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A dificuldade de saber sair de cena

por Pedro Quartin Graça, em 15.04.13

Como bem referiu Paulo Rangel no último Conselho Nacional do PSD, era altura de Seara (e agora de Menezes) pensarem seriamente em retirar as suas candidaturas autárquicas, a bem da dignificação das funções que ainda ocupam e da não perpetuação, contra a lei, em cargos políticos.

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publicado às 18:17

PSD e Seara voltam a perder em Tribunal

por Pedro Quartin Graça, em 05.04.13

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publicado às 16:51

Estoirou!

por Pedro Quartin Graça, em 20.03.13

E estoirou muito bem. Do Tribunal Cível surgiu a reposição da legalidade. A candidatura de Roboredo Seara está, do ponto de vista político, acabada. Por muitos recursos que possam surgir.

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publicado às 15:40

Campanhas de Seara e Menezes escolhem hino oficial

por Pedro Quartin Graça, em 23.02.13

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publicado às 14:19

Mandatos ilimitados

por João Pinto Bastos, em 07.02.13

Dois juízes, mediáticos quanto baste, dizem preto no branco - sim, eu sei, no mundo do direito há, como dizia um saudoso professor que escuso de nomear, opiniões para todos os gostos - que a limitação de mandatos vale para qualquer território, ao inverso do que propugnam os sequazes de Menezes e Seara. E eu, jurista menor e relativamente pouco interessado na hermenética das pouco confusas leis portuguesas, dou o meu assentimento às opiniões dos excelentíssimos Eurico Reis e Rui Rangel. Qualquer pessoa com dois dedos de testa entende, numa interpretação literal das normas em questão, que essa limitação dispõe de uma cláusula "territorial", ou seja, vale para todo e qualquer território. É certo que a feitura da lei, como muitas outras neste país, foi absolutamente atabalhoada, como, noutras circunstâncias, o eurodeputado Paulo Rangel admitiu. Nada que surpreenda, se atentarmos ao histórico legislativo deste arremedo de país. De qualquer modo, a interpretação é clara, claríssima, cristalina como a água. Bem sei que a partidocracia que vive do, pelo e para o caciquismo não desarmará. A desistência não faz parte do seu código genético. Porém, é tempo de dizer não a estes senhores. A democracia não é nenhuma coutada, e, se for entendida como tal, não tardará muito a erodir-se definitivamente. Posso estar enganado, bastante enganado até, mas algo me diz que esta questão trará o golpe de misericórdia na credibilidade do regime. 

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publicado às 11:12

O candidato do PSD e CDS a Lisboa

por Pedro Quartin Graça, em 24.01.13

É um amigo do Dr. Relvas, paineleiro televisivo sobre futebol e anda sempre em festas. Vai perder mas, como sabe que não ganha, já negociou, dizem as "más línguas", e como "prémio de assinatura", um lugar de deputado ao Parlamento Europeu. No fundo, o grande azar do ainda edil em Sintra seria mesmo vencer esta eleição alfacinha, o que não acontecerá "nem que Cristo desça à terra". Amanhã vai ser "coroado" como o candidato do PSD/CDS à Câmara de Lisboa. Não lhe desejo boa sorte porque não o estaria a ajudar. E, uma vez em Bruxelas, ainda vai tentar conseguir conciliar o mandato de eurodeputado com a presença nos estúdios da TVI. Vai ter é de forçar a mudança do dia do programa porque esta de estar no início da semana em Lisboa não lhe trará boa fama...

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publicado às 13:50






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