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Teotónio Chamuças "De" Souza

por Samuel de Paiva Pires, em 17.01.11

 

Anda por aí um exótico "orientalista", comensal de tudo o que tenha estampado "luso" ou "lusófono". Consiste num daqueles auto-nomeados historiadores que se dedicam à pesca de estorietas de chamuça com recheio de courato.

Sobre este faquir obcecado com pulsões sexuais de outrem - que talvez indiciem os seus assolapados desejos recalcados - , importa realçar que foi um padre jesuíta que por insondáveis desígnios do seu Teos, decidiu despadrar-se e despir o saiote. Consta ter dirigido (?) o Xavier Center de Goa, nisto podendo considerar-se como uma térmita em madeira de sândalo. Também "parece" que rosnou umas palestras lá para a Lusófona, talvez uma coisa de expediente para engrossar cabedais. Melhor faria em exportar sarís, paus de incenso e saquinhos de noz moscada, cumprindo a tradição dos seus maiores. Não foi com "De" Souzas destes que se manteve o Estado da Índia, e o velho Albuquerque lá bem saberia como lidar com esta corja.  O pequenino e pretensioso "De" Souza, guarda oportunamente o passaporte do odiado Portugal e tem promovido uma intensa campanha de ataque à nossa presença no Oriente. Num texto completamente execrável, manifestou que do seu ponto de vista, somos um país de perigosos "pedófilos", "degenerados sexuais", "fachonos" (nem sei o que isso significa) e talvez numa inesperada autocrítica, de sodomitas. O homem do retirado saiote, viu-se ao espelho e está confuso, só pode.

Não se sabe quem e porquê protege esta espécie de cornaca de elefante empalhado, mas aqui fica o link dum texto publicado há tempos, talvez escrito sob a  influência dos prodigiosos efeitos do mascar de folhas de betel. Um escarro que mancha o Herald de Goa e que por cá, nesta Lisboa de outras eras, é pago com o vil metal português. Bem podia ir varrer as escadas do Palácio do Hidalcão!

publicado às 13:24


13 comentários

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De QER a 17.01.2011 às 13:59

Eu gostei de toda a primeira parte, muito portuguesa.
Quanto à mariquice que nos é assacada, não conheço documentos, mas faz parte atribuir todos os males e perversidades aos conquistadores.
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De Kantilal Jamnadas a 17.01.2011 às 14:01

Muito bem. Você pôs o dedo naquela ferida. O homem é um escarro. Eu nasci em Moçambique e os meus pais fugiram de Goa quando nos atacaram. O meu pai dizia-me: "filho, eu tive de escolher entre ser português sem nada e ser escravo com as nossa propriedades. Escolhi ser livre e português. Com muita honra".
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De Anónimo a 17.01.2011 às 18:09

Samuel, MAGNIFICO! Ehhe, o que me rebolo de riso, ao ler o texto.

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De Carlos Velasco a 17.01.2011 às 20:22

Caro Samuel,

Temos que contextualizar essas afirmações do souzinha. O contacto do pobrezinho com Portugal se resume ao círculo dos que o financiam. Ele já deve estar cansado dos serviços que deve prestar em troca dos recursos que obtém, afinal, ali não há almoços grátis. Assim, decidiu expor "o seu Portugal" por "raivinha".
Alguém tem que explicar ao pobrezinho que Portugal é muito maior do que o meio que ele conhece, onde se ganha o pão levando com a  suculenta chouriça e não mourejando como os pagadores de impostos.
Se ele quiser, o levo para uma obra e terei o maior prazer em lhe apresentar a rapaziada. Digo ao pessoal o que o coitadinho pensa dos portugueses e tenho a certeza de que lhe ajudarão a constatar falsidade desta impressão.
Depois disso, ou ele se emenda, ou vai viver para São Francisco, onde os barbudos e os imberbes, como na terra dele, andam de mãos dadas.

Um abraço.
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De Anónimo a 17.01.2011 às 20:34

Quem é o bicho ?
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De Anónimo a 17.01.2011 às 22:36


O bicho é um aleijado moral que andou por aí às sopas da Fundação Gulbenkian pelas mãos daquele cretino do José Blanco, depois da Fundação Oriente, e agora aterrou na U. Lusófona. Despois despadrou-se, casou com uma portuguesa (coitada) caçou um passaporte português, e como um cobardola que é manda daqui para os jornaizecos de Goa o que a mente de complexado lhe dita. Um dia partem-lhe o focinho numa esquina... 
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De Anónimo a 17.01.2011 às 22:41

E os compinchas da Casa de Goa sabem e não dizem nada? Costumava ser boa gente....
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De Paulo Costa Campos a 17.01.2011 às 23:43

Meus amigos
Fui aluno daquilo na Lusófona e ouvi o pior que podem imaginar sobre Portugal. Fui duas ou tres vezes e não tive tripas para mais. Só se fosse para lhe dar uns calduços naquela cara de parvo e puxar-lhe pela barba de bode.
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De Anónimo a 18.01.2011 às 09:51

Mas o fulano está cá ?!!!
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De Jubeda Piedade Fernandes a 18.01.2011 às 11:02

Há muita gente recalcada e tudo pode ser uma questão de reconhecimento. Gostam de palmadinhas nas costas e de convites para tudo e mais alguma coisa. O despeito é uma coisa muito feia e é por essas e por outras que Nova Deli olha Goa com enorme rancor e frustração. A Índia nunca existiu, é uma invenção imperialista. Foi por isso mesmo que deixámos Diu, para nunca mais voltar.

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