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Após a impante barrigona do sr. estoriador Fernando Rosas ter roncado o infalível gorgulhoso discurso de apoio aos terroristas de Bangkok - lá estiveram no acampamento red os seus amigos brigadistas da UE - , chegou agora a vez dos seus "ex"-camaradas de outros tempos e da mesma luta. A União Europeia, coisa praticamente falida, ridícula, chupista-parasitária, inexistente e ineficaz, vem sublinhar ser "imprescindível" o "diálogo" e a "reconcliação" entre os tailandeses. Estamos totalmente de acordo com a reconcliação e o diálogo, mas a questão mais difícil de responder pelos "diplomáticos crânios", será a de saber com quem? Com aqueles que em Abril tomaram a iniciativa de sequestrar um país inteiro, impondo a lei da brutalidade nas ruas da capital? Aqueles que custasse o que custasse tentaram derrubar o regime amigo da Europa e dos EUA? Aqueles que quiseram instaurar uma ditadura refém do comunismo e dos grandes interesses plutocráticos, a nova Santa Aliança do século XXI? Aqueles que em poucas horas emularam o 11 de Setembro novaiorquino, arruinando vidas e a Baixa de Bangkok, causando insaráveis feridas no país?
A resposta deverá ser um rotundo não!
Responsabilizem-se por aquilo que fizeram. Entretanto e para grande ultraje dos pés-rapados do movimento red, os seus ex-dirigentes foram alojados em resorts à beira mar. Terá sido uma pressão da União Europeia, ansiosa por proteger os seus amigos?
Melhor fará o governo tailandês em prosseguir com os antigos laços bilaterais com países europeus com quem mantém relações de cordialidade e de interesse económico mútuo. A alegada União Europeia também inventou agora o conceito de "embaixada" em qualquer capital onde fareje uns milhões a sorver. Estas "embaixadas" nada mais são senão "estaminés" dirigidos por "amadores" recauchutados em "diplomatas" que outrora porventura terão sido "chefes de repartição" na tal "papeleira Torre de Babel", onde durante uns meses redigiram "preciosos relatórios" sobre um estrume cujo odor é conhecido. Enfim, estes "diplomatas a horas extraordinárias", são pagos a peso de ouro pelos contribuintes europeus, para em solarengos países aliados do Ocidente promoverem a sedícia, a intriga e finalmente, falhadas "revoluções". Na prática, em vez de "embaixadores", bem podáimos chamar-lhes "embeijadores", disso não passando.
Em suma, algálias de organismos mortos.
* NOTA: aos etarras acusados do atentado do aeroporto de Barajas - 2 vítimas mortais -, foram impostas penas cumulativas que condenam cada um dos autores a mais de 1.000 anos de prisão. Isto, num país da União Europeia. Aos outros, a dita União impõe "diálogos" e "reconciliações". A arrogância e neo-colonial prepotência branca, não tem limites.