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Sejamos realistas!

por Cristina Ribeiro, em 27.03.10

Os monárquicos saberão que, por si só, a Monarquia não será nunca a panaceia para os muitos males de Portugal - ainda que, já o disse, ela só faça sentido se se atribuirem ao monarca poderes interventivos iguais ao outro Chefe de Estado, que é o P.R.- matéria para revisão constitucional -, sabendo nós que, patriota que é, por definição, o Rei não deixará os seus créditos por mãos alheias, como tem acontecido com aquele...

Cabe pois aos partidos o dever de moralização, o de trabalhar em prol do Bem Comum, e não do bem pessoal, como nos vêm habituando, juntando os seus esforços aos do monarca, como aconteceu nos melhores tempos da Monarquia Constitucional, e era a intenção de D. Carlos e do seu último Primeiro Ministro.

publicado às 18:32


5 comentários

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De Daniel João Santos a 27.03.2010 às 19:43

embora seja dificil esse regresso à monarquia, num cenário desses, o rei deveria ter mais poderes do que tem o actual PR.

De outra forma, para enfeitar basta o que já lá está.
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De Cristina Ribeiro a 27.03.2010 às 19:57

Essa dificuldade de que o Daniel fala, não é mais do que fruto da desinformação: ao lermos o pensamento de D. Pedro V é evidente a sua muito maior proximidade do povo - ele insurge-se contra a centralização! E agora, o que temos?

Essa desinformação tem de ser combatida, e então partamos para a revisão constitucional...
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De P.F. a 28.03.2010 às 03:15

Cristina


Não há bom rei nem bom reino que mereça a trupe dos partidos desta terra. Nem um D.Pedro o Cru, com seu chicote, dava conta de tal fauna.
Um reino, que é dizer um país, que faça sentido não pode criar concílios entre monarquia e plutocracia. Para erguermos a velha bandeira portuguesa, não bastam referendos, nem meras substituições de órgão executivo...
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De Cristina Ribeiro a 28.03.2010 às 12:23

Mas, Pedro, isso equivale a uma declaração de desistência.
D. Pedro V conseguiu-o. Fez com que o poderoso " Fontes, um centralista notório, patrocinasse uma lei que retirava poder ao Executivo ".
Como dizia Camões, um forte rei faz forte a fraca gente: tudo depende da força do rei, pois.
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De Nuno Castelo-Branco a 28.03.2010 às 23:41

Dever de moralização dos partidos? Aí está uma hercúlea obra!

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