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O narcisismo como causa

por Salvador Cunha, em 29.09.16

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publicado às 13:42

O provincianismo da esquerda

por Salvador Cunha, em 25.11.15

O ódio da esquerda a Cavaco Silva (abundantemente manifestado nas últimas semanas) resume-se muito simplesmente em provincianismo. É impressionante como ao procurar descredibilizar o Presidente da República, a esquerda portuguesa acaba sempre por basear os seus argumentos na lógica de que Cavaco é um provinciano (até nisso não são originais). O único problema é que tais ataques acabam sempre por revelar mais sobre quem os profere do que sobre o destinatário.

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publicado às 12:41

Sobre a situação do PS

por Salvador Cunha, em 05.10.15

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publicado às 12:15

Um triste espectáculo

por Salvador Cunha, em 30.05.14

António José Seguro é um tonto, o que é pouco mais do que ser uma nulidade. Hoje resolveu brindar-nos com um rico e triste espectáculo.

 

Esteve hoje em discussão no Parlamento uma moção de censura ao Governo, eleito pelos portugueses, que teve votos contra e a favor de vários deputados que, imagine António Seguro são também eleitos pelos portugueses. Não votei em António José Seguro, nem no seu partido, mas uma vez eleitos, todos os deputados são deputados na Nação, representando todos os portugueses, o que leva a que, infelizmente, António José Seguro me represente a mim também.

 

O mínimo que lhe exijo é que cumpra a sua função, função essa para a qual foi eleito e que é paga graças aos impostos de milhões de portugueses que imagine-se, na sua esmagadora maioria, não votaram nele.

 

António José Seguro deveria era estar lá sentado a representar-me e não a “passear-se” (palavras da correspondente da SIC no Parlamento), como fez toda a manhã. Não o fez e passou pela vergonha de ter um lead de uma notícia a dizer que “só chegou duas horas atrasado”. Isto era o mínimo.

 

O máximo é que se deixe de tiques de vedetismo e numa atitude de mais elementar falta de noção, não convoque os jornalistas para prestar declarações, sobretudo sem ter nada para dizer, no exacto momento em que no hemiciclo discursa o Primeiro-Ministro que também me representa, apesar de não ter tido o meu voto.

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publicado às 16:18

A União Europeia como um meio e não um fim

por Salvador Cunha, em 27.05.14

 

 

 

Na ressaca das eleições para o Parlamento Europeu, muita coisa há a dizer sobre os resultados e as suas causas e consequências. Várias (boas) análises têm sido feitas, sendo que destaco uma em específico, do historiado britânico Timothy Garton Ash:

 

"In such a dramatic moment for the whole European project, it is worth going back to the very origins, to the 1948 Congress of Europe, where the veteran advocate of Pan-Europa, Richard Coudenhove-Kalergi, admonished his fellow founders: "Let us never forget, my friends, that European union is a means and no end." That is as true today as it was then. European union is not an end in itself. It is a means to the end of delivering better – more prosperous, free, secure – lives for its people."

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publicado às 16:33

O Bloco da nulidade

por Salvador Cunha, em 26.05.14

Fico com a ideia de que o Bloco partiu para estas eleições com a clara noção de que não passa de uma nulidade, pois só assim se explica que a "fase ascendente" tenha resultado nos espectaculares 4,6%.

 

 

 

P.S- Desconfio que se o CDS fosse sozinho a eleições, não andaria muito longe deste resultado.

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publicado às 17:45

Os donos do 25 de Abril

por Salvador Cunha, em 29.04.14

Após um mês de intensas comemorações dos 40 anos do 25 de Abril fiquei com a sensação de que caso Francisco Louçã algum dia esgote o filão dos vários donos de Portugal, pode debruçar-se sobre os do 25 de Abril. Se achar que é pouco, poderá sempre, numa fase posterior, lançar-se sobre o filão dos herdeiros.

 

 

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publicado às 11:46

Boa noite e boa sorte

por Salvador Cunha, em 25.03.14

Antes de mais quero agradecer ao Samuel pelo simpático convite para me juntar à equipa do Estado Sentido. Espero que enquanto aqui estiver possa trazer contributos interessantes, vocês saber-me-ão dizer se o consegui.

 

Não é a minha primeira experiência na blogosfera, mas para já fiquemos por aqui. Como o Samuel disse trabalho na área de comunicação, embora, neste momento, não esteja ligado à comunicação política, mas sim, empresarial. Nos próximos tempos irei andar aos encontrões e apalpadelas, à procura do meu estilo, espaço e tempo.

 

Espero que tenham paciência e que caso queiram rebater algo, façam-no na certeza de que só vale a pena partir para uma discussão se estivermos dispostos a mudar de opinião. Prometo fazer o mesmo. Não responderei a comentários anónimos.

 

Para começar queria chamar a atenção para um pormenor interessante que li no outro dia, sobre a crise na Ucrânia. Não é de todo o mais relevante aqui, nem procura ser um ponto de partida para qualquer teoria que explique os acontecimentos que dominam a agenda mediática, mas interessou-me...

 

Falo de comunicação num lugar aparentemente improvável, a Praça Maidan. Segundo um trabalho bem interessante do Público, uma das prioridades de quem lutou contra o anterior governo ucraniano é a criação de um gabinete de relações públicas.

 

«Michailo reconhece: “A nossa prioridade agora é criar um departamento de Relações Públicas, para controlarmos o que se diz nos media. Isto é uma guerra da informação. E nós perdemos a guerra da informação com Putin”.»

 

Os acontecimentos na Crimeia foram rápidos a desviar atenções da Maidan, impondo-se na ordem do dia por si próprios, mas também pelo facto daquela ter conseguido o que se tornou no seu objectivo primeiro- a destituição do Presidente Viktor Ianukovitch.

 

Um “departamento” de Relações Públicas pode ser sem dúvida uma boa ideia embora duvide da sua utilidade dado o timming. Porém como se pode ler na mesma peça do Público «a Maidan não está satisfeita com o Governo. E uma segunda vaga da revolução pode começar a qualquer momento.»

 

Se assim for, fará certamente sentido (e julgo que abrirá um precedente), embora duvide que se consiga “controlar” os media. Se nem na “ordem” se consegue, muito menos na “subversão”. Para além de que, dificilmente uma hipotética “segunda vaga" da revolução” seja mais moderada que a primeira o que só iria prejudicar as almas bem-intencionadas. Nesse caso a percepção (não partilhada por mim) de que, a mudança de poder, e tudo o que esta desencadeou se deveu à acção da extrema-direita, será demasiado forte para ser contrariada por qualquer gabinete de relações públicas. Mas boa sorte!

 

 

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publicado às 22:07






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