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Exactamente onde deve estar a Senhora República

por Samuel de Paiva Pires, em 05.10.10

Na Ponte entre a bandalheira sanguinária e a república das bananas, construída pela ditadura que consolidou a república.

 

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publicado às 12:57


8 comentários

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De Anónimo a 05.10.2010 às 15:14

Não sejam más línguas...
Afinal Mamãe... há só uma!...

A mamã do 1º Ministro...
Mamã Adelaide e a misteriosa "pensão"
superior a 3000 euros !!?


Divorciada nos anos 60 de Fernando Pinto de Sousa, “viveu modestamente em Cascais como empregada doméstica, tricotando botinhas e cachecóis…”.(24 H)
Admitamos que, na sequência do divórcio ficou com o chalet (r/c e 1º andar)
Admitamos ainda, que em 1998, altura em que comprou o apartamento na Rua Braamcamp, o fez com o produto da venda da vivenda referida, feita nesse mesmo ano.
Neste mesmo ano, declarou às Finanças um rendimento anual inferior a 250 €.(CM), o que pressupõe não ter qualquer pensão de valor superior, nem da Segurança Social nem da CGA.
Entretanto morre o pai (Júlio Araújo Monteiro) que lhe deixa “uma pequena fortuna, de cujos rendimentos em parte vive hoje” (24H).
Porque neste momento, aufere do Instituto Financeiro da Segurança Social (organismo público que faz a gestão do orçamento da Segurança Social) uma pensão superior a 3.000 € (CM), seria lícito deduzir – caso não tivesse tido outro emprego a partir dos 65 anos - que , considerando a idade normal para a pensão de 65 anos, a mesma lhe teria sido concedida em 1996 (1931+ 65). Só que, por que em 1998 a dita pensão não consta dos seus rendimentos, forçoso será considerar que a partir desse mesmo ano, 1998 desempenhou um lugar que lhe acabou por garantir uma pensão de (vamos por baixo): 3.000 €.
Abstraindo a aplicação da esdrúxula forma de cálculo actual, a pensão teria sido calculada sobre os 10 melhores anos de 15 anos de contribuições, com um valor de 2% /ano e uma taxa global de pensão de 80%.

Continua
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De Anónimo a 05.10.2010 às 15:16

Porque a “pequena fortuna “ não conta para a pensão; por que o I.F.S.S. não funciona como entidade bancária que, paga dividendos face a investimentos ali feitos (depósitos); por que em 1998 o seu rendimento foi de 250 €; para poder usufruir em 2008 uma pensão de 3.000 €, será por que (ainda que considerando que já descontava para a Segurança Social como empregada doméstica e perfez os 15 anos para poder ter direito a pensão), durante o período (pós 1998), nos ditos melhores 10 anos, a remuneração mensal foi tal, que deu uma média de 3.750 €/mês para efeitos do cálculo da pensão final. (3.750 x 80% = 3.000).
Ora, como uma pensão de 3.000 €, não se identifica com os “rendimentos “ provenientes da pequena fortuna do pai, a senhora tem uma pensão acrescida de outros rendimentos.
Como em nenhum dos jornais se fala em habilitações que a senhora tenha adquirido, que lhe permitisse ultrapassar o tal serviço doméstico remunerado, parece poder depreender-se que as habilitações que tinha nos anos 60 eram as mesmas que tinha quando ocupou o tal lugar que lhe rendeu os ditos 3.750 €/mês.
Pode-se saber qual foram as funções desempenhadas que lhe permitiram poder receber tal pensão?
E há mais...
A Adelaide comprou um apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa, a uma sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, apurou o Correio da Manhã.
Em Novembro de 1998, nove meses depois de José Sócrates se ter mudado para o terceiro andar do prédio Heron Castilho, a mãe do primeiro-ministro adquiria o quarto piso, letra E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos – cerca de 224 mil euros –, sem recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo um rendimento anual declarado nas Finanças que foi inferior a 250 euros (50 contos).
Ora vejam lá como a senhora deve ter sido poupadinha durante toda a vida.!!!
Com um rendimento anual de 50 contos, que nem dá para comprar um mínimo de alimentação mensal, ainda conseguiu juntar 224.000 euros para comprar um apartamento de luxo, não em Oeiras ou Almada, na Picheleira ou no Bairro Santos, mas no fabuloso edifício Heron, no nº40, da rua Braamcamp, a escassos metros do Marquês de Pombal e numa das mais nobres e caras zonas de Lisboa.
Notável exemplo de vida espartana que permitiu juntar uns dinheiritos largos para comprar casa no inverno da velhice.
Vocês lembram-se daquela ideia genial do Teixeira dos Santos, que queria que pagássemos imposto se dessemos 500 euros aos filhos ?
Quem terá ajudado, com algum cacau, para que uma cidadã, que declarou às Finanças um RENDIMENTO ANUAL de 50 contos, pudesse pagar A PRONTO, a uma sociedade OFFSHORE, os tais 224.000 euros
Pensem no assunto e vejam se conseguem entender !!!!!!!

Eu não entendi. Coisas da República ou da matemática?

Será que aquilo é verdade? Afinal, em Portugal há muitos invejosos....
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De Samuel de Paiva Pires a 05.10.2010 às 15:35

Ética republicana no seu melhor, não haja dúvida!
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De Anónimo a 05.10.2010 às 15:38

Caro Senhor Doutor Samuel Pires,

Tem V. Exª. o grau académico suado e transpirado, quantas vezes sem direito a déodorant, de mestre e doutor, tudo à custa dos seus cílios e trejeitos faciais e bocejos de cansaço e outras manifestações de estudante aplicado e arredio das vias telemáticas e outras, ainda, muito antigas, mas também muito eficientes e tão rápidas como o ex - concorde - o fax.

Quantas e quantas páginas V. Ex.ª. não há-de ter dobrado, amachucado e atirado para o chão de tão fartinho que ficou, pois as teorias daqueles outros - os antigos - tinham que estar presentes na língua, no cérebro para serem cantadas e escritas para os tempos «de depois». Não me venha cá com tretas, que durante os seus tempos de estudo académico, aposto que invejou o Vara, o Lino, o Sócrates, e o Pinho, o homem dos cornos - quanta coragem naquelas mãos - e agilidade manual também -, pois estes revelaram-se inteligentes, céleres, eficazes em tudo. Roubaram o brilho ao halley e ainda não sei se num futuro próximo, não teremos um museu de cera ou de merda, porque esta também solidifica, com as caras de tão ilustres personagens, dado o bem e o exemplo que deram a este país. Não devemos esquecer o Sr. Barroso, que como aqueles peixes que vivem não sei onde, dão saltos rápidos e voltam a mergulhar e a saltar, nem o Sr. Guterres, perito na arte do desaparecimento, mas sempre presente nos sítios mais visíveis, nem a Srª. Edite nem outros muito mais sabedores, de um saber colossal, abismal, na verdade nascreram logo com ele, só para não deixarem Platão mal visto - as marizas louçanistas e portistas, etc, tudo gente que ilumina o nosso muito querido e divertido País.
Ora, dizia eu, é V. Exª. sabedor de um dum segundo certificado de habilitações, que deve partilhar com o seu público, porque o mesmo nos diz da categoria, da excelência dos cérebros que temos em Portugal.

Faça favor de mandar publicar as novas notas do Marquês de Freeport. Não me obrigue escrever mais, que hoje já tive a minha conta e tenho de ir cascar para outra paróquia. Não se preocupe com processos judiciais, que com um bocadinho de sorte, a cunha também nos chega e nos aprochegamos do legislador e lhe pedimos para fazer alguma bosta que não nos ponha de pulseirinha ( esta tem de ser pedida) ou em prisão domiciliária, apesar do TIR ser coisa a que qualquer um está sujeito.

apátrida
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De Samuel de Paiva Pires a 05.10.2010 às 15:48

Sejam os desígnios de V.ª Ex.ª cumpridos :)
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De Anónimo a 05.10.2010 às 16:05

Pois que lhe agradeço tão rápida publicação. Nem a «caganeira» actuaria mais depressa.

Desculpará o linguajar, mas cá para mim é o Buiça que anda aqui a «tentar-me», só para me moer o juízo. O tipo nunca mais teve descanso e de quando em vez deve desacorrentar-se e vir « cá abaixo» cumprimentar os «amigos», que não eu evidentemente.

Melhores cumprimentos,

Apátrida
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De Samuel de Paiva Pires a 05.10.2010 às 16:07

Devia pensar no convite que lhe fiz há tempos... :)
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De Anónimo a 05.10.2010 às 16:27

Caro Jovem Doutor,

O Estado Sentido andaria sempre «à porrada», já viu?
Ora o Estado Sentido é o melhor Blogue da Blogosfera, o que já disse bastantes vezes. Aqui só deve entrar quem sabe escrever, quem sabe o que escreve e o faz com empenho, com paixão, sem compromissos de qualquer espécie. É o vosso caso.

Qualquer um dos que aqui escreve, o faz com vontade, querer e não por dever de patrocínio.

Beijinhos e abraços ... maternais.



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