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No ocidente, as televisões dos semi-iletrados e reservistas mentais que pensam tudo poder e em todos mandar, ignorarão as esmagadoras provas que hora a hora vão surgindo. Como bons "vencedores" antecipados, os executores das macabras tarefas e os seus apoiantes internos e externos, fizeram crer numa manifestação que jamais foi inocente, pacífica ou democrática.
Como avisámos ao longo de semanas, o planeamento foi metódico e implacável, copiando fielmente os pressupostos da tomada violenta do poder pela aparentemente contraditória aliança entre os mais radicais exploradores plutocratas e o comunismo orientado a partir do estrangeiro.
Indicação da destruição dos centros do poder do Estado nas províncias; directivas emanadas a partir do sinal que seria a imposição da ordem pública pelas forças armadas; ordem para o ataque generalizado aos edifícios públicos da capital, centros de negócios, bancos e propriedade privada em geral; apelo ao roubo e depredação generalizada; directiva para se proceder a uma política de terra queimada que destruísse o país.; plano de liquidação da ordem constitucional.
Estas são as ordens directas, indesmentíveis e que o mundo inteiro poderá agora avaliar. Outros videos comprometedores serão dentro de poucos dias publicados, reduzindo a pó as elaboradas teses de observadores que durante mais de dois meses intencionalmente e em total má-fé, informaram erroneamente os seus governos, as instituições internacionais que abusivamente mal serviram e a imprensa estrangeira. Os stocks de armas e munições capturadas vão-se avolumando a cada hora que passa e mesmo antes de termos o conhecimento das traduções para inglês dos discursos de Thaksin, Saikua e dos outros cúmplices, já havíamos indicado que a origem da destruição teria sido bem organizada até ao pormenor.
Que tipo de provas precisam os idiotas úteis da Comissão Europeia e do Departamento de Estado USA, para reconsiderarem nas patéticas exigências de negociações com gente que no Ocidente seria de imediato condenada à prisão perpétua, ou nos casos americano, russo ou chinês, à pena capital?
O caso dos colaboracionistas estrangeiros decerto merecerá outro tipo de análise e tratamento. Exemplar, aconselhamos nós.