ontem, registando-se as avaliações que podem ser consultadas aqui. Elaborei, no âmbito das diversas disciplinas, ensaios que ao longo dos próximos tempos serão revistos com o intuito de serem submetidos para publicação. O projecto de tese de doutoramento sofreu alterações substanciais ao longo deste ano e a versão final, que também está disponível para consulta, será submetida em breve ao Conselho Científico do ISCSP.

 

Não posso deixar de, mais uma vez, expressar o meu sentido agradecimento a todos os que contribuíram financeiramente para esta iniciativa, bem como aos que ajudaram a divulgá-la. Alguns dos que contribuíram permanecem anónimos, mas tenho contactado pessoalmente com os demais, e assim continuarei, por entender que tenho, efectivamente, não só uma dívida de gratidão, como o dever de informar quem tão generosamente me tem apoiado a respeito da evolução dos trabalhos desenvolvidos em sede académica.

 

A partir de agora, tenho 2 anos para elaborar a tese, o que implica concentrar energias neste empreendimento e não me dispersar com o que é meramente acessório. Numa época em que facilmente nos deixamos submergir no mediatismo e na espuma dos dias, e quando o debate de ideias nos blogs e nas redes sociais se encontra manifestamente empobrecido – o mais das vezes, até, ausente –, torna-se mister não só ter as prioridades bem definidas, como alocar recursos escassos – o tempo e a disponibilidade mental – a estas prioridades. Ademais, vale a pena relembrar Ortega y Gasset: “Todo o esforço intelectual que com rigor o seja afasta-nos solitários da praia comum, e, por rotas recônditas que precisamente o nosso esforço descobre, conduz-nos a lugares retirados, situa-nos sobre pensamentos insólitos.”

 

Tendo isto em mente, entre hoje e amanhã desactivarei a minha conta do Facebook e passarei a contribuir para o Estado Sentido apenas quando me for possível – mais com o que for lendo e escrevendo no âmbito da tese, do que com comentários sobre a actualidade – sendo certo que este fica bem entregue nas mãos de todos os que têm contribuído para o seu sucesso, a quem estou também penhoradamente grato. Continuarei, todavia, contactável por e-mail (samuelppires@gmail.com). 

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publicado às 15:42

Bom ano novo

por Samuel de Paiva Pires, em 31.12.13

O Facebook sugere-me que veja o meu ano de 2013 em revista. Eu passo, porque não preciso de ver em revista um ano que está e estará, mais do que qualquer outro, presente na minha mente. 2013 foi um ano lixado que se iniciou com a denúncia pública a respeito do funcionamento da FCT no concernente à atribuição de bolsas de doutoramento, luta que continuou com o recurso ao crowdfunding para poder financiar o doutoramento. E se, nesse mês de Janeiro, consegui aliviar a revolta que sentia, se até agora tenho ficado verdadeiramente sensibilizado com a generosidade dos que me têm ajudado nesta campanha de crowdfunding, e se tive também a sorte de sair de uma situação de emprego precário e temporário para um emprego na minha área de estudos nos primeiros meses do ano, não consigo, todavia, de deixar de pensar que 2013 foi o ano que fez ascender, sem aviso, o meu pai e o meu avô paterno à essência, que me revelou a verdadeira face de muitos dos que me rodeiam/rodeavam, para o bem e para o mal, e que, já mesmo no seu término, ainda me conseguiu fazer ter um acidente em casa que me obrigou a ser operado a uma mão há cerca de duas semanas e cuja recuperação se dará ao longo de todo o próximo ano.

 

 

No meio de tudo isto, há que continuar em frente tendo em consideração que, como dizia Chesterton, devemos rir-nos em face da tragédia, já que pouco mais podemos fazer. Mas se é verdade que as dificuldades moldam o nosso carácter e que a forma como as enfrentamos nos definem, também não deixa de ser verdade que este ano teria sido bem mais complicado se o tivesse enfrentado sozinho. No balanço entre coisas boas e más com que Universo me decidiu presentear, tive a felicidade de conhecer a Ana Rodrigues Bidarra, um dos melhores acontecimentos da minha vida, uma das melhores pessoas que já conheci e com quem espero passar o restante tempo que por cá andar. Sem ti, Aninha, seria bem mais difícil olhar para as coisas boas da vida neste ano e a vontade de continuar a olhar em frente teria sido, provavelmente, obliterada. Não tenho sequer palavras para te agradecer por tudo o que tens sido, por me teres ajudado a enfrentar este ano, por me fazeres sentir especial e sortudo mesmo nos momentos mais difíceis. Só contigo compreendi, finalmente, que a verdadeira felicidade só se pode alcançar a dois. Que os anos que aí vêm sejam bem melhores, é o que desejo e o que quero prometer-te, porque tudo farei por isso.

 

Ora então, agora sim, e como é da praxe, termino desejando-vos boas entradas e que 2014 seja um óptimo ano.

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publicado às 20:28

No seguimento do meu último post a este respeito, numa altura em que o meu projecto de tese de doutoramento sofreu já algumas alterações e aprofundamentos, destacando-se, inclusive, a decisão de a tese, ao contrário do inicialmente pretendido, vir a ser desenvolvida em língua portuguesa, não em inglês, e à medida que se aproxima o fim do primeiro semestre curricular, gostaria de aqui dar conta do ponto de situação relativamente a esta iniciativa e agradecer, mais uma vez, a todos os que têm contribuído para o seu sucesso, quer financeiramente quer através da sua divulgação. 

 

Tendo o objectivo financeiro desta campanha sido fixado nos €6000, destinados essencialmente a propinas e a parte substancial da bibliografia, desde o início desta campanha foram contabilizadas 31 contribuições, que totalizam €2148. Após o primeiro passo, consubstanciado na candidatura ao doutoramento, matrícula e pagamento da primeira prestação de propinas, e a transferência dos fundos restantes para a conta na CGD (€300,37), foram recepcionadas mais cinco contribuições, no valor total de €180. Destes fundos, €300 destinaram-se a adquirir parte da bibliografia imprescindível para a prossecução dos trabalhos, via Amazon (€210,14) e Alibris (€57,43), e à impressão de vários artigos académicos (€32,43). Neste momento, os fundos remanescentes totalizam €180,37. 

 

Gostaria de aproveitar para renovar a mensagem, apelando a todos aqueles que queiram e possam colaborar nesta iniciativa, relembrando que o NIB para o qual podem ser realizadas as contribuições financeiras é o 003501500006368057867, mas que também continua a ser possível contribuir através do PayPal, para samuelppires@gmail.com.

 

Muito agradeço que me contactem para o e-mail acima referido, desde já garantindo que figurarão nos agradecimentos da tese os nomes de quem para esta causa contribuir, a não ser que tenham algo a obstar a tal, e que terão total acesso ao extracto bancário e aos recibos que comprovem a correcta aplicação dos fundos. 

 

Por último, deixo ainda o extracto dos últimos meses:

 

 

Leitura complementar: Denúncia Pública – Dinheiros públicos, favorecimentos e discriminação: a Fundação para a Ciência e TecnologiaAssociação Portuguesa de Sociologia perplexa com a Fundação para a Ciência e TecnologiaEntrevista a Samuel de Paiva Pires (não editada)"O presente roubado por um futuro prometido"Denúncia Pública sobre a Fundação para a Ciência e Tecnologia será relatada na Assembleia da RepúblicaÉ já esta Terça-feiraÀ procura de justiçaExposição proferida hoje na Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da RepúblicaPSD e CDS questionam a Secretária de Estado da Ciência sobre o funcionamento da Fundação para a Ciência e TecnologiaDa série "Um país de coincidências"Registo áudio da audiência parlamentar sobre a denúncia quanto ao funcionamento da Fundação para a Ciência e TecnologiaAinda a kafkiana e corrupta Fundação para a Ciência e TecnologiaAngariação de fundos para financiamento de doutoramentoAngariação de fundos para financiamento de doutoramento (2)Angariação de fundos para financiamento de doutoramento (3);Crowdfunding for PhD studiesAngariação de fundos para financiamento de doutoramento (4) / Crowdfunding for PhD studies (2)Angariação de fundos para financiamento de doutoramento (5) / Crowdfunding for PhD studies (3); Angariação de fundos para financiamento de doutoramento (6); Angariação de fundos para financiamento de doutoramento (7).

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publicado às 17:29

No seguimento do meu último post a este respeito, efectuada a matrícula no ISCSP, e apenas a dois dias do início das aulas, quero, mais uma vez, agradecer a todos os que têm contribuído para o sucesso desta iniciativa, quer financeiramente quer através da sua divulgação.

 

Informo também que, para evitar que continuem a ser cobradas taxas de manutenção na conta do Santander que até agora serviu os propósitos desta angariação de fundos, decidi encerrar a mesma e transferir os fundos (€300,37) para uma conta aberta na CGD com o fito específico de continuar a angariação de fundos sem que me sejam cobradas taxas de qualquer tipo. Desta forma, para aqueles que pretendam contribuir para esta campanha, informo que o NIB desta conta é 003501500006368057867, mas que também continua a ser possível contribuir através do PayPal, para samuelppires@gmail.com.

 

A todos aqueles que desejem contribuirmuito agradeço que me contactem para o e-mail acima referido, desde já garantindo que figurarão nos agradecimentos da dissertação os nomes de quem me auxiliar e contactar, a não ser que tenham algo a obstar a tal, e que terão total acesso ao extracto bancário e aos recibos que comprovem a correcta aplicação dos fundos. 


Por último, deixo ainda os referidos extractos:


Santander:


CGD:




Leitura complementar: Denúncia Pública – Dinheiros públicos, favorecimentos e discriminação: a Fundação para a Ciência e TecnologiaAssociação Portuguesa de Sociologia perplexa com a Fundação para a Ciência e TecnologiaEntrevista a Samuel de Paiva Pires (não editada)"O presente roubado por um futuro prometido"Denúncia Pública sobre a Fundação para a Ciência e Tecnologia será relatada na Assembleia da RepúblicaÉ já esta Terça-feiraÀ procura de justiçaExposição proferida hoje na Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da RepúblicaPSD e CDS questionam a Secretária de Estado da Ciência sobre o funcionamento da Fundação para a Ciência e TecnologiaDa série "Um país de coincidências"Registo áudio da audiência parlamentar sobre a denúncia quanto ao funcionamento da Fundação para a Ciência e TecnologiaAinda a kafkiana e corrupta Fundação para a Ciência e TecnologiaAngariação de fundos para financiamento de doutoramentoAngariação de fundos para financiamento de doutoramento (2)Angariação de fundos para financiamento de doutoramento (3);Crowdfunding for PhD studiesAngariação de fundos para financiamento de doutoramento (4) / Crowdfunding for PhD studies (2)Angariação de fundos para financiamento de doutoramento (5) / Crowdfunding for PhD studies (3); Angariação de fundos para financiamento de doutoramento (6).

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publicado às 19:07

Tendo já sido aceite para realizar o doutoramento no ISCSP, irei esta semana proceder à matrícula, graças aos fundos até agora angariados, mais precisamente, €1843, que resultaram de 24 contribuições. Destes, €100 foram utilizados para pagar a candidatura, €15,70 destinaram-se a despesas de manutenção da conta e €0,63 a imposto de selo, conforme fica patente no extracto que deixo em baixo. Dos €1726,27 actualmente disponíveis, €50 destinar-se-ão a pagar a taxa de matrícula e €1500 servirão para liquidar a primeira propina deste ano ainda esta semana. Desta forma, falta angariar €4324,63 para as propinas destes próximos 3 anos, sendo que ainda durante este ano lectivo deverão ser liquidados outros €1500 de propinas. Quero, mais uma vez, agradecer penhoradamente o contributo de todos os que me têm apoiado, quer financeiramente quer através da divulgação desta campanha, permitindo-me desde já dar o primeiro passo para iniciar o doutoramento.

 

Aproveito ainda para renovar a mensagem: a quem queira e possa colaborar neste projecto, deixo o NIB de uma conta, no Banco Santander, de que sou titular e que servirá apenas o propósito aqui referido, cujo NIB é 001800032836899102063, sendo também possível contribuir através do PayPal para samuelppires@gmail.com, e peço ainda, encarecidamente, que ajudem a divulgar este texto. Muito agradeço que me contactem para o e-mail atrás referido, desde já garantindo que figurarão nos agradecimentos da dissertação os nomes de quem me auxiliar e contactar, a não ser que tenham algo a obstar a tal, e que terão total acesso ao extracto bancário e aos recibos que comprovem a correcta aplicação dos fundos. Muito obrigado.

 

 

Leitura complementar: Denúncia Pública – Dinheiros públicos, favorecimentos e discriminação: a Fundação para a Ciência e TecnologiaAssociação Portuguesa de Sociologia perplexa com a Fundação para a Ciência e TecnologiaEntrevista a Samuel de Paiva Pires (não editada)"O presente roubado por um futuro prometido"Denúncia Pública sobre a Fundação para a Ciência e Tecnologia será relatada na Assembleia da RepúblicaÉ já esta Terça-feiraÀ procura de justiçaExposição proferida hoje na Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da RepúblicaPSD e CDS questionam a Secretária de Estado da Ciência sobre o funcionamento da Fundação para a Ciência e TecnologiaDa série "Um país de coincidências"Registo áudio da audiência parlamentar sobre a denúncia quanto ao funcionamento da Fundação para a Ciência e TecnologiaAinda a kafkiana e corrupta Fundação para a Ciência e TecnologiaAngariação de fundos para financiamento de doutoramentoAngariação de fundos para financiamento de doutoramento (2)Angariação de fundos para financiamento de doutoramento (3);Crowdfunding for PhD studiesAngariação de fundos para financiamento de doutoramento (4) / Crowdfunding for PhD studies (2); Angariação de fundos para financiamento de doutoramento (5) / Crowdfunding for PhD studies (3).

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publicado às 11:30

Volvidas três semanas sobre o lançamento da minha campanha de crowdfunding, não posso deixar de aqui agradecer penhoradamente a todos os que têm contribuído para esta, quer financeiramente quer através da sua divulgação. Até agora foram registadas 15 contribuições que totalizam € 903, conforme pode ser verificado através do extracto que deixo infra. Relembro que os € 6000 relativos às propinas se dividem pelos 3 anos do doutoramento, sendo necessários € 3000 para o primeiro ano.

 

Permitam-me ainda renovar a mensagem: a quem queira e possa colaborar neste projecto, deixo o NIB de uma conta, no Banco Santander, de que sou titular e que servirá apenas o propósito aqui referido, cujo NIB é 001800032836899102063, sendo também possível contribuir através do PayPal para samuelppires@gmail.com, e peço ainda, encarecidamente, que ajudem a divulgar este texto. Muito agradeço que me contactem para o e-mail atrás referido, desde já garantindo que figurarão nos agradecimentos da dissertação os nomes de quem me auxiliar e contactar, a não ser que tenham algo a obstar a tal, e que terão total acesso ao extracto bancário e aos recibos que comprovem a correcta aplicação dos fundos. Muito obrigado.

 


 

Three weeks after my first post about the crowdfunding, I wish to express my gratitute to all those who have contributed to this project, both financially and by spreading the word. So far I have received 15 contributions which amount to € 903, as you can see from the current bank statement below. Allow me also to remind that the € 6000 in fees are split throughout the 3 years of the PhD, of which €3000 are necessary for the first year. Allow me also to renew the message:  

 

To who is able to help and cooperate in this crowdfunding project, I would like to thank in advance and leave the details of a bank account that has solely this purpose:

 

Bank: Santander

IBAN / IU: PT50 0018 000328368991020 63

Swift Code/BIC: TOTAPTPL

 

It is also possible to contribute via PayPal to samuelppires@gmail.com.  Furthermore, I also thank those who would like to help me in spreading the word and publicizing this post.

 

Please, do not hesitate to reach me via e-mail if you would like to know more details on the whole story or if you are able to fund my project, so I can properly thank you. Also, full access to the bank statements and the fee receipts will be granted.

 

Thank you very much. 

 

 

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publicado às 14:15

Sobre a FCT e o sistema universitário nacional

por Samuel de Paiva Pires, em 22.08.13

André Azevedo Alves, Males de um sistema pequeno, fechado e estatizado:

 

«Tenho acompanhado, de várias formas, a epopeia do Samuel com a FCT. Sem esquecer que há sempre uma componente subjectiva nestes casos e que a experiência pessoal e/ou a proximidade com os envolvidos aumenta necessariamente a subjectividade das nossas percepções, estou convicto de que o caso do Samuel evidencia uma parte importante do que existe de objectivamente mal no funcionamento da FCT e de mecanismos e processos similares em Portugal.

 

A percepção generalizada de que os concursos em Portugal são muitas vezes exercícios viciados à partida tem infelizmente ampla fundamentação no âmbito do sistema científico e universitário português. Num sistema pequeno, fechado à concorrência e em larga medida dependente do financiamento do Estado, não é de espantar que assim seja.

 

Desde as formas mais “tradicionais” de endogamia (privilegiar candidatos da “casa”, por mais medíocres que sejam, por serem da “casa”) até redes mais sofisticadas – e por isso menos evidentes – transversalmente instaladas no controlo dos vários pilares do sistema e, em particular, dos mecanismos de recrutamento, avaliação e financiamento, abundam os maus exemplos e a impunidade.

 

Mais ou menos pelas mesmas razões que abundam as más práticas, abunda também o silêncio sobre as mesmas. Num sistema pequeno, fechado e estatizado a denúncia pública acarreta riscos significativos (pelo menos para quem não se tenha decidido a emigrar), o que ajuda à perpetuação da podridão, concurso após concurso, frequentemente com os mesmos protagonistas.

 

Daí que a luta que o Samuel tem vindo corajosamente a empreender me mereça respeito e admiração. Independentemente da avaliação do caso concreto e dos vários meios que o Samuel tem escolhido, é inegável que muitas das más práticas denunciadas são, apesar de indefensáveis, tristemente frequentes em Portugal. Embora não tenha grandes esperanças naregeneração do sistema, gostaria ainda assim de acreditar que as denúncias dos casos mais gritantes podem ajudar a melhorar alguma coisa. Fica, mais uma vez, feita a divulgação

 

Leitura complementar: Denúncia Pública – Dinheiros públicos, favorecimentos e discriminação: a Fundação para a Ciência e TecnologiaAssociação Portuguesa de Sociologia perplexa com a Fundação para a Ciência e TecnologiaEntrevista a Samuel de Paiva Pires (não editada)"O presente roubado por um futuro prometido"Denúncia Pública sobre a Fundação para a Ciência e Tecnologia será relatada na Assembleia da RepúblicaÉ já esta Terça-feiraÀ procura de justiçaExposição proferida hoje na Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da RepúblicaPSD e CDS questionam a Secretária de Estado da Ciência sobre o funcionamento da Fundação para a Ciência e TecnologiaDa série "Um país de coincidências"Registo áudio da audiência parlamentar sobre a denúncia quanto ao funcionamento da Fundação para a Ciência e TecnologiaAinda a kafkiana e corrupta Fundação para a Ciência e TecnologiaAngariação de fundos para financiamento de doutoramentoAngariação de fundos para financiamento de doutoramento (2)Angariação de fundos para financiamento de doutoramento (3)

Angariação de fundos para financiamento de doutoramento (4) / Crowdfunding for PhD studies (2).

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publicado às 10:41

No seguimento dos meu posts anteriores (um, dois, três), gostaria de informar que é também possível contribuir através do Paypal, para a minha conta samuelppires@gmail.com. Muito obrigado.

 


 

Following up on my previous post, I would just like to let everyone know that it is also possible to contribute through Paypal, to my account samuelppires@gmail.com. Thank you very much.

 

Leitura complementar: Denúncia Pública – Dinheiros públicos, favorecimentos e discriminação: a Fundação para a Ciência e TecnologiaAssociação Portuguesa de Sociologia perplexa com a Fundação para a Ciência e TecnologiaEntrevista a Samuel de Paiva Pires (não editada)"O presente roubado por um futuro prometido"Denúncia Pública sobre a Fundação para a Ciência e Tecnologia será relatada na Assembleia da RepúblicaÉ já esta Terça-feiraÀ procura de justiçaExposição proferida hoje na Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da RepúblicaPSD e CDS questionam a Secretária de Estado da Ciência sobre o funcionamento da Fundação para a Ciência e TecnologiaDa série "Um país de coincidências"Registo áudio da audiência parlamentar sobre a denúncia quanto ao funcionamento da Fundação para a Ciência e TecnologiaAinda a kafkiana e corrupta Fundação para a Ciência e TecnologiaAngariação de fundos para financiamento de doutoramentoAngariação de fundos para financiamento de doutoramento (2); Angariação de fundos para financiamento de doutoramento (3).

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publicado às 20:29






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