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Num só movimento materializa-se das águas dormentes e toma a sua presa desprevenida. Faz ainda um pequeno compasso de espera para que a vítima, entre dentes, expire o seu último adeus. Com dois ou três movimentos desfaz-lhe a coluna, como quem quebra nozes, e em menos de nada a devora inteira. Volta para as águas, que voltam dormentes, e é como se daqueles breves instantes… nada.