Nasci nessa zona (Uíge) pouco depois desses acontecimentos, o meu pai estava lá desde 1959. Contava que após as matanças os colonos armados visitavam as aldeias dos Bakongos (que tinham feito os ataques) e juntavam todos para tirar uma bela fotografia (que era a ultima claro está). Não tenho pena desses selvagens, tiveram azar porque toda a gente no Norte de Angola na altura estava armada. O meu pai tinha uma carabina de guerra e um revolver. Os colonos portugueses ao contrário dos belgas no Zaire não fugiram e ficaram para lutar.