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Viagens na minha Terra

por Cristina Ribeiro, em 05.05.15

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E a serra envergava as mesmas coloridas vestes com que nos recebera há um ano. No céu azul de diferente algumas nuvens. Mas quente ainda. O pretexto, o mesmo: as cerejas de Penajóia, que tão vivamente tinham sido recomendadas por saudoso comentarista lamecense. A beleza do Marão!... A cidade recebia-nos com o calor dos 25 graus temperado por doce brisa. A majestosa catedral, terminadas as obras de restauro, deixava-se agora ver no esplendor gótico, mas o afamado claustro permanecia defeso... Com o restante património artístico ainda bem vivo na memória, havíamos de nos virar para a gastronomia, pois claro...; um restaurante no largo da Sé - boa a vitela à arouquense, mas foi a deliciosa bola que salvou a honra de um " convento " onde o vinho esteve muito longe de fazer jus à região. Ela e o raposeira " rosé "... Tempo de encetar o caminho de regresso. Que formosura nas estradas serranas até Penajóia - onde adquirimos as almejadas cerejas - e Resende. À nossa frente surgiu de novo o Marão, que nos aproximava já de Amarante e do Tâmega. O Douro e seus socalcos ficavam para trás, até uma próxima visita, que, querendo Deus, não há-de demorar.

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publicado às 19:28


4 comentários

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De Jose7 a 06.05.2015 às 22:06

Foto 3: raios partam as eólicas!
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De Cristina Ribeiro a 12.05.2015 às 17:18

Qual praga de gafanhotos que invadiu as nossas serras, as nossas magníficas serras.
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De Paulo Sousa a 20.06.2015 às 05:16

Cara Cristina Ribeiro:


Não pode imaginar quão benfazejas são para a alma de um Português, cuja condição de sê-lo é a sua maior honra, as publicações várias que oferece a quem as saiba merecer. Conheço bem essa viagem na nossa Terra. 
Lastimosamente, não tenho podido fazê-la, privado que estou dos meios para tal. Privados que estamos de nós próprios, Portugueses; infamemente privados que estamos da nossa casa, Portugal. 
Reiterando pois algo que lhe havia já escrito, é inestimável lenitivo saber que há ainda quem peleje contra o que parece inelutável. No meio da mediocridade e indiferença acéfala, há-de vencer o Génio Português. No meio do desalento que me assola diariamente, não hei-de baixar a cerviz, pois que ser Português não mo permite. E Português é o que hei-de ser a vida toda. É talvez a única certeza que tenho. Não mo permite tão-pouco o nobilíssimo exemplo que ora me dá nesta e noutras publicações.
Por elas lhe estou sinceramente grato e por elas muito respeitosamente a cumprimento.


Paulo Sousa


Cumprimentos
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De Cristina Ribeiro a 21.06.2015 às 22:58

Não imagina, Caro Paulo Sousa, o quão feliz fico pelo seu delicioso comentário, revelador da alma portuguesa, e dela orgulhoso!...
não hei-de baixar a cerviz, pois que ser Português não mo permite ": que belo grito o seu! Bem haja, por ele. Bem haja por tão belo testemunho.
Cumprimentos
Cristina

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