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Orelhas de ídolos

por John Wolf, em 10.05.15

idol_logo_rgb1.jpg

 

 

(enviada à Fremantle International em nome de princípios universais)

copiar, colar, assinar e enviar à pressenquiries@fremantlemedia.com

 

Dear Sirs,


I address this letter in the name of certain principles that should prevail in our societies.


The Portuguese production version of the TV show IDOLS has gone overboard and humiliated a failed contestant making a mockery of one of his physical features - in this disrespectful case, his ears.


The MEDIA should NEVER be a vehicle for expressions of discrimination, racism or xenophobia. Although apologies were presented by SIC TV channel to the targeted contestant, I believe more must be done by the very ones that invented the original formula. In other words, the contract and implicit production and broadcast rights must be revised, OR EVEN CANCELLED.


Democracy, although consolidated in Portugal, must still fine tune some of its behaviors. An obligation that all open societies are subject to, East and West. All countries demonstrate distinct forms of imbalance, but if they were to go unnoticed and unchallenged, then deeper forms of betrayal would certainly flourish.


We have witnessed in Portugal, on a prime-time TV programme meant to entertain and amuse, a clear example of bullying that must also be condemned by the creators of the show. Fremantle Media International must produce a serious and responsible reply to this incident.

Yours Sincerely,


John Wolf

 

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publicado às 12:54

António Costa e Seguro directo

por John Wolf, em 28.08.14

Jogo limpo e política não combinam. Aliás, iria mais longe. Política é uma actividade suja pela sua própria natureza. Alguém no seu perfeito juízo acredita, por um instante sequer, que António Costa prescindiria da sua principal ferramenta de comunicação política? O alegado presidente da Câmara Municipal de Lisboa sabe muito bem que as batalhas se ganham nas televisões, em directo, ou enquanto motivo de reportagem das peregrinações de norte a sul do país. António José Seguro faz o que lhe compete. Expõe a vantagem comparativa do seu adversário, mas ao fazê-lo, demonstra as suas fragilidades. Contudo, a pergunta deve ser colocada de outra forma. A SIC apoia qual dos candidatos e porquê? A estação de televisão nem sequer é tímida na declaração da sua preferência. Existe uma relação histórica entre as vitórias socialistas e o tempo de antena cedido pela SIC. Assim foi na campanha de Guterres e assim será com António Costa, que não precisa nem deseja debates com Seguro. Costa tem feito um bypass a Seguro de um modo prepotente e com um sentido de desprezo deplorável. Trata o homem como se não existisse e este não encontra modo de dar nas vistas. António Costa tem uma agenda social carregada que lhe granjeia grande visibilidade. É a entrega do troféu da Volta a Portugal, é a primeira fila na Moda Lisboa, é a inauguração disto e daquilo, e, para Seguro, pouco sobra. Seguro tem rapidamente de inventar uma fórmula, de se lançar numa operação dirigida por si. Se eu fosse Seguro, participava numa conferência TED(io). Convidava membros parlamentares de todos os partidos, mas excluiria António Costa, para um debate em directo numa sala ampla com eco e tudo. Se eu dirigisse a campanha de Seguro, certamente que teria ideias um pouco mais ousadas e desconcertantes. Porque de politicamente correcto, este Seguro tem em demasia.

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publicado às 15:48






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