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" Marcas que poderão ser irreparáveis ",

por Cristina Ribeiro, em 16.02.10

diz o Daniel, em comentário ao post anterior: na medida em que esta sangria a que assistimos, não seja ela estancada, pode destruir uma nação com os pergaminhos, que, a custo de grandes esforços, fizeram de Portugal um país respeitado internacionalmente. Não foi só uma pessoa credível a dizer que caminhamos para a irrelevância. E só quem não estiver minimamente atento ao que se passa à nossa volta, não se dá conta do descrédito, da pouca valia que temos junto dos outros.

publicado às 18:25


9 comentários

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De António de Almeida a 16.02.2010 às 19:08

Julgo que será preciso algo mais para destruir a Nação, agora o Estado...
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De Cristina Ribeiro a 16.02.2010 às 19:43

É verdade que a Nação vai muito para além do Estado, mas este pantanal - já passámos a fase do pântano -aliada à irrelevância no seio da União Europeia, e do mundo, encaminha as coisas nessa direcção, e ao ritmo a que isto vai...
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De Software Grátis a 16.02.2010 às 19:09

Não querendo de forma alguma tirar as responsabilidades a quem as tem (que somos todos), mas parece que esta questão nacional está internacionalizada.
Capote
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De Cristina Ribeiro a 16.02.2010 às 19:48

Não me parece. Há aqueles que, ao contrário de nós, são ciosos da sua Nação, e não abdicam desse sentido de nacionalidade.
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De mike a 16.02.2010 às 22:34

Poderão?... acho que o verbo não está aplicado no tempo correcto, Cristina. Ou não será, porventura, o verbo mais correcto. Quanto ao resto, estamos de acordo... infelizmente pelas piores razões.
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De Cristina Ribeiro a 16.02.2010 às 22:45

É isso, Mike. Concordamos pelas piores razões.
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De Daniel João Santos a 17.02.2010 às 22:46

Se o rumo se mantiver, a Cristina tem razão. Estamos a caminhar para a irrelevância internacional. Como exemplo temos Vítor Constâncio, que foi para vice-presidente do BCE como muleta alemã.
Durão Barroso e agora Constâncio, são exemplos de nomeações que não chateiam nenhum tubarão europeu.
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De Anónimo a 16.02.2010 às 23:32

Não! Não! Irrelevantes são eles! Basta nós unir-nos. O Povo, a Nação, chamem-lhe o que quiserem, não é irrelevante...apenas pode ser toldado pelo medo, pela ditadura...mas isso não faz de nós, os que supostamente elegemos, irrelevantes. Pode dar-nos relevância, ainda que um outro tipo de relevância...

Como chamar o sentimento de «Nação», «patriotismo», isso é outra história.

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De Luísa a 17.02.2010 às 15:26

Cristina, nisto tudo, o pior é ver como a nossa juventude já não tem qualquer apego a isto e só planeia fazer as malas e pôr-se a milhas. E receio que os melhores vão e não voltem, certamente aliciados por quem há-de reconhecer-lhes um mérito que nós não sabemos motivar, cultores que somos, lá bem no fundo, do improviso, do «desenrascanço» e do «chico-espertismo»… :-S

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