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Breves interrogações sobre a conjuntura política nacional

por Samuel de Paiva Pires, em 17.10.10

 

1 - Terá o PSD coragem para capitalizar o descontentamento com este OE e assumir a ruptura que se impõe como superior interesse nacional?

 

2 - Terá o PS capacidade para, destronado o reinado Sócrates, caso o OE seja chumbado e este cumpra a promessa de se demitir, entender-se com o PSD para que haja um governo de gestão de consenso alargado?

 

3 - Ou será que mantendo os injustos comensais interesses vigentes, este OE será mesmo aprovado e o povo passará a alimentar-se, cada vez mais, dos caixotes do lixo?

 

3 - Cada vez tenho menos dúvidas que, se o OE não for chumbado e não se chegar a um governo de consenso alargado que imponha rupturas na organização do ineficiente e parasita aparelho estatal, o FMI acabará por intervir no país. Será que os partidos, e os portugueses em geral, serão capazes de colocar de lado preconceitos pseudo-patriótico-soberanos (se fossem verdadeiros, nunca teríamos chegado ao calamitoso estado de coisas) quanto à eventual intervenção do FMI?

 

4 - Se as soluções político-partidárias falharem, inclusivamente o Presidente da República, que se assume como última reserva do país, estaremos mesmo em fim de regime? Note-se que não é esta a última reserva do país. São e sempre serão, em qualquer parte, os militares. Curiosamente (ou não), estes andam muito calados nos últimos tempos.

publicado às 16:17


1 comentário

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De Nuno Castelo-Branco a 17.10.2010 às 18:39

Resposta:
1) Duvidoso, não pela liderança, mas devido ao aparelho Marcelos e sucedâneos cavaquistas.
2) Duvidoso, a menos que o PSD surja como um subalterno comprado.
3) Não
4) Provável, pelo menos tal como hoje existe. Os militares fazem parte da actual conjuntura. Afinal, eles foram os pais do regime.

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