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Dilma Rousseff e a mensagem do Duque de Bragança

por Nuno Castelo-Branco, em 16.11.10

Por muito que isso seja desagradável para os republicanos, o Duque de Bragança é o Chefe de Estado dos monárquicos. É-nos tão indiferente qualquer eleição presidencial, como nos são alheias as movimentações partidárias para uma escolha que jamais pertenceu a portugueses independentes das máquinas financeiras e dos mais mesquinhos ou turvos interesses de grupo. Simplesmente, não estamos interessados e sublinhamos, jamais reconheceremos a usurpada legitimidade de qualquer "oligarca eleito". Jamais e seja ele quem for.

 

Vivemos um momento de desespero, em que certas pessoas subitamente se dão conta de um património histórico, que decisivamente poderá contribuir para uma saída da actual situação a que o regime conduziu Portugal. Bem pelo contrário, o Duque de Bragança desde sempre tem privilegiado as relações com os países que outrora pertenceram ao espaço nacional, assim como aqueles outros com quem o nosso país há séculos mantém relações. Longe de uma Europa que nos ignora ou menospreza, a Ásia, a África e a América que despontam para o novo milénio, são sempre receptivas a todas as atenções, especialmente se estas não se devem apenas ao egoísta interesseirismo monetário dos agentes políticos.

 

D. Duarte cumpriu o dever que lhe corresponde como nosso Chefe de Estado e agiu em conformidade com a missão que lhe é conferida pela História, longa de quase um milénio. Como nota curiosa, o Partido de Lula e de Dilma não fez a menor menção às saudações enviadas por Chefes de Estado em exercício - ignorou Cavaco Silva, por exemplo -, abrindo uma excepção para o D. Duarte. Para que não haja qualquer dúvida acerca do posicionamento do Duque de Bragança, aqui deixamos o texto enviado à Presidente eleita do Brasil, assim como o comunicado do Partido dos Trabalhadores, inserido no seu jornal:

 

"Da redação: Dom Duarte,  é considerado um homem de mentalidade muito aberta e sempre foi simpático ao governo de Lula. Durante a campanha foi ao Brasil e tentou um encontro com Dilma para manifestar seu apoio.

Dom Duarte é o chefe da Casa Real portuguesa, descende também de Dom Pedro II e, ao contrários dos Orleans e Bragança que moram no Brasil, é um homem progressista.

Entre outras iniciativas de Dom Duarte destaca-se a de“Presidente da Campanha “Timor 87”, onde desenvolveu atividades de apoio a Timor e aos Timorenses residentes em Portugal e noutros países, iniciativa que teve o mérito de dar um maior destaque à Causa Timorense.

Sob a presidência do Senhor Dom Duarte participaram dessa campanha numerosas personalidades notáveis de diferentes quadrantes da sociedade portuguesa da altura, conseguindo-se a construção de um bairro para Timorenses desalojados.”

O interesse de Dom Duarte e dos seus amigos é que Portugal tenha com o Brasil uma aliança estratégica, como a Inglaterra tem com os Estados Unidos, afastando mais Portugal dos EUA, uma tendência que cresce em Portugal e deveria ser explorada."

 

A mensagem na íntegra, enviada no passado dia 6 de Novembro:

 

"Senhora Presidente Eleita da República Federativa do Brasil

 

Neste momento de grande expectativa em relação ao fortalecimento do papel internacional do Brasil quer ao nível económico, quer no âmbito do Atlântico Sul e da CPLP, quero expressar em meu nome pessoal, mas também no da minha família e de muitos portugueses que confiam na representação nacional da Casa de Bragança, a mais viva esperança de que a sua eleição para o mais alto cargo da Nação Brasileira - a Pátria de minha Mãe -permitirá fortalecer os laços culturais e económicos entre os nossos países, e entre as respectivas comunidades emigradas e que a língua portuguesa em que ambos nos expriminos possa ganhar uma ainda maior projecção global.

 

Queira receber, Senhora Presidente Eleita, os meus calorosos cumprimentos e a minha admiração pelos objectivos de justiça social e empenho na defesa dos desfavorecidos que o seu percurso político e pessoal garante ao Brasil, ao mundo da Lusofonia e à comunidade internacional

 

Lisboa, 6 de Novembro de 2010

 

Dom Duarte de Bragança"

 

* Para quem queira ler a notícia no site do PT, aqui deixamos o respectivo link: http://pagina13.org.br/?p=5011



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publicado às 18:44


33 comentários

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De Manuel Pinto de Rezende a 16.11.2010 às 20:25

a ser verdade, isto é muito preocupante.
a ser verdade, repudio o meu juramento de fidelidade.
a ser verdade, seria preferível termos o trono vago para sempre.
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De Anónimo a 16.11.2010 às 22:18

D. Rezende! Ah. Leão! Assim é que é falar! Tá outrabez no vom caminho.

Apreciei a sua manifestação!!!
Todavia, convenhamos, Sua Diuma tem muto pra treiná, qui ela é daquela qui dá o dedo, sabe, poe dedo do meio di pé, e isso num é bonito não. Dêpoise, ela pode manifestarrr-se mas sem comparações, viu meu filho, qui não pode estarrrrrrrrrr falando dos outro Bragança, mênino, qui parece mal!

Seu Duarte devia estarrrrrrrrrrr na rua, fazendo campanha, aproveitando este tempo pra ensinarrrr os portugas casmurro do país, viu mênino! Ma, ele só sai na ruaaaaaaaaaaaaaaa, em dia di procissão, e assim ele naum vai conseguirrre, não. Tou avisando.
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De Nuno Castelo-Branco a 17.11.2010 às 11:07

Uma coisa é o Estado, outra será a simpatia pessoal ou a preferência partidária. OU deverá Portugal, apenas ter relações com um determinado tipo de países e de dirigentes?
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De Anónimo a 17.11.2010 às 20:54

Não! Claro. Deixemos Sócrates ir à Venzuela, ao kadafi e a quem mais? Acho que sim, que deve ir lá vender mais Magalhães, e sei lá o quê mais. Então, isso é normal. Claro que é.
Só não é normal o Rezende expressar-se no uso de um direito que lhe é constitucionalmente consagrado, assim parece. Mas isto é uma democracia votante, onde votam burros, ignorantes e outros iletrados doutores, assim como engenheiros enjeitados e formatados à distãncia, zézinhos; logo Rezende, seu granda burro, da próxima vez cala a boca, senão apanhas. Como no PS! Ora manda aí uma das tuas dissertações sobre o poder de expressão individual, o poder de encaixe e sobretudo o «galão de que eu é que sei».
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De Anónimo a 17.11.2010 às 10:47

Já era tempo do Sr. D. Duarte dar a cara pelos portugueses que o têm apoioado de diversas formas, quer através dos blogues, quer através do facebook, quer em manifestações várias. Estão à espera de quê o Senhor D. Duarte e a a Causa Real? Que lhes caia o menino nos braços?
Nunca como hoje se falou em monarquia. Nunca como hoje se viu tanta gente à volta de uma bandeira que deixou de ser a nossa mas que vai conquistando terreno. Nunca como hoje, gente esclarecida, empenhada e informada tem trabalhado, nomedamennte em blogues am prol desa causa. E que faz SAR? E que faz a Senhora d, Isabel ? Nao era já tempo da Senora D. Isabel dar a cara? Ter uma página dela no facebook? intervir activamente? É uma senhora esclarecida, informada e culta que não deve nada às Marias Barrosos deste mundo. Eu sei que estamos a falar de gente discreta mas pelo amor de Deus um bocadinho mais de acção. E o Infante por onde pára? Fica-se pelo Reino Unido a cuidar da educação que para nada lhe servirá se não tiver voz e presença junto dos jovens portugueses. o Senhor D. Afonso que comece a dar opinião, a ter página no facebook, a adiccionar os milhares de jovens que erguem bandeiras, saem à rua e esgrimem argumentos na blogosfera. Essa família Real que realmente apareça e ajude a esclarecer, a informar. Que saia à rua e se torne visível. Que ajude, quem ajuda esta causa.
Viva S.A.R. o duque de Bragança. Viva a S D. Isabel que dá dez a zero às possidónias das letízias. Mas pelo amor de Deus apareçam, falem, esclareçam. Deixem-se de recatos que já não estamos em tempo disso. E de entrevistazinhas nos jornais. APAREÇAM! FALEM! ESCLAREÇAM! OPINEM! Tratem de trazer esse Infante para junto dos jovens.
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De Tenente Figueira a 17.11.2010 às 13:00

Entendo e concordo com o desabafo.

Só um verdadeiro monárquico diria o que você disse.

Há matéria aqui sim senhor para reflectir! Devia haver mais carinho da Casa e da Causa Real por todos os blogues, fb’s, twitters que gastam tempo e massa encefálica para defender a Família Real...todos os dias.
Por exemplo, podia haver uma mensagem oficial para cada um desses sites, cujos defensores dão a cara de forma absolutamente desinteressada.
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De Anónimo a 17.11.2010 às 14:18

Por acaso a pessoa que escreveu o comentário acima nem sequer é monárquica. Simplesmente porque nunca tinha pensado nisso. Mas se houvesse um referendo nesta altura, votaria sim por uma Monarquia Constitucional. Isto quer dizer que muita outra gente está aberta a esta proposta de regime. Mas depois vai-se ao facebook e o que é que se vê: o Tomaz de Mello Breyner a escrever em nome do Senhor D. Duarte. A Senhora D. Isabel desaparecida e o Infante que ninguém o conhece.
Não era tempo de descerem à terra e serem eles mesmos a falar com as pessoas? Têm medo de ser atacados? Porquê? Se forem atacados está cá muita gente para os defender.
Tanto blogue de monárquicos a dar a cara por eles todos os dias e nem uma palavra pessoal?! Caiem-lhes os parentes na lama por escrever na blogosfera? Por aparecerem? O Rei Semião sempre apareceu e nunca se fez rogado a andar no meio do povo.
Tratar de pôr essa família real a descer ao povo que anda aqui a dar o litro por eles.
Eu só não assino o desabafo porque não pode ser mas é sentido.

Senhora D. Isabel de Bragança no caso de ler blogues monárquicos: Faça o favor de abrir um blog, de abrir uma página de facebook, de twitter, que eu adicciono-me a si e ai de quem lhe puser defeitos! A Senhora é culta, educada e tem com toda a certeza muita opinião sobre muita coisa que pode partilhar com as outras senhoras que estão curiosas de a ouvir. Mas é ouvir a si, não essas entrevistazinhas de croché que lhe fazem onde não lhe dão a oportunidade de se exprimir e de mostrar o seu valor.

Padeira de Aljubarrota (serve?)
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De José Tomaz de Mello Breyner a 17.11.2010 às 23:06

Gostava de dizer a este anónimo ( claro que não tem coragem de dar a cara ) que o Senhor José Tomaz de Mello Breyner administra a página do Facebook com autorização e a pedido de SAR O Senhor Dom Duarte. Se reparar bem verá até que na página da Internet da Familia Real tem um link para a página do fecebook mandado colocar por SAR. Pena tenho eu de que para escrever aqui tenha de o fazer como anónimo apenas por não ter a coragem de defender os seus pontos de vista. Isso deve ser castrante imagino eu.

" Eu só não assino o desabafo porque não pode ser mas é sentido."

O Senhor(a) só não assina porque é cobarde, mais nada.


José Tomaz de Mello Breyner
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De Anónimo a 19.11.2010 às 22:33

Um cavalheiro, um SENHOR, um HOMEM educado, ainda por cima cheio de caganças como as que verbera em seu comentário, simplesmente não chama COBARDE a ninguém! Alguma dúvida? Por isso, a Causa está a MERDA que está!
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De José Tomaz de Mello Breyner a 17.11.2010 às 23:09

Pena é também não ter a coragem de dar a cara e assinar esta intervenção, mas coragem deve ser uma palavra que não está no seu dicionário.
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De Anónimo a 19.11.2010 às 22:35

Que grande coragem! Com os dedos. Porque a cabecinha, essa não pensa, simplesmente pensa que pensa. É deselegante, deve ser feio e ainda por cima, deve ser um meia- tigela, armado em «teso» com uma quinta na horta!
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De PPA a 17.11.2010 às 10:47

Caro Nuno,

Grande achado…se assim posso qualificar.
Fundamental este post! Bem visto!
Deve ser tratado de "(re)postar"...e é o que farei.
Agradeço-lhe, enquanto cidadão que quer ter (de novo) um Rei como chefe de Estado, o seu desinteressado e fortíssimo fulgor monárquico que nos ajuda a todos.

Despeço-me com estima e consideração.
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De Anónimo a 17.11.2010 às 20:56

Não seja tão fanático! Não lhe fica bem!
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De Carlos Velasco a 18.11.2010 às 00:10

O povo é sereno! É só fumaça!
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De Anónimo a 19.11.2010 às 22:36

Velasco, já todos sabem que cantas a cancão de Dona DIUMA, cara! Tá se repetindo?
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De Anónimo a 20.11.2010 às 13:57

Velasco, Você sabe quem é Carlota Joaquina, meu rapaiz? Ela gostava do forró. Ora veja só:De josé fontoura a 18 de Novembro de 2010 às 00:30
www.reifazdeconta.com

O povo é sereno e diverte-se! Parece que a fumaça vem de alguns pavões com anéis brasonados mas enferrujados no tempo.
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De Miguel Lebrim a 18.11.2010 às 10:46

Sr. José Tomaz de Mello Breyner , digno descendente de muitos antepassados que usaram esse nome:
Eu concordo em absoluto com o que o anónimo disse:
É MAIS QUE NECESSÁRIO que a Casa Real, a Familia Real apareça , seja moderna, se ouça...compreendo que tem de ter alguma discrição e reserva ( o que não me parece que tenha, com entrevistas e capas à FLASH e revistas cor de rosa e afins) mas tem de aparecer, dar opinião, ser parte integrante do Portugal contemporâneo.
Nunca se vê o Senhor D. Duarte, ou seus filhos nas grande manifestações nacionais desportivas por exemplo...veja o caso de ontem: 5 a 0 a Espanha e deveria estar a nossa Familia Real a torcer...se não querem a pirosa verde e encarnada...arranja-se outra, mas deveriam estar exultantes e a puxar pela nossa selecção, e quem diz isso diz no râguebi, na vela, na canoagem...onde anda algum Português a fazer bem, deve la estar o Rei de Portugal, a sua familia , a apoiar.
Não é no pólo , ou nas touradas, que se conquista o povo!
vejam-se os príncipes herdeiros europeus...gente moderna, desportista, que casa a tradição e modernidade...cá, as velhas teias de aranha, snobismo e presunção.
E ambos sabemos que o Senhor D. Duarte é alguém com muito interesse, inteligente, que gosta de conhecer Portugal, o seu povo as suas gentes...mas é preciso mais!
E digo-lhe mais, este anónimo escreveu com razão, com sentimento e decidiu não assinar (é um direito que lhe assiste) e o senhor, em vez que o "chamar", trazer as suas ideias a debate, fazer com que seja mais um militante, chama-lhe "cobarde"... assim não vamos lá, a marginalizar quem não pensa como a "corte de faz de conta" que acham que o Jantar dos Conjurados é o máximo de fidelidade...não é, antes pelo contrário.
Termino com o meu preito de fidelidade inquestionável e inquebrantável...mas queria mais, queria o meu Rei, a minha Família Real mais próximo dos Portugueses, das suas alegrais e tristezas, a gritar comigo "golo", ou "ensaio" ou "viva Portugal" no meio de milhares de outros...a transparecer as emoções!!
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De José Tomaz de Mello Breyner a 18.11.2010 às 19:38

Caro Miguel Lebrim

Apenas manifestei a minha indignação ao anónimo pelo facto dele se ter dirigido a mim da maneira que se dirigiu sem ter tido a coragem de assinar. O Miguel assinou não assinou? Se ele tivesse assinado a minha resposta seria totalmente diferente como vai ser esta a si.

Passando ao que aqui escreve, não posso estar mais de acordo consigo, mas acontece que :

1 - Não controlo a Agenda de SAR
2 - Não faço parte do seu Conselho Privado
3 - Não sou membro de nenhuma Direcção das Reais Associações
4 - Não sou membro da Direcção da Causa Real

pelo que... pouco posso fazer a não ser concordar consigo.

Mas sugiro que pegue neste texto e o envie a SAR em forma de carta ou de correio electrónico, e acredito que ele lhe responda e acate as suas sugestões ou justifique a sua não concordância. É o que faço quando não concordo com alguma coisa, e até agora SAR nunca me deixou sem resposta.

Quanto ao Jantar dos Conjurados estarei presente como tenho estado presente em quase todas as manifestações de caracter Monárquico tenham elas jantar ou não.

Um abraço Miguel


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De Anónimo a 19.11.2010 às 22:38

Gente que vive no PASSADO! Que nunca fez nada, que nada faz para que o País evolua. Administram o facebook! No passado viviam à custa de um certo tipo de escravatura, ou será que andei a ler os livros de História errados?!?
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De Anónimo a 20.11.2010 às 13:55

www.reifazdeconta.com

Para ler à noite, pois certamente gosta de História de Portugal.
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De LUIS BARATA a 18.11.2010 às 17:03

Meu caro Nuno, mais uma vez puseste os pontos nos is. Bravo.
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De FLV a 18.11.2010 às 20:45

Interessante esta troca de ideias e genericamente concordo.
Acho importante que a nossa Familia Real seja mais interventiva, mais aberta e participativa naquilo que são as grandes manifestações nacionais.
Sabemos que cada vez há mais desinformação e cada vez mais é necessário explicar quem é o Senhor D. Duarte, qual a mais valia do regime monárquico, o que o Senhor D. Duarte tem feito pelo país, a que está disposto, quais as suas ideias, o que defende.
Eu sei, o José Tomás sabe, alguns sabem....mas a grande maioria não sabe e o nosso papel é acima de tudo que toda a gente saiba, que toda a gente conheça, seja informada e possa ver que realmente esta é a melhor solução para Portugal!
Como já tive ocasião de dizer a SAR ....a grandessíssima maioria dos portugueses são monárquicos...o que é que não sabem!
Viva o Rei!
Viva Portugal!

Assina:
Francisco Lobo de Vasconcellos
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De Anónimo a 19.11.2010 às 00:33

Eu não assinei nem tenho que assinar. Quem assina a página do Senhor D. Duarte não é ele. É o senhor Tomaz de Mello Breyner.
Eu só estou a dar a minha opinião num blogue que permite comentários assinados e não assinados.
Não tenho nada contra o Senhor Tomaz de Mello Breyner que nem sequer conheço.
A única coisa que eu disse e parece, que esse Senhor aí acima que decidiu livremente assinar, como eu decido livremente não assinar, é que esta família real não aparece. Não aparece numa altura em que devia aparecer. Não fala pela sua própria boca quando devia falar. Nao se dá a conhecer quando se devia dar.
Há muita gente à espera de os ouvir. Peço desculpa se não é de ouvir o senhor Tomaz de Mello Breyner que terá certamente muito interesse. Mas eu gostava de os ouvir a eles. O Infante tem que idade? 16 anos? Que pensa o Infante? Que faz o Infante? Que hobbies tem? Gosta de jogar à bola? è que para mim é um rapazito louro e mudo que eu nunca vi, nunca ouvi. muito bem apessoado mas ele joga à bola? Tem amigos? Faz parte de um clube? É o Sporting?
Ora ao jantar dos conjurados eu não vou. A manifestações de monárquicos também não. Não conheço lá ninguém. Sou um anónimo, plebeu, o que querem?! Mas mesmo assim gostava de os ouvir. E de os ver intervir.
Tanto que tenho adiccionada a página do Senhor D. Duarte no facebook, exemplarmente gerida pelo Senhor tomaz de Mello Breyner - os meus parabéns. Conclusão: a corte funciona o rei e a família real é que parece que não.
Já agora e para esclarecer: Fui imigrante num país monárquico e até conheci o rei numa festa de imigrantes. Morei na Dinamarca.
Cumprimentos a todos e não se zanguem. Senão não temos nem rei nem corte. Agora que era simpático com as pessoas que têm a exemplarmente gerida página pelo senhor Tomaz etc...terem lá de vez em quando uma resposta pelo punho do pretendente ao trono de Portugal, ele próprio. Uma resposta a um comentador , uma palavra pessoal se calhar até funcionava. E eles não vão ao supermercado? Corte a mais. Rei a menos
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De José Tomaz de Mello Breyner a 19.11.2010 às 21:29

Caro(a) Anónimo

Só é pena não dar a cara
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De Anónimo a 20.11.2010 às 19:43

PORQuÊ? Marcaria uma duelo? Já agora com quê? Meu caro, sou excelente na arte da FISGA, do PAU, e do SOCO rasteiro.

Como não sabe se é um ou uma que escreve, deverá ponderar a hipótese de uma grande puxadela de cabelos e algumas mordidelas. Se for careca, meu caro, cuidado com os arranhões, quem sabe se lhe desenha um brasão do seculo 21 mesmo na moinha!`

E agora? Alguma dúvida???
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De Anónimo a 19.11.2010 às 22:40

tomaz? se calhar é Thomaz...

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De Anónimo a 19.11.2010 às 23:42

O anónimo que faz aqui a brincadeira com o nome do senhor Tomaz de M. Breyner não é o mesmo que decidiu não assinar.
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De Anónimo a 20.11.2010 às 13:52

Não, não é. Não tema. O anónimo que «brinca» com o nome é uma pessoa atenta aos posts e comentários, também à realidade do país, um país que é uma podridão em progresso, um país onde os Tomaz com «h» ou sem «h» chamam num blogue «cobardes» a outros - seres humanos - que expressam as suas ideias, isto porque não assinam. Quando, diga-se, é legítimo, é autorizado pelos responsáveis dos blogue, que o anónimo possa pronunciar-se. A partir daí, quem chama cobarde a outro merece ler, ponderar, que não tem o DIREITO, de se pronunciar nos termos em que o fez! Até pode ser avaliado em sede própria pelos epítetos que dirige a terceiro. Portanto, ainda bem, que o anónimo não se identificou. Adequado!
São esses corajosos que apontam o seu nome, e superiorizam uma alegada coragem que não têm, que devem ouvir outros dizer que, afinal, a sua valentia, a sua coragem, a sua «digna descendência», nada faz por PORTUGAL!
Mais: o que é isso de digna descendência? DEUS deu a Terra a todos, DEUS não distingue! Valerá a pena continuar?
Sendo o caso, talvez seja interessante, então, visitar o blogue de José Fontoura - www.reifazdeconta.com -que não conhecia e li. Que me remeteu para uns atrás e me fez lembrar certas guerras de sucessão, afinal, num País onde não há títulos nobiliárquicos. Um PASSADO que impede de continuar e que nunca deveria continuar nos moldes em que existiu.

Uma coisa é certa! Fosse eu o alegado «REI», certamente já me teria movimentado e aproveitado a situação de caos económico e social que se vive em PORTUGAL. O que vejo, todavia, é um conjunto de «caganças», que discutem o quê? A passerelle de «dignas descendências», os nomes, as assinaturas, e passeiam alegadas coragens? Que coragens? A coragem da «pena», ou «aparo do teclado»? Quando, afinal, se limitam à crítica e pouco mais?

Portugal é efectivamente um cantinho, onde uns acham que valeme mais do que os outros e quando aparece o «patinho feio», com o bolsinho recheado, mas com sangue vermelho, escuro, que salva a vida ao sangue azul, corre o risco de de ser comentado!
Só em Portugal, pois fora do «cantinho», a visão do que se passa por cá não merece mais do que cinco segundos de atenção e, quantas vezes, um sorriso meio constrangido. Portugal é o que é! Com muitos umbigos e respectivos donos a olhar para «eles», elencando as ascendências, vestindo à gémeos, etce, etce e muitas vezes etc.

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De José Tomaz de Mello Breyner a 20.11.2010 às 14:46

Caro Anónimo

A partir do momento em que se começa a referir à aldrabice do site do José Valdez ( Fontoura é um nome falso) não me interessa continuar a manter diálogo consigo.

Não gosto de aldrabões, criminosos recentemente saídos da prisão pelo que para mim a conversa fica por aqui.

José Tomaz de Mello Breyner

P.S. Saiba que no ano em que nasci TOMAZ escrevia-se com Z e assim fui registado. Meu filho já tem TOMÁS com S, mas meu Bisavô foi registado como THOMAZ.
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De Anónimo a 20.11.2010 às 20:14

Caro Senhor
Mello Breyner,

Não tem que me dar explicações sobre o seu nome, que, no entanto, pese emboa a deselegância que a antecede, agradeço. É o nome que lhe foi dado por seus pais e com Z ou sem Z, é simplesmente o seu nome.
Não é isso que está em causa. O apelo ao seu nome tem apenas um cunho provocatório, que não é, certamente, bonito, mas é uma tentativa de lhe comunicar que cada um de nós tem a sua razão, e tenta fazê-la valer. Disse-lhe e repito-lhe: não pode chamar cobarde a um terceiro, só porque este num espaço onde é permitido o anonimato, optou pelo mesmo. Não pode imputar falta de coragem a um terceiro, só porque o mesmo optou pelo anonimato. A boa História é feita de anónimos, que não carecem de ver os seus nomes publicitados seja em que sede for.

Site do Sr. Foutoura - alegadamente José Valdez: não conhecia, mas vou lê-lo, porque é importante ouvir as várias versões. Não conheço o passado civil ou outro do referido Valdez. Sei, tão só que cabe apenas ao tribunal epitetar o arguido de criminoso, não descurando do facto de que, não raro, muitos são condenados apesar de inocentes.
Note, todavia, que aquele que saíu da prisão, cumpriu pena! Por conseguinte, pagou a sua dívida à Comunidade! Não pode V. Exª. dirigir-se-lhe nos termso que utilizou! Se cumpriu pena, teve bem ou mal, o julgamento dos homens; o julgamento de Deus, a ESTE cabe. A si, na matéria, nada lhe cabe dizer!

Não se liberte na língua! Contenha-se! É que depois da apresentação que faz de si, não PODE, não DEVE, expressar-se da forma que o faz. É inadequado, é deselegante e afasta quem até poderia engrossar a CAUSA.

É um facto que o «Rei», pese embora a bondade que lhe apontam, a simpatia e todo um conjunto de virtudes, devia aproveitar o momento para se impôr, para MUDAR o estado das coisas. Não o faz. Quanto aos que o rodeiam, sabe, tenho a sensação de que é mais o «estatuto» de «estou ao lado do Rei».

Portugal é isso mesmo - um conjunto de «caganças» que não merecem mais de cinco segundos de atenção ou análise.

Não quer falar comigo?! Por quem é meu caro! Pois quem lhe disse que o quero ter no meu rol de atenções? Só lhe respondo porque entendo que, atento o facto deste espaço ser público, merece uma resposta que no mínimo o faça pensar.
Respeite e será respeitado.

PS: sem o querer sequenciar na estrutura que deu à sua resposta. Lamento que tenha chamado Tomás com «S» ao seu filho! Demasiado igual a tantos outros que por cá andam. Não que promova a diferença em vista de uma qualquer superioridade! Mas sim, em vista da conservação de uma linha de nomes que o Estado Português através da sua linha mesquinha de nomes permitidos, não tem o direito de adulterar.
Pois eu, tê-lo-ia chamado de THOMAZ...
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De Anónimo a 20.11.2010 às 20:19

Confesso-lhe que tenho alguma dificuldade em interpretar PQTP. A língua portuguesa é tão vasta, tão abrangente e tão significativa que não desejo, de tod, iniciar um trabalho sherlochiano de pesquisa.

Eu também tenho algumas iniciais curiosas. Por exemplo: FDP.

Quer ver que ambos andamos a fundar o mesmo Partido?
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De Anónimo a 20.11.2010 às 19:45

Como é óbvio! Como é mais do que óbvio. Porém, só em Portugal é que estes tesos mandam títulos e consoantes dobradas para a frente e nada mais fazem.

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